CN 12ª J: SL Benfica 3 - 0 CF "Os Belenenses", 06Dez. Sáb. 17h00 *BTV1*

SL Benfica 3 - 0 CF "Os Belenenses"

Campeonato Nacional


SL Benfica: Júlio César, Maxi Pereira (Loris Benito [85m]), Luisão, Jardel, André Almeida, Andreas Samaris, Enzo Pérez (Pizzi [81m]), Eduardo Salvio, Nico Gaitán, Anderson Talisca (Lima [46m]), Jonas
Treinador: Jorge Jesus
CF "Os Belenenses": Matt Jones, Palmeira, João Afonso, Gonçalo Brandão, Nélson, Pelé, Bruno China, Camará, Fredy, Fábio Nunes, Tiago Caeiro
Treinador: Lito Vidigal
Golos: Lima (64), Enzo Pérez (70), Eduardo Salvio (83)

pcssousa

Também não sou a favor desse tipo de acordos.
Devemos, no entanto, entender que também servem para proteger os próprios jogadores. Um gr que dá um frango monumental, um jogador que é expulso por um acto estupido, um golo certo que se falha. Tudo isto é passível de levantar suspeições se ocorrer com um jogador emprestado.

E vale mais fazer as coisas às claras do que na penumbra. Vale mais fazer esses acordos que arranjar uma panelinha qualquer.


AND_Godinho

Com receio acerca acerca da situação dos amarelos do Enzo e do Maxi

Special_Red

Citação de: pcssousa em 06 de Dezembro de 2014, 10:44
Também não sou a favor desse tipo de acordos.
Devemos, no entanto, entender que também servem para proteger os próprios jogadores. Um gr que dá um frango monumental, um jogador que é expulso por um acto estupido, um golo certo que se falha. Tudo isto é passível de levantar suspeições se ocorrer com um jogador emprestado.

E vale mais fazer as coisas às claras do que na penumbra. Vale mais fazer esses acordos que arranjar uma panelinha qualquer.

Eu acho que se podia cortar logo qq polémica se a Liga decidisse que os jogadores emprestados não podem jogar contra o clube que os emprestou.

Ruud

Citação de: pcssousa em 06 de Dezembro de 2014, 10:44
Também não sou a favor desse tipo de acordos.
Devemos, no entanto, entender que também servem para proteger os próprios jogadores. Um gr que dá um frango monumental, um jogador que é expulso por um acto estupido, um golo certo que se falha. Tudo isto é passível de levantar suspeições se ocorrer com um jogador emprestado.

E vale mais fazer as coisas às claras do que na penumbra. Vale mais fazer esses acordos que arranjar uma panelinha qualquer.

Basicamente é isto.

força Benfica

Hoje vai ter de ser pelo relato, resolver o jogo rápido!

Bora MAIOR!

Mercurio_10

Como Benfiquista sentirei vergonha caso Miguel Rosa e Deyverson não joguem hoje por um qualquer acordo seja o que for.

Mercurio_10

Citação de: Special_Red em 06 de Dezembro de 2014, 10:07
Eu acho que a Liga devia mexer-se e resolver de uma vez por todas esta questão dos emprestados.

E devia decidir que os emprestados não podem jogar contra clube que os emprestou. Ponto final.
Desta forma, caso os atletas joguem contra o clube "emprestador" evita-se as suspeições que sempre aparecem; já caso os atletas não joguem, evita-se o circo mediático do costume.

A questão é que nem sequer estão emprestados.

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Citação de: Special_Red em 06 de Dezembro de 2014, 10:51
Citação de: pcssousa em 06 de Dezembro de 2014, 10:44
Também não sou a favor desse tipo de acordos.
Devemos, no entanto, entender que também servem para proteger os próprios jogadores. Um gr que dá um frango monumental, um jogador que é expulso por um acto estupido, um golo certo que se falha. Tudo isto é passível de levantar suspeições se ocorrer com um jogador emprestado.

E vale mais fazer as coisas às claras do que na penumbra. Vale mais fazer esses acordos que arranjar uma panelinha qualquer.

Eu acho que se podia cortar logo qq polémica se a Liga decidisse que os jogadores emprestados não podem jogar contra o clube que os emprestou.
Neste caso em particular, os jogadores não estão emprestados.

pcssousa

Mas detemos parte do passe ou, no mínimo, (isto para os preciosistas) o jogador "controlado" através de cláusulas.

HJDK

Percebo o celeuma mas à Benfica seria ganhar contra os melhores. Estejam ainda sobre a nossa alçada ou não.

Espero mais 3 pontos e uma boa casa na Luz. :)

Holmesreis

MEMÓRIAS DO TUGÃO
Parte XXII- «Hagan e a hominização do Benfica»

   Lendo o livro «Plantel Glorioso» e analisando a putativa lista dos melhores treinadores do nosso historial, é extremamente injusto não lermos o nome de Jimmy Hagan nessa lista. Além de tricampeão pelo nosso clube, foi também o responsável físico e moral pela melhor época que ostentamos no campeonato nacional em termos de rácio de vitórias: a época 1972-73 em que averbamos 28 vitórias em 30 jogos, perdendo pontos através de dois empates. Golos marcados: 101 ou seja, uma média de 3,36!
   O Hagan tem um excelente tópico aqui no fórum, não acrescentarei nada de novo: frio, disciplinador, preconizava o rigor táctico absoluto no decorrer dos jogos. Os seus treinos eram excessivamente físicos e podiam incluir exercícios triviais como subir as escadas das bancadas da Luz ou carregar tijolos e pedras das obras contíguas ao estádio. Apesar dos anticorpos que foi criando no balneário devido à sua austeridade tipicamente britânica, os jogadores granjearam-lhe um enorme respeito devido aos resultados que trouxe.

   A época 1972-73 foi realmente a sua coroa de glória. À sexta jornada, tínhamos já 29 golos marcados, ou seja, quase 5 golos por jogo, fruto das goleadas ao Leixões (6-0) e ao Beira-Mar (9-0). Nenhum ponto perdido. Mas, segundo alguma imprensa, tudo isso poderia mudar na sétima jornada em que recebíamos na Luz o Belenenses de Alejandro Scopelli. Este estava a surpreender o país futebolístico numa época em que Sporting e F.C.Porcos tinham desinvestido grandemente no seu plantel com consequências óbvias. O Belenenses estava a praticar um atractivo futebol de ataque, isto depois de uma época anterior em que se tinha salvo da descida a quatro jornadas do fim. Scopelli reformulara os modelos tácticos, apostando num 4-3-3 com os rapidíssimos extremos Laurindo e Gonzalez a servirem o zuca baixinho Luís Carlos, um brasileiro contratado ao Madureira por 9 mil contos (record de transferências no Restelo) que era um ponta de lança rápido e o precursor da trivela no Tugão, 30 anos antes de Ricardo Quaresma.
   Scopelli era admirado pela classe jornalística portuguesa, não só pelo seu passado como futebolista, mas também pelo modo como devolveu o Belenenses à categoria de «Grande». Na véspera do jogo com o Benfica, (ao contrário de Hagan que detestava a imprensa) acedeu em dar uma entrevista ao jovem Alexandre Pais (ex-diretor do Record) e à altura um imberbe jornalista do «Diário de Lisboa»: aí confessou-lhe o seu apreço pelos luxos e boa vida, a quantidade de dinheiro que tinha "torrado" em mulheres e champagne, o seu passado futebolístico no Estudiantes de La Plata e recordou o dia em que, em 1939, para fugir à Segunda Guerra Mundial, havia abandonado o Red Star de Paris para assinar contrato com o Belenenses onde foi um dos maiores jogadores da sua história. Passou depois pelo Benfica (como jogador) e pelo F.C.Porto e Sporting (como treinador) onde o acusaram de ser defensivo e de jogar «para o ferrolho». Abordou o futuro do futebol e erradamente, preconiza que o futebol regredirá na América do Sul, visto que a Argentina e o Brasil apenas produziam jogadores para exportação. Elogiará Jimmy Hagan, afirmando que o «Benfica era o único clube português capaz de ter 20 dos seus jogadores convocados para a Selecção Nacional e que estariam a preparar muito bem a substituição de Eusébio a médio prazo...». Numa entrevista muito avançada para os tempos de ditadura em que vivíamos, defendia que os jogadores deveriam ter relações sexuais antes dos jogos, desde que não em excesso, visto que «estaria a lidar com homens e não com bestas!».
O jogo entre Benfica e Belenenses estava marcado para 22 de outubro e era antecipado por Aurélio Márcio em «A Bola»: «Titãs da Bola em Lisboa!». Entre os espectadores, o cantor brasileiro Roberto Carlos, recém-chegado à capital para uma tournée que o levaria também a Angola e Moçambique, isto em plena Guerra Colonial. No jogo jogado, superioridade absoluta do Benfica de Hagan: 5-0 , num festival de gala atacante. Hat-Trick de Eusébio, com mais golos a cargo de Jaime Graça e de Simões a assistências de Adolfo Calisto e Vítor Baptista. Que equipa que tínhamos! O guarda-redes do Belenenses, Félix Mourinho (pai de José Mourinho) em tarde não, saiu da Luz a chorar, apesar da sua veterania. À sétima jornada, o Benfica apresentava uma avassaladora veia de concretização e a imprensa já o vaticinava como campeão. No final do jogo, os comentários dos técnicos foram elucidativos quanto à personalidade respectiva:
Hagan: «No Comments!»
Scopelli:  «Perder 0-5 com o futuro campeão não é vergonha para ninguém».


josemiguelcardoso

estive fora do pais e so ontem me foi possivel pagar as quotas, tenho redpass e gostava de saber se pode haver algum problema na entrada, devido ao facto de so ontem ter pago as quotas? agradecia uma resposta pois estou a ficar seriamente preocupado, obrigado

SPORT LISBOA E BENFICA

É hoje que temos 45/50 mil? Alguém sabe como vão a venda de bilhetes..