Época 2026/2027

Ecletico

Citação de: dfonseca em Hoje às 12:10
Citação de: Ecletico em Hoje às 09:25
Citação de: Marin em Hoje às 05:15Ganhar porque se gasta mais do que os outros não tem nada de especial. O Benfica devia apostar em jovens portugueses, desenvolver talento e, ao mesmo tempo, continuar a ganhar campeonatos e competir bem na Liga dos Campeões. Isso, sim, seria um projeto à Benfica.

e transversal a todas as modalidades , contudo tem dois riscos, comprovados.

1- No Basket por exemplo é normal irem para fora ainda novos e ja nao voltam ou nao voltam tao cedo... portanto tiveste anos a investir para nada

2- Abandono da modalidade , tal como em varias modalidades em Portugal , existe a pressão social para se ser Doutor , a coisa é levada como algo acessoria , vai se + - competindo , vai se + - aos treinos ate se deixar de ir..
Portanto resulta em Zero retorno.

Para conseguirmos talento e uns quantos que queiram e cheguem a bom nivel é preciso ter uma grande quantidade de jovens na formaçao.
E mesmo assim ha sempre o ponto 1 e 2.

Não ha plano , porque se existisse recebiamos jovens Africanos/Africanas para potenciar e escolhidos com criterio..
Como fizemos com o Mor Diop mas com mais criterio ou com melhor oferta de formaçao para nao floparem.

Estava a procura do "nosso" Mor Diop e encontrei outro do Senegal ...

Arizona State's Mor Massamba Diop has been a huge stock riser after leaving Gran Canaria in Spain to pursue college this season.

The 7-1 freshman big from Senegal is averaging 13.9 PPG, 6.1 RPG, 1.1 APG, 2.2 BPG on 57/40/72 splits

Extremely fluid, lengthy and versatile on both ends, can do some awesome things defensively. Can gurd in space, in the perimeter or just being a force as a shot blocker.

Has gotten leagues better offensively since his youth days at Real Marid, now even showing glimpses of on-ball scoring, spacing the floor and being an effective roll man.

Has been an awesome watch, clear cut NBA prospect.

Nascimento
1 de janeiro de 2005 (idade 21 anos), Rufisque, Senegal
Altura
2,1 m
Equipe atual
Basquete masculino Gonzaga Bulldogs (Pivô)
Peso
104 kg

O problema é que o pessoal olha para os casos do Diop e do Pavicevic que efetivamente não chegaram ao patamar desejado, e deixa logo cair por terra aquilo que devia ser o projeto de formação do clube.

É preciso 10 jogadores do estilo Diop/Pavicevic para se extrair 2-3 jogadores de qualidade para o plantel. E extraindo 2-3 em 10 já era uma taxa de aproveitamento fenomenal e que corrigiria muitos dos problemas que existem com a falta de jogadores FL. Mas, como em tudo neste clube, a não ser que haja um homerun, não há continuidade nem a mínima consistência num projeto.

se calhar nao precisas de 10 porque esta visto que querem/queriam ser profissionais, mas sim quantos mais melhor aumenta a competitividade , mas cheira me que o programa de desenvolvimento ou nao existe ou é uma grande merda e ou quem os executa.

Preferia um investimento ai , tal como nos tecnicos , trazer malta de fora ja com CV no desenvolvimento de jogadores.

Marin

Citação de: Ecletico em Hoje às 09:25
Citação de: Marin em Hoje às 05:15Ganhar porque se gasta mais do que os outros não tem nada de especial. O Benfica devia apostar em jovens portugueses, desenvolver talento e, ao mesmo tempo, continuar a ganhar campeonatos e competir bem na Liga dos Campeões. Isso, sim, seria um projeto à Benfica.

e transversal a todas as modalidades , contudo tem dois riscos, comprovados.

1- No Basket por exemplo é normal irem para fora ainda novos e ja nao voltam ou nao voltam tao cedo... portanto tiveste anos a investir para nada

2- Abandono da modalidade , tal como em varias modalidades em Portugal , existe a pressão social para se ser Doutor , a coisa é levada como algo acessoria , vai se + - competindo , vai se + - aos treinos ate se deixar de ir..
Portanto resulta em Zero retorno.

Para conseguirmos talento e uns quantos que queiram e cheguem a bom nivel é preciso ter uma grande quantidade de jovens na formaçao.
E mesmo assim ha sempre o ponto 1 e 2.

Não ha plano , porque se existisse recebiamos jovens Africanos/Africanas para potenciar e escolhidos com criterio..
Como fizemos com o Mor Diop mas com mais criterio ou com melhor oferta de formaçao para nao floparem.

Estava a procura do "nosso" Mor Diop e encontrei outro do Senegal ...

Arizona State's Mor Massamba Diop has been a huge stock riser after leaving Gran Canaria in Spain to pursue college this season.

The 7-1 freshman big from Senegal is averaging 13.9 PPG, 6.1 RPG, 1.1 APG, 2.2 BPG on 57/40/72 splits

Extremely fluid, lengthy and versatile on both ends, can do some awesome things defensively. Can gurd in space, in the perimeter or just being a force as a shot blocker.

Has gotten leagues better offensively since his youth days at Real Marid, now even showing glimpses of on-ball scoring, spacing the floor and being an effective roll man.

Has been an awesome watch, clear cut NBA prospect.

Nascimento
1 de janeiro de 2005 (idade 21 anos), Rufisque, Senegal
Altura
2,1 m
Equipe atual
Basquete masculino Gonzaga Bulldogs (Pivô)
Peso
104 kg
Respeito a tua análise, mas identifico problemas diferentes.

Para mim, a ida de jogadores portugueses para os Estados Unidos será a primeira vaga com alguma expressão. Vamos ver como esses jogadores regressam, porque poucos vão chegar à NBA, ou até nenhum.

O problema principal, na minha opinião, é outro: Portugal forma demasiados bases. Em parte, isso acontece porque, devido às características físicas do jogador português, essa acaba por ser a posição mais comum.

O verdadeiro problema é que Portugal forma muito poucos extremos e postes de qualidade. É aí que existe o verdadeiro défice da nossa formação.

Ecletico

Citação de: Marin em Hoje às 13:39
Citação de: Ecletico em Hoje às 09:25
Citação de: Marin em Hoje às 05:15Ganhar porque se gasta mais do que os outros não tem nada de especial. O Benfica devia apostar em jovens portugueses, desenvolver talento e, ao mesmo tempo, continuar a ganhar campeonatos e competir bem na Liga dos Campeões. Isso, sim, seria um projeto à Benfica.

e transversal a todas as modalidades , contudo tem dois riscos, comprovados.

1- No Basket por exemplo é normal irem para fora ainda novos e ja nao voltam ou nao voltam tao cedo... portanto tiveste anos a investir para nada

2- Abandono da modalidade , tal como em varias modalidades em Portugal , existe a pressão social para se ser Doutor , a coisa é levada como algo acessoria , vai se + - competindo , vai se + - aos treinos ate se deixar de ir..
Portanto resulta em Zero retorno.

Para conseguirmos talento e uns quantos que queiram e cheguem a bom nivel é preciso ter uma grande quantidade de jovens na formaçao.
E mesmo assim ha sempre o ponto 1 e 2.

Não ha plano , porque se existisse recebiamos jovens Africanos/Africanas para potenciar e escolhidos com criterio..
Como fizemos com o Mor Diop mas com mais criterio ou com melhor oferta de formaçao para nao floparem.

Estava a procura do "nosso" Mor Diop e encontrei outro do Senegal ...

Arizona State's Mor Massamba Diop has been a huge stock riser after leaving Gran Canaria in Spain to pursue college this season.

The 7-1 freshman big from Senegal is averaging 13.9 PPG, 6.1 RPG, 1.1 APG, 2.2 BPG on 57/40/72 splits

Extremely fluid, lengthy and versatile on both ends, can do some awesome things defensively. Can gurd in space, in the perimeter or just being a force as a shot blocker.

Has gotten leagues better offensively since his youth days at Real Marid, now even showing glimpses of on-ball scoring, spacing the floor and being an effective roll man.

Has been an awesome watch, clear cut NBA prospect.

Nascimento
1 de janeiro de 2005 (idade 21 anos), Rufisque, Senegal
Altura
2,1 m
Equipe atual
Basquete masculino Gonzaga Bulldogs (Pivô)
Peso
104 kg
Respeito a tua análise, mas identifico problemas diferentes.

Para mim, a ida de jogadores portugueses para os Estados Unidos será a primeira vaga com alguma expressão. Vamos ver como esses jogadores regressam, porque poucos vão chegar à NBA, ou até nenhum.

O problema principal, na minha opinião, é outro: Portugal forma demasiados bases. Em parte, isso acontece porque, devido às características físicas do jogador português, essa acaba por ser a posição mais comum.

O verdadeiro problema é que Portugal forma muito poucos extremos e postes de qualidade. É aí que existe o verdadeiro défice da nossa formação.

mas tu acreditas ou alguem acredita que vao para os EUA jogar na NBA ou G League? O Neemias ja tinha o potencial e fundamentais interessantes , a Ticha era outra exceção mas ambos fruto de muito trabalho e sacrificio pessoal tal como tiveram bons tecnicos.
a maior parte vai para fora para ter uma nova experiencia , ter estudos pagos e fazer CV depois voltam a realidade , muitos nao tem aquele potencial  e ou boas bases para aquele nivel nem espirito de sacrificio pessoal

Se Portugal forma se tantos bases e de qualidade , teriamos bases de grande qualidade a dar com um pau , nem que fosse pelo numero/tentativa erro , o que nao é o caso. Talvez o feminino seja um pouco a excepção aqui.

Marin

Citação de: Ecletico em Hoje às 14:25
Citação de: Marin em Hoje às 13:39
Citação de: Ecletico em Hoje às 09:25
Citação de: Marin em Hoje às 05:15Ganhar porque se gasta mais do que os outros não tem nada de especial. O Benfica devia apostar em jovens portugueses, desenvolver talento e, ao mesmo tempo, continuar a ganhar campeonatos e competir bem na Liga dos Campeões. Isso, sim, seria um projeto à Benfica.

e transversal a todas as modalidades , contudo tem dois riscos, comprovados.

1- No Basket por exemplo é normal irem para fora ainda novos e ja nao voltam ou nao voltam tao cedo... portanto tiveste anos a investir para nada

2- Abandono da modalidade , tal como em varias modalidades em Portugal , existe a pressão social para se ser Doutor , a coisa é levada como algo acessoria , vai se + - competindo , vai se + - aos treinos ate se deixar de ir..
Portanto resulta em Zero retorno.

Para conseguirmos talento e uns quantos que queiram e cheguem a bom nivel é preciso ter uma grande quantidade de jovens na formaçao.
E mesmo assim ha sempre o ponto 1 e 2.

Não ha plano , porque se existisse recebiamos jovens Africanos/Africanas para potenciar e escolhidos com criterio..
Como fizemos com o Mor Diop mas com mais criterio ou com melhor oferta de formaçao para nao floparem.

Estava a procura do "nosso" Mor Diop e encontrei outro do Senegal ...

Arizona State's Mor Massamba Diop has been a huge stock riser after leaving Gran Canaria in Spain to pursue college this season.

The 7-1 freshman big from Senegal is averaging 13.9 PPG, 6.1 RPG, 1.1 APG, 2.2 BPG on 57/40/72 splits

Extremely fluid, lengthy and versatile on both ends, can do some awesome things defensively. Can gurd in space, in the perimeter or just being a force as a shot blocker.

Has gotten leagues better offensively since his youth days at Real Marid, now even showing glimpses of on-ball scoring, spacing the floor and being an effective roll man.

Has been an awesome watch, clear cut NBA prospect.

Nascimento
1 de janeiro de 2005 (idade 21 anos), Rufisque, Senegal
Altura
2,1 m
Equipe atual
Basquete masculino Gonzaga Bulldogs (Pivô)
Peso
104 kg
Respeito a tua análise, mas identifico problemas diferentes.

Para mim, a ida de jogadores portugueses para os Estados Unidos será a primeira vaga com alguma expressão. Vamos ver como esses jogadores regressam, porque poucos vão chegar à NBA, ou até nenhum.

O problema principal, na minha opinião, é outro: Portugal forma demasiados bases. Em parte, isso acontece porque, devido às características físicas do jogador português, essa acaba por ser a posição mais comum.

O verdadeiro problema é que Portugal forma muito poucos extremos e postes de qualidade. É aí que existe o verdadeiro défice da nossa formação.

mas tu acreditas ou alguem acredita que vao para os EUA jogar na NBA ou G League? O Neemias ja tinha o potencial e fundamentais interessantes , a Ticha era outra exceção mas ambos fruto de muito trabalho e sacrificio pessoal tal como tiveram bons tecnicos.
a maior parte vai para fora para ter uma nova experiencia , ter estudos pagos e fazer CV depois voltam a realidade , muitos nao tem aquele potencial  e ou boas bases para aquele nivel nem espirito de sacrificio pessoal

Se Portugal forma se tantos bases e de qualidade , teriamos bases de grande qualidade a dar com um pau , nem que fosse pelo numero/tentativa erro , o que nao é o caso. Talvez o feminino seja um pouco a excepção aqui.
Nada a ver com o que escrevi😂😂😂😂😂😂😂😂😂

Marin

Citação de: Ecletico em Hoje às 14:25
Citação de: Marin em Hoje às 13:39
Citação de: Ecletico em Hoje às 09:25
Citação de: Marin em Hoje às 05:15Ganhar porque se gasta mais do que os outros não tem nada de especial. O Benfica devia apostar em jovens portugueses, desenvolver talento e, ao mesmo tempo, continuar a ganhar campeonatos e competir bem na Liga dos Campeões. Isso, sim, seria um projeto à Benfica.

e transversal a todas as modalidades , contudo tem dois riscos, comprovados.

1- No Basket por exemplo é normal irem para fora ainda novos e ja nao voltam ou nao voltam tao cedo... portanto tiveste anos a investir para nada

2- Abandono da modalidade , tal como em varias modalidades em Portugal , existe a pressão social para se ser Doutor , a coisa é levada como algo acessoria , vai se + - competindo , vai se + - aos treinos ate se deixar de ir..
Portanto resulta em Zero retorno.

Para conseguirmos talento e uns quantos que queiram e cheguem a bom nivel é preciso ter uma grande quantidade de jovens na formaçao.
E mesmo assim ha sempre o ponto 1 e 2.

Não ha plano , porque se existisse recebiamos jovens Africanos/Africanas para potenciar e escolhidos com criterio..
Como fizemos com o Mor Diop mas com mais criterio ou com melhor oferta de formaçao para nao floparem.

Estava a procura do "nosso" Mor Diop e encontrei outro do Senegal ...

Arizona State's Mor Massamba Diop has been a huge stock riser after leaving Gran Canaria in Spain to pursue college this season.

The 7-1 freshman big from Senegal is averaging 13.9 PPG, 6.1 RPG, 1.1 APG, 2.2 BPG on 57/40/72 splits

Extremely fluid, lengthy and versatile on both ends, can do some awesome things defensively. Can gurd in space, in the perimeter or just being a force as a shot blocker.

Has gotten leagues better offensively since his youth days at Real Marid, now even showing glimpses of on-ball scoring, spacing the floor and being an effective roll man.

Has been an awesome watch, clear cut NBA prospect.

Nascimento
1 de janeiro de 2005 (idade 21 anos), Rufisque, Senegal
Altura
2,1 m
Equipe atual
Basquete masculino Gonzaga Bulldogs (Pivô)
Peso
104 kg
Respeito a tua análise, mas identifico problemas diferentes.

Para mim, a ida de jogadores portugueses para os Estados Unidos será a primeira vaga com alguma expressão. Vamos ver como esses jogadores regressam, porque poucos vão chegar à NBA, ou até nenhum.

O problema principal, na minha opinião, é outro: Portugal forma demasiados bases. Em parte, isso acontece porque, devido às características físicas do jogador português, essa acaba por ser a posição mais comum.

O verdadeiro problema é que Portugal forma muito poucos extremos e postes de qualidade. É aí que existe o verdadeiro défice da nossa formação.

mas tu acreditas ou alguem acredita que vao para os EUA jogar na NBA ou G League? O Neemias ja tinha o potencial e fundamentais interessantes , a Ticha era outra exceção mas ambos fruto de muito trabalho e sacrificio pessoal tal como tiveram bons tecnicos.
a maior parte vai para fora para ter uma nova experiencia , ter estudos pagos e fazer CV depois voltam a realidade , muitos nao tem aquele potencial  e ou boas bases para aquele nivel nem espirito de sacrificio pessoal

Se Portugal forma se tantos bases e de qualidade , teriamos bases de grande qualidade a dar com um pau , nem que fosse pelo numero/tentativa erro , o que nao é o caso. Talvez o feminino seja um pouco a excepção aqui.
É que não compreendeste mesmo nada do que eu escrevi e acabaste por transformar tudo à tua maneira.

Na primeira parte, eu apenas disse que esta é a primeira geração de jogadores portugueses a ir para os Estados Unidos em maior número e que será interessante ver como regressam a Portugal, em que estado de evolução e de performance. Foi só isso. Nunca falei do Neemias Queta nem de outros casos. Na minha opinião, talvez apenas o Rúben Prey tenha potencial para, com muita sorte, aproximar-se da NBA.

Na segunda parte, também transformaste aquilo que eu disse. Eu nunca afirmei que Portugal forma bons ou maus bases. O que disse foi que, pelas características do jogador português, a maioria adapta-se naturalmente à posição de base. Basta olhar para a Proliga e para os escalões de formação: há muitos bases e muito poucos extremos e postes. Foi apenas essa a ideia que quis transmitir.

Ecletico

Citação de: Marin em Hoje às 14:42
Citação de: Ecletico em Hoje às 14:25
Citação de: Marin em Hoje às 13:39
Citação de: Ecletico em Hoje às 09:25
Citação de: Marin em Hoje às 05:15Ganhar porque se gasta mais do que os outros não tem nada de especial. O Benfica devia apostar em jovens portugueses, desenvolver talento e, ao mesmo tempo, continuar a ganhar campeonatos e competir bem na Liga dos Campeões. Isso, sim, seria um projeto à Benfica.

e transversal a todas as modalidades , contudo tem dois riscos, comprovados.

1- No Basket por exemplo é normal irem para fora ainda novos e ja nao voltam ou nao voltam tao cedo... portanto tiveste anos a investir para nada

2- Abandono da modalidade , tal como em varias modalidades em Portugal , existe a pressão social para se ser Doutor , a coisa é levada como algo acessoria , vai se + - competindo , vai se + - aos treinos ate se deixar de ir..
Portanto resulta em Zero retorno.

Para conseguirmos talento e uns quantos que queiram e cheguem a bom nivel é preciso ter uma grande quantidade de jovens na formaçao.
E mesmo assim ha sempre o ponto 1 e 2.

Não ha plano , porque se existisse recebiamos jovens Africanos/Africanas para potenciar e escolhidos com criterio..
Como fizemos com o Mor Diop mas com mais criterio ou com melhor oferta de formaçao para nao floparem.

Estava a procura do "nosso" Mor Diop e encontrei outro do Senegal ...

Arizona State's Mor Massamba Diop has been a huge stock riser after leaving Gran Canaria in Spain to pursue college this season.

The 7-1 freshman big from Senegal is averaging 13.9 PPG, 6.1 RPG, 1.1 APG, 2.2 BPG on 57/40/72 splits

Extremely fluid, lengthy and versatile on both ends, can do some awesome things defensively. Can gurd in space, in the perimeter or just being a force as a shot blocker.

Has gotten leagues better offensively since his youth days at Real Marid, now even showing glimpses of on-ball scoring, spacing the floor and being an effective roll man.

Has been an awesome watch, clear cut NBA prospect.

Nascimento
1 de janeiro de 2005 (idade 21 anos), Rufisque, Senegal
Altura
2,1 m
Equipe atual
Basquete masculino Gonzaga Bulldogs (Pivô)
Peso
104 kg
Respeito a tua análise, mas identifico problemas diferentes.

Para mim, a ida de jogadores portugueses para os Estados Unidos será a primeira vaga com alguma expressão. Vamos ver como esses jogadores regressam, porque poucos vão chegar à NBA, ou até nenhum.

O problema principal, na minha opinião, é outro: Portugal forma demasiados bases. Em parte, isso acontece porque, devido às características físicas do jogador português, essa acaba por ser a posição mais comum.

O verdadeiro problema é que Portugal forma muito poucos extremos e postes de qualidade. É aí que existe o verdadeiro défice da nossa formação.

mas tu acreditas ou alguem acredita que vao para os EUA jogar na NBA ou G League? O Neemias ja tinha o potencial e fundamentais interessantes , a Ticha era outra exceção mas ambos fruto de muito trabalho e sacrificio pessoal tal como tiveram bons tecnicos.
a maior parte vai para fora para ter uma nova experiencia , ter estudos pagos e fazer CV depois voltam a realidade , muitos nao tem aquele potencial  e ou boas bases para aquele nivel nem espirito de sacrificio pessoal

Se Portugal forma se tantos bases e de qualidade , teriamos bases de grande qualidade a dar com um pau , nem que fosse pelo numero/tentativa erro , o que nao é o caso. Talvez o feminino seja um pouco a excepção aqui.
É que não compreendeste mesmo nada do que eu escrevi e acabaste por transformar tudo à tua maneira.

Na primeira parte, eu apenas disse que esta é a primeira geração de jogadores portugueses a ir para os Estados Unidos em maior número e que será interessante ver como regressam a Portugal, em que estado de evolução e de performance. Foi só isso. Nunca falei do Neemias Queta nem de outros casos. Na minha opinião, talvez apenas o Rúben Prey tenha potencial para, com muita sorte, aproximar-se da NBA.

Na segunda parte, também transformaste aquilo que eu disse. Eu nunca afirmei que Portugal forma bons ou maus bases. O que disse foi que, pelas características do jogador português, a maioria adapta-se naturalmente à posição de base. Basta olhar para a Proliga e para os escalões de formação: há muitos bases e muito poucos extremos e postes. Foi apenas essa a ideia que quis transmitir.

sim sim tens razao em relaçao aos bases , e os extremos com menos de 2m que vao para poste por exemplo., adaptaçoes a realidade portuguesa.

olha que tem ido varios jovens masculino para o Eua ao longo dos ultimos anos e nao vem nada de especial.

dfonseca

É fácil fazer um paralelismo ao andebol, onde o Porto identificou cedo uma lacuna de jogadores nacionais para a posição de pivot.

De Cuba e com características físicas que não tínhamos localmente vieram Daymaro, Alexis e Iturriza, que naturalmente foram aproveitados para a seleção nacional.

A própria FPB devia ter noção desta lacuna e incentivar a este tipo de aposta para perfis que não abundam (quase nem existem). O único extremo de qualidade que joga na seleção é... o Travante.

Estaríamos a falar de fortalecimento dos clubes portugueses, aumento da competitividade nos escalões de formação e consequentemente melhores colheitas para a seleção A. Isto num momento único em que temos uma referência na NBA e há oportunidade de nos tornarmos minimamente relevantes.

Mercurio_10

Citação de: dfonseca em Hoje às 15:48É fácil fazer um paralelismo ao andebol, onde o Porto identificou cedo uma lacuna de jogadores nacionais para a posição de pivot.

De Cuba e com características físicas que não tínhamos localmente vieram Daymaro, Alexis e Iturriza, que naturalmente foram aproveitados para a seleção nacional.

A própria FPB devia ter noção desta lacuna e incentivar a este tipo de aposta para perfis que não abundam (quase nem existem). O único extremo de qualidade que joga na seleção é... o Travante.

Estaríamos a falar de fortalecimento dos clubes portugueses, aumento da competitividade nos escalões de formação e consequentemente melhores colheitas para a seleção A. Isto num momento único em que temos uma referência na NBA e há oportunidade de nos tornarmos minimamente relevantes.

No basket só se pode ter um naturalizado numa selecção.

dfonseca

#158
Citação de: Mercurio_10 em Hoje às 15:52
Citação de: dfonseca em Hoje às 15:48É fácil fazer um paralelismo ao andebol, onde o Porto identificou cedo uma lacuna de jogadores nacionais para a posição de pivot.

De Cuba e com características físicas que não tínhamos localmente vieram Daymaro, Alexis e Iturriza, que naturalmente foram aproveitados para a seleção nacional.

A própria FPB devia ter noção desta lacuna e incentivar a este tipo de aposta para perfis que não abundam (quase nem existem). O único extremo de qualidade que joga na seleção é... o Travante.

Estaríamos a falar de fortalecimento dos clubes portugueses, aumento da competitividade nos escalões de formação e consequentemente melhores colheitas para a seleção A. Isto num momento único em que temos uma referência na NBA e há oportunidade de nos tornarmos minimamente relevantes.

No basket só se pode ter um naturalizado numa selecção.

Jogadores que venham com 15 anos podem obter nacionalidade portuguesa e estatuto de formado localmente para contar como português.

Ecletico

#159
Citação de: dfonseca em Hoje às 15:48É fácil fazer um paralelismo ao andebol, onde o Porto identificou cedo uma lacuna de jogadores nacionais para a posição de pivot.

De Cuba e com características físicas que não tínhamos localmente vieram Daymaro, Alexis e Iturriza, que naturalmente foram aproveitados para a seleção nacional.

A própria FPB devia ter noção desta lacuna e incentivar a este tipo de aposta para perfis que não abundam (quase nem existem). O único extremo de qualidade que joga na seleção é... o Travante.

Estaríamos a falar de fortalecimento dos clubes portugueses, aumento da competitividade nos escalões de formação e consequentemente melhores colheitas para a seleção A. Isto num momento único em que temos uma referência na NBA e há oportunidade de nos tornarmos minimamente relevantes.

ja responderam , mas tu nao viste quem ganhou as eleiçoes? sinceramente tambem nao queria uma seleçao quase so com Benfiquistas fruto do nosso trabalho , so porque a federaçao é preguiçosa e conformada alapados ao poder, depois ter resultados a nossa custa...

A mim custa me ver o aproveitamente do Neemias por exemplo, tudo foi fruto do seu trabalho e sacrificio pessoal fora de Portugal, depois é usado como se a nossa formaçao (Benfica) , a de Portugal etc fosse uma grande coisa....

dfonseca

Citação de: Ecletico em Hoje às 15:57
Citação de: dfonseca em Hoje às 15:48É fácil fazer um paralelismo ao andebol, onde o Porto identificou cedo uma lacuna de jogadores nacionais para a posição de pivot.

De Cuba e com características físicas que não tínhamos localmente vieram Daymaro, Alexis e Iturriza, que naturalmente foram aproveitados para a seleção nacional.

A própria FPB devia ter noção desta lacuna e incentivar a este tipo de aposta para perfis que não abundam (quase nem existem). O único extremo de qualidade que joga na seleção é... o Travante.

Estaríamos a falar de fortalecimento dos clubes portugueses, aumento da competitividade nos escalões de formação e consequentemente melhores colheitas para a seleção A. Isto num momento único em que temos uma referência na NBA e há oportunidade de nos tornarmos minimamente relevantes.

ja responderam , mas tu nao viste quem ganhou as eleiçoes? sinceramente tambem nao queria uma seleçao quase so com Benfiquistas fruto do nosso trabalho , so porque a federaçao é preguiçosa e conformada alapados ao poder, depois ter resultados a nossa custa...

A me custa o aproveitamente do Neemias por exemplo, tudo foi fruto do seu trabalho e sacrificio pessoal fora de Portugal, depois é usado como se a nossa formaçao (Benfica) , a de Portugal etc fosse uma grande coisa....

100% de acordo.

Basta ver que uma das razões que levou o Carlos Barroca a perder as eleições foi não ter problema nenhum em afirmar que o sucesso do Neemias se deveu exclusivamente ao seu próprio esforço e trabalho. Porque se dependesse dos conselhos dos dirigentes da FPB, estava neste momento a jogar na LEB Oro.

E isso deve ter metido o dedo na ferida aos incompetentes que gerem a modalidade há anos.

Ecletico

Citação de: dfonseca em Hoje às 16:03
Citação de: Ecletico em Hoje às 15:57
Citação de: dfonseca em Hoje às 15:48É fácil fazer um paralelismo ao andebol, onde o Porto identificou cedo uma lacuna de jogadores nacionais para a posição de pivot.

De Cuba e com características físicas que não tínhamos localmente vieram Daymaro, Alexis e Iturriza, que naturalmente foram aproveitados para a seleção nacional.

A própria FPB devia ter noção desta lacuna e incentivar a este tipo de aposta para perfis que não abundam (quase nem existem). O único extremo de qualidade que joga na seleção é... o Travante.

Estaríamos a falar de fortalecimento dos clubes portugueses, aumento da competitividade nos escalões de formação e consequentemente melhores colheitas para a seleção A. Isto num momento único em que temos uma referência na NBA e há oportunidade de nos tornarmos minimamente relevantes.

ja responderam , mas tu nao viste quem ganhou as eleiçoes? sinceramente tambem nao queria uma seleçao quase so com Benfiquistas fruto do nosso trabalho , so porque a federaçao é preguiçosa e conformada alapados ao poder, depois ter resultados a nossa custa...

A me custa o aproveitamente do Neemias por exemplo, tudo foi fruto do seu trabalho e sacrificio pessoal fora de Portugal, depois é usado como se a nossa formaçao (Benfica) , a de Portugal etc fosse uma grande coisa....

100% de acordo.

Basta ver que uma das razões que levou o Carlos Barroca a perder as eleições foi não ter problema nenhum em afirmar que o sucesso do Neemias se deveu exclusivamente ao seu próprio esforço e trabalho. Porque se dependesse dos conselhos dos dirigentes da FPB, estava neste momento a jogar na LEB Oro.

E isso deve ter metido o dedo na ferida aos incompetentes que gerem a modalidade há anos.

e que os fins de semana poderiam ser para trabalhar lol cavou a sua propria sepultura

Marin

Citação de: dfonseca em Hoje às 15:48É fácil fazer um paralelismo ao andebol, onde o Porto identificou cedo uma lacuna de jogadores nacionais para a posição de pivot.

De Cuba e com características físicas que não tínhamos localmente vieram Daymaro, Alexis e Iturriza, que naturalmente foram aproveitados para a seleção nacional.

A própria FPB devia ter noção desta lacuna e incentivar a este tipo de aposta para perfis que não abundam (quase nem existem). O único extremo de qualidade que joga na seleção é... o Travante.

Estaríamos a falar de fortalecimento dos clubes portugueses, aumento da competitividade nos escalões de formação e consequentemente melhores colheitas para a seleção A. Isto num momento único em que temos uma referência na NBA e há oportunidade de nos tornarmos minimamente relevantes.
top👌

xtream

Citação de: Ecletico em Hoje às 15:03
Citação de: Marin em Hoje às 14:42
Citação de: Ecletico em Hoje às 14:25
Citação de: Marin em Hoje às 13:39
Citação de: Ecletico em Hoje às 09:25
Citação de: Marin em Hoje às 05:15Ganhar porque se gasta mais do que os outros não tem nada de especial. O Benfica devia apostar em jovens portugueses, desenvolver talento e, ao mesmo tempo, continuar a ganhar campeonatos e competir bem na Liga dos Campeões. Isso, sim, seria um projeto à Benfica.

e transversal a todas as modalidades , contudo tem dois riscos, comprovados.

1- No Basket por exemplo é normal irem para fora ainda novos e ja nao voltam ou nao voltam tao cedo... portanto tiveste anos a investir para nada

2- Abandono da modalidade , tal como em varias modalidades em Portugal , existe a pressão social para se ser Doutor , a coisa é levada como algo acessoria , vai se + - competindo , vai se + - aos treinos ate se deixar de ir..
Portanto resulta em Zero retorno.

Para conseguirmos talento e uns quantos que queiram e cheguem a bom nivel é preciso ter uma grande quantidade de jovens na formaçao.
E mesmo assim ha sempre o ponto 1 e 2.

Não ha plano , porque se existisse recebiamos jovens Africanos/Africanas para potenciar e escolhidos com criterio..
Como fizemos com o Mor Diop mas com mais criterio ou com melhor oferta de formaçao para nao floparem.

Estava a procura do "nosso" Mor Diop e encontrei outro do Senegal ...

Arizona State's Mor Massamba Diop has been a huge stock riser after leaving Gran Canaria in Spain to pursue college this season.

The 7-1 freshman big from Senegal is averaging 13.9 PPG, 6.1 RPG, 1.1 APG, 2.2 BPG on 57/40/72 splits

Extremely fluid, lengthy and versatile on both ends, can do some awesome things defensively. Can gurd in space, in the perimeter or just being a force as a shot blocker.

Has gotten leagues better offensively since his youth days at Real Marid, now even showing glimpses of on-ball scoring, spacing the floor and being an effective roll man.

Has been an awesome watch, clear cut NBA prospect.

Nascimento
1 de janeiro de 2005 (idade 21 anos), Rufisque, Senegal
Altura
2,1 m
Equipe atual
Basquete masculino Gonzaga Bulldogs (Pivô)
Peso
104 kg
Respeito a tua análise, mas identifico problemas diferentes.

Para mim, a ida de jogadores portugueses para os Estados Unidos será a primeira vaga com alguma expressão. Vamos ver como esses jogadores regressam, porque poucos vão chegar à NBA, ou até nenhum.

O problema principal, na minha opinião, é outro: Portugal forma demasiados bases. Em parte, isso acontece porque, devido às características físicas do jogador português, essa acaba por ser a posição mais comum.

O verdadeiro problema é que Portugal forma muito poucos extremos e postes de qualidade. É aí que existe o verdadeiro défice da nossa formação.

mas tu acreditas ou alguem acredita que vao para os EUA jogar na NBA ou G League? O Neemias ja tinha o potencial e fundamentais interessantes , a Ticha era outra exceção mas ambos fruto de muito trabalho e sacrificio pessoal tal como tiveram bons tecnicos.
a maior parte vai para fora para ter uma nova experiencia , ter estudos pagos e fazer CV depois voltam a realidade , muitos nao tem aquele potencial  e ou boas bases para aquele nivel nem espirito de sacrificio pessoal

Se Portugal forma se tantos bases e de qualidade , teriamos bases de grande qualidade a dar com um pau , nem que fosse pelo numero/tentativa erro , o que nao é o caso. Talvez o feminino seja um pouco a excepção aqui.
É que não compreendeste mesmo nada do que eu escrevi e acabaste por transformar tudo à tua maneira.

Na primeira parte, eu apenas disse que esta é a primeira geração de jogadores portugueses a ir para os Estados Unidos em maior número e que será interessante ver como regressam a Portugal, em que estado de evolução e de performance. Foi só isso. Nunca falei do Neemias Queta nem de outros casos. Na minha opinião, talvez apenas o Rúben Prey tenha potencial para, com muita sorte, aproximar-se da NBA.

Na segunda parte, também transformaste aquilo que eu disse. Eu nunca afirmei que Portugal forma bons ou maus bases. O que disse foi que, pelas características do jogador português, a maioria adapta-se naturalmente à posição de base. Basta olhar para a Proliga e para os escalões de formação: há muitos bases e muito poucos extremos e postes. Foi apenas essa a ideia que quis transmitir.

sim sim tens razao em relaçao aos bases , e os extremos com menos de 2m que vao para poste por exemplo., adaptaçoes a realidade portuguesa.

olha que tem ido varios jovens masculino para o Eua ao longo dos ultimos anos e nao vem nada de especial.
a maioria deles foram para universidades da 2 divisão, nos EUA existem centenas de universidades e muitas delas não são nada de especial, por isso, olhar para o número de jogadores lá não quer dizer nada.
até tínhamos 1 em duke q só estava lá para ajudar aos treinos pois nunca jogava, era muito alto mas nem sei se ainda continua a jogar

eduq

primeiro, ter treinador
depois, ter jogadores
não demorem é muito...