Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

RGouveia.SLB

«No meu tempo diziam que eu chutava dez para fazer um [golo], mas sempre fazia. Esse aí já vai em 17 [anos na presidência] e ainda não fez um [título europeu]»

Que estoiro do Profeta Isaías.  :bow2:

Tony Soprano

Usa os debates dos americanos para mostrar que os debates não servem para nada :rir: que riso.

paulomaia1972

Citação de: Gottschalk em 17 de Outubro de 2020, 13:08
Bom artigo de opinião.

Claro que não foi escrito por ele mas, ainda assim, é do melhorzinho que a sua candidatura apresentou nestas eleições.

as mentiras, também?

nog_ofloda

Ele podia explicar aonde estava nos tempos do Vale e Azevedo já que gosta tanto de falar nele.

Conseguem dizer-me?!

Bailey

Citação de: nog_ofloda em 17 de Outubro de 2020, 13:26
Ele podia explicar aonde estava nos tempos do Vale e Azevedo já que gosta tanto de falar nele.

Conseguem dizer-me?!
andava aos abraços com o pinto da costa

eplunum

Citação de: nog_ofloda em 17 de Outubro de 2020, 13:26
Ele podia explicar aonde estava nos tempos do Vale e Azevedo já que gosta tanto de falar nele.

Conseguem dizer-me?!
por essas e por outras é que ele foge a debates como o diabo foge da cruz,seria muito incômodo ter responder a perguntas dessas,um falso um cobarde.

nog_ofloda

Citação de: Almeida92 em 17 de Outubro de 2020, 13:16
Usa os debates dos americanos para mostrar que os debates não servem para nada :rir: que riso.

É de risos! Mas quem vota nele gosta. Nem sequer põe em causa isso!

Em 17 anos quantos debates este menino fez?! Quantos?!

sml

Há um cheiro a mudança no ar que há muito não se sentia.
Cada vez acredito mais!
#OUTubro :metal:

Nhecks

A oposicao so tem de responder ponto por ponto a este artigo.

Nao sera complicado, atendendo as contradicoes e mentiras la plasmadas.

Nao sera dificil dizer que a primeira pedra do Seixal foi colocada por Vale e Azevedo, logo o Seixal nao e posterior a 2003 como projeto.

Nao e dificil contra argumentar a mais que uma vez repetida aposta na formacao e que o Seixal representa o fututo quando neste defeso sairam 4 jovens. So em emprestados a clubes de dimensao semelhante ao Benfica esta o Gedson, o Florentino e o Dantas, e a clubes de menor nomeada o Jota e o Tomas Tavares. Os que nao foram emprestados foram vendidos em 6 meses. Nao vejo aqui o futuro mas sim o imediatismo do negócio.

Nao ve liderancas fortes na oposição. Mas as razoes pelas quais nao as considera como liderancas fortes nao apresenta. Nao passa de uma posta de pescada para o ar.

Assume os louros pelo estadio da Luz quando a sua inauguracao foi anterior ao inicio do seu primeiro mandato. Os socios aprovaram a construcao do estadio em finais de 2001. Era na altura presidente o Vilarinho. Que tinha como vice presidente na sua direcao Mario Dias, considerado ele sim o pai do estadio da Luz. Nao LFV.

Acusa a oposicao de nao ter apoiado a construcao do estadio. Gostava de ver essas declaracoes á epoca de JNL ou RGS. Se nao existem é pq esta a mentir.

E atira mais uma posta de pescada sobre a oposicao nao ter apoiado o Seixal. Sem provas nao passa mais de uma mentira de um mitonamo.

Para quem nao é o candidato dos notaveis bem se esforcou por ter um numero significativo deles na sua comissao de honra, com o atual Primeiro Ministro á cabeca. Se nao é o candidato dos notaveis poderia justificar os motivos pelos quais a sua comissao de honra representa cerca de 25 por cento da totalidade do seu manifesto eleitoral em termos de paginas. E num aparte, tenho serias duvidas que LFV alguma vez tenha percorrido sem ser como funcionario do clube 600 km para ver um jogo do Benfica. Ele que ate ja afirmou que nao regressara muitas vezes ao Estadio da Luz quando deixar de ser presidente.

Tem a desfaçatez de dizer que nunca se recusou a debater. Nao é preciso dizer mais nada.

As listas da oposicao têm muito mais a propor que somente debates. Basta a consulta dos respetivos manifestos eleitorais, que sao um marcado contraste em termos de numero e qualidade de propostas ao vazio de ideias para os próximos que é o manifesto eleitoral de LFV.

Nao indicara um sucessor mas apoiara um sucessor. Gostaria que no artigo LFV tivesse dissertado mais sobre esta diferenca, que eu nao consigo discernir. Diz que o Benfica nao é uma monarquia mas que tambem nao pode cair na anarquia da.... democracia. Um monarca nao diria melhor.

Leonzo

Grande texto, vai sair caro ao bolso do Ventoinhas... Mas também não é do dele que se lixe.

Para quem gosta de palha até reluz.

Força nisso, bom apetite...

ABenficaC

Citação de: paulomaia1972 em 17 de Outubro de 2020, 13:01
NÃO SOU O CANDIDATO DAS ELITES OU DOS NOTÁVEIS.
Artigo de opinião de Luís Filipe Vieira, hoje, no Expresso.

Atravessamos uma tempestade, mas, ao contrário do que aconteceu há 20 anos, não tivemos culpa, não escolhemos a rota e não foi possível evitar a turbulência. O mundo fechou-se por culpa de um vírus, mas, apesar das dificuldades resultantes da crise sanitária, estou otimista e confiante no futuro. O momento que vivemos obriga-nos a uma maior exigência do ponto de vista do rigor, da gestão e de uma renovada capacidade de responder às expectativas geradas pelo trajeto e pelos resultados alcançados nos últimos anos.

Iremos sofrer, como todos, as consequências da pandemia, mas, quando tudo passar, iremos recuperar melhor e mais depressa do que qualquer outro clube. Não podemos dar o salto no desconhecido, principalmente quando não vejo, nas opções apresentadas, lideranças fortes que garantam a defesa do Benfica ou a inovação com base na qual este clube cresceu e se consolidou nas últimas duas décadas.

Há momentos que definem a história, momentos que nos garantem o futuro ou nos condenam a desaparecer. O novo Estádio da Luz foi o epicentro da revolução iniciada em 2003, e, se falo do estádio, não é para recordar a obra, mas a importância da decisão. Sem ela, não teríamos chegado aonde hoje estamos. Aí, sim, houve quem se tenha escondido e não fui eu!

Estranho, por isso, que alguns dos que hoje reclamam mais ousadia ou uma nova gestão sejam os mesmos que no passado hesitaram ou, pior, criticaram a decisão, afastando-se dela, por entenderem que a mesma representaria o fim do Benfica. Não foi. Foi o início da recuperação da nossa autoestima e o projeto mais estruturante do clube.

A memória seletiva não é sequer memória, mas antes uma tentativa de apagar a falta de visão estratégica que alguns dos que hoje se apresentam como alternativa tiveram no passado. A nova Luz foi a base em que assentou a refundação do Benfica, e o Seixal foi fruto e consequência, tal como tudo o resto, dessa decisão.

E os que hoje criticam a falta de mais jovens da formação na equipa principal são os mesmos que no passado nunca acreditaram no Seixal como centro formador de excelência ou garantiram que só com a formação não chegaríamos a lado nenhum.

MENTIRA Nº1

O Seixal não nasceu para servir um treinador, mas sim o clube. Haverá anos em que o Benfica Campus terá mais peso no futebol profissional e outros em que terá menos influência, mas a nossa formação será sempre uma opção presente no nosso quotidiano. Não se voltará atrás no caminho percorrido. O Seixal faz parte do presente e do futuro do Benfica, tal como a BTV, a Fundação ou as Casas do Benfica. Todos projetos nascidos ou consolidados nos meus últimos mandatos.

É evidente que tudo o que alcançámos gerou novas expectativas e novas exigências, o que é normal num clube que representa a marca mais global de Portugal, mas essas expectativas não podem assentar em bases populistas ou demagógicas. Não podemos deixar-nos capturar pela aparência ou por agendas marcadas pelo oportunismo.

Sempre me apresentei tal como sou, com as minhas qualidades e os meus defeitos, não me maquilho para ser o que nunca fui ou para reclamar méritos alheios. Há, neste ato eleitoral, candidatos que, tal como eu, se apresentam em nome das suas convicções, concordemos ou não com o seu caderno reivindicativo ou com as críticas que assumem, e há candidatos que se apresentam em nome de outros que, por razões conjunturais ou táticas, preferem não se assumir. Em todo o caso, a diversidade de candidaturas é um sinal de vitalidade do clube.

Não sou o candidato das elites intelectuais ou dos notáveis do Benfica, primeiro, porque os que assim se consideram pouco têm de elites ou de intelectuais, acrescentando pouco mais do que o seu umbigo a qualquer tipo de projeto; em segundo lugar, porque os notáveis do clube não são apenas os que têm direito a programas de TV ou rádio ou colunas de opinião em jornais, mas sim aqueles que, antes da crise sanitária, faziam, a cada 15 dias, 600 quilómetros para vir ao estádio apoiar a equipa, ou aqueles que, com custos profissionais e pessoais, lideram as nossas Casas do Benfica, fazendo delas verdadeiras embaixadas da nossa mística.

Podia dar muitos outros exemplos para vincar o essen­cial, e o essencial é que este clube pertence aos sócios e que todos eles, por igual, são os notáveis para quem trabalhei desde que cheguei ao Benfica.

O Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia


AUTORITARISMO ENCAPOTADO

Tal como disse na apresentação da minha candidatura, as boas ideias terão sempre a porta aberta nos próximos quatro anos, como tiveram nos anteriores 17, porque é na unidade que conseguimos crescer. Unidade não significa ausência de espírito crítico ou divergência em relação a determinadas opções, unidade significa que conseguimos focar-nos no que é essencial e estratégico.

Somos mais fortes juntos. Somos mais fortes quando não nos dividimos! É um dos desafios mais importantes para os próximos anos. Conseguimos crescer e chegar até aqui porque não houve fações nem grupos apostados em dividir ou em provocar desgaste. Apesar das diferenças, a união foi o denominador comum nestes anos, e isso explica, em grande parte, a história destas duas décadas.

Temos alguns exemplos do que uma oposição de fações, irresponsável e demagógica, provoca. Temos de afastar esse cenário. O ciclo eleitoral fecha-se em 30 de outubro. Depois disso não pode haver divisões.



ESTE É O DISCURSO TIPICO SALAZARISTA, COM PROFUNDO CHEIRO A BOLOR


Percorri nas últimas duas semanas mais de 3800 quilómetros, visitando e falando com todos os benfiquistas que quiseram juntar-se a mim. Ignorei o azedume de algumas críticas, porque acho que a campanha deve decorrer sem ruído exagerado e inútil que provoque ruturas irreversíveis. Creio ter conquistado nestes 17 anos o direito a escolher o meu caminho. Escolhi os sócios, primeiro porque eles são a razão e a essência do Benfica, depois porque os debates que alguns tanto reclamam, como se não tivessem mais nada para propor ou apresentar, deixaram de ser esclarecedores ou sequer essenciais para mostrar a diferença nas propostas e na forma de as alcançar.

Os debates passaram a ser apenas, como se viu no último debate entre os candidatos às eleições americanas, momentos de alvoroço mediático que nada acrescentam, mas que podem acentuar ruturas que quero a todo o custo evitar. Nunca me recusei a debater, mas desde o início percebi que a razão dos pedidos não era esclarecer, mas provocar. Para isso não estou disponível!

MENTIRA Nº2

Quanto à Benfica TV, pode não parecer, mas já nasceu há 12 anos. De lá para cá já houve três atos eleitorais. Em nenhum deles houve envolvimento do canal e em nenhum deles houve uma palavra de discordância dos que hoje se indignam por a BTV ficar à margem de um processo que é sempre gerador de choques e fraturas. O que mudou? Não mudou o critério, apenas a necessidade de gerar ruído à volta de uma posição que sempre foi consensual e aceite por todos.


MENTIRA Nº3

MAIS UMA VEZ UM BELO EXEMPLO DO AUTORITARISMO

O trabalho destes 20 anos tem de ter continuidade, tem de ser protegido, e, como tenho dito nos últimos dias, há pessoas válidas dentro do clube para manter o rumo. Dito isto, é bom afastar de vez a ideia de que indicarei um sucessor. Nunca o farei, porque o Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia que num passado recente quase nos condenou ao desaparecimento. Por isso, sem indicar sucessor, apoiarei sem ambiguidades quem me der maiores garantias de proteger o legado e de assegurar a continuidade do projeto e não deixarei de alertar os benfiquistas quando sentir que há perigo de comprometermos tudo o que foi alcançado.

MENTIRA Nº4


Convém nunca esquecermos o que sucedeu em outubro de 1997. A palavra fácil e um 'doutor' à frente do nome deram-nos uma sensação de segurança que se transformou no maior pesadelo que o clube viveu na sua história. É bom ter memória e nunca esquecer essa lição.

As sondagens, qualquer uma, valem pouco perante a importância do que está em causa no dia 30. Não há vitórias antecipadas, por isso o meu apelo a todos os benfiquistas para que votem. Esta história só terá futuro com o vosso apoio!


CONCLUSÃO:

AS PALAVRAS DE UM MENTIROSO COMPULSIVO

nao deve ter escrito uma linha desse artigo de opinião

Peficago

Citação de: PontapeDoIsaias em 17 de Outubro de 2020, 10:40
Tomei conhecimento de mais 1000 votos em favor do JNL.

Nao quero acreditar...mas acho que e possivel gente :)

Excelente!

Mas não esquecer que há que garantir que esses 1000 votos não terminam por aí. Ou seja, esses sócios vão ter de ir à procura de mais sócios votantes de forma a exponenciar os votos e dar início a uma onda gigante de mobilização. Vamos Benfica!

Bailey

Citação de: ABenficaC em 17 de Outubro de 2020, 13:58
Citação de: paulomaia1972 em 17 de Outubro de 2020, 13:01
NÃO SOU O CANDIDATO DAS ELITES OU DOS NOTÁVEIS.
Artigo de opinião de Luís Filipe Vieira, hoje, no Expresso.

Atravessamos uma tempestade, mas, ao contrário do que aconteceu há 20 anos, não tivemos culpa, não escolhemos a rota e não foi possível evitar a turbulência. O mundo fechou-se por culpa de um vírus, mas, apesar das dificuldades resultantes da crise sanitária, estou otimista e confiante no futuro. O momento que vivemos obriga-nos a uma maior exigência do ponto de vista do rigor, da gestão e de uma renovada capacidade de responder às expectativas geradas pelo trajeto e pelos resultados alcançados nos últimos anos.

Iremos sofrer, como todos, as consequências da pandemia, mas, quando tudo passar, iremos recuperar melhor e mais depressa do que qualquer outro clube. Não podemos dar o salto no desconhecido, principalmente quando não vejo, nas opções apresentadas, lideranças fortes que garantam a defesa do Benfica ou a inovação com base na qual este clube cresceu e se consolidou nas últimas duas décadas.

Há momentos que definem a história, momentos que nos garantem o futuro ou nos condenam a desaparecer. O novo Estádio da Luz foi o epicentro da revolução iniciada em 2003, e, se falo do estádio, não é para recordar a obra, mas a importância da decisão. Sem ela, não teríamos chegado aonde hoje estamos. Aí, sim, houve quem se tenha escondido e não fui eu!

Estranho, por isso, que alguns dos que hoje reclamam mais ousadia ou uma nova gestão sejam os mesmos que no passado hesitaram ou, pior, criticaram a decisão, afastando-se dela, por entenderem que a mesma representaria o fim do Benfica. Não foi. Foi o início da recuperação da nossa autoestima e o projeto mais estruturante do clube.

A memória seletiva não é sequer memória, mas antes uma tentativa de apagar a falta de visão estratégica que alguns dos que hoje se apresentam como alternativa tiveram no passado. A nova Luz foi a base em que assentou a refundação do Benfica, e o Seixal foi fruto e consequência, tal como tudo o resto, dessa decisão.

E os que hoje criticam a falta de mais jovens da formação na equipa principal são os mesmos que no passado nunca acreditaram no Seixal como centro formador de excelência ou garantiram que só com a formação não chegaríamos a lado nenhum.

MENTIRA Nº1

O Seixal não nasceu para servir um treinador, mas sim o clube. Haverá anos em que o Benfica Campus terá mais peso no futebol profissional e outros em que terá menos influência, mas a nossa formação será sempre uma opção presente no nosso quotidiano. Não se voltará atrás no caminho percorrido. O Seixal faz parte do presente e do futuro do Benfica, tal como a BTV, a Fundação ou as Casas do Benfica. Todos projetos nascidos ou consolidados nos meus últimos mandatos.

É evidente que tudo o que alcançámos gerou novas expectativas e novas exigências, o que é normal num clube que representa a marca mais global de Portugal, mas essas expectativas não podem assentar em bases populistas ou demagógicas. Não podemos deixar-nos capturar pela aparência ou por agendas marcadas pelo oportunismo.

Sempre me apresentei tal como sou, com as minhas qualidades e os meus defeitos, não me maquilho para ser o que nunca fui ou para reclamar méritos alheios. Há, neste ato eleitoral, candidatos que, tal como eu, se apresentam em nome das suas convicções, concordemos ou não com o seu caderno reivindicativo ou com as críticas que assumem, e há candidatos que se apresentam em nome de outros que, por razões conjunturais ou táticas, preferem não se assumir. Em todo o caso, a diversidade de candidaturas é um sinal de vitalidade do clube.

Não sou o candidato das elites intelectuais ou dos notáveis do Benfica, primeiro, porque os que assim se consideram pouco têm de elites ou de intelectuais, acrescentando pouco mais do que o seu umbigo a qualquer tipo de projeto; em segundo lugar, porque os notáveis do clube não são apenas os que têm direito a programas de TV ou rádio ou colunas de opinião em jornais, mas sim aqueles que, antes da crise sanitária, faziam, a cada 15 dias, 600 quilómetros para vir ao estádio apoiar a equipa, ou aqueles que, com custos profissionais e pessoais, lideram as nossas Casas do Benfica, fazendo delas verdadeiras embaixadas da nossa mística.

Podia dar muitos outros exemplos para vincar o essen­cial, e o essencial é que este clube pertence aos sócios e que todos eles, por igual, são os notáveis para quem trabalhei desde que cheguei ao Benfica.

O Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia


AUTORITARISMO ENCAPOTADO

Tal como disse na apresentação da minha candidatura, as boas ideias terão sempre a porta aberta nos próximos quatro anos, como tiveram nos anteriores 17, porque é na unidade que conseguimos crescer. Unidade não significa ausência de espírito crítico ou divergência em relação a determinadas opções, unidade significa que conseguimos focar-nos no que é essencial e estratégico.

Somos mais fortes juntos. Somos mais fortes quando não nos dividimos! É um dos desafios mais importantes para os próximos anos. Conseguimos crescer e chegar até aqui porque não houve fações nem grupos apostados em dividir ou em provocar desgaste. Apesar das diferenças, a união foi o denominador comum nestes anos, e isso explica, em grande parte, a história destas duas décadas.

Temos alguns exemplos do que uma oposição de fações, irresponsável e demagógica, provoca. Temos de afastar esse cenário. O ciclo eleitoral fecha-se em 30 de outubro. Depois disso não pode haver divisões.



ESTE É O DISCURSO TIPICO SALAZARISTA, COM PROFUNDO CHEIRO A BOLOR


Percorri nas últimas duas semanas mais de 3800 quilómetros, visitando e falando com todos os benfiquistas que quiseram juntar-se a mim. Ignorei o azedume de algumas críticas, porque acho que a campanha deve decorrer sem ruído exagerado e inútil que provoque ruturas irreversíveis. Creio ter conquistado nestes 17 anos o direito a escolher o meu caminho. Escolhi os sócios, primeiro porque eles são a razão e a essência do Benfica, depois porque os debates que alguns tanto reclamam, como se não tivessem mais nada para propor ou apresentar, deixaram de ser esclarecedores ou sequer essenciais para mostrar a diferença nas propostas e na forma de as alcançar.

Os debates passaram a ser apenas, como se viu no último debate entre os candidatos às eleições americanas, momentos de alvoroço mediático que nada acrescentam, mas que podem acentuar ruturas que quero a todo o custo evitar. Nunca me recusei a debater, mas desde o início percebi que a razão dos pedidos não era esclarecer, mas provocar. Para isso não estou disponível!

MENTIRA Nº2

Quanto à Benfica TV, pode não parecer, mas já nasceu há 12 anos. De lá para cá já houve três atos eleitorais. Em nenhum deles houve envolvimento do canal e em nenhum deles houve uma palavra de discordância dos que hoje se indignam por a BTV ficar à margem de um processo que é sempre gerador de choques e fraturas. O que mudou? Não mudou o critério, apenas a necessidade de gerar ruído à volta de uma posição que sempre foi consensual e aceite por todos.


MENTIRA Nº3

MAIS UMA VEZ UM BELO EXEMPLO DO AUTORITARISMO

O trabalho destes 20 anos tem de ter continuidade, tem de ser protegido, e, como tenho dito nos últimos dias, há pessoas válidas dentro do clube para manter o rumo. Dito isto, é bom afastar de vez a ideia de que indicarei um sucessor. Nunca o farei, porque o Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia que num passado recente quase nos condenou ao desaparecimento. Por isso, sem indicar sucessor, apoiarei sem ambiguidades quem me der maiores garantias de proteger o legado e de assegurar a continuidade do projeto e não deixarei de alertar os benfiquistas quando sentir que há perigo de comprometermos tudo o que foi alcançado.

MENTIRA Nº4


Convém nunca esquecermos o que sucedeu em outubro de 1997. A palavra fácil e um 'doutor' à frente do nome deram-nos uma sensação de segurança que se transformou no maior pesadelo que o clube viveu na sua história. É bom ter memória e nunca esquecer essa lição.

As sondagens, qualquer uma, valem pouco perante a importância do que está em causa no dia 30. Não há vitórias antecipadas, por isso o meu apelo a todos os benfiquistas para que votem. Esta história só terá futuro com o vosso apoio!


CONCLUSÃO:

AS PALAVRAS DE UM MENTIROSO COMPULSIVO

nao deve ter escrito uma linha desse artigo de opinião
se ele o tiver lido do inicio ao fim fico admirado

odistraido

Serão os próprios sócios a acabarem com o que resta do Benfica. Qual PC, qual quê.


slbenfica_croft

Só com formação não chegamos a lado nenhum. Não é mentira, é um FACTO INEGÁVEL.

Alguém diga isto ao Vieira que acha que só há duas hipóteses, ou só formação ou só estrangeiros e contratações.

Esta gente quer-nos convencer que só existe estes dois pólos.

Se houvesse formação em complementaridade com scouting de qualidade, treinadores de qualidade, gestão económica e desportiva racional, planeada e com ambição, as coisas seriam muito diferentes.