Basquetebol Feminino 2019/2020

BlankFile

Citação de: carvalho0407 em 22 de Setembro de 2019, 17:38
a equipa que jogou, mais as 2 americanas que nao jogaram, caso sejam boas, temos equipa aceitavel.

As duas Americanas e a Josephine que também não jogou.

UrZard_1904


TeamRocket37

Daquilo que vi eu apostaria assim:

Joana Soeiro
Mariana Carvalho
Mariana Silva
Destinee Young
Crystal Polk

Marta Martins
Maria Lopes
Josephine Filipe
Dora Duarte
Carla Budane

De resto acho que não tem qualidade para isso.

Bethinho

Citação de: TeamRocket37 em 22 de Setembro de 2019, 19:35
Daquilo que vi eu apostaria assim:

Joana Soeiro
Mariana Carvalho
Mariana Silva
Destinee Young
Crystal Polk

Marta Martins
Maria Lopes
Josephine Filipe
Dora Duarte
Carla Budane

De resto acho que não tem qualidade para isso.

a Carolina Aguiar mostrou bons pormenores no tempo que jogou.

TeamRocket37

Citação de: Bethinho em 22 de Setembro de 2019, 19:38
Citação de: TeamRocket37 em 22 de Setembro de 2019, 19:35
Daquilo que vi eu apostaria assim:

Joana Soeiro
Mariana Carvalho
Mariana Silva
Destinee Young
Crystal Polk

Marta Martins
Maria Lopes
Josephine Filipe
Dora Duarte
Carla Budane

De resto acho que não tem qualidade para isso.

a Carolina Aguiar mostrou bons pormenores no tempo que jogou.

Sim mostrou.

TeamRocket37


Universo Benfica

Taça Vítor Hugo Fem. 2019 | 1ª Eliminatória

27 Set (Sexta-Feira)

Benfica - União Sportiva 19h30

____________________________________________________________________

CAB Madeira - GDESSA 19h30

____________________________________________________________________

CP Natação - V. Guimarães 20h45

____________________________________________________________________

Ovarense - Carnide Clube 20h45

____________________________________________________________________

AD Vagos - Guifões SC 22h00

____________________________________________________________________

Quinta dos Lombos - Olivais Coimbra 22h00



TeamRocket37

Se a Polk Young Josephine não recuperem não temos qualquer hipotese para ganhar o 1 titulo da história desta secção.

anarcos

Citação de: TeamRocket37 em 26 de Setembro de 2019, 10:42
Se a Polk Young Josephine não recuperem não temos qualquer hipotese para ganhar o 1 titulo da história desta secção.

Em abono da verdade, esta secção já tem títulos. Modestos, mas honrados.


Campeonato Nacional da II Divisão em 2012/13.


Campeonato Nacional da I Divisão em 2013/14.

A partir do momento em que chegou ao escalão máximo (LFB):

2014/15 - 7º lugar na fase regular (10 v./12 d.),
              eliminado pelo Q. Lombos (2-0) na 1ª ronda (1/4 de final) do play-off;

2015/16 - 5º lugar na fase regular  (13 v./9 d.),
              eliminado pelo Q. Lombos (2-0) na 1ª ronda (1/4 de final) do play-off;

2016/17 - 4º lugar na fase regular (14 v./8 d.),
              eliminado pelo Vagos (2-1) na 1ª ronda (1/4 de final) do play-off;

2017/18 - 6º lugar na fase regular (10 v./12 d.),
              elimina o GDESSA (2-0) na 1ª ronda (1/4 de final) do play-off,
              eliminado na 1/2 final pelo Q. Lombos (2-0);

2018/19 - 8º lugar na fase regular (10 v./12 d.),
              eliminado pelo Sportiva (2-0) na 1ª ronda (1/4 de final) do play-off.

TeamRocket37

Eh pá eu sei que elas tem 2 subidas de divisão.
Mas eu não considerado isso títulos no escalão máximo da modalidade.
Para mim uma Taça Vitor Hugo, Taça Federação, Taça de Portugal são mais importantes que essas 2 subidas juntas.

Mikaeil


BlankFile



anarcos

Taça Vítor Hugo aos olhos de duas campeãs

Inês Viana e Filipa Bernardeco projetam competição

A poucas horas do arranque da Taça Vítor Hugo, competição que marca o início do ano desportivo para as equipas da Liga Feminina, a FPB falou com duas campeãs que aproveitaram para antever a 13.ª edição da prova.

Inês Viana e Filipa Bernardeco refletiram sobre o primeiro troféu da temporada, destacando a importância que representa na preparação das equipas, na exigência que coloca nas jogadoras e nas boas sensações que podem ficar para o resto da época.

Inês Viana

É a tua primeira experiência no basquetebol estrangeiro, mas certamente que ainda acompanhas as incidências do que se passa cá em Portugal. A época está a começar e o primeiro teste é a Taça Vítor Hugo. Que importância atribuis a esta prova?

A Taça Vítor Hugo é o que eu costumo chamar de Taça da pré-época. É um ótimo teste para avaliar o trabalho até agora realizado pelas equipas, corrigir e melhorar os aspetos menos positivos e ainda perceber como se estão a integrar as novas atletas. É o ideal para as equipas se conhecerem umas às outras. Normalmente, as formações que estão melhor preparadas neste momento da época têm vantagem nesta prova.

Tendo em conta todas as transferências e chegada de novos reforços, que equipas achas que se vão destacar nesta 13.ª edição da Taça Vítor Hugo?

Confesso que não conheço muitas das estrangeiras que vieram este ano para a liga. Há três equipas que me saltam logo à vista: Olivais, Benfica e GDESSA. O Olivais reforçou-se muito bem, tem um plantel longo e recheado de qualidade. Já o Benfica apostou forte no feminino este ano e, na minha opinião, vai ter uma palavra a dizer em todos os momentos altos da temporada. O GDESSA manteve o núcleo forte da equipa e talvez por isso seja a equipa mais organizada neste momento da época.
 
Filipa Bernardeco

A Taça Vítor Hugo é o primeiro troféu da temporada, competição que já conquistaste por três ocasiões. Quão importante é, para o resto da época, começar o ano a vencer?

Considero a Taça Vítor Hugo uma competição que define, para qualquer equipa, o nível de confiança no arranque do campeonato. E não mais do que isso. Neste sentido, não é uma competição que vá definir quem são as equipas favoritas ao título, nem tão pouco o trabalho que irá ser apresentado ao longo da época. Mas tem um carácter mais psicológico, em que as equipas melhor preparadas nesta fase inicial levam uma segurança mais marcada e poderão usufruir com isso no arranque do campeonato.

Além de ser a primeira prova do ano, a Taça Vítor Hugo apresenta características específicas e bastante exigentes, já que em apenas três dias se realizam um total de 24 jogos. Pela experiência que tens, que conselhos deixas a quem está dentro de campo?

Sim, não é um formato favorável, confesso. Daí justificar a resposta à primeira pergunta. Não é um formato real e por isso não define a qualidade de cada equipa. É preciso jogar com estratégia e nesta fase de campeonato nem todas as equipas pretendem mostrar os seus trunfos. Pela minha experiência como jogadora, há que encarar a competição como uma fase de aprendizagem. É necessário definir quais os objetivos a médio e longo prazo da equipa e jogar em conformidade com isso. A partir daí, é tornar os pontos fortes cada vez mais consistentes e saber como corrigir os fracos, tendo a consciência tranquila de que há tempo para isso.

http://www.fpb.pt/fpb2014/!site.go?s=1&show=not&id=111125