Comunicação Social

VodkaBoy

Citação de: ARREB1MBA em 30 de Setembro de 2009, 04:26
O Cervan acabou o Dia Seguinte em grande.  ;D

"O Aimar também acabou para o futebol... PUMBA LÁ PA DENTRO!!"  :2funny: :2funny:
O APV ontem no Trio esteve fenomenal.
Sempre com respostas prontas e acertadissimas.
O pormenor das imagens que trouxe para o Tosga foi a cereja.

Também muito bem a relatar a pressão dos arbitros no Dragay. O Porco ainda tentou dizer que o nosso jogo é que foi uma vergonha mas não teve hipotese...

Andas a melhorar muito APV. Será que é por fazeres o teu trabalho de casa?

NoNickBoy

Citação de: VodkaBoy em 30 de Setembro de 2009, 09:12
Citação de: ARREB1MBA em 30 de Setembro de 2009, 04:26
O Cervan acabou o Dia Seguinte em grande.  ;D

"O Aimar também acabou para o futebol... PUMBA LÁ PA DENTRO!!"  :2funny: :2funny:
O APV ontem no Trio esteve fenomenal.
Sempre com respostas prontas e acertadissimas.
O pormenor das imagens que trouxe para o Tosga foi a cereja.

Também muito bem a relatar a pressão dos arbitros no Dragay. O Porco ainda tentou dizer que o nosso jogo é que foi uma vergonha mas não teve hipotese...

Andas a melhorar muito APV. Será que é por fazeres o teu trabalho de casa?

tenho tado doente e tenho visto estes programas todos.. e segundo percebi, aquele mongo do sportem a semana passada disse q so era falta se o pe chegasse à cabeça?? mas ele nao sabe as regras?? q raio de tachos sao estes, gajos q sao pagos para falar de bola e nao sabem as regras sequer??
alguem que diga aquele monte da mer"# q jogo perigoso basta levantar o pe por cima do joelho! com contacto é livre directo! livre directo na area é penalty.. ha duvida? fds...

pra nao falar da analise ao primeiro amarelo do pouga.. fds.. nem o benfiquista sabe pq é q o homem levou amarelo?? q raio de gente q nem os jogos vêm e vao prali mandar postas pro ar!

Wach Wíinik

A mim custa-me a entender é como é que há gente que pede que os comentadores Benfiquistas baixem ao nivel dessas pessoas!



XHITA

Mas que imagem tão romântica!  :2funny: :2funny:


Corrosivo

é impressão minha ou nessa foto o JEsualdo está a olhar para o Falcao assim com a lingua meio de fora, como quem está a engatar o outro

Didiman

Citação de: Corrosivo em 30 de Setembro de 2009, 11:55
é impressão minha ou nessa foto o JEsualdo está a olhar para o Falcao assim com a lingua meio de fora, como quem está a engatar o outro

Também reparei

XHITA

Hoje é dia de fotos idióticas na BOLA...  :estrelas:
E quem conhece estes?  :tonge:



XHITA

Anda tudo bêbado neste jornal...    :estrelas:




Estranha dança
Na imagem parece que Joel Queirós e José Maria vão iniciar uma qualquer dança de salão mas, na verdade, espelham a união e empenho nos treinos que reinam no seio da equipa.

:estrelas: :estrelas:

Gudjohnsen

Citação de: Corrosivo em 30 de Setembro de 2009, 11:55
é impressão minha ou nessa foto o JEsualdo está a olhar para o Falcao assim com a lingua meio de fora, como quem está a engatar o outro

Lol, parecia o T-Bag no prison break quando via uma gaja...

Wach Wíinik

Citação de: XHITA em 30 de Setembro de 2009, 11:52
Mas que imagem tão romântica!  :2funny: :2funny:





Falconas:  "Juju...ya te he dicho alguna vez lo mucho que me encantas cariño?"

Juju:  "Não precisas de o dizer, consigo ve-lo nos teus olhos...ssshhhh...."


:smitten:

pcnunes

Citação de: Corrosivo em 30 de Setembro de 2009, 11:55
é impressão minha ou nessa foto o JEsualdo está a olhar para o Falcao assim com a lingua meio de fora, como quem está a engatar o outro
e o Falcao a fazer biquinho....hehehe

XHITA



O planeta do futebol: Um 'outro tipo de candidato'

Por Luís Freitas Lobo

Existe a matemática e existe o futebol. São opostos que, tantas vezes, na relva, não se...atraem. A saga do chamado quarto candidato no campeonato português perde-se illio tempore. Seis jogos, seis vitórias é, porém, algo mais do que uma simples equação matemática. Há futebol pelo meio. Por isso, o actual Braga de Domingos é um outro tipo de candidato. Fora do discurso oficial dos três grandes. Dentro do discurso puramente futebolístico da relva.

Um golo no minuto 94, um centro que bate num adversário e vai para a baliza, um penalty que não era. Seriam três formas simples para explicar as últimas três vitórias. Em campo, porém, este Braga não fala (joga) por detalhes. Há uma cultura de clube subjacente, há um estilo de jogo pensado.

Ponto um: Cada vez existem menos pontos de contacto entre este Braga de Domingos e o de Jesus. O sistema (do 4x1x3x2 para o 4x2x3x1) e as transições. A principal alteração nasceu da saída de Luis Aguiar. Agora, a conexão central (dentro do «2x3» do meio-campo) é feita por dois jogadores mais posicionais: Hugo Viana, na primeira linha (por isso a ilusão de jogar com duplo pivot clássico), Mossoró, na segunda. Tal afecta desde logo os princípios das transições. Obriga Viana a ficar mais (quando podia subir para soltar o seu bom passe) e, com Mossoró sem vocação defensiva, é o avançado mais imaginativo que mais recua sem bola: Alan. Mas se esta alteração de transição defensiva é sobretudo motivada pelas diferentes características dos jogadores (o que saiu e os actuais) na ofensiva resulta de uma outra concepção de jogar.

Com Jesus, o Braga jogava mais em transições rápidas. Não cultivava a posse e na organização ofensiva a bola entrava (ou não) quase sempre pelo mesmo sitio. Com Domingos a transição é mais organizada (em segurança pode até iniciar-se com um passe atrasado). Resiste à vertigem das transições individuais (um jogador a queimar-linhas em posse) e dos laterais sempre a subir, procurando mais o toque apoiado, dando largura através de alas (Paulo César-Alan) que também sabem jogar por dentro e, a atacar, compensam a pouca mobilidade do nº9 Meyong.

No inicio, Moisés é a referência na organização defensiva (jogo e grito) e Vandinho a âncora que activa a passagem entre os diferentes momentos. Segura o espaço e indica caminhos à bola no espaço-chave de equilíbrio à frente da defesa.

Para além da táctica, é irónico reparar como este sucesso pode começar num fracasso (a eliminação europeia) que criou condições competitivas para manter um alto nível exibicional mais difícil de obter jogando Europa e campeonato ao mesmo tempo.

Belenenses, 1946. Boavista, 2001. Os únicos intrusos históricos no castelo do título três grandes. Pedir a outra equipa que assuma uma candidatura ao título é, pois, contra-natura. A todos os níveis. Mas existem outras formas de o fazer. Falando dentro do campo. É esse o outro tipo de candidato, assumido através do futebol praticado, que o nosso campeonato precisa. Como o Braga de Domingos.

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Olhanense com 'causa'

E, de repente, o debate mudou. Depois de tantas críticas ao futebol defensivo, critica-se uma equipa por ser demasiado ofensiva e não saber fechar-se. O Olhanense de Jorge Costa. Mas existe aqui um equívoco de origem. Saber defender não implica futebol defensivo. Tem a ver com outros conceitos. Como controlo do jogo e seus ritmos. O local ideal para o fazer não é junto à área mas sim no meio-campo.

A debilidade do onze está nesses tais momentos. Onde é preciso baixar o ritmo. Não é fácil, porém, consegui-lo. Por uma razão simples: tal não está na essência da maioria dos seus jogadores. Rabiola, Castro ou Ukra, 90 minutos olhos nos olhos com o jogo. É esse estilo (ia escrever rebeldia) que faz a força do seu futebol. Jorge Costa já disse, pela forma como joga, que não quer contrariar (em nome de maiores cadeados tácticos) a natureza dos seus jogadores. A sua causa ultrapassa o mero pontinho conquistado. É aliciante mas, simultaneamente, perturbante. Porque aquilo que os pode fazer ganhar, é também o que, ao mesmo tempo, os pode fazer perder.

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Onde fica o 4x4x2?

No Dragão, Jesualdo prossegue a reconstrução da equipa (parte IV). Mais do que substituir jogadores, é reactivar os elos de ligação entre-sectores. Nesse contexto táctico, o principal problema nem resulta dos novos elementos Belluschi, Pereira ou Falcão. Resulta da ausência de Rodriguez. Sem ele, o FC Porto regressa ao 4x3x3 mais puro em termos de linhas. Isto é, perde o jogador capaz de recuar e dar quatro unidades a meio-campo, desenhando, para os momentos de controlo e transição, uma espécie de 4x4x2. Foi esta a grande evolução táctica do FC Porto (nacional e, sobretudo, europeu) da última época.

Preso ao 4x3x3 (com Hulk a perder muitas bolas e Mariano a recuperar poucas) em momentos de transição defensiva, o plano global de jogo perde, muitas vezes, o equilíbrio do passado. Por isso (para lá da maior robustez do cenário internacional) o receio de meter Belluschi sem uma moldura que compense a sua menor leitura após perder a posse. É, no colectivo, uma questão de consistência táctica para saber não ter a bola e recuperá-la em zonas altas.

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Como joga a 'lanterna'

A Académica de Rogério Gonçalves caiu no último lugar. Com apenas 6 jogos, este simples facto não é grave. Vendo-a jogar em Vila do Conde, porém, senti que a equipa já vive demasiado receosa em campo. Depois do belo jogo em Braga na primeira jornada, pensava, numa evolução natural, encontrá-la com outra cabeça.

Rogério procura manter um 4x3x3 no qual um dos avançados é, digamos, mais falso e procura jogar nas costas dos outros dois. Por isso parece muitas vezes 4x4x2. É uma boa forma de aproveitar a profundidade que Sougou, Lito ou Vouho podem dar, ficando Miguel Pedro na tal posição falsa (quase sempre da faixa para dentro). É uma boa ideia que carece, porém, de precisão na transição defesa- -ataque. Contra o Rio Ave, Paulo Sérgio e Nuno Coelho nunca definiram bem o posicionamento à frente da defesa e com isso a saída de bola ficou sempre travada. Ora sai mais apoiado, ora sai com um passe mais longo, mas era raro esse primeiro passe entrar bem. É este o principal ponto para a equipa evoluir: decidir como quer fazer as transições ofensivas.

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Atenção a... Hélder Castro (Feirense)

É agradável encontrar um bom médio no meio de um jogo de futebol que nem estava a ser bem jogado. Sucedeu-me ao ver o Santa Clara- -Feirense, quando Hélder Castro tocava na bola ou tentava pegar nela. E digo tentava porque a opção preferencial da equipa pelo jogo directo, com dois avançados grandões na frente (Roberto e Adilson, este último pareceu-me bom jogador) retirou o bom futebol de Hélder Castro, essencialmente de posse, toque e apoio, demasiadas vezes do jogo. Penso que com outra filosofia, pode render muito mais, explorando aqueles seus pontos fortes. Tem apenas 23 anos, apareceu no Fiães e está no Feirense há três épocas. Para rever.