Axel Witsel

Médio, 37 anos,
Bélgica
Equipa Principal: 2 épocas (2011-2012), 52 jogos (4179 minutos), 5 golos

Títulos: Taça da Liga (1)

*Crow*

Citação de: Zaratustra em 11 de Junho de 2012, 10:45
supondo que o gaitan é vendido e tendo que escolher entre witsel e cardozo para vender qual escolheriam?
cardozo

the_cali

Citação de: lonstrup em 11 de Junho de 2012, 10:39
Citação de: the_cali em 11 de Junho de 2012, 10:39
Citação de: lonstrup em 11 de Junho de 2012, 10:32
Citação de: LuigiSLB83 em 11 de Junho de 2012, 10:29
Caros são os Eder Luiz desta vida.
Um maço de tabaco é caro. No entanto será pelo Maço de Tabaco que ficas à rasca financeiramente ou o plasma de 1000 euros que compraste e pensavas pagar com os subsidios de ferias e irs?

O problema é quando fumas 3/4 maços. Dava para comprar um plasma por mês.  :cool2:
Onde quero chegar. Mas tu precisas mais do Tabaco ou do Plasma?

lol. Estas Metáforas já estão a entrar no Nonsense. Mas tenho a certeza que dava mais utilidade a um plasma.

lonstrup

O endividualismo
por MANUEL MARIA CARRILHO07 Junho 201233 comentários

Pouco se fala nele, mas foi quem deu forma, tanto ao ultraliberalismo como ao minissocialismo. Refiro-me ao endividualismo, isto é, ao novo tipo de individualismo de massas que nas últimas décadas mudou todas as regras do jogo político. Foi ele que inculcou, num e noutro, valores e aspirações comuns, tornando as diferenças entre eles muitas vezes indiferentes, quando não insignificantes.
É justamente por isso que agora, mesmo quando há mudanças, tudo muda tão pouco. E que se enfatizam tanto as variações de estilo, ao contrário do que acontece com a substância e com o conteúdo. E que, por mais cómicos que apareçam a fazer de políticos (como Peppe Grilo, em Itália) e públicos a fazer de massas (como os "indignados", um pouco por todo o lado), pouco ou nada verdadeiramente se altera.
O endividualismo é o resultado da última metamorfose do indivíduo moderno, do processo da sua afirmação e expansão ilimitadas. É o produto da sua profunda cumplicidade com o "paradigma do ilimitado" que marcou todo o século passado, sobretudo a segunda metade, garantindo a todos uma energia inesgotável, um consumo interminável e um crédito sem fim.
O endividualismo representa o apogeu jubilatório do indivíduo que se realiza pelo crédito, isto é, pela dívida. Ele tornou-se, no mundo de hoje, no pilar mais generalizado - e talvez no mais resistente! - deste paradigma em crise. Ele decorre da afirmação sem limites dos direitos dos indivíduos, da progressiva identificação do direito com a proteção da esfera do privado e da rasura sem precedentes das referências a valores ou convicções de ordem coletiva. As chamadas agendas fraturantes têm aqui a sua mais do que óbvia origem, bem como a principal razão do seu frenético elã.
O endividualismo foi contudo viabilizado e estimulado - ao contrário do que se diz e por mais paradoxal que tal pareça a muitos - pela poderosa afirmação de um Estado social que, libertando pela primeira vez na história os indivíduos da necessidade de terem de preparar o seu futuro e o dos seus (garantindo-lhes reformas, educação, saúde, etc.), o tornou um soberano cada vez mais centrado em si próprio.
O endividualismo acelerou, por isso, o processo de desarticulação interna das democracias, cavando um abismo cada vez maior entre a afirmação da liberdade individual dos cidadãos e a sua capacidade de ação cole- tiva: mais livres, sim, sempre - mas também mais impotentes!
O endividualismo constitui hoje o ponto cego das esquerdas. O recente "manifesto" para uma esquerda livre, "mais livre, mais igual e mas fraterna", é - como quase toda a conversa que anda por aí sobre a refundação da esquerda - uma excelente ilustração deste persistente bloqueio. Por excelentes que sejam, e são, os objetivos dos seus promotores, nada mudará apenas com bons sentimentos e com generosas intenções.
Porque o verdadeiro desafio não é ganhar um campeonato de boas ações, mas uma dificílima batalha das ideias para a qual não se vislumbram hoje, ao nível político, capacidade intelectual ou instrumentos analíticos à altura dos problemas do mundo contemporâneo, seja no plano dos valores, da estratégia ou dos instrumentos de ação.
O facto é que a esquerda permitiu nas últimas décadas, quase sem resistência, a consagração do ultraliberalismo, assistindo primeiro deslumbrada, depois atordoada e agora talvez arrependida, ao triunfo simultâneo e solidário do financismo, do tecnologismo e do individualismo. Mas onde estão hoje as alternativas políticas a tudo isto? - eis o que conta, o resto é conversa.
Continua a ler-se a realidade com as lentes de há 20 ou 30 anos, as mesmas que levaram a esquerda a não pressentir as consequências da globalização, a não perceber a transformação do capitalismo em financismo, a desvalorizar as alterações demográficas, a negligenciar a questão da distribuição da riqueza, a não detetar o retorno das mais brutais desigualdades, a ignorar a fragilização do Estado providência, a incensar a "estupidez sistémica" induzida pelas novas tecnologias.
Ou, ainda, a não compreender o significado do individualismo sem freio e as novas modalidades da subjetividade que ele implica, a acomodar-se com as alterações do regime e do estatuto do trabalho, a pactuar com a desvalorização do imposto e o aumento da dívida, a não reconhecer a bomba-relógio do euro sem união política ou a não ser capaz de avaliar as consequências da mundialização da cultura.
Na verdade, não foi talvez uma esquerda mais livre que faltou. Mas uma esquerda com mais mundo, mais atenta e estudiosa, mais propositiva e audaz.
É por isso que, ao contrário do que aconteceu com a crise do capitalismo dos anos 30 do século passado, hoje a oferta ideológica alternativa é tão escassa, quase nula.
Como se, face ao ultraliberalismo, o socialismo estivesse condenado a formas de sobrevivência minimalistas. É neste impasse que a esquerda, sobretudo a de índole partidária, está hoje mergulhada.

http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2595616&page=-1

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Sobre o tema do ser caro e da valorização.

Desculpem a extensão do artigo.

InsurgentDrums

Citação de: Zaratustra em 11 de Junho de 2012, 10:45
supondo que o gaitan é vendido e tendo que escolher entre witsel e cardozo para vender qual escolheriam?

Cardozo, claramente. Temos mais avançados de qualidade no plantel mas não temos mais médios como o Witsel.

Zaratustra

Citação de: *Crow* em 11 de Junho de 2012, 10:45
Citação de: Zaratustra em 11 de Junho de 2012, 10:45
supondo que o gaitan é vendido e tendo que escolher entre witsel e cardozo para vender qual escolheriam?
cardozo
éuma escolha tremendamente complicada, tb acho que preferia perder o cardozo, pq os disciplos estão no ponto para serem aposta

*Crow*

Citação de: Zaratustra em 11 de Junho de 2012, 10:47
Citação de: *Crow* em 11 de Junho de 2012, 10:45
Citação de: Zaratustra em 11 de Junho de 2012, 10:45
supondo que o gaitan é vendido e tendo que escolher entre witsel e cardozo para vender qual escolheriam?
cardozo
éuma escolha tremendamente complicada, tb acho que preferia perder o cardozo, pq os disciplos estão no ponto para serem aposta
exactamente por isso. não sou um hater do Cardozo nem nada do género, mas acho que a escolher entre Cardozo, Witsel e Javi, era melhor o Cardozo

46Rossi


The Eagle 10

O witsel fica mais um ano!

Super Vegeta 89

Citação de: King 7 em 11 de Junho de 2012, 11:17
O witsel fica mais um ano!
nao sei qual é a duvida disso alias ele a meu ver ja tem acordo com o real para o ano

janete94

Enfim, outra vez a mesma história.

Poucos dias antes da pré-época acabar vendem o Witsel... dias antes da época começar vão buscar um gajo qualquer que não tem nada a ver com ele e temos aqui um Ramires v2.0

ednilson

Que querem dizer com isso do Ramires versão 2.0?

O Witsel, nesta sua 1ª época de Benfica, não passou de uma versão 10.3 do Ramires.


abar85

Citação de: ednilson em 11 de Junho de 2012, 11:36
Que querem dizer com isso do Ramires versão 2.0?

O Witsel, nesta sua 1ª época de Benfica, não passou de uma versão 10.3 do Ramires.

Acho que é mais no sentido de sair 1 ano após ter vindo.

Gonzalex

Citação de: abar85 em 11 de Junho de 2012, 11:40
Citação de: ednilson em 11 de Junho de 2012, 11:36
Que querem dizer com isso do Ramires versão 2.0?

O Witsel, nesta sua 1ª época de Benfica, não passou de uma versão 10.3 do Ramires.

Acho que é mais no sentido de sair 1 ano após ter vindo.


Isso. E depois de não se arranjar um substituto como deve ser

ednilson

Citação de: Gonzalex em 11 de Junho de 2012, 11:48
Citação de: abar85 em 11 de Junho de 2012, 11:40
Citação de: ednilson em 11 de Junho de 2012, 11:36
Que querem dizer com isso do Ramires versão 2.0?

O Witsel, nesta sua 1ª época de Benfica, não passou de uma versão 10.3 do Ramires.

Acho que é mais no sentido de sair 1 ano após ter vindo.


Isso. E depois de não se arranjar um substituto como deve ser

Sou sincero, para fazer o que ele fez, não deve ser dificil.