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41827 - Tópico: Elek Schwartz  (Lida 5721 vezes)

Aloutre

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  • 22 de Julho de 2012, 04:09
Nisso todos os Benfiquistas devem estar de acordo

Virus

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  • 16 de Outubro de 2012, 04:17


Gostei muito!  O0

Universo Benfica

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  • 30 de Julho de 2013, 16:59


Elek Schwartz ergue a Taça de Honra da AFL conquistada Setembro de 1964.

Meia-Final - 05/09/1964 - Estádio do Restelo
Benfica 3-0 Sporting

Benfica: Costa Pereira, Jacinto, Cruz, Calado, Germano, Raúl, José Augusto, Eusébio, Torres, Coluna e Simões.
Sporting: Carvalho, Pedro Gomes, Lino, Dani, Alexandre Baptista, Mendes, Serra, Osvaldo, Figueiredo, Ferreira Pinto e Morais.

Árbitro: Henrique Silva
Golos: José Augusto (20') e Torres (21' e 27').

Final - 09/09/1964 - Estádio do Restelo
Belenenses 1-7 Benfica

Belenenses: José Pereira, Rodrigues, Ribeiro, Vicente, Alberto Luís, Pelezinho, Abdul, Adelino, Teodoro, Peres e Estêvão.
Benfica: Costa Pereira, Jacinto, Germano, Raúl, Cruz, Calado, Coluna, José Augusto, Eusébio, Torres e Simões.

Árbitro: Pena da Silva
Golos: Peres (29' pen); Eusébio (19', 22', 78' pen e 80'), Torres (25' e 65') e Simões (82').
« Última modificação: 30 de Julho de 2013, 17:02 por Universo Benfica »

Dandy

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   Depois de Schwartz, veio o pior Guttmann.

   A única época desportiva, de toda a década de 60, em que o Benfica nada venceu:


   A Estranha Temporada de 1965-66.




pcssousa

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  • 16 de Agosto de 2013, 15:27





   Depois de Schwartz, veio o pior Guttmann.

   A única época desportiva, de toda a década de 60, em que o Benfica nada venceu:


   A Estranha Temporada de 1965-66.
Época estranha, deveras... Diz o povo que nunca devemos voltar ao local onde fomos felizes.
Na realidade, durante longo periodo de tempo havia a tradição de que o Benfica não era campeão em ano de Mundial. 66 confirmou a regra. Na realidade, após o título de 1950, só em 1994 o Benfica voltaria a ser campeão em ano de Mundial, feito que repetiria em 2010...

O Campeonato começou-se a decidir logo à sexta jornada, um impensável poker de Lourenço na Luz quebrou o enguiço sportinguista, numa altura em que os verde-brancos não ganhavam em terreno Benfiquista para o Campeonato desde Janeiro de 1954 então no Estádio Nacional, casa emprestada. Aos 2-4 na Luz o Benfica responderia com uma vitória por 2-0 em Alvalade, e o comando da prova seria atingido até à 22ª jornada... com 4 jogos por disputar, o Benfica estava na frente da prova com um magro ponto de vantagem. Logo de seguida uma derrota em Guimarães volta a colocar o Benfica em 2º lugar, ao que se seguiu um empate em Braga. A vitória caseira ante o Setúbal e forasteira ante o Belenenses já não alteraram posições. O Benfica terminaria a prova em 2º, a 1 ponto do sporting.
Nas competições europeias, viveu-se a primeira derrota caseira nas competições europeias, e que derrota... depois da derrota por 3-2 da primeira mão em Manchester, jogar-se-ia, mais de um mês depois, a 2ª mão na Luz, numa noite de gala em que Eusébio receberia a Bola de Ouro das mãos do seu antecessor, Law, mas a noite seria de George Best que guiaria a sua equipa a uma das mais espantosas exibições colectivas de uma equipa forasteira a que a Luz assistiria e à pior derrota caseira em competições europeias até à data... 1-5 e com o golo Benfiquista a ser da autoria de um jogador adversário na própria baliza.

Na Taça de Portugal, uma derrota em Braga por 1-4, na primeira mão dos quartos de final, numa partida disputada uma semana após o nulo entre ambos para o campeonato, num jogo em que alguns habituais titulares ficaram de fora, tornaria a tarefa de qualificação para as meias finais devera complicada. O 3-1 da Luz, uma semana depois, seria insuficiente. O Braga venceria a Taça de Portugal, o seu primeiro e único troféu de relevo até à conquista da Taça da Liga na temporada transacta.

A perda do Campeonato teria como consequência a impossíbilidade de poder disputar a final da Taça dos Campeões Europeus em território nacional na temporada seguinte. Em toda a década de 60, o Benfica apenas e só perderia duas eliminatórias da prova, em oito participações na mesma (isto porque a derrota com o Ajax no jogo de desempate de 69/70 seria já em 1970), logo seria, como é óbvio, grande candidato à presença na final do Jamor...
Para consolação, o título nacional voltaria à Luz na temporada seguinte, já com Riera à frente da equipa, o tal que conduziu a selecção chilena ao bronze no Mundial de 62 e que em 63 dirigiu a primeira selecção da FIFA, para além de, incrivelmente ter perdido ao serviço do Benfica a final da Taça dos Campeões Europeus desse ano ante o AC Milan nesse mesmo ano, no "maldito" estádio de Wembley.

Dandy

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  • 16 de Agosto de 2013, 17:30




   Curiosamente, foi nessa época aziaga, 65-66, que foi estabelecido um recorde que, ainda hoje, vigora.

   Em quase 60 anos de História de competições europeias, somos o clube que alcançou o maior desnível de golos, no total das duas mãos:

   Nada menos do que 18 golos.


   Stade Dudelange 0 - Benfica 8 (onde muitos dos titulares nem jogaram, como por exemplo o Comendador Eusébio)

   Benfica 10 - Stade Dudelange 0


   

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