Rui Costa, Presidente do Sport Lisboa e Benfica

Presidente, 54 anos,
Portugal

baar99

Citação de: iur27 em 15 de Abril de 2026, 12:15Sendo assim, o seu novo COGNOME é...


O TROLHA de CARNAXIDE!!!



Pode ser Charlatão ?

Lebohang Mokoena

Dá toda a ideia que mais um ou dois anos e os sanguessugas da "Oposição" (não confundir com a verdadeira Oposição de JNL, Benitez e Mattamouros) irão tirar o tapete ao Ganda Ruie.

RodrigoVivo

Agora é ficar sanguessuga no poleiro. Ser Presidente do Benfica dá jeito para ir abafando estes escandâlos.

Red_turtle



 Eu não acredito, que dê em algo

 Quem votou nele, já disse, é para destabilizar...

 Continua tudo na mesma


 A nossa real chance, será no entanto, sempre a Policia Judiciária


 

Kolchak

Também andarem a difamar o shor presidente por uma dividazinha de meio milhão !

bruno_04

Os nossos rivais hoje vão lutar por uma meia final da Champions.. nós temos uma música para o craque Rios.. legado banana..

cernache1

Citação de: SLBImpério em 15 de Abril de 2026, 12:06RESPEITO

RESPEITO PELOS 65% DE MEDÍOCRES QUE VOTARAM NUM LADRÃO, INCOMPETENTE E BANANA

RESPEITO PELOS 65% QUE SE APANHAREM RUI COSTA A COMER-LHES A MULHER E ELE
DISSER QUE TROPECOU E FOI SEM QUERER VÃO ACREDITAR

Democracia é isto - Uma cambada de burros tem o direito de votar e basta uma cenoura que vão todos atrás dela até ao precipício

Para votar nas eleições do Benfica deveria ser necessário ter pelo menos a inteligência de um cão.

De loiça ? Para saber se o Costa poderia votar ou não.

Slippin Jimmy

Citação de: MiMiMiccoli10 em 15 de Abril de 2026, 11:06Entendam isto.

Este clube nunca mais se vai levantar.

E mesmo que se levante, nunca mais irá ser igual ao que foi.

Escolham outros hobbies.

Não deem mais dinheiro a esta gente.

Mensagem do ano.

Lúcio Júnio Bruto

Citação de: Lebohang Mokoena em 15 de Abril de 2026, 12:22Dá toda a ideia que mais um ou dois anos e os sanguessugas da "Oposição" (não confundir com a verdadeira Oposição de JNL, Benitez e Mattamouros) irão tirar o tapete ao Ganda Ruie.

Um ou dois anos? Nunca na vida. A casa está completamente a arder. Ou tira um coelho da cartola (um coelho que resulte, não um coelho de plástico) ou é corrido no início da próxima época, quando voltar a haver resultados de merda e tiver de trocar de treinador à quarta jornada.

Jamal


stavares77

Citação de: Vitor Baptista em 15 de Abril de 2026, 11:31
Citação de: joaoreis em 15 de Abril de 2026, 11:18
Citação de: zerocool em 15 de Abril de 2026, 11:05Benfica: um gigante com gestão de clube pequeno


Fernando Mendes
CEO - Globall Football


14 de abril de 2026


O Benfica está a ser gerido como um clube pequeno. E, para muitos observadores, isso já nem sequer é discutível.

O Sport Lisboa e Benfica não está falido. Mas, para além da questão financeira imediata, há um problema mais profundo: o clube está mal pensado. E quando uma instituição com esta dimensão é mal pensada, o impacto sente-se em várias frentes ao mesmo tempo. Perde dinheiro, perde influência e perde relevância. É isso, precisamente, que está a acontecer.

Com milhões de adeptos espalhados por vários continentes, o Benfica continua, segundo esta perspetiva crítica, sem estratégia, sem rumo e sem respeito pelo seu próprio potencial. O clube possui uma das maiores massas adeptas do mundo. A dimensão desse ativo é extraordinária. A questão central é simples: o que está a ser feito com ele? A resposta, para quem olha para a atual condução do clube, é desarmante: nada.

Não existe uma estratégia global séria. Não existe uma plataforma de monetização robusta. Não existe um modelo estruturado de engagement com os adeptos. O que se vê, em vez disso, é improviso, amadorismo e ausência de visão.

Os adeptos do Benfica continuam a ser tratados como clientes ocasionais, quando, na verdade, representam o maior ativo do clube. Este problema ultrapassa a mera incompetência operacional. Trata-se, antes, de um caso de má gestão ao mais alto nível.

Naming do estádio continua por explorar

Um dos exemplos mais evidentes desta incapacidade estratégica é o Estádio da Luz, que continua sem naming rights.

Num mercado em que este tipo de ativo pode representar entre 7 e 10 milhões de euros por ano, o Benfica mantém-se inativo. Ano após ano, deixa passar uma fonte de receita relevante, enquanto outros clubes transformam os seus estádios em instrumentos financeiros e comerciais centrais nas respetivas estratégias de crescimento.

No caso do Benfica, persiste uma visão romântica do estádio que, do ponto de vista do negócio, apenas contribui para desperdiçar dinheiro. Mais tarde, surgem as queixas sobre falta de receitas. Mas o problema, nesta leitura, não é a ausência de oportunidades de faturação. É, antes, a falta de competência para as criar e concretizar.

A lusofonia como oportunidade desperdiçada

Se a questão do estádio é grave, há outra que pode ser ainda mais séria: a incapacidade do Benfica para aproveitar o universo da lusofonia.

O clube tem acesso natural a uma comunidade com mais de 300 milhões de falantes de português. Trata-se de uma vantagem competitiva rara e, em muitos aspetos, única no contexto europeu. Nenhum outro clube europeu dispõe desta relação cultural, linguística e emocional com um espaço desta dimensão.

Ainda assim, o Benfica parece ignorar esse capital estratégico. Não há uma estratégia séria para o Brasil. Não há uma presença estruturada em Angola. Não existe um plano consistente para Moçambique, Cabo Verde ou qualquer outro país lusófono.

Num contexto global em que os grandes clubes disputam mercados internacionais com enorme agressividade, o Benfica negligencia precisamente o espaço onde parte à frente. Despreza o único mercado onde já entra com vantagem. Isso deixa de poder ser visto apenas como um erro. Aproxima-se mais de uma forma de cegueira estratégica.

O problema não é a dimensão do clube, mas quem decide

A conclusão é dura, mas direta: o Benfica não está limitado pela sua dimensão. Está limitado por quem decide.

Enquanto continuar a ser gerido com mentalidade pequena, com decisões curtas e sem ambição global, o clube continuará a perder terreno, dentro e fora de campo. E há um dado particularmente preocupante: isto já não parece um acidente pontual. Parece um padrão.

A questão, por isso, deixou de ser apenas desportiva ou financeira. Tornou-se estrutural. Ou o Benfica muda rapidamente a forma como pensa o negócio, ou continuará a comportar-se como um gigante com práticas de clube pequeno.


https://www.linkedin.com/posts/mendesfernando_benfica-gestaodesportiva-futebolnegaejcio-ugcPost-7449862122190155776-N79j?utm_source=social_share_send&utm_medium=member_desktop_web&rcm=ACoAAAyfRAUBMe-Txh_wmLiviIH_hzdtIuTDHuE
Agora não falha uma:

Fernando Tavares

Caro Fernando, o texto aponta para falhas reais de estratégia e monetização do Benfica, sobretudo na valorização global da marca e dos adeptos. A clara ausência de um plano claro para ativos-chave, como o Estádio da Luz e os mercados lusófonos, levanta dúvidas legítimas sobre a visão de longo prazo do clube. Abraço
Esse nojento, devíamos mandar calar, um verme.

Fui bloqueado por ele no Facebook.
Fala de gestão de clube pequeno, mas ouvi da boca deste verme quando foi apertado numa AG " que o objetivo do andebol era ficar a frente do FCP"

Mais um rato a roer a corda!

Espártaco


GloriosoSLB1904

Citação de: stavares77 em 15 de Abril de 2026, 12:35
Citação de: Vitor Baptista em 15 de Abril de 2026, 11:31
Citação de: joaoreis em 15 de Abril de 2026, 11:18
Citação de: zerocool em 15 de Abril de 2026, 11:05Benfica: um gigante com gestão de clube pequeno


Fernando Mendes
CEO - Globall Football


14 de abril de 2026


O Benfica está a ser gerido como um clube pequeno. E, para muitos observadores, isso já nem sequer é discutível.

O Sport Lisboa e Benfica não está falido. Mas, para além da questão financeira imediata, há um problema mais profundo: o clube está mal pensado. E quando uma instituição com esta dimensão é mal pensada, o impacto sente-se em várias frentes ao mesmo tempo. Perde dinheiro, perde influência e perde relevância. É isso, precisamente, que está a acontecer.

Com milhões de adeptos espalhados por vários continentes, o Benfica continua, segundo esta perspetiva crítica, sem estratégia, sem rumo e sem respeito pelo seu próprio potencial. O clube possui uma das maiores massas adeptas do mundo. A dimensão desse ativo é extraordinária. A questão central é simples: o que está a ser feito com ele? A resposta, para quem olha para a atual condução do clube, é desarmante: nada.

Não existe uma estratégia global séria. Não existe uma plataforma de monetização robusta. Não existe um modelo estruturado de engagement com os adeptos. O que se vê, em vez disso, é improviso, amadorismo e ausência de visão.

Os adeptos do Benfica continuam a ser tratados como clientes ocasionais, quando, na verdade, representam o maior ativo do clube. Este problema ultrapassa a mera incompetência operacional. Trata-se, antes, de um caso de má gestão ao mais alto nível.

Naming do estádio continua por explorar

Um dos exemplos mais evidentes desta incapacidade estratégica é o Estádio da Luz, que continua sem naming rights.

Num mercado em que este tipo de ativo pode representar entre 7 e 10 milhões de euros por ano, o Benfica mantém-se inativo. Ano após ano, deixa passar uma fonte de receita relevante, enquanto outros clubes transformam os seus estádios em instrumentos financeiros e comerciais centrais nas respetivas estratégias de crescimento.

No caso do Benfica, persiste uma visão romântica do estádio que, do ponto de vista do negócio, apenas contribui para desperdiçar dinheiro. Mais tarde, surgem as queixas sobre falta de receitas. Mas o problema, nesta leitura, não é a ausência de oportunidades de faturação. É, antes, a falta de competência para as criar e concretizar.

A lusofonia como oportunidade desperdiçada

Se a questão do estádio é grave, há outra que pode ser ainda mais séria: a incapacidade do Benfica para aproveitar o universo da lusofonia.

O clube tem acesso natural a uma comunidade com mais de 300 milhões de falantes de português. Trata-se de uma vantagem competitiva rara e, em muitos aspetos, única no contexto europeu. Nenhum outro clube europeu dispõe desta relação cultural, linguística e emocional com um espaço desta dimensão.

Ainda assim, o Benfica parece ignorar esse capital estratégico. Não há uma estratégia séria para o Brasil. Não há uma presença estruturada em Angola. Não existe um plano consistente para Moçambique, Cabo Verde ou qualquer outro país lusófono.

Num contexto global em que os grandes clubes disputam mercados internacionais com enorme agressividade, o Benfica negligencia precisamente o espaço onde parte à frente. Despreza o único mercado onde já entra com vantagem. Isso deixa de poder ser visto apenas como um erro. Aproxima-se mais de uma forma de cegueira estratégica.

O problema não é a dimensão do clube, mas quem decide

A conclusão é dura, mas direta: o Benfica não está limitado pela sua dimensão. Está limitado por quem decide.

Enquanto continuar a ser gerido com mentalidade pequena, com decisões curtas e sem ambição global, o clube continuará a perder terreno, dentro e fora de campo. E há um dado particularmente preocupante: isto já não parece um acidente pontual. Parece um padrão.

A questão, por isso, deixou de ser apenas desportiva ou financeira. Tornou-se estrutural. Ou o Benfica muda rapidamente a forma como pensa o negócio, ou continuará a comportar-se como um gigante com práticas de clube pequeno.


https://www.linkedin.com/posts/mendesfernando_benfica-gestaodesportiva-futebolnegaejcio-ugcPost-7449862122190155776-N79j?utm_source=social_share_send&utm_medium=member_desktop_web&rcm=ACoAAAyfRAUBMe-Txh_wmLiviIH_hzdtIuTDHuE
Agora não falha uma:

Fernando Tavares

Caro Fernando, o texto aponta para falhas reais de estratégia e monetização do Benfica, sobretudo na valorização global da marca e dos adeptos. A clara ausência de um plano claro para ativos-chave, como o Estádio da Luz e os mercados lusófonos, levanta dúvidas legítimas sobre a visão de longo prazo do clube. Abraço
Esse nojento, devíamos mandar calar, um verme.

Fui bloqueado por ele no Facebook.
Fala de gestão de clube pequeno, mas ouvi da boca deste verme quando foi apertado numa AG " que o objetivo do andebol era ficar a frente do FCP"

Mais um rato a roer a corda!

Em vez de atacarem o mensageiro deviam enaltecer a mensagem porque a mensagem é certeira.

Tem-se de discutir muito mais conteúdo que simples ataques pessoais. Os ataques pessoais têm servido de escudo para o sistema atual em que cada vez se discute menos o que interessa para o Benfica e se anda sempre na espuma dos insultos.

1entremilhoes

Como dizia o saudoso Arnaldo Matos (grande educador do proletariado português):

Isto é tudo um putedo!

Survivor

Toda a gente, mas mesmo todos que votaram no Rui Costa devem ao resto dos Benfiquistas um pedido de perdão.