Bruno Lage

Treinador, 49 anos,
Portugal
Equipa Principal: 4 épocas (2019-2020, 2024-2025), 142 jogos (97 vitórias, 21 empates, 24 derrotas)
Em 2025/2026: 10 jogos (7 vitórias, 2 empates, 1 derrota)

Equipa B: 1 época, 13 jogos, 0 golos

Títulos: Campeonato Nacional (1), Supertaça (2), Taça da Liga (1)

Archie Bunker

com que então não foi pelo treinador que se perdeu o campeonato.

Menino Do Rio

Citação de: Faroleiro em 04 de Junho de 2025, 07:42Estás prestes a perder um dos "teus" melhores jogadores antes do Mundial de Clubes e para um concorrente no Mundial de Clubes.

O Rogério cagou para tudo quando lhe tiraram o €nzo, Gonçalo e outros jogadores-chave.

Já tu, pau-mandado como és, achas tudo perfeitamente normal e vais continuar a fazer a tua triste figura de pau-mandado e lambe-botas pois tudo vale pela manutenção do tacho bananeiro...


Então o certo seria o Lage cagar para tudo, e depois ainda fazer birra para ir embora?

Phanatik

Sabe que o Benfica é o máximo estatuto que pode conseguir na sua profissão. Facto. Fez, está a fazer, e vai fazer de tudo junto da direcção para ficar nas suas graças, tal e qual um miúdo da primária a agradar o professor.

Ainda mais a sério, alguém vê este senhor numa equipa similar ao Benfica?

LuisPortugal

Ansioso para ver as figurinhas tristes deste senhor a defender e a fazer campanha a favor do Ruizinho.

Eu parti-me a rir com o cão e o bufas quando foram as eleições do putedo, tenho um feeling que os próximos meses vão ser hilariantes.

pimenta10

Se este sujeito, se voltar a meter no processo eleitoral mais alguma vez como já o fez antes, espero que os outros candidatos, e aqui só me refiro a JNL e JDM, o rasguem logo completamente e digam que no dia que entraram como presidente do Benfica, ele sai no dia seguinte.


André Sousa

Citação de: LuisPortugal em 06 de Junho de 2025, 03:15Ansioso para ver as figurinhas tristes deste senhor a defender e a fazer campanha a favor do Ruizinho.

Eu parti-me a rir com o cão e o bufas quando foram as eleições do putedo, tenho um feeling que os próximos meses vão ser hilariantes.

Presidente.

fdpdc666

O Benfica que já se espera.
Encarnados terão de encontrar o caminho para a sua evolução em fase pré-eleições, com pré-época reduzida, mercado difícil e arranque talvez antecipado pela não entrada direta na Champions.



A expetativa dos adeptos passa por voltar finalmente a conquistar o título de campeão, depois do bicampeonato e dobradinha do rival Sporting (IMAGO)

Quando, antes da final da Taça, Rui Costa anunciou que Bruno Lage seria o treinador na época seguinte, porque se tratar do menor dos culpados na falência da equipa nas Horas H dos Dias D da luta pelo título – visão que não partilho com o presidente das águias –, levantou o véu sobre aquele que será o seu ADN em 2025/26.

É certo que o treinador não se deixou espartilhar pelas ideias passadas e soube se adaptar aos jogadores que lhe deram, com mais um ou outro reforço assim que os pôde reclamar e que o aproximaram do rumo que sabia que queria percorrer, porém parece claro de onde parte e para onde quer ir, e isso não mudou tanto quanto isso.

Quando Rui Costa comprou a ideia de Roger Schmidt, encontrando-se a meio-caminho com o desejo do alemão em treinar o Benfica, e depois de ver a sua equipa sofrer perante o PSV, já o gegenpressing tinha entrado em declínio. Enquanto funcionou nos primeiros meses, em pleno microclima lusitano, maravilhou as bancadas, porém depois se percebeu que, mesmo na nossa Liga, mexer na estrutura-base significava tocar no compromisso e no desempenho, e potenciar em demasia o risco. Não chegava por si só, era um modelo incompleto.

Jürgen Klopp, que não inventou a ideia, mas foi brilhante aluno de Wolfgang Frank, um dos grandes ideólogos da primavera futebolística germânica – linha de 4 sem o tradicional líbero, marcação à zona com linha defensiva subida e pressão alta e agressiva – a par de Ralf Rangnick, foi obrigado a ser tremendamente criterioso na escolha dos jogadores. Era fundamental que estes se apercebessem no que se iam meter ainda antes de definitivamente lá entrarem, porque o nível de exigência, sobretudo físico, era altíssimo e inegociável, ao ponto de essas reuniões precoces se terem tornado cruciais para gerar e manter sucesso no Mainz e no Dortmund. Mais tarde, em Liverpool, já depois de ter passado por uma crise profunda em frente à Muralha Amarela, concluiu finalmente que o processo que tornara seu estaria para sempre incompleto. Que não bastava viver nas ondas de pressão e nas transições em todos os jogos, era preciso controlá-los diante de rivais por vezes muito diferentes. E é a essa visão que transporta agora para o grupo Red Bull, que, paralelamente, também chegou à mesma conclusão depois de anos a fio a viver na vertigem.

Se para os outros foi difícil, mesmo com os melhores jogadores, Schmidt nunca poderia ter a estabilidade necessária para assentar um processo tão exigente num clube que, ano a ano, vende um ou dois dos seus melhores jogadores. A incapacidade de, depois, encontrar substitutos à altura, dar a volta a si próprio e a falta de simpatia e empatia desde as bancadas precipitaram o adeus.

Na primeira passagem de Lage, naquele fatídico segundo ano, percebeu-se onde o técnico queria chegar, antes de um dos maiores descalabros do futebol português. Até janeiro, apesar de o FC Porto ter ido vencer à Luz num jogo em que Nuno Tavares a lateral-direito acabou por ser presa fácil para as armadilhas de Sérgio Conceição, os encarnados passearam no topo da tabela, embora com sinais exibicionais de declínio. O treinador sentiu que precisava de mais controlo e Julian Weigl, em tese, acrescentaria esse critério à organização ofensiva, mas nunca foi homem para o duplo-pivot que lhe estava destinado. Manu, no último inverno, representa a mesma ideia, mas ajustada a três médios em simultâneo. A diferença é que se lesionou e estragou os planos que o contemplavam.

Lage já sabe que terá de resolver mais esse puzzle, mesmo que as próprias escolhas nos muitos onzes que desenhou o tenham levado invariavelmente noutro sentido, dada a vontade de ter jogadores como Akturkoglu a atacar a profundidade e a transitar rápido para o ataque ou dribladores como Bruma e, por consequência, assim deixar esmorecer projetos interessantes como Schjelderup, Prestianni e Rollheiser, o último até com uma guia de marcha definitiva, que garantiriam em teoria um jogo bem mais associativo.

Para o ataque posicional crescer nas águias, não bastará ter só esse lado da moeda, nem recuperar Manu para o lado de Kokçu, é necessário que várias outras posições adquiram toda uma nova dimensão, o que parece bem complicado com os jogadores que fazem parte do atual grupo como primeiras escolhas.

Em simultâneo, haverá uma pré-temporada apertada devido ao Mundial de Clubes e à participação nas eliminatórias da Liga dos Campeões, onde terá, mais uma vez, de estar sim ou sim, o que limitará as horas de trabalho quando mais precisas seriam. Tudo terá de bater certo, incluindo um mercado que não pode deixar de ser exemplar nas escolhas, prevendo-se apenas para já que um dos melhores e mais influentes – na defesa e no ataque –, Álvaro Carreras, estará de volta ao Santiago Bernabéu, já como adulto, e Samuel Dahl, a meu ver, parece bem mais confortável como médio do que como lateral.

O técnico e a direção terão, também aqui, interesses diferentes. A Rui Costa interessará um mercado populista, porque daí a meses haverá eleições e, se as quiser vencer, terá de convencer os sócios que se voltou a fazer luz algures no universo benfiquista e se encontrou o rumo, o que não significa necessariamente que se trate do mercado ideal. Ainda que acredite que recuperar João Félix, por exemplo, faça sentido para ambos, devido à ligação entre avançado e treinador.

A Lage, também, ajudá-lo-ia um cenário de tranquilidade e paz para trabalhar da melhor forma, em vez de o de um clube a tentar fazer em escassas semanas, numa declarada abordagem pré-eleições, como acontece em tantos outros setores da sociedade, o que não feito em todo o mandato. E em que, mais uma vez, os resultados até outubro poderão influenciar o vencedor.

Está longe de ser o melhor ponto de partida para uma época num clube que parece estar longe da melhor organização possível e que, ainda por cima, não manifesta grande pujança financeira. E tudo parece demasiado parado, com um central de 37 anos, por cúmulo, a condicionar-lhe o mercado!

Luís Mateus • editor-executivo A Bola

The_Riggs

Mas que grande merda , esperava ter uns dois meses De ferias da tromba deste indivíduo e já anda a rezar a missa novamente

samarras

O Rui Costa tem de dizer ao seu treinador se é ou não candidato para este opinar sobre as eleições.

Miserável treinador

30min à Benfica

Citação de: The_Riggs em 06 de Junho de 2025, 09:56Mas que grande merda , esperava ter uns dois meses De ferias da tromba deste indivíduo e já anda a rezar a missa novamente

Vai ser rápido.

Ficamos pela fase de grupos.

força Benfica

Citação de: samarras em 06 de Junho de 2025, 09:57O Rui Costa tem de dizer ao seu treinador se é ou não candidato para este opinar sobre as eleições.

Miserável treinador

Não precisa.

Boxtobox

Um pau mandado.

Ficou apresentado quando "lembrou-se" de estrear o Tomas Tavares num jogo de Champions só para o por na montra.

prioridades.

BrunoP

Começar mais uma época com o Lage, ainda para mais com esta direção, pelo menos até Outubro, é dar, mais uma vez, dois meses de avanço aos rivais.

Jeremy

Citação de: samarras em 06 de Junho de 2025, 09:57O Rui Costa tem de dizer ao seu treinador se é ou não candidato para este opinar sobre as eleições.

Miserável treinador
na CS criticam os outros candidatos por nao dizer os nomes más nao se critica o RC por nao dizer se é ou nao candidato

dhunter

Admito que gostaria de o ver com uma nova direção que não estivesse a mando do Jorge Mendes.

Se decidir cagar no padrinho e ir pelo caminho da nova direção acho que tem potencial.

Para mim, o grande problema dele sempre foi ser pau mandado do Mendes.