Ángel Di María

Avançado, 38 anos,
Argentina
Equipa Principal: 5 épocas (2007-2010, 2023-2025), 217 jogos (13575 minutos), 51 golos

Títulos: Campeonato Nacional (1), Supertaça (1), Taça da Liga (3)

Trapattoni

Á conta deste anormal perdemos o David Neres. Um gajo que passou mais um ano fazendo merda e a impor ser titular por decreto para depois se pôr a andar e completar a sua farewell tour no clube do coração.

fdpdc666

Di María elogia Mourinho e não escolhe entre Benfica e Real Madrid: «Não consigo...»
Argentino, que regressou ao Rosario Central, concedeu entrevista ao 'AS' em semana de Benfica-Real Madrid para a UEFA Champions League.



Di María com a camisola do Benfica no Mundial de Clubes

Spoiler
Aos 37 anos, Ángel Di María regressou à Argentina para vestir a camisola do seu Rosario Central, depois de duas épocas no Benfica. Em semana de duelo entre Benfica e Real Madrid, para a última jornada da fase de liga da UEFA Champions League, o campeão do Mundo pela Argentina recordou a chegada a Portugal, em 2007/2008, e a mudança, anos mais tarde, para o Bernabéu.

«Fui vivendo o dia a dia até que, no meu terceiro ano em Portugal, explodi e comecei a receber propostas dos maiores clubes da Europa. Quando apareceu o Real Madrid, era óbvio que eu não podia dizer não. É o maior clube do Mundo e foi um privilégio poder ir para lá. Foi um desafio maravilhoso, porque alcancei o nível mais alto que um jogador pode atingir num clube», referiu, em entrevista ao AS.

Nos merengues, Di María foi orientado por José Mourinho, atual treinador do Benfica.

«Significou tudo. Mourinho é o número um, longe dos restantes, como pessoa e treinador, por aquilo que dá ao jogador, equipa e clube. A mim deu-me tudo e estarei sempre agradecido a Mourinho. Deu a cara por mim para que fosse para o Real Madrid depois do Mundial 2010, que não foi bom em termos de rendimento pessoal. Apoiou-me para que estivesse ao seu lado», lembrou, virando o foco para o encontro entre Benfica e Real Madrid para a Champions.

«O meu coração? Nesta situação fica no meio (risos). O Real Madrid está quase qualificado e o Benfica tem a situação mais complicada, mas não consigo escolher. Fui muito feliz nos dois sítios e não posso escolher. Que seja o que Deus quiser», atirou, falando sobre Arbeloa, que sucedeu a Xabi Alonso no Bernabéu.

«Não é fácil a pressão que se coloca no Real Madrid. Há pouca paciência num clube tão grande e querem resultados rápidos, mas Xabi Alonso é um grande treinador. Arbeloa não sei como é como treinador. É um grande rapaz, gostava dele e tínhamos uma boa relação. Não começou bem, mas deu a volta por cima e acredito que as coisas podem correr bem com ele», comentou.

Ángel Di María partilhou balneário com Messi e Cristiano Ronaldo e tem elogios para os dois.

«A nível do profissionalismo, o Cristiano é o número um de longe. A forma de trabalhar, de tentar ser sempre o melhor lutando com o Leo era muito meritório, mas coincidiu com a era de Messi e isso complicou bastante o seu objetivo... O Cristiano era tudo à base do trabalho e do esforço por ser o número um, mas o Messi, a beber mate no balneário, demonstrava que tinha um dom que Deus lhe deu para ser o melhor», afirmou, assumindo que lhe custou deixar o Real Madrid: «Não queria, tentei ficar até ao último dia.»

Dos troféus conquistados na carreira, Di María não consegue escolher um, embora destaque a conquista do Mundial no Qatar.

«Não consigo escolher. Há alguns mais importantes, como o Mundial, mas cada um é o sacrifício de todo um ano e significava que fazíamos as coisas bem. Mas não posso menosprezar nenhum. Algum especial? A Copa América em 2021. Ganhámos depois de uma seca de 28 anos e foi um desbloquear para mim, porque as coisas corriam bem nos clubes, mas na seleção não conseguia. Depois de andar com uma mochila tão pesada aos ombros, vencer aquela final com o Brasil com um golo meu foi um dos momentos mais lindos da minha carreira. Mundial? Completei um ciclo, conquistei tudo o que desejava, agora é a vez dos outros. Depois do Mundial já tinha tomado a minha decisão e os rapazes convenceram-me a disputar a última Copa América. Terminou o filme, sendo campeões, e era o meu momento. Agora toca a outros», apontou.

Para o futuro, Di María admite ser treinador e formar dupla com... Paredes: «Quando me retirar, vou-me concentrar em continuar a treinar e esperar que ele termine a carreira. Vou levar a vida com calma. Mourinho? Vou tentar ser eu mesmo, assim como enquanto jogador. Nunca quis ser como ninguém e será o mesmo como treinador.»
[fechar]

Rafael Fernandes in A Bola

https://www.abola.pt/noticias/di-maria-elogia-mourinho-e-nao-escolhe-entre-benfica-e-real-madrid-nao-consigo-2026012707501272321

tiago1991

Citação de: fdpdc666 em 27 de Janeiro de 2026, 10:05Di María elogia Mourinho e não escolhe entre Benfica e Real Madrid: «Não consigo...»
Argentino, que regressou ao Rosario Central, concedeu entrevista ao 'AS' em semana de Benfica-Real Madrid para a UEFA Champions League.



Di María com a camisola do Benfica no Mundial de Clubes

Spoiler
Aos 37 anos, Ángel Di María regressou à Argentina para vestir a camisola do seu Rosario Central, depois de duas épocas no Benfica. Em semana de duelo entre Benfica e Real Madrid, para a última jornada da fase de liga da UEFA Champions League, o campeão do Mundo pela Argentina recordou a chegada a Portugal, em 2007/2008, e a mudança, anos mais tarde, para o Bernabéu.

«Fui vivendo o dia a dia até que, no meu terceiro ano em Portugal, explodi e comecei a receber propostas dos maiores clubes da Europa. Quando apareceu o Real Madrid, era óbvio que eu não podia dizer não. É o maior clube do Mundo e foi um privilégio poder ir para lá. Foi um desafio maravilhoso, porque alcancei o nível mais alto que um jogador pode atingir num clube», referiu, em entrevista ao AS.

Nos merengues, Di María foi orientado por José Mourinho, atual treinador do Benfica.

«Significou tudo. Mourinho é o número um, longe dos restantes, como pessoa e treinador, por aquilo que dá ao jogador, equipa e clube. A mim deu-me tudo e estarei sempre agradecido a Mourinho. Deu a cara por mim para que fosse para o Real Madrid depois do Mundial 2010, que não foi bom em termos de rendimento pessoal. Apoiou-me para que estivesse ao seu lado», lembrou, virando o foco para o encontro entre Benfica e Real Madrid para a Champions.

«O meu coração? Nesta situação fica no meio (risos). O Real Madrid está quase qualificado e o Benfica tem a situação mais complicada, mas não consigo escolher. Fui muito feliz nos dois sítios e não posso escolher. Que seja o que Deus quiser», atirou, falando sobre Arbeloa, que sucedeu a Xabi Alonso no Bernabéu.

«Não é fácil a pressão que se coloca no Real Madrid. Há pouca paciência num clube tão grande e querem resultados rápidos, mas Xabi Alonso é um grande treinador. Arbeloa não sei como é como treinador. É um grande rapaz, gostava dele e tínhamos uma boa relação. Não começou bem, mas deu a volta por cima e acredito que as coisas podem correr bem com ele», comentou.

Ángel Di María partilhou balneário com Messi e Cristiano Ronaldo e tem elogios para os dois.

«A nível do profissionalismo, o Cristiano é o número um de longe. A forma de trabalhar, de tentar ser sempre o melhor lutando com o Leo era muito meritório, mas coincidiu com a era de Messi e isso complicou bastante o seu objetivo... O Cristiano era tudo à base do trabalho e do esforço por ser o número um, mas o Messi, a beber mate no balneário, demonstrava que tinha um dom que Deus lhe deu para ser o melhor», afirmou, assumindo que lhe custou deixar o Real Madrid: «Não queria, tentei ficar até ao último dia.»

Dos troféus conquistados na carreira, Di María não consegue escolher um, embora destaque a conquista do Mundial no Qatar.

«Não consigo escolher. Há alguns mais importantes, como o Mundial, mas cada um é o sacrifício de todo um ano e significava que fazíamos as coisas bem. Mas não posso menosprezar nenhum. Algum especial? A Copa América em 2021. Ganhámos depois de uma seca de 28 anos e foi um desbloquear para mim, porque as coisas corriam bem nos clubes, mas na seleção não conseguia. Depois de andar com uma mochila tão pesada aos ombros, vencer aquela final com o Brasil com um golo meu foi um dos momentos mais lindos da minha carreira. Mundial? Completei um ciclo, conquistei tudo o que desejava, agora é a vez dos outros. Depois do Mundial já tinha tomado a minha decisão e os rapazes convenceram-me a disputar a última Copa América. Terminou o filme, sendo campeões, e era o meu momento. Agora toca a outros», apontou.

Para o futuro, Di María admite ser treinador e formar dupla com... Paredes: «Quando me retirar, vou-me concentrar em continuar a treinar e esperar que ele termine a carreira. Vou levar a vida com calma. Mourinho? Vou tentar ser eu mesmo, assim como enquanto jogador. Nunca quis ser como ninguém e será o mesmo como treinador.»
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Rafael Fernandes in A Bola

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acho que está tudo dito quando não consegue escolher

"sente muito o clube"

20Nico Gaitan20

#107793

Citação de: fdpdc666 em 27 de Janeiro de 2026, 10:05Di María elogia Mourinho e não escolhe entre Benfica e Real Madrid: «Não consigo...»
Argentino, que regressou ao Rosario Central, concedeu entrevista ao 'AS' em semana de Benfica-Real Madrid para a UEFA Champions League.



Di María com a camisola do Benfica no Mundial de Clubes

Spoiler
Aos 37 anos, Ángel Di María regressou à Argentina para vestir a camisola do seu Rosario Central, depois de duas épocas no Benfica. Em semana de duelo entre Benfica e Real Madrid, para a última jornada da fase de liga da UEFA Champions League, o campeão do Mundo pela Argentina recordou a chegada a Portugal, em 2007/2008, e a mudança, anos mais tarde, para o Bernabéu.

«Fui vivendo o dia a dia até que, no meu terceiro ano em Portugal, explodi e comecei a receber propostas dos maiores clubes da Europa. Quando apareceu o Real Madrid, era óbvio que eu não podia dizer não. É o maior clube do Mundo e foi um privilégio poder ir para lá. Foi um desafio maravilhoso, porque alcancei o nível mais alto que um jogador pode atingir num clube», referiu, em entrevista ao AS.

Nos merengues, Di María foi orientado por José Mourinho, atual treinador do Benfica.

«Significou tudo. Mourinho é o número um, longe dos restantes, como pessoa e treinador, por aquilo que dá ao jogador, equipa e clube. A mim deu-me tudo e estarei sempre agradecido a Mourinho. Deu a cara por mim para que fosse para o Real Madrid depois do Mundial 2010, que não foi bom em termos de rendimento pessoal. Apoiou-me para que estivesse ao seu lado», lembrou, virando o foco para o encontro entre Benfica e Real Madrid para a Champions.

«O meu coração? Nesta situação fica no meio (risos). O Real Madrid está quase qualificado e o Benfica tem a situação mais complicada, mas não consigo escolher. Fui muito feliz nos dois sítios e não posso escolher. Que seja o que Deus quiser», atirou, falando sobre Arbeloa, que sucedeu a Xabi Alonso no Bernabéu.

«Não é fácil a pressão que se coloca no Real Madrid. Há pouca paciência num clube tão grande e querem resultados rápidos, mas Xabi Alonso é um grande treinador. Arbeloa não sei como é como treinador. É um grande rapaz, gostava dele e tínhamos uma boa relação. Não começou bem, mas deu a volta por cima e acredito que as coisas podem correr bem com ele», comentou.

Ángel Di María partilhou balneário com Messi e Cristiano Ronaldo e tem elogios para os dois.

«A nível do profissionalismo, o Cristiano é o número um de longe. A forma de trabalhar, de tentar ser sempre o melhor lutando com o Leo era muito meritório, mas coincidiu com a era de Messi e isso complicou bastante o seu objetivo... O Cristiano era tudo à base do trabalho e do esforço por ser o número um, mas o Messi, a beber mate no balneário, demonstrava que tinha um dom que Deus lhe deu para ser o melhor», afirmou, assumindo que lhe custou deixar o Real Madrid: «Não queria, tentei ficar até ao último dia.»

Dos troféus conquistados na carreira, Di María não consegue escolher um, embora destaque a conquista do Mundial no Qatar.

«Não consigo escolher. Há alguns mais importantes, como o Mundial, mas cada um é o sacrifício de todo um ano e significava que fazíamos as coisas bem. Mas não posso menosprezar nenhum. Algum especial? A Copa América em 2021. Ganhámos depois de uma seca de 28 anos e foi um desbloquear para mim, porque as coisas corriam bem nos clubes, mas na seleção não conseguia. Depois de andar com uma mochila tão pesada aos ombros, vencer aquela final com o Brasil com um golo meu foi um dos momentos mais lindos da minha carreira. Mundial? Completei um ciclo, conquistei tudo o que desejava, agora é a vez dos outros. Depois do Mundial já tinha tomado a minha decisão e os rapazes convenceram-me a disputar a última Copa América. Terminou o filme, sendo campeões, e era o meu momento. Agora toca a outros», apontou.

Para o futuro, Di María admite ser treinador e formar dupla com... Paredes: «Quando me retirar, vou-me concentrar em continuar a treinar e esperar que ele termine a carreira. Vou levar a vida com calma. Mourinho? Vou tentar ser eu mesmo, assim como enquanto jogador. Nunca quis ser como ninguém e será o mesmo como treinador.»
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Rafael Fernandes in A Bola

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acho que está tudo dito quando não consegue escolher

"sente muito o clube"
[/quote]gostava de saber porquê  que ele tem mesmo de escolher entre um e outro...visto que ate ganhou bem mais no Real Madrid...e foi onde teve dos melhores anos da carreira.


Lol

af10

Citação de: tiago1991 em 27 de Janeiro de 2026, 11:12
Citação de: fdpdc666 em 27 de Janeiro de 2026, 10:05Di María elogia Mourinho e não escolhe entre Benfica e Real Madrid: «Não consigo...»
Argentino, que regressou ao Rosario Central, concedeu entrevista ao 'AS' em semana de Benfica-Real Madrid para a UEFA Champions League.



Di María com a camisola do Benfica no Mundial de Clubes

Spoiler
Aos 37 anos, Ángel Di María regressou à Argentina para vestir a camisola do seu Rosario Central, depois de duas épocas no Benfica. Em semana de duelo entre Benfica e Real Madrid, para a última jornada da fase de liga da UEFA Champions League, o campeão do Mundo pela Argentina recordou a chegada a Portugal, em 2007/2008, e a mudança, anos mais tarde, para o Bernabéu.

«Fui vivendo o dia a dia até que, no meu terceiro ano em Portugal, explodi e comecei a receber propostas dos maiores clubes da Europa. Quando apareceu o Real Madrid, era óbvio que eu não podia dizer não. É o maior clube do Mundo e foi um privilégio poder ir para lá. Foi um desafio maravilhoso, porque alcancei o nível mais alto que um jogador pode atingir num clube», referiu, em entrevista ao AS.

Nos merengues, Di María foi orientado por José Mourinho, atual treinador do Benfica.

«Significou tudo. Mourinho é o número um, longe dos restantes, como pessoa e treinador, por aquilo que dá ao jogador, equipa e clube. A mim deu-me tudo e estarei sempre agradecido a Mourinho. Deu a cara por mim para que fosse para o Real Madrid depois do Mundial 2010, que não foi bom em termos de rendimento pessoal. Apoiou-me para que estivesse ao seu lado», lembrou, virando o foco para o encontro entre Benfica e Real Madrid para a Champions.

«O meu coração? Nesta situação fica no meio (risos). O Real Madrid está quase qualificado e o Benfica tem a situação mais complicada, mas não consigo escolher. Fui muito feliz nos dois sítios e não posso escolher. Que seja o que Deus quiser», atirou, falando sobre Arbeloa, que sucedeu a Xabi Alonso no Bernabéu.

«Não é fácil a pressão que se coloca no Real Madrid. Há pouca paciência num clube tão grande e querem resultados rápidos, mas Xabi Alonso é um grande treinador. Arbeloa não sei como é como treinador. É um grande rapaz, gostava dele e tínhamos uma boa relação. Não começou bem, mas deu a volta por cima e acredito que as coisas podem correr bem com ele», comentou.

Ángel Di María partilhou balneário com Messi e Cristiano Ronaldo e tem elogios para os dois.

«A nível do profissionalismo, o Cristiano é o número um de longe. A forma de trabalhar, de tentar ser sempre o melhor lutando com o Leo era muito meritório, mas coincidiu com a era de Messi e isso complicou bastante o seu objetivo... O Cristiano era tudo à base do trabalho e do esforço por ser o número um, mas o Messi, a beber mate no balneário, demonstrava que tinha um dom que Deus lhe deu para ser o melhor», afirmou, assumindo que lhe custou deixar o Real Madrid: «Não queria, tentei ficar até ao último dia.»

Dos troféus conquistados na carreira, Di María não consegue escolher um, embora destaque a conquista do Mundial no Qatar.

«Não consigo escolher. Há alguns mais importantes, como o Mundial, mas cada um é o sacrifício de todo um ano e significava que fazíamos as coisas bem. Mas não posso menosprezar nenhum. Algum especial? A Copa América em 2021. Ganhámos depois de uma seca de 28 anos e foi um desbloquear para mim, porque as coisas corriam bem nos clubes, mas na seleção não conseguia. Depois de andar com uma mochila tão pesada aos ombros, vencer aquela final com o Brasil com um golo meu foi um dos momentos mais lindos da minha carreira. Mundial? Completei um ciclo, conquistei tudo o que desejava, agora é a vez dos outros. Depois do Mundial já tinha tomado a minha decisão e os rapazes convenceram-me a disputar a última Copa América. Terminou o filme, sendo campeões, e era o meu momento. Agora toca a outros», apontou.

Para o futuro, Di María admite ser treinador e formar dupla com... Paredes: «Quando me retirar, vou-me concentrar em continuar a treinar e esperar que ele termine a carreira. Vou levar a vida com calma. Mourinho? Vou tentar ser eu mesmo, assim como enquanto jogador. Nunca quis ser como ninguém e será o mesmo como treinador.»
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Rafael Fernandes in A Bola

https://www.abola.pt/noticias/di-maria-elogia-mourinho-e-nao-escolhe-entre-benfica-e-real-madrid-nao-consigo-2026012707501272321


acho que está tudo dito quando não consegue escolher

"sente muito o clube"

Porque é que haveria de escolher? Foram dois clubes onde teve sucesso

Croissant

Citação de: tiago1991 em 27 de Janeiro de 2026, 11:12
Citação de: fdpdc666 em 27 de Janeiro de 2026, 10:05Di María elogia Mourinho e não escolhe entre Benfica e Real Madrid: «Não consigo...»
Argentino, que regressou ao Rosario Central, concedeu entrevista ao 'AS' em semana de Benfica-Real Madrid para a UEFA Champions League.



Di María com a camisola do Benfica no Mundial de Clubes

Spoiler
Aos 37 anos, Ángel Di María regressou à Argentina para vestir a camisola do seu Rosario Central, depois de duas épocas no Benfica. Em semana de duelo entre Benfica e Real Madrid, para a última jornada da fase de liga da UEFA Champions League, o campeão do Mundo pela Argentina recordou a chegada a Portugal, em 2007/2008, e a mudança, anos mais tarde, para o Bernabéu.

«Fui vivendo o dia a dia até que, no meu terceiro ano em Portugal, explodi e comecei a receber propostas dos maiores clubes da Europa. Quando apareceu o Real Madrid, era óbvio que eu não podia dizer não. É o maior clube do Mundo e foi um privilégio poder ir para lá. Foi um desafio maravilhoso, porque alcancei o nível mais alto que um jogador pode atingir num clube», referiu, em entrevista ao AS.

Nos merengues, Di María foi orientado por José Mourinho, atual treinador do Benfica.

«Significou tudo. Mourinho é o número um, longe dos restantes, como pessoa e treinador, por aquilo que dá ao jogador, equipa e clube. A mim deu-me tudo e estarei sempre agradecido a Mourinho. Deu a cara por mim para que fosse para o Real Madrid depois do Mundial 2010, que não foi bom em termos de rendimento pessoal. Apoiou-me para que estivesse ao seu lado», lembrou, virando o foco para o encontro entre Benfica e Real Madrid para a Champions.

«O meu coração? Nesta situação fica no meio (risos). O Real Madrid está quase qualificado e o Benfica tem a situação mais complicada, mas não consigo escolher. Fui muito feliz nos dois sítios e não posso escolher. Que seja o que Deus quiser», atirou, falando sobre Arbeloa, que sucedeu a Xabi Alonso no Bernabéu.

«Não é fácil a pressão que se coloca no Real Madrid. Há pouca paciência num clube tão grande e querem resultados rápidos, mas Xabi Alonso é um grande treinador. Arbeloa não sei como é como treinador. É um grande rapaz, gostava dele e tínhamos uma boa relação. Não começou bem, mas deu a volta por cima e acredito que as coisas podem correr bem com ele», comentou.

Ángel Di María partilhou balneário com Messi e Cristiano Ronaldo e tem elogios para os dois.

«A nível do profissionalismo, o Cristiano é o número um de longe. A forma de trabalhar, de tentar ser sempre o melhor lutando com o Leo era muito meritório, mas coincidiu com a era de Messi e isso complicou bastante o seu objetivo... O Cristiano era tudo à base do trabalho e do esforço por ser o número um, mas o Messi, a beber mate no balneário, demonstrava que tinha um dom que Deus lhe deu para ser o melhor», afirmou, assumindo que lhe custou deixar o Real Madrid: «Não queria, tentei ficar até ao último dia.»

Dos troféus conquistados na carreira, Di María não consegue escolher um, embora destaque a conquista do Mundial no Qatar.

«Não consigo escolher. Há alguns mais importantes, como o Mundial, mas cada um é o sacrifício de todo um ano e significava que fazíamos as coisas bem. Mas não posso menosprezar nenhum. Algum especial? A Copa América em 2021. Ganhámos depois de uma seca de 28 anos e foi um desbloquear para mim, porque as coisas corriam bem nos clubes, mas na seleção não conseguia. Depois de andar com uma mochila tão pesada aos ombros, vencer aquela final com o Brasil com um golo meu foi um dos momentos mais lindos da minha carreira. Mundial? Completei um ciclo, conquistei tudo o que desejava, agora é a vez dos outros. Depois do Mundial já tinha tomado a minha decisão e os rapazes convenceram-me a disputar a última Copa América. Terminou o filme, sendo campeões, e era o meu momento. Agora toca a outros», apontou.

Para o futuro, Di María admite ser treinador e formar dupla com... Paredes: «Quando me retirar, vou-me concentrar em continuar a treinar e esperar que ele termine a carreira. Vou levar a vida com calma. Mourinho? Vou tentar ser eu mesmo, assim como enquanto jogador. Nunca quis ser como ninguém e será o mesmo como treinador.»
[fechar]

Rafael Fernandes in A Bola

https://www.abola.pt/noticias/di-maria-elogia-mourinho-e-nao-escolhe-entre-benfica-e-real-madrid-nao-consigo-2026012707501272321


acho que está tudo dito quando não consegue escolher

"sente muito o clube"

O clube de coração dele é o Rosario Central, normal depois ele ter mais afinidade com os clubes que mais gostou de jogar.

DVP_SLB

Lol olhem para o Garay 🫣

20Nico Gaitan20

Citação de: DVP_SLB em 27 de Janeiro de 2026, 13:36Lol olhem para o Garay 🫣
olhar o quê?nem tem comparação.

O garay Foi descartado do real para brilhar no Benfica

O Di Maria foi para Madrid vencer tudo pelo real e ter os seus melhores anos de carreira lá.

Nem sequer é comparável.

Faroleiro

Dias depois do maldito regresso do Rafa e sabendo que o mercado de transferências ainda não acaboou, até fiquei com medo quando vi que este tópico tinha novos comentários :estrelas:

Giorgos Karagounis

Citação de: DVP_SLB em 27 de Janeiro de 2026, 13:36Lol olhem para o Garay 🫣
O Garay não foi ninguém no Real.

O Di Maria foi figura de destaque e ganhou uma Champions lá. Aqui ganhou muito pouco e apanhou períodos muito caóticos.


OgLoRiOsO_SLB

Um genio e uma lenda deste clube! Em vez de valorizarem o que este homem fez ao abdicar de milhoes para voltar ao Benfica e ainda ser decisivo...perferem escrever barbaridades. Olhem os exemplos dos "grandes benfiquistas de casa" Bernardo e Cancelo que tanto dizem que querem voltar e que ainda nao voltaram...mas um argentino de classe mundial voltou!


tiago1991

Citação de: OgLoRiOsO_SLB em 29 de Janeiro de 2026, 15:13Um genio e uma lenda deste clube! Em vez de valorizarem o que este homem fez ao abdicar de milhoes para voltar ao Benfica e ainda ser decisivo...perferem escrever barbaridades. Olhem os exemplos dos "grandes benfiquistas de casa" Bernardo e Cancelo que tanto dizem que querem voltar e que ainda nao voltaram...mas um argentino de classe mundial voltou!

Também nem um nem outro tem a idade do Di maria

Se calhar quando ninguém os quiserem eles voltam

Festivus

Completou o curso de treinador.

...nem sabia que o andava a tirar. Não consigo imaginar o Di Maria como treinador...