As Finanças do Benfica

CitriC

Citação
O português João Cancelo vai ser emprestado ao Inter de Milão de João Mário e, numa espécie de 'troca', o médio Kondogbia irá rumar ao Valencia também cedido.

De acordo com o jornal 'La Gazzetta dello Sport', os dois clubes chegaram a acordo para o empréstimo, com opção de compra não obrigatória, de ambos os jogadores e devem anunciá-lo nas próximas horas.

O lateral direito português, que rumou ao clube espanhol a troco de 15 milhões, terá uma opção de compra de 30 milhões de euros, enquanto Kondogbia terá uma de 25 milhões.

30M daria portanto pouco mais de 1M de euros através do mecanismo de solidariedade. Se não estou em erro seriam 1.2M

CitriC

Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Puches

Sobre o negócio com o Rio Ave:
Excelente para o Rio Ave, que soube aproveitar, muito bem, o facto de ser um Clube estável, com uma política desportiva bem definida, sem se meter em grandes aventuras nem aventureirismos.
O Ederson, o Roderick, o Pele, o Nuno Santos e etc, valeram e/ou valerão bastante dinheiro ao Rio Ave, que funcionou como uma plataforma para o seu crescimento. Outras poderiam existir, mas foi essa a (acertada) opção.
O Krovinovic é um excelente jogador, que valerá 100X mais por ser um excelente jogador do Benfica do que se ficasse no Rio Ave (como todas as partes sabem, inclusivamente o DDT).
Esta alavancagem feita pelo Benfica aos clubes médios em Portugal é muito importante para a nossa afirmação na Europa. Longe vão os tempos em que um Clube pseudo-satélite de um grande tinha como destino desaparecer nos Regionais ou pura e simplesmente ser extinto.

eagles_viseu

#58653
Citação de: CitriC em 19 de Agosto de 2017, 16:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

CitriC

Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 11:44
Citação de: CitriC em 19 de Agosto de 2017, 16:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

eagles_viseu

Citação de: CitriC em 20 de Agosto de 2017, 15:41
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 11:44
Citação de: CitriC em 19 de Agosto de 2017, 16:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.

MALU15

Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 16:47
Citação de: CitriC em 20 de Agosto de 2017, 15:41
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 11:44
Citação de: CitriC em 19 de Agosto de 2017, 16:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

Puches

Quem tem lucros paga impostos. Ou por falarmos do Clube que apoiamos a coisa deve ser diferente?

aquaris

Citação de: MALU15 em 20 de Agosto de 2017, 23:30
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 16:47
Citação de: CitriC em 20 de Agosto de 2017, 15:41
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 11:44
Citação de: CitriC em 19 de Agosto de 2017, 16:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?

BerKut

Citação de: aquaris em 21 de Agosto de 2017, 00:35
Citação de: MALU15 em 20 de Agosto de 2017, 23:30
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 16:47
Citação de: CitriC em 20 de Agosto de 2017, 15:41
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 11:44
Citação de: CitriC em 19 de Agosto de 2017, 16:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?
Do pouco que entendo de finanças em sede de IRC na própria SAD 0!!!

O que aconteceria era que na distribuição de dividendos o Clube não pagaria mais impostos!

Os seja o Clube não paga imposto de rende, mas outros accionistas no recebimento de dividendos ainda os têm de registar em sede de IRS ou IRC!

MALU15

Citação de: aquaris em 21 de Agosto de 2017, 00:35
Citação de: MALU15 em 20 de Agosto de 2017, 23:30
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 16:47
Citação de: CitriC em 20 de Agosto de 2017, 15:41
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 11:44
Citação de: CitriC em 19 de Agosto de 2017, 16:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?
Não seria diferente. Os impostos recaiem sobre a BSAD que é uma SA.

Biscai@

Citação de: MALU15 em 21 de Agosto de 2017, 16:04
Citação de: aquaris em 21 de Agosto de 2017, 00:35
Citação de: MALU15 em 20 de Agosto de 2017, 23:30
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 16:47
Citação de: CitriC em 20 de Agosto de 2017, 15:41
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 11:44
Citação de: CitriC em 19 de Agosto de 2017, 16:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?
Não seria diferente. Os impostos recaiem sobre a BSAD que é uma SA.

Já eu por mais descabido que possa parecer, daqui a dois no máximo três anos acabava com a SAD e voltava a ser apenas um clube tal como o Barcelona ou o Real Madrid... é pagar e acertar as contas da SAD e fechar aquela merda, a estrutura do clube está montada, a SAD só serve para chupistas e para os nossos rivais terem acesso a demasiada informação que a CMVM nos obriga a publicar.

MALU15

Citação de: Biscai@ em 21 de Agosto de 2017, 16:13
Citação de: MALU15 em 21 de Agosto de 2017, 16:04
Citação de: aquaris em 21 de Agosto de 2017, 00:35
Citação de: MALU15 em 20 de Agosto de 2017, 23:30
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 16:47
Citação de: CitriC em 20 de Agosto de 2017, 15:41
Citação de: eagles_viseu em 20 de Agosto de 2017, 11:44
Citação de: CitriC em 19 de Agosto de 2017, 16:44
Não entendo muito bem a visão do MALU15.

Não entendo qual seria o benefício em realizar um aumento de capital.
Não entendo qual a necessidade de agora diminuir a percentagem do BClube , tendo em conta ainda para mais que o Clube não tem passivo financeiro exigível.

Enfim há muita coisa que não entendo, mas como por enquanto é especulação aguardarei para ver o que se irá passar.

Um aumento de capital na SAD permitiria a entrada de dinheiro fresco e acelerar a redução do passivo financeiro (se assim o desejasse a administração). Para mim este seria o único motivo válido para se reduzir a participação do clube na SAD, mantendo pelo menos 50,01%.
Não sendo através de aumento de capital, a redução da dívida financeira terá de ser feita através dos resultados positivos anuais, o que tornará o processo mais lento.
Além disso, ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD. No caso de ter de se pagar imposto sobre os lucros, a redução da dívida financeira seria ainda mais lenta e existiria dinheiro (o dos impostos) que seria consumido sem produzir qualquer efeito positivo nas contas da SAD. Neste cenário, o aumento de capital deixaria de ser apenas aceitável para passar a ser altamente recomendável.

Nota: Não sou especialista em finanças.

Agradeço a resposta. No entanto essa resposta leva-me a mais perguntas.

- Se ainda não são claras as implicações fiscais dos lucros apresentados pela SAD, não estaremos a precipitar-nos ?

- Será esse o motivo - impostos - que a direcção invocará para o aumento de capital ?

- Com o aumento de capital , poderiamos usar o dinheiro dos investidores para pagar dívida sem que tenhamos de pagar impostos, é isso ?

Mas faz-me pensar que investidores são esses, visto que o Benfica, nem os sócios, permitem que a SAD pertença a investidores, ou seja seria dinheiro perdido para investidores. O que resta os sócios.

- Em caso de dificuldades ainda entendo, mas se a SAD está a funcionar bem e a ter óptimos resultados como é que ainda convencem os sócios a aplicar dinheiro na SAD ?

Cumps

Estamos apenas a dissertar sobre uma hipótese que não tem sequer indícios minimamente fortes de que se possa verificar.
Sobre a questão dos impostos sobre os lucros da SAD, nós não sabemos se será possível evitar o pagamento de impostos, mas de certeza que quem gere a SAD saberá.
Não tenho a certeza, mas creio que se a entrada de capital for feita através de um aumento de capital não existem impostos associados.
Não creio que a direção utilizasse publicamente como argumento o não pagamento de impostos mas, caso avançasse por esta opção, deveria explicar o plano que estava na base do aumento de capital (a redução drástica do passivo oneroso e a correspondente poupança nos juros, além da independência do clube relativamente às instituições financeiras e às condições de mercado no que se refere à subscrição de empréstimos obrigacionistas).
Naturalmente que para se avançar com um aumento de capital teria de se estudar a viabilidade do mesmo no mercado.
Reforçando a ideia de que se tratam apenas de suposições, na minha opinião, só faria sentido seguir este caminho se a verba encaixada permitisse abater uma parte muito significativa da dívida financeira e se não ficasse em causa o controlo da SAD pelo clube.
Independentemente da estratégia, concordo que a desalavancagem seja uma prioridade e para isso é necessário continuar a ter contas positivas, sobretudo numa fase em que desportivamente estamos numa boa fase. É muito mais difícil resistir à tendência de investir forte no plantel, quer em contratações quer em salários, quando se está a perder.
Embora o nosso coração de adeptos esteja mais virado para o imediato, não tenho dúvidas que a médio/longo prazo a melhor situação financeira representará uma enorme vantagem competitiva comparativamente com os nossos rivais e que terá reflexos a nível desportivo. Aliás, basta ver a situação em que se encontra o FCP.
As operações de aumentos de capital não envolvem qualquer pagamento de impostos sobre lucros, mas apenas os custos gerais associados a a ste tipo de operações.
Hoje é claro ( e até consta do R&C) que a BSAD tem de se preocupar com  a tributação das mais valias apuradas em sede de IRC, devendo para isso não só tirar partido dos prejuízos fiscais reportados de anos anteriores e dos montantes de reivestimento que terá de fazer para evitar as tributações a que fica sujeita. A SAD terá um controlo da situação como acontece nas grandes empresas.

se o clube tivesse 100% da SAD, tendo o clube utilidade publica, quais as implicações a nível de impostos, em especial de IRC?
Não seria diferente. Os impostos recaiem sobre a BSAD que é uma SA.

Já eu por mais descabido que possa parecer, daqui a dois no máximo três anos acabava com a SAD e voltava a ser apenas um clube tal como o Barcelona ou o Real Madrid... é pagar e acertar as contas da SAD e fechar aquela merda, a estrutura do clube está montada, a SAD só serve para chupistas e para os nossos rivais terem acesso a demasiada informação que a CMVM nos obriga a publicar.
Respeito todas as opiniões. Mas não sei é se  estás a medir todas as consequências e dificuldades a enfrentar  com essa história de "acabar com a SAD" e os caminhos a trilhar para chegar a tal objectivo.

É fácil constiuir uma empresa mas é mais dificil proceder à sua liquidação, e ainda para mais quando estamos a falar duma SA cotada e com outros valores (EO`S) emitidos,   que integra um sub-grupo de empresas, e com histórico fiscal e contabilístico muito relevante.

Enveredar por OPAS ou processos de fusão seriam sempre caminhos dificeis e morosos com consequências imprevisíveis, pois há constrangimentos legais a respeitar.

Mas pronto, nos meandros dum forum como este, há sempre liberdade para se opinar sobre tudo.

STORM_13

Citação de: Puches em 20 de Agosto de 2017, 23:54
Quem tem lucros paga impostos. Ou por falarmos do Clube que apoiamos a coisa deve ser diferente?

Depende do valor dos resultados negativos acumulados..

BERNA_1961

Paga pelo menos sobre 30% do lucro, + s derrama (deve ser 1,5% sobre 100% do lucro tributável).
Se houver 50M de lucro, pode ser que o irc mínimo se aproxime dos 4M, a que devem acrescer as tributações autónomas.
É um valor considerável.