Eleições 2009

Lampi

Citação de: mochila em 04 de Julho de 2009, 14:16
Citação de: Lampi em 04 de Julho de 2009, 14:13
MOCHILA... leste que versão ?

Eu li a única que existe: Artigo 22º, lido e relido, está disponível até aí na net. É ir dar uma olhadela e perceber o que tem sido esta campanha de desinformação. Disse e repito, pela última vez, porque quem teimar nisto agora já não é de certeza por não conhecer os estatutos: violação dos estatutos não houve.

Leste a versão errada... acho que a outra versão (aquela que não está escrita em lugar nenhum a não ser na cabeça de alguns iluminados) é que está certa.

Lamento mas estás errado.

Notguilty

Por Vítor Serpa

Artigo de opinião de Vítor Serpa, director de A BOLA

A histeria a que chegaram alguns órgãos de comunicação por causa das eleições do Benfica é muito difícil de explicar à luz de uma racionalidade editorial que deveria ser exigível em nome da necessária dignidade da informação e de quem a publica.

De repente, e sem aviso prévio, uma esgrima de argumentos legais entre advogados e, até, magistrados, que chegou a atingir, em alguns casos, níveis de despudor inexplicável, propagou-se, como um fogo em mata seca, por colunistas, jornalistas e toda a sorte de gente que escreve em jornais, fala na rádio e apresenta pose e discurso em televisões.

Um facto banal de uma providência cautelar interposta por um previsível perdedor, na tentativa de ganhar eleições com lista única, foi mote para um dos maiores compêndios de que haverá história em Portugal sobre a teoria da desinformação.

A BOLA sempre manteve uma posição consciente, firme e impenetrável a todo o tipo de pressões, recusando-se a alinhar numa onda histérica de acusações ao presidente da Assembleia Geral do Benfica, que viu o seu nome ligado a uma suposta desobediência a decisões judiciais, renegando um despacho de um juiz do qual toda a gente falou e, ao que parece, ninguém chegou a ver.

Chegou-se ao despropósito de haver quem considerasse Vilarinho sujeito a prisão, por desrespeitar o Conselho Superior de Magistratura que teria feito um intervalo nas suas específicas funções só para se pronunciar sobre a declaração de intenções do presidente da Assembleia Geral de um clube de futebol.

Sejamos claros. Se A BOLA tivesse, mais do que informações sopradas sobre matéria tão sensível, e dispusesse de uma confirmação oficial ou de um documento que confirmasse uma decisão judicial, mesmo que parecesse tecnicamente inexplicável, certamente que trataríamos a notícia com o impacto que, nesse caso, mereceria e confrontaríamos a parte lesada com matéria objectiva. Mas a suposta decisão judicial de retirar uma das listas das eleições, ou a informação de corredor de que o acto eleitoral seria anulado, nem que se tivesse de fechar a cadeado as portas do pavilhão da Luz, de facto, nunca levámos a sério, precisamente, porque, apesar de tudo, ainda levamos a sério a justiça num Estado de direito.

Esta atitude não pode ou deve, pois, ser entendida como apoio ao candidato vencedor. Ao contrário de outros, que se deixaram enredar em estratégias empresariais que privilegiaram em relação a deveres jornalísticos, A BOLA não tem candidatos em nenhum clube de futebol.

Talvez porque o desporto é o nosso objecto e não nos sintamos viciados na prática, que nos parece, aliás, demasiado generalizada, dos efeitos práticos das relações promíscuas de grandes empresas de media com o mundo da política e da finança, que leva a maior ou menor visibilidade na preferência dos poderes que só aos portugueses, em eleições, deveria competir decidir.

Isto de não pertencer a grandes grupos que têm os seus interesses próprios a defender na prioridade das agendas ainda é, afinal, uma saudável independência. Apesar de manifestamente incómoda para alguns outros...
14:06 - 04-07-2009

Lampi

Citação de: Notguilty em 04 de Julho de 2009, 14:19
Por Vítor Serpa

Artigo de opinião de Vítor Serpa, director de A BOLA

A histeria a que chegaram alguns órgãos de comunicação por causa das eleições do Benfica é muito difícil de explicar à luz de uma racionalidade editorial que deveria ser exigível em nome da necessária dignidade da informação e de quem a publica.

De repente, e sem aviso prévio, uma esgrima de argumentos legais entre advogados e, até, magistrados, que chegou a atingir, em alguns casos, níveis de despudor inexplicável, propagou-se, como um fogo em mata seca, por colunistas, jornalistas e toda a sorte de gente que escreve em jornais, fala na rádio e apresenta pose e discurso em televisões.

Um facto banal de uma providência cautelar interposta por um previsível perdedor, na tentativa de ganhar eleições com lista única, foi mote para um dos maiores compêndios de que haverá história em Portugal sobre a teoria da desinformação.

A BOLA sempre manteve uma posição consciente, firme e impenetrável a todo o tipo de pressões, recusando-se a alinhar numa onda histérica de acusações ao presidente da Assembleia Geral do Benfica, que viu o seu nome ligado a uma suposta desobediência a decisões judiciais, renegando um despacho de um juiz do qual toda a gente falou e, ao que parece, ninguém chegou a ver.

Chegou-se ao despropósito de haver quem considerasse Vilarinho sujeito a prisão, por desrespeitar o Conselho Superior de Magistratura que teria feito um intervalo nas suas específicas funções só para se pronunciar sobre a declaração de intenções do presidente da Assembleia Geral de um clube de futebol.

Sejamos claros. Se A BOLA tivesse, mais do que informações sopradas sobre matéria tão sensível, e dispusesse de uma confirmação oficial ou de um documento que confirmasse uma decisão judicial, mesmo que parecesse tecnicamente inexplicável, certamente que trataríamos a notícia com o impacto que, nesse caso, mereceria e confrontaríamos a parte lesada com matéria objectiva. Mas a suposta decisão judicial de retirar uma das listas das eleições, ou a informação de corredor de que o acto eleitoral seria anulado, nem que se tivesse de fechar a cadeado as portas do pavilhão da Luz, de facto, nunca levámos a sério, precisamente, porque, apesar de tudo, ainda levamos a sério a justiça num Estado de direito.

Esta atitude não pode ou deve, pois, ser entendida como apoio ao candidato vencedor. Ao contrário de outros, que se deixaram enredar em estratégias empresariais que privilegiaram em relação a deveres jornalísticos, A BOLA não tem candidatos em nenhum clube de futebol.

Talvez porque o desporto é o nosso objecto e não nos sintamos viciados na prática, que nos parece, aliás, demasiado generalizada, dos efeitos práticos das relações promíscuas de grandes empresas de media com o mundo da política e da finança, que leva a maior ou menor visibilidade na preferência dos poderes que só aos portugueses, em eleições, deveria competir decidir.

Isto de não pertencer a grandes grupos que têm os seus interesses próprios a defender na prioridade das agendas ainda é, afinal, uma saudável independência. Apesar de manifestamente incómoda para alguns outros...
14:06 - 04-07-2009

Oh pá, o que foste tu fazer.

A malta aqui gosta é do Record e do Jogo.

Esse é o jornal daquele nojento do José Manuel Delgado... morte ao Delgado, bom é o Jogo do Bruno Prata ou o Record do Avelãs

Red Kush

Estás-te cagando e é pela boca....

rkc

Duvidar que o Avelãs é um gigantesco Benfiquista (até em volume!) é gostar de ler a opinião única e de pensamento único de JMD.

mas há quem goste...

VALEBEM

O Avelãs é um grande Benfiquista, bem maior (se houvesse um benficómetro) do que o Delgado... Não percebi essa referência!

Lampi

Citação de: rkc em 04 de Julho de 2009, 14:29
Duvidar que o Avelãs é um gigantesco Benfiquista (até em volume!) é gostar de ler a opinião única e de pensamento único de JMD.

mas há quem goste...

É um tipo de benfiquista diferente dos que eu conheço.

Por exemplo, os benfiquistas que eu conheço não acham que o lance do Dragão onde o Lucho não cai é penalti mesmo que continue a jogada e que por isso o Benfica não se pode queixar dessa arbitragem.

Os Benfiquistas que eu conheço não escrevem que o erro mais gritante da época foi do Lucilio Baptista.

Mas se calhar eu só conheço Benfiquistas da treta.

Adu30

A minha questão é:
Vamos estar 3 anos em campanha eleitoral no forum?

Porque já o estamos há quase 6 meses e cansa.

Eterno


rkc

Citação de: Lampi em 04 de Julho de 2009, 14:33
Citação de: rkc em 04 de Julho de 2009, 14:29
Duvidar que o Avelãs é um gigantesco Benfiquista (até em volume!) é gostar de ler a opinião única e de pensamento único de JMD.

mas há quem goste...

É um tipo de benfiquista diferente dos que eu conheço.

Por exemplo, os benfiquistas que eu conheço não acham que o lance do Dragão onde o Lucho não cai é penalti mesmo que continue a jogada e que por isso o Benfica não se pode queixar dessa arbitragem.

Os Benfiquistas que eu conheço não escrevem que o erro mais gritante da época foi do Lucilio Baptista.

Mas se calhar eu só conheço Benfiquistas da treta.

Mas isso é porque não sabes que nos penaltys não há lei da vantagem e que não é preciso cair para ser falta.

Atenção que eu não acho que é falta, porque simplesmente se pode tocar nos jogadores.

kramxel²

Citação de: Notguilty em 04 de Julho de 2009, 14:19
Por Vítor Serpa

Artigo de opinião de Vítor Serpa, director de A BOLA

A histeria a que chegaram alguns órgãos de comunicação por causa das eleições do Benfica é muito difícil de explicar à luz de uma racionalidade editorial que deveria ser exigível em nome da necessária dignidade da informação e de quem a publica.

De repente, e sem aviso prévio, uma esgrima de argumentos legais entre advogados e, até, magistrados, que chegou a atingir, em alguns casos, níveis de despudor inexplicável, propagou-se, como um fogo em mata seca, por colunistas, jornalistas e toda a sorte de gente que escreve em jornais, fala na rádio e apresenta pose e discurso em televisões.

Um facto banal de uma providência cautelar interposta por um previsível perdedor, na tentativa de ganhar eleições com lista única, foi mote para um dos maiores compêndios de que haverá história em Portugal sobre a teoria da desinformação.

A BOLA sempre manteve uma posição consciente, firme e impenetrável a todo o tipo de pressões, recusando-se a alinhar numa onda histérica de acusações ao presidente da Assembleia Geral do Benfica, que viu o seu nome ligado a uma suposta desobediência a decisões judiciais, renegando um despacho de um juiz do qual toda a gente falou e, ao que parece, ninguém chegou a ver.

Chegou-se ao despropósito de haver quem considerasse Vilarinho sujeito a prisão, por desrespeitar o Conselho Superior de Magistratura que teria feito um intervalo nas suas específicas funções só para se pronunciar sobre a declaração de intenções do presidente da Assembleia Geral de um clube de futebol.

Sejamos claros. Se A BOLA tivesse, mais do que informações sopradas sobre matéria tão sensível, e dispusesse de uma confirmação oficial ou de um documento que confirmasse uma decisão judicial, mesmo que parecesse tecnicamente inexplicável, certamente que trataríamos a notícia com o impacto que, nesse caso, mereceria e confrontaríamos a parte lesada com matéria objectiva. Mas a suposta decisão judicial de retirar uma das listas das eleições, ou a informação de corredor de que o acto eleitoral seria anulado, nem que se tivesse de fechar a cadeado as portas do pavilhão da Luz, de facto, nunca levámos a sério, precisamente, porque, apesar de tudo, ainda levamos a sério a justiça num Estado de direito.

Esta atitude não pode ou deve, pois, ser entendida como apoio ao candidato vencedor. Ao contrário de outros, que se deixaram enredar em estratégias empresariais que privilegiaram em relação a deveres jornalísticos, A BOLA não tem candidatos em nenhum clube de futebol.

Talvez porque o desporto é o nosso objecto e não nos sintamos viciados na prática, que nos parece, aliás, demasiado generalizada, dos efeitos práticos das relações promíscuas de grandes empresas de media com o mundo da política e da finança, que leva a maior ou menor visibilidade na preferência dos poderes que só aos portugueses, em eleições, deveria competir decidir.

Isto de não pertencer a grandes grupos que têm os seus interesses próprios a defender na prioridade das agendas ainda é, afinal, uma saudável independência. Apesar de manifestamente incómoda para alguns outros...
14:06 - 04-07-2009

Muito bom o texto!!

Concordo a 100000%!!!!


É pena é que na prática se permita que um jornalista (pseudo), de nome Delgado, escreva um artigo de opinião... sem haver, e vou citar,
Citaçãomais do que informações sopradas sobre matéria tão sensível,
ou
Citaçãodispusesse de uma confirmação oficial ou de um documento que confirmasse uma decisão judicial, mesmo que parecesse tecnicamente inexplicável
.

Os critérios que tanto se defende depois não são aplicados para consumo interno....

nsalta

Citação de: rkc em 04 de Julho de 2009, 14:11
Citação de: Tommytukamoto em 04 de Julho de 2009, 14:07
Uma coisa e certa , ele queimou-se de tal maneira que nunca mais terá possibilidade de aspirar ao cargo.
começou logo mal com a história de despedir o jesus para trazer o Azenha .
enfim .
desde vale e azevedo que não via ninguém tão reles candidatar-se a presidente da maior instituição portuguesa.

O vilarinho (que adorei que ganhasse ao VA, mesmo com uma mentira gigantesca) despediu o Mourinho, meteu o Toni, LFV era DD e ficámos LOGO 2x em sexto.

Mas isso agora deve ser História antiga...

Duas vezes em sexto! A campanha de desinformação continua.

Tarzan_SLB

Não será melhor mudar o nome para eleições 2012?

Brave Heart

Manuel Vilarinho AKA Alberto João Jardim   :2funny: :2funny: :2funny: :2funny: :2funny:

tazos

Citação de: Adu30 em 04 de Julho de 2009, 14:34
A minha questão é:
Vamos estar 3 anos em campanha eleitoral no forum?

Porque já o estamos há quase 6 meses e cansa.
não se poderá estar em campanha é um facto... mas tem que se estar preparado para as eleições, nunca se sabe se haverá eleições antecipadas novamente