Época 2019/2020

TeamRocket37

Citação de: k1n0 em 30 de Junho de 2019, 10:31
O Resende ainda é menino para pedir o Carneiro...

Só podes estar a gozar.

Isso nunca irá acontecer o regresso do Carlos Carneiro ao Benfica.

k1n0

Citação de: TeamRocket37 em 30 de Junho de 2019, 10:36
Citação de: k1n0 em 30 de Junho de 2019, 10:31
O Resende ainda é menino para pedir o Carneiro...

Só podes estar a gozar.

Isso nunca irá acontecer o regresso do Carlos Carneiro ao Benfica.
Eu não disse que ia a acontecer... 😂

TeamRocket37

Alguém acredita que o Resende vai meter o Xico a jogar quando o Seabra não poder nos jogos grandes?!
Obviamente o Bélone vai para central.

Carlos Resende tem last chance ou:
- ganha o campeonato
- ganha a taça de portugal e chegar a final four da Taça EHF

Se não cumprir 1 destes 2 pontos, o Carlos Resende tem de sair no final da época.

Mikaeil



Dr.Lecter

Entrevista preocupante.

"Rigor financeiro" = cortar nos orçamentos

"Aumento do número de atletas da formação" -> Acabam com as equipas B. No caso particular do andebol, acabam com uma equipa B que tem sido um óptimo estágio para os jogadores juniores fazerem a transição para sénior num nível competitivo bastante bom e que tem estado nas fases finais da 2a divisão.

"Ausência de mais qualidade nas segundas escolhas" -> resolve-se trazendo (potenciais) primeiras escolhas que façam das actuais primeiras as (hipotéticas) segundas. Só assim conseguimos o equilíbrio necessário e isto só é compaginável com um aumento de orçamento e não redução.

Um plantel de andebol é composto, regra geral, por 17/18 atletas. Se nesses 17/18 atletas estiverem Capdeville, Valério/Espinha, Daniel Neves, Kiko, Moreno é praticamente 1/3 do plantel vindo da formação e se contarmos com Davide e Pais o andebol será, destacadamente, a modalidade que mais atletas tem vindos da formação e a maioria deles com possibilidade de fazer carreira no Benfica pois têm valor para isso. Aliás, é a única que preenche uma quota assinalável de jogadores da casa.

Este plantel é possível esta época.

A minha pergunta é: por que raio não se vai buscar um central e se dá as condições para o treinador, que é competente, fazer o seu trabalho e ambicionar títulos?

Ainda os há no mercado. Não muitos, mas ainda os há e os responsáveis sabem disso.

Dr.Lecter

E já agora. Se o Daniel Neves não vai ter equipa B para competir, então mais vale metê-lo no Boa Hora, no lugar do Pedro Santana, do que fazer uma época apenas nos juniores. O miúdo tem valor para jogar no Boa Hora.

Joaquim Ferreira Bogalho

A entrevista é má, pois dá vários sinais negativos. Cortar orçamentos, falta de ambição, desconhecimento completo do que é gerir modalidades. Cada modalidade tem que ser gerida de forma diferente. O que é possível, por exemplo, ao nível da formação numa modalidade não é possível noutra. Depois, a estratégia não passa por ganhar tudo, nem se percebe bem, pelo que passa. Não diz nada de novo. Não traz nada de relevante. Aliás, o cenário das modalidades depois desta entrevista, se mais sinais eram necessários, vai piorar. No andebol, ficamos a meio caminho do que é necessário, pelo que, não iremos além do que temos ido. No futsal, estaremos mais fracos, nitidamente. No basquetebol, será uma incógnita, mas, partiremos atrás com a manutenção de Carlos Lisboa. No Hóquei, o cenário é idêntico ao andebol, ainda que, num patamar diferente. No voleibol, a situação é diferente devido ao treinador, pois, também vamos ficar a meio caminho, sobretudo em ano de liga dos campeões. Enfim, uma deriva para nada.

Dr.Lecter

Citação de: Joaquim Ferreira Bogalho em 01 de Julho de 2019, 12:48
A entrevista é má, pois dá vários sinais negativos. Cortar orçamentos, falta de ambição, desconhecimento completo do que é gerir modalidades. Cada modalidade tem que ser gerida de forma diferente. O que é possível, por exemplo, ao nível da formação numa modalidade não é possível noutra. Depois, a estratégia não passa por ganhar tudo, nem se percebe bem, pelo que passa. Não diz nada de novo. Não traz nada de relevante. Aliás, o cenário das modalidades depois desta entrevista, se mais sinais eram necessários, vai piorar. No andebol, ficamos a meio caminho do que é necessário, pelo que, não iremos além do que temos ido. No futsal, estaremos mais fracos, nitidamente. No basquetebol, será uma incógnita, mas, partiremos atrás com a manutenção de Carlos Lisboa. No Hóquei, o cenário é idêntico ao andebol, ainda que, num patamar diferente. No voleibol, a situação é diferente devido ao treinador, pois, também vamos ficar a meio caminho, sobretudo em ano de liga dos campeões. Enfim, uma deriva para nada.

Dá uma ideia de total ausência de planeamento. Acabam-se com as equipas B com um argumento puramente financeiro. Não há absolutamente nada de desportivo nessa decisão, caso contrário, umas haveria que se acabariam, outras que se manteriam.

Fala-se em planeamento de 3 a 5 anos e depois e diz-se que o Benfica "tem de saber para onde quer ir" mas depois não se diz para onde se quer levar o Benfica.

O objectivo é um e um só: gastar menos. Gastar menos é o objectivo do Benfica nas modalidades de pavilhão. Iludir uns papalvos ao menor custo possível, dando uma ideia de que competimos verdadeiramente por títulos.

É isto que resulta da entrevista. Ganhar é secundário.

Joaquim Ferreira Bogalho

Citação de: Dr.Lecter em 01 de Julho de 2019, 12:56
Citação de: Joaquim Ferreira Bogalho em 01 de Julho de 2019, 12:48
A entrevista é má, pois dá vários sinais negativos. Cortar orçamentos, falta de ambição, desconhecimento completo do que é gerir modalidades. Cada modalidade tem que ser gerida de forma diferente. O que é possível, por exemplo, ao nível da formação numa modalidade não é possível noutra. Depois, a estratégia não passa por ganhar tudo, nem se percebe bem, pelo que passa. Não diz nada de novo. Não traz nada de relevante. Aliás, o cenário das modalidades depois desta entrevista, se mais sinais eram necessários, vai piorar. No andebol, ficamos a meio caminho do que é necessário, pelo que, não iremos além do que temos ido. No futsal, estaremos mais fracos, nitidamente. No basquetebol, será uma incógnita, mas, partiremos atrás com a manutenção de Carlos Lisboa. No Hóquei, o cenário é idêntico ao andebol, ainda que, num patamar diferente. No voleibol, a situação é diferente devido ao treinador, pois, também vamos ficar a meio caminho, sobretudo em ano de liga dos campeões. Enfim, uma deriva para nada.

Dá uma ideia de total ausência de planeamento. Acabam-se com as equipas B com um argumento puramente financeiro. Não há absolutamente nada de desportivo nessa decisão, caso contrário, umas haveria que se acabariam, outras que se manteriam.

Fala-se em planeamento de 3 a 5 anos e depois e diz-se que o Benfica "tem de saber para onde quer ir" mas depois não se diz para onde se quer levar o Benfica.

O objectivo é um e um só: gastar menos. Gastar menos é o objectivo do Benfica nas modalidades de pavilhão. Iludir uns papalvos ao menor custo possível, dando uma ideia de que competimos verdadeiramente por títulos.

É isto que resulta da entrevista. Ganhar é secundário.

Exactamente. Nem há plano nem traça objectivos claros que podem ser diferentes de modalidade para modalidade. É tudo o mesmo e é tudo nada. É uma entrevista péssima que não traz nada de novo só confirma a ausência total de estratégia nas modalidades.

Thorondor

Citação de: Dr.Lecter em 01 de Julho de 2019, 12:56
Citação de: Joaquim Ferreira Bogalho em 01 de Julho de 2019, 12:48
A entrevista é má, pois dá vários sinais negativos. Cortar orçamentos, falta de ambição, desconhecimento completo do que é gerir modalidades. Cada modalidade tem que ser gerida de forma diferente. O que é possível, por exemplo, ao nível da formação numa modalidade não é possível noutra. Depois, a estratégia não passa por ganhar tudo, nem se percebe bem, pelo que passa. Não diz nada de novo. Não traz nada de relevante. Aliás, o cenário das modalidades depois desta entrevista, se mais sinais eram necessários, vai piorar. No andebol, ficamos a meio caminho do que é necessário, pelo que, não iremos além do que temos ido. No futsal, estaremos mais fracos, nitidamente. No basquetebol, será uma incógnita, mas, partiremos atrás com a manutenção de Carlos Lisboa. No Hóquei, o cenário é idêntico ao andebol, ainda que, num patamar diferente. No voleibol, a situação é diferente devido ao treinador, pois, também vamos ficar a meio caminho, sobretudo em ano de liga dos campeões. Enfim, uma deriva para nada.

Dá uma ideia de total ausência de planeamento. Acabam-se com as equipas B com um argumento puramente financeiro. Não há absolutamente nada de desportivo nessa decisão, caso contrário, umas haveria que se acabariam, outras que se manteriam.

Fala-se em planeamento de 3 a 5 anos e depois e diz-se que o Benfica "tem de saber para onde quer ir" mas depois não se diz para onde se quer levar o Benfica.

O objectivo é um e um só: gastar menos. Gastar menos é o objectivo do Benfica nas modalidades de pavilhão. Iludir uns papalvos ao menor custo possível, dando uma ideia de que competimos verdadeiramente por títulos.

É isto que resulta da entrevista. Ganhar é secundário.

Totalmente de acordo. Cabe-nos agora a nós como sócios e adeptos fazermo-nos ouvir.

vasco13

Isto da aposta na formação nas modalidades de pavilhão é muito bonito mas soa ,claramente, a desculpa para diminuir os orçamentos.
Eu não sou contra a formação,aliás,dar-me-ia um gosto imenso ver o Benfica a ganhar com jogadores da casa,no entanto,em algumas modalidades(para não dizer quase todas),não podemos depender da formação,sem perder competitividade.
Isto para não falar como já o fizeram em cima,de decisões que são opostas a estas palavras como o fim das equipas B.

Polaco

Não gostei nada desta entrevista. parece estar tudo muito pensado detalhadamente, mas não concordo com a filosofia geral disto.
Continuamos, a 1-2M para dominar isto tudo, o dinheiro é uma gota de água no enorme colosso financeiro em que o Benfica se tornou, e não percebo a manutenção e mesmo contracção dos orçamentos. E como é que isto joga com a introdução de equipas femininas.

Jorge.P_

Dirigidos por acéfalos.

BlankFile

Essa entrevista parece mesmo piada de mau gosto. Revela um desconhecimento profundo da realidade das nossas modalidades e uma falta de ambição tremenda.