Gianluca Prestianni

Avançado, 20 anos,
Argentina
Equipa Principal: 3 épocas (2024-), 45 jogos (1962 minutos), 3 golos
Em 2025/2026: 30 jogos (1458 minutos), 2 golos

Equipa B: 2 épocas, 11 jogos, 2 golos

Títulos: Supertaça (1)

Vincent

Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:37
Citação de: dsdsds44 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:35
Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

https://www.abola.pt/noticias/sindicato-dos-jogadores-tolerancia-zero-ao-racismo-doa-a-quem-doer-2026021916253320589
[fechar]

O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
Inenarrável o sindicato dos jogadores assumir esta postura...

Em nenhum momento a luta contra o racismo deve fazer cair a presunção de inocência.

Para esta gentalha já não existe estado de direito.



Adorava ver todos esses paladinos a serem acusados de uma merda deste tipo sem qq tipo de prova.
Queria ver como se iam sentir.

Eu já só queria ter um Portugal-Brasil no mundial e o gajo fazer a mesma coisa com um jogador português, só para me rir um bocado.

Spiritvs

Citação de: dsdsds44 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:38
Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:37
Citação de: dsdsds44 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:35
Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

https://www.abola.pt/noticias/sindicato-dos-jogadores-tolerancia-zero-ao-racismo-doa-a-quem-doer-2026021916253320589
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O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
Inenarrável o sindicato dos jogadores assumir esta postura...

Em nenhum momento a luta contra o racismo deve fazer cair a presunção de inocência.

Para esta gentalha já não existe estado de direito.



Adorava ver todos esses paladinos a serem acusados de uma merda deste tipo sem qq tipo de prova.
Queria ver como se iam sentir.
Nem mais...

É muito fácil atropelar o direito dos outros para ficar bem perante a maioria.


É o mundo em que vivemos.
Toda a gente acha que tem que dar a sua opinião sobre tudo e como neste assunto só há uma opinião politicamente correcta, é essa que todos têm.
Se é verdade ou não isso é acessório. Mesmo que amanha fosse provado que não tinha havido nada o mal já estava feito e nem se falava disso.
Estes casos revoltam-me profundamente.

lucasslb1904

Citação de: Vincent em 19 de Fevereiro de 2026, 17:43
Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:37
Citação de: dsdsds44 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:35
Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

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O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
Inenarrável o sindicato dos jogadores assumir esta postura...

Em nenhum momento a luta contra o racismo deve fazer cair a presunção de inocência.

Para esta gentalha já não existe estado de direito.



Adorava ver todos esses paladinos a serem acusados de uma merda deste tipo sem qq tipo de prova.
Queria ver como se iam sentir.

Eu já só queria ter um Portugal-Brasil no mundial e o gajo fazer a mesma coisa com um jogador português, só para me rir um bocado.


Eu já só queria eliminar o Real Madrid e mandar essa gente toda se fo***.

Aliás, nós últimos dias não tenho pensado noutra coisa, quem me dera não ter desistido só para poder jogar esse jogo.

Spiritvs

Citação de: Vincent em 19 de Fevereiro de 2026, 17:43
Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:37
Citação de: dsdsds44 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:35
Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

https://www.abola.pt/noticias/sindicato-dos-jogadores-tolerancia-zero-ao-racismo-doa-a-quem-doer-2026021916253320589
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O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
Inenarrável o sindicato dos jogadores assumir esta postura...

Em nenhum momento a luta contra o racismo deve fazer cair a presunção de inocência.

Para esta gentalha já não existe estado de direito.



Adorava ver todos esses paladinos a serem acusados de uma merda deste tipo sem qq tipo de prova.
Queria ver como se iam sentir.

Eu já só queria ter um Portugal-Brasil no mundial e o gajo fazer a mesma coisa com um jogador português, só para me rir um bocado.
Se for o Ronaldo não há problema!
Esse foi acusado de ter violado uma mulher nos EUA e na comunicação social até as mulheres o defendiam!
Não somos todos iguais neste mundo!
Há agressões sexuais do bem e do mal!

Sexta-Feira

Que fique registada a conduta maliciosa que a maioria dos media portugueses tiveram contra o Benfica.

Foram muito poucos aqueles que deixaram a dúvida no ar sem escolher lados.
A grande maioria enlameou o clube, por causa dum jogador brasileiro do real Madrid que causou isto tudo.

Sexta-Feira

Por aqui se nota bem a falta que faz um presidente.

lucasslb1904

Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:47
Citação de: Vincent em 19 de Fevereiro de 2026, 17:43
Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:37
Citação de: dsdsds44 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:35
Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

https://www.abola.pt/noticias/sindicato-dos-jogadores-tolerancia-zero-ao-racismo-doa-a-quem-doer-2026021916253320589
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O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
Inenarrável o sindicato dos jogadores assumir esta postura...

Em nenhum momento a luta contra o racismo deve fazer cair a presunção de inocência.

Para esta gentalha já não existe estado de direito.



Adorava ver todos esses paladinos a serem acusados de uma merda deste tipo sem qq tipo de prova.
Queria ver como se iam sentir.

Eu já só queria ter um Portugal-Brasil no mundial e o gajo fazer a mesma coisa com um jogador português, só para me rir um bocado.
Se for o Ronaldo não há problema!
Esse foi acusado de ter violado uma mulher nos EUA e na comunicação social até as mulheres o defendiam!
Não somos todos iguais neste mundo!
Há agressões sexuais do bem e do mal!

Bom exemplo.

Sociedade que mete referências individuais acima de tudo e todos.


FUTURO PRESIDENTE

É o Real Madrid é o Vinícius junior, são os donos disto tudo.
Estás tramado rapaz vais apanhar uns meses .

Lellominsk

Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:47Se for o Ronaldo não há problema!
Esse foi acusado de ter violado uma mulher nos EUA e na comunicação social até as mulheres o defendiam!
Não somos todos iguais neste mundo!
Há agressões sexuais do bem e do mal!

Ca estoiro!

 ... ouvi coisas do tipo ... "se subiu sabia para o que ía!!!"

Pena o sindicato e a fpf não terem corrido logo com ele da selecção e criticado por comunicado!
 

ccm

Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:47
Citação de: Vincent em 19 de Fevereiro de 2026, 17:43
Citação de: Spiritvs em 19 de Fevereiro de 2026, 17:37
Citação de: dsdsds44 em 19 de Fevereiro de 2026, 17:35
Citação de: HB em 19 de Fevereiro de 2026, 17:13Sindicato dos Jogadores: «Tolerância zero ao racismo, doa a quem doer...»

Joaquim Evangelista, Presidente, reagiu ao alegado caso de racismo de Prestianni a Vinícius Júnior, comentando a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca



O presidente do Sindicato dos Jogadores defendeu esta quinta-feira «tolerância zero» perante os alegados insultos racistas no jogo da Champions entre Benfica e Real Madrid pedindo uma investigação célere que não «diabolize a vítima». Em declarações à agência Lusa, Joaquim Evangelista reagiu ao incidente que envolveu os jogadores Vinícius Júnior e Prestianni, sublinhando que o futebol deve ser implacável no combate a estes fenómenos.

Spoiler
«A posição do sindicato é muito clara: tolerância zero ao racismo, doa a quem doer, sejam jogadores, treinadores, árbitros ou dirigentes», afirmou o dirigente, destacando que o desporto não pode ser um «escape» para extremismos políticos e sociais. Para Evangelista, sem outros meios de prova, estamos perante «uma afirmação contra a outra», defendendo o direito de um jogador relatar o que sentiu e o direito do outro à presunção de inocência.

«O que podemos exigir é uma investigação célere, responsável e justa, que apure o que se passou», frisou, recusando narrativas que tentem desvalorizar o acontecimento com base na forma como a vítima se comporta em campo. Questionado sobre a eficácia das medidas disciplinares, o dirigente considera que estas são eficazes e têm um efeito dissuasor, elogiando a rapidez da Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto (APCVD) na abertura do inquérito.

No entanto, ressalva, as sanções devem ser acompanhadas por um trabalho paralelo de educação e cidadania, admitindo que o fenómeno é mais expressivo nos escalões de formação e que o trabalho feito pelas instituições, embora tenha dado «passos gigantes», ainda não é suficiente.

Sobre a possibilidade de proibir os jogadores de taparem a boca com a mão ou a camisola para evitar a leitura labial, Evangelista mostrou-se disponível para a discussão, mas reconheceu a dificuldade de legislar sobre «reflexos naturais» e automatismos dos atletas durante a competição. O dirigente concluiu que, apesar do contexto social complexo, os jogadores profissionais têm hoje maior respeito mútuo e «mais mundo», sendo muitas vezes os primeiros a mobilizarem-se contra a intolerância.

Evangelista admitiu ainda que existem denúncias pontuais entre jogadores, tanto de racismo como de falsas acusações, mas considera que, no futebol profissional, tem havido uma diminuição desses episódios e maior respeito mútuo. Para o presidente do Sindicato, mais do que agravar penas, é essencial reforçar a formação e a educação cívica. «Não podemos desvalorizar nem aceitar narrativas que minimizem estes acontecimentos. O desporto, pelo impacto que tem, deve ter ainda menos tolerância», concluiu.

https://www.abola.pt/noticias/sindicato-dos-jogadores-tolerancia-zero-ao-racismo-doa-a-quem-doer-2026021916253320589
[fechar]

O miúdo continua a ser cercado por todos os lados e ninguém o defende...  :disgust:
Inenarrável o sindicato dos jogadores assumir esta postura...

Em nenhum momento a luta contra o racismo deve fazer cair a presunção de inocência.

Para esta gentalha já não existe estado de direito.



Adorava ver todos esses paladinos a serem acusados de uma merda deste tipo sem qq tipo de prova.
Queria ver como se iam sentir.

Eu já só queria ter um Portugal-Brasil no mundial e o gajo fazer a mesma coisa com um jogador português, só para me rir um bocado.
Se for o Ronaldo não há problema!
Esse foi acusado de ter violado uma mulher nos EUA e na comunicação social até as mulheres o defendiam!
Não somos todos iguais neste mundo!
Há agressões sexuais do bem e do mal!

Esse até tem 2 casos de violação.

VelhaGuarda



Esse Vini é uma besta quadrada e no RM sabem isso, mas continuam a defende-lo.

Se for decidido por um tribunal judicial, dá zero. Não há provas de nada.

Boa sorte miúdo.

Lellominsk

Citação de: VelhaGuarda em 19 de Fevereiro de 2026, 18:00Boa sorte miúdo.

Faz o golo da vitória e da eliminatória em Madrid!
 

Guilherme20


VelhaGuarda


RAFL

Citação de: Deus Jonas em 19 de Fevereiro de 2026, 17:30
Citação de: odistraido em 19 de Fevereiro de 2026, 17:29"A ideia é passar a sancionar os jogadores que cubram deliberadamente as respetivas bocas, seja com as camisolas ou com as mãos, enquanto proferem insultos dentro das quatro linhas do relvado."

Hahahaha e para saber se proferem insultos, terão a ajuda do 5º árbitro, especialista em raio x.

Vamos ter os especialistas de linguagem labial
E quem der um peido leva amarelo, va, menos os gajos do real, esses podem dar peidos à vontade