Apitos Dourado e Final

VitorPaneira7

Citação de: Bleach em 06 de Setembro de 2006, 10:33
-A mafia é inteligente...
-A mafia nunca rouba a descarada...é em pequenas faltas , empurrar a equipa pa frente...
em caso de duvida os arbitros beneficiam sempre o clube mafioso..
-Ao contrário do que se pensa , a mafia rouba mais nos jogos com menos visiblidade (como no porko- estrela , ou beira mar - porko...) pois os campeonatos ganham se nos jogos contra os pequenos...


Diz isso à juiza que disse que não era nestes jogos que o Porto iria influenciar os arbitros, fdx é por gente como esta que a justiça não anda pra frente e assim por adiante o país inteiro.
O raio da juiza também deve ter pensado que o Pinto da Costa ofereceu mesmo rebuçados e fruta ao àrbitro (é codigo crl mete nessa merda que tens em cima do pescoço que é código acha mesmo que eles vão dizer à descarada que vão oferecer putas e dinheiro ao arbitro fdx que merda de sistema judicial).Infelizmente o polvo abrange tudo desde o futebol até ao governo todos comem do mesmo tacho e fazem tudo para o povo não ser feliz.

Filho dOlhão

Se justiça Portugues tivesse coragem de prender o Major, tenho a certeza que ele xibava tudo, para não levar com as culpas todas.

Jorge.P_

para mim um começo era kunado o porto foxe beneficiado os jornais, a televisao, os comentadores falassem... e depois como no ano passado o paulo jorge dividio um lance com o nelson na area era um penalti escandaloso(pra mim nem duvidoso e...) e n sei se se lembram n 1ª jornada em coimbra a melhor opurtunidade do benfica foi do karyaka depois do nuno gomes em fora de jogo ter deixado passar a bola e desistido do lance... OUVE KEM DISSE K SE FOXE GOLO ERA IRREGULAR!!!!!

odistraido

abro este topico em especial para que todos que tenham textos transcritos das conversas telefonicas, vao colocando aqui, para vermos a corrupção nua e crua e nao deixarmos esta situação cair no esquecimento.


Apito Dourado: Árbitros comentavam ofertas do Gondomar. Valentim acusado de ameaçar «limpar do futebol» um membro do Conselho de Arbitragem

O documento elenca os vários contactos telefónicos entre o antigo presidente do GSC e o ex-presidente do Conselho de Arbitragem, sempre com o conhecimento e algumas vezes mesmo com a intervenção de Valentim Loureiro. Igualmente descritas ao pormenor são as conversas telefónicas, os almoços e jantares com os árbitros, bem como as ofertas em ouro que, segundo as intercepções telefónicas descritas na acusação, chegavam, por vezes, a contemplar também as namoradas e mulheres dos árbitros.

No final de um jogo, em Janeiro de 2004, o arguido Pedro Sanhudo, árbitro da Associação de Futebol do Porto, conversava ao telefone com um colega a quem confidenciava, entre risos, ter recebido do GSC «umas correntes que aquela m.... pesa para aí dez quilos», ao que lhe respondia, no mesmo tom bem disposto, o colega: «daqui a pouco... ides abrir uma ourivesaria».

Todas as peças em ouro eram adquiridas numa ourivesaria local para serem oferecidas a equipas de arbitragem. De cada vez eram adquiridos três fios com cruz ou três pulseiras no valor total não superior a 700 euros.

Numa das intercepções telefónicas mais embaraçosas para Valentim Loureiro, registada em Dezembro de 2003, o autarca de Gondomar liga ao assessor do Conselho de Arbitragem, António Garrido, observador no jogo SC Dragões Sandinenses/ Gondomar Sport Clube, a pedido de José Luís Oliveira. E com o intuito de evitar que este influencie o relatório do jogo ter-lhe-á dito: «Oh Garrido, dou-lhe um conselho: não se meta nisto», «senão tomo medidas e limpo-o do futebol». «Você deve evitar ..é meter-se em áreas para f.... alguma instituição a que eu esteja minimamente ligado».

Noutros passos da acusação são descritas movimentações do dirigente do GSC com membros do CA a fim de evitar que os observadores de árbitros assistam aos jogos. Tudo para permitir que os árbitros amigos trabalhem mais à vontade.

CORRUPÇÃO? NÃOOOOOO... ISSO SAO COISAS INVENTADAS DE QUEM NAO GANHA CAMPEONATOS...

odistraido

Entre os jogos analisados está o Benfica-Nacional que os madeirenses ganharam por 2-3, relatando o Diário de Notícias que foi interceptada uma conversa telefónica entre o empresário António Araújo e o presidente dos insulares, Rui Alves, sobre a actuação do árbitro Augusto Duarte. O líder do Nacional terá informado António Araújo da nomeação do juíz de Braga para o encontro, solicitando alegadamente ao empresário para falar com Augusto Duarte. O MP relata, segundo apurou o Diário de Notícias, que António Araújo manteria Pinto da Costa e outros dirigentes do Porto informados do desenrolar destas conversas.

O mesmo jornal constata que este processo está remetido à Comarca do Funchal, salientando que não conseguiu detectar se o processo seguiu para a acusação ou se foi arquivado. O diário releva também que o procurador do MP, Carlos Teixeira, escreve que «o FC Porto tinha interesse no resultado desse jogo, já que nesta altura do campeonato, o Benfica ocupava o terceiro lugar e ainda não estava arredado da luta pelo título», afiança-se no artigo do jornal.

Outro jogo investigado é o Benfica-Boavista de Janeiro de 2004 sobre o qual o MP constata que Valentim Loureiro, o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, ligou a Júlio Mouco, elemento da Comissão de Arbitragem, sugerindo-lhe o nome de Elmano Santos para o encontro. Neste âmbito o presidente do Boavista, João Loureiro, terá contactado o funcionário da LPFP Carlos Pinto pedindo-lhe para dar um «toque» ao juíz em apreço.
De salientar que o Boavista perdeu o jogo com o Benfica por 2-3 e Valentim Loureiro terá telefonado a Elmano Santos «bastante irado», conforme conclusão do MP e segundo a transcrição do Diário de Notícias.

SLBBB

A investigação no âmbito do processo Apito Dourado detectou que vários árbitros foram abordados para prejudicar o Benfica na época 2003/04, revela hoje o Diário de Notícias.

"A investigação do processo Apito Dourado detectou, pelo menos três jogos, durante a época 2003/04, em que houve manobras de bastidores para prejudicar o Benfica", escreve hoje o jornal.

De acordo com o DN, numa das partidas, entre os encarnados e o Nacional (que o Benfica perdeu por 2-3), foi interceptada uma conversa telefónica entre o empresário António Araújo e o presidente do clube madeirense, Rui Alves, sobre a actuação do árbitro Augusto Duarte.

"Manda quem pode, obedece quem tem juízo", terá dito o empresário, citado pelo jornal.

Os indícios recolhidos pelo Ministério Público (MP) neste caso passam, sobretudo, por escutas telefónicas e foram remetidos à comarca do Funchal.

O DN escreve que não conseguiu apurar se o processo seguiu para a acusação ou se foi arquivado.

Segundo o MP, uns dias antes do jogo Nacional- Benfica o presidente do clube madeirense informou o empresário António Araújo da nomeação de Augusto Duarte, indica o jornal. "Rui Alves terá pedido a Araújo para este abordar o árbitro", ao que o empresário afirmou: "Pronto, eu toco a andar mesmo", disse, chegando mesmo a contactar Augusto Duarte.

Segundo o diário, "ao mesmo tempo, o empresário ligado ao futebol e com negócios com o FC Porto ia dando conta das diligências a Pinto da Costa e a outros dirigentes do FC Porto".

"Nota o procurador Carlos Teixeira que o FC Porto tinha interesse no resultado desse jogo, já que nesta altura do campeonato, o Benfica ocupava o terceiro lugar e ainda não estava arredado da luta pelo título", indica o DN.

Também há nos autos uma conversa telefónica entre António Araújo e Luís Gonçalves, da Sociedade Anónima do FC Porto (SAD), em que o primeiro refere ter estado a "tratar com o presidente aquela situação do Nacional", afirma o jornal.

De acordo com o DN, o outro desafio que consta do processo é o Benfica-Boavista, de 18 de Janeiro de 2004.

"Segundo o MP, Valentim Loureiro, presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, ligou a Júlio Mouco, elemento da comissão de arbitragem, sugerindo o nome do árbitro Elmano Santos para o jogo em questão, acrescentando que não queria que fossem nomeados árbitros assistentes da Madeira e de Lisboa", afirma o diário.

Nesse contexto, João Loureiro, presidente do Boavista, contactou Carlos Pinto, funcionário da Liga, para este dar um "toque" ao árbitro. "O homem tem de ser chamado à atenção", terá dito João Loureiro.

O Boavista acabaria por perder o jogo (2-3) e Valentim Loureiro terá telefonado a Elmano Santos "bastante irado", segundo o MP.


odistraido

A Polícia Judiciária (PJ) suspeita que Pinto da Costa tenha estado envolvido no aliciamento do árbitro Augusto Duarte para influenciar o resultado de jogo Nacional-Benfica, na época passada, avançou o Correio da Manhã.

Segundo o jornal diário, os investigadores do caso «Apito Dourado» interceptaram uma conversa telefónica entre o presidente do FC Porto e um alto dirigente do clube madeirense, no dia anterior ao jogo, na qual se detectaram indicativos de corrupção.

O Correio da Manhã acrescenta ainda que o telefone sob escuta era o de Pinto da Costa e na conversa registada é referido um «A.D.», que estaria à espera de «um rebuçadinho». A resposta tranquilizadora do interlocutor terá sido «pois está-lhe garantido».

Os investigadores da PJ acreditam que o «rebuçadinho» seja uma alusão a uma prostituta e que o «A.D.» seja o árbitro Augusto Duarte, adianta a mesma publicação. De recordar que nesse desafio, o Nacional venceu por 3-2 ao Benfica.


Segundo o jornal diário, Pinto da Costa foi confrontado com o conteúdo desta conversa que foi apanhada nas escutas telefónicas, durante o seu interrogatório, em Gondomar. A posição do dirigente desportivo é a de que a interpretação da conversa estaria completamente adulterada e as iniciais «A.D» se referiam a outra pessoa que não o árbitro em questão.  :2funny:

Também o jornal 24 Horas tem como manchete da edição de hoje as escutas telefónicas do telefone do dirigente desportivo. Mas esta publicação destaca uma alegada conversa telefónica entre Pinto da Costa e o empresário António Araújo, que envolve o presidente do FC Porto no escândalo das prostitutas no caso «Apito Dourado».

Segundo o jornal diário, no telefonema do empresário, este terá pedido autorização para contratar «meninas» para passarem a noite de 24 de Janeiro do ano passado com a equipa de arbitragem do jogo FC Porto ¿ Estrela da Amadora, liderada por Jacinto Paixão.


O 24 Horas diz ainda que nesse alegado telefonema entre empresário e dirigente desportivo, foi utilizada linguagem em código para combinar a contratação de prostitutas, como «pedir fruta para a noite». O empresário alegadamente informou o presidente do FC Porto que tinham ligado a «pedir fruta para a noite»
, acrescentando que «era para dormir» e que se destinava «ao JP», insistindo ainda na palavra rebuçado, ao que Pinto da Costa terá dito: «Responda que sim senhor!».

Outras palavras de código, como «café com leite, com muito leite ou mais café» foram alegadamente utilizadas nestas conversam entre António Araújo e Pinto da Costa, que ficaram registadas nas escutas telefónicas feitas pela PJ.

:2funny: rir para nao chorar!

marlboro

Palavras para quê? Só não vê e percebe quem não quer ver e perceber!

marlboro

Lamento é em portugal não ser como em itália.

odistraido

Segundo o JN soube, dois dos jogos em causa, ambos da época passada, têm um denominador comum o árbitro Jacinto Paixão, de Évora, que apitou os jogos FC Porto-Estrela da Amadora e o Boavista-Estrela da Amadora. As escutas telefónicas, a que se juntaram as vigilâncias e as perícias feitas pelos "especialistas"(os ex-árbitros Vítor Pereira, Jorge Coroado e Adelino Antunes) a quem a PJ recorreu, foram consideradas muito comprometedoras pela magistrada, que entendeu serem fortes os indícios de corrupção. Os arguidos tiveram obviamente um entendimento diferente - reconheceram as conversas, porém negaram a prática de crimes - mas só agora, quando o processo for aberto, poderão ter acesso ao teor da totalidade das escutas, para poderem explicar o contexto em que determinadas frases terão sido ditas.

PROSTITUTAS. O jogo do F. C. Porto estava marcado para as 19 horas. Ao meio dia, a PJ gravou uma conversa entre Jacinto Paixão e António Araújo, empresário de futebol próximo do F. C. Porto. O primeiro pedia que nessa noite lhe fosse assegurado o serviço de "prostitutas". Dois minutos depois, constata a juíza, Araújo falou telefonicamente com Pinto da Costa e deu-lhe conta do pedido. "Ligaram-me a pedir fruta para logo à noite. Posso levar a fruta à vontade?".

Segundo o registo considerado, Pinto da Costa terá respondido que sim, depois de algumas dificuldades de entendimento sobre o significado da palavra fruta. O que obrigou Araújo a explicar que se tratava de uma fruta que "servia para dormir".

As escutas seguintes voltam a envolver Pinto da Costa e Araújo. E ainda segundo a juíza indicaram que foi o F. C. Porto a pagar o serviço de prostitutas. A conversa volta, no entanto, a não ser clara "Só estou a dar conhecimento ao presidente.... é que eu estou sempre a dispor", disse Araújo.
As autoridades possuem também uma relação completa das chamadas feitas entre o árbitro e o empresário e este e o presidente do FC Porto. Que foram várias e às vezes com apenas minutos de diferença. As prostitutas confirmaram ter estado nessa noite com o árbitro e os respectivos auxiliares, tendo reconhecido António Araújo, Jacinto Paixão e Manuel Quadrado através de fotografias que lhes foram apresentadas em tribunal. Todas já foram ouvidas para "memória futura" e os seus depoimentos têm valor em tribunal.

COMBINADO. O segundo jogo envolvendo Jacinto Paixão foi no estádio do Bessa, também no Porto. As escutas feitas pela PJ dão conta de que João Loureiro, presidente do clube, terá combinado com Júlio Mouco - o vogal da Comissão de Arbitragem da Liga que esta semana pediu a suspensão do mandato - quem eram os auxiliares. Acredita ainda a juíza, com base nas provas reunidas pela PJ, que João Loureiro combinou depois com o observador Pinto Correia que seria aquele que deveria pressionar o árbitro para que o Boavista fosse beneficiado.

O resultado não foi o melhor. O Boavista perdeu esse jogo, o que no entanto não terá feito a juíza deixar de acreditar nos indícios de corrupção. Isto porque, no dia a seguir ao jogo, foi registada uma conversa telefónica envolvendo Valentim Loureiro e Jacinto Paixão, na qual o árbitro terá explicado que "não podia fazer mais". Valentim Loureiro reconheceu-o "Foi um azar. Os gajos cada vez que foram lá acima deram um goleco". Mas o mais grave parece ser a promessa feita, em seguida, por Valentim, em que deixa entender que o árbitro foi bem classificado e terá boa nota no final da época. Jacinto Paixão negou em tribunal qualquer tentativa de corrupção.

Embora reconhecesse ter uma boa relação com Valentim Loureiro, garantiu que, inclusivamente, desceu de categoria nesse ano . Além disso, o árbitro assumiu ter estado com as prostitutas, desconhecendo quem pagou e negando qualquer favorecimento ao FC Porto.

e ainda reconhece!  :2funny:

slbfuckfcp

só não entendo como os juizes ........julgam.............não haver indicios.......


é por essas e por outras que gostaa de ter o meu nome em primeiro lugar nas listas do fisco ...........era sinal que as minhas férias tinhasm sido nas Maldivas na companhia de juizes, deputados e outros comedores........


odistraido

Pinto de Sousa é acusado de 26 crimes dolosos de corrupção passiva para acto ilícito, enquanto Valentim Loureiro, presidente da Câmara de Gondomar e da Liga de Clubes, é acusado de 26 crimes de corrupção activa, sob a forma de cump licidade, e dois crimes dolosos de corrupção passiva para acto ilícito.

A lista de 27 acusados inclui José Luís Oliveira que, segundo a acusaçã o, secundava Valentim Loureiro na pretensão de levar o Gondomar Sport Club, da I I Divisão-B, à Liga de Honra.

Porém, José Luís Oliveira "entendia que a equipa do Gondomar era prejud icada nas arbitragens, o que complicava a subida, pelo que transmitiu o facto ao arguido Valentim Loureiro".

O major respondeu "que ia falar com o arguido José Pinto de Sousa para lhe nomear árbitros de confiança" e "incentivava" o próprio José Luís Oliveira " a que ele também falasse".

Em data indeterminada, "mas anterior a Abril de 2001", Pinto de Sousa " começou a nomear árbitros para os jogos disputados pelo Gondomar, a pedido de Jo sé Luís Oliveira".

Pinto de Sousa - diz a acusação - "atendia a todos esses pedidos apenas porque sabia que José Luís Oliveira era vice-presidente da Câmara de Gondomar, de que era presidente Valentim Loureiro".

A acusação sustenta que Pinto de Sousa "queria agradar" a Valentim Lour eiro, enquanto presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, para poder contar como contrapartida com os votos que este representava "para a manutenção da sua posição como presidente do Conselho de Arbitragem".

Entre outras vantagens, alegadas pelo Ministério Público, Pinto de Sous a ganharia "acesso aos círculos do poder e aos benefícios que desse acesso lhe a dvinham (...) o que era perfeitamente perceptível, quer por Valentim Loureiro, q uer por José Luís Oliveira". A acusação entra em detalhes sobre um jogo realizado a 31 de Agosto de 2003, que o Gondomar venceu em Vizela por 0-3, numa partida dirigida por Licínio Santos, co-arguido no processo (dois crimes).

O arguido Castro Neves, actual autarca de Gondomar e na altura director do Departamento de Futebol do Gondomar Sport Clube (19 crimes) - refere a acusa ção - "tinha na sua posse objectos em ouro para oferecer ao árbitro", indicado p or Pinto de Sousa e "pedido" por José Luís Oliveira.


Tratava-se de "uma volta de argola de mola em ouro, com o toque 0,800", que o Ministério Público diz ter sido recebida "mais tarde" porque ali "dava mu ito nas vistas".

No final do jogo, a polícia escutou uma conversa telefónica entre José Oliveira e Castro Neves, parcialmente transcrita na acusação, em que o segundo d iz ter dado os parabéns ao árbitro.

José Oliveira ainda contrapôs que "na segunda parte [o árbitro] esteve um bocado a favor deles", ao que Castro Neves retorquiu: "Tinha de estar. Se não eles matavam-nos aqui, c....".

Na transcrição de outra escuta, referente a uma conversa entre José Oli veira e Licínio Santos, dá-se nota de um lamento do árbitro: "fui para um caldin ho do c...", precisando depois que se tratava do jogo de Vizela.

"Tinha de ser um indivíduo com personalidade, se não a gente já sabe co mo é. Se não for um indivíduo teso, não há hipótese", respondeu José Oliveira.

o que esta PJ inventa...aiiii  :2funny:

odistraido

Este post é sobre a realidade italiana, obviamente.
Não estamos a falar do arguido mor


«[...]Luciano Moggi, director-geral da Juventus desde 1994, montou uma teia criminosa que estendia o seu raio de acção a vários sectores do futebol e da sociedade italiana. A investigação tem por base escutas telefónicas realizadas a Moggi e seus cúmplices.[...]»
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Não estamos a falar do ex-árbitro António Garrido.

«A peça mais importante da enorme teia construída por Luciano Moggi chama-se Massimo De Santis, o árbitro italiano com mais prestígio na era pós-Collina (Santis era um dos árbitros nomeados para o Mundial da Alemanha, mas foi afastado na sequência do escândalo).[...]
Santis, que conduz um Jaguar, tinha uma influência decisiva na elaboração das listas de árbitros que eram promovidos ou despromovidos no final de cada época. Além de Santis, outros oito árbitros foram suspensos. As escutas telefónicas revelam que a teia de Moggi/Santis não se limitava a assegurar arbitragens favoráveis à Juventus e clubes aliados (como a Lázio ou o Messina). Também se preocupavam em afundar clubes inimigos (como o Bolonha) e em massacrar com cartões amarelos e vermelhos os jogadores – defesas, sobretudo – das equipas que nas jornadas seguintes defrontavam a Juventus, de forma a que pelo menos um deles ficasse impedido de jogar.»
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Não estamos a falar do jornal desportivo do Oliveira, nem dos canais televisivos que negoceiam com a Olivedesposrtos o exclusivo das transmissões dos jogos.

«A influência de Moggi chegava ao ponto de controlar "Il Processo di Biscardi", um programa muito popular – transmitido à segunda-feira pelo canal La7 da televisão italiana – onde se fazia a análise das jogadas mais duvidosas do fim-de-semana. Numa das conversas telefónicas, ouve-se Moggi a dar instruções a Biscardi para que um golo que a Juventus marcou em claríssimo fora-de-jogo fosse transformado num "lance duvidoso, um erro compreensível do árbitro".»
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Não estamos a falar de dirigentes desportivos que compram árbitros com prostitutas.


«Moggi iniciou-se na carreira de dirigente desportivo profissional na década de 70. Passou por vários clubes, incluindo Roma, Lázio, Torino, Nápoles e, desde 1994, Juventus. A passagem pelo Torino ficou marcada, aliás, pelo primeiro escândalo. Uma investigação jornalística revelou, na altura, que Moggi contratara várias prostitutas para "adocicar" os árbitros dos jogos do Torino na Taça UEFA de 1991/92. [...] Uma das prostitutas, Monica Morini, revelou que tinha sido contratada para "fazer companhia" a um senhor estrangeiro – um dos árbitros – hospedado num hotel da cidade. [...]»

INFELIZMENTE NAO ESTAMOS A FALAR DO APITO DOURADO...

marlboro

#253
Eis um bom exemplo de duas realidades completamente distintas, INFELIZMENTE. A italiana e a nossa! Ou melhor a realidade de duas justiças distintas. A italiana que faz aplicar as leis e a portuguesa que é adepta do laissez-faire.
É uma vergonha! Mas nestas coisas é que a FIFA devia meter mão!

Slbstriker

Esquema dos árbitros atingiu o Sporting

O Sporting foi outra das equipas que terão sido prejudicadas pelas arbitragens, na época 2003/2004, devido a um complexo jogo de bastidores. No processo "Apito Dourado" há uma referência ao jogo Gil Vicente-Sporting (a 22 de Fevereiro de 2004), em que se descrevem movimentações antes da partida. Porém, por falta de provas que sustentassem uma acusação de corrupção desportiva, o caso foi arquivado.

O jogo foi arbitrado por Paulo Paraty e a Polícia Judiciária (PJ) interceptou, dias antes da partida, contactos entre o empresário António Araújo, que mantém negócios com o FC Porto, e um dos auxiliares que fazia equipa com o árbitro do Porto, Devesa Neto. "Eu depois de amanhã ligo-lhe, que eu precisava de, eu precisava de falar com o Paulo(...) que preciso de lhe dar uma palavrinha, está bem?", disse Araújo a Devesa Neto. Neste mesmo dia, Paraty fala com Devesa Neto ao telefone e, pela conversa, o outro árbitro assistente do jogo, Serafim Nogueira, "iria beneficiar o Gil Vicente e um terceiro clube, o FC Porto", segundo refere o Ministério Público de Gondomar no despacho de arquivamento.

"O Serafim vai vacinado, vai benzido(...) vai benzido pelo lado norte. Bruxo. Vai benzido por dois lados até(...) pelo Minho e pelo norte". Foi esta a troca de palavras entre os dois que levantou suspeitas. Até porque, na mesma conversa, Devesa Neto disse: "Ele também nunca pode fazer muito, o jogo dá na televisão, percebes?".

O jogo acabou empatado (1-1) e o MP afirma que, com este resultado, o Sporting perdeu dois pontos e atrasou-se na luta pelo título. No relatório da peritagem ao jogo, são elencados vários lances em que ficaram por punir faltas ao Gil Vicente que poderiam resultar na "possibilidade do Sporting marcar golo".

Porém, não foram recolhidos indícios suficientes para avançar com a acusação pelos crimes de corrupção activa e passiva aos intervenientes neste caso.
Ontem, o Boavista FC reagiu às notícias publicadas nos últimos dois dias pelo DN, associando-as ao jogo do próximo fim de semana entre os axadrezados e o Benfica. Em comunicado, a direcção do Boavista afirma que "tal facto poderá ser interpretado como tentativa de condicionamento ou forma de turvar o ambiente que rodeia o jogo".

Fonte: DN

Agora imaginem se fosse o Benfica no lugar do porco, o que os lagartos não fariam, todos os dias falava-se que o futebol está de luto, era preciso um 25 de abril, etc. O spórtem é sempre lixado pelo porco, mas mesmo assim continuam sempre muito amigos.