Apitos Dourado e Final

pcnunes

Citação de: superbenficasempre em 15 de Setembro de 2009, 13:20
Citação de: blog benficaatemorrer em 15 de Setembro de 2009, 12:47
Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 12:41
Citação de: blog benficaatemorrer em 15 de Setembro de 2009, 12:40
Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 12:35
Citação de: blog benficaatemorrer em 15 de Setembro de 2009, 12:33
Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 12:32
Citação de: blog benficaatemorrer em 15 de Setembro de 2009, 12:30
já alguém ouviu falar em valas comuns?
o que têm?

são porreiras para meter lá dentro esses corruptos todos...
e porquê?

porque era tipo fazer uma fossa, juntava-se a merda toda no mesmo local...
há tanta merda que não passa pelos corruptos...

e quem definiria que merda era essa que ia para a vala comum?

és um gajo complexo...
Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 12:46
Citação de: superbenficasempre em 15 de Setembro de 2009, 12:44
o furto da velhota no lidl já transitou em julgado ou está no Supremo?
no Supremo não pode estar...


se já transitou em julgado ou não, não sei

não sei que justiça é esta, que esta velhota safou-se.
as imagens de video devem ser ilegais, não constituindo meio de prova.
criminosa com sorte.....
por acaso, as imagens de video até podem ser ilegais, se não tiver sido pedida a devida autorização., por exemplo.


Agora, se ela foi absolvida, embora tendo ficado provado o furto, diria que a justiça funcionou mal, embora compreenda, dependendo dos motivos apresentados.


ela é benfiquista

Depende.
O codigo francês prevê o chamado roubo por necessidade !
ou seja, um pobre pode roubar se for para comer !....

pcnunes

Citação de: ela é benfiquista em 15 de Setembro de 2009, 13:29
Depende.
O codigo francês prevê o chamado roubo por necessidade !
ou seja, um pobre pode roubar se for para comer !....
desconheço, mas se assim é, discordo frontalmente.

O estado é que tem que assegurar o minimo às pessoas, e não estas conseguirem esse minimo através de furtos ou roubos

superbenficasempre

Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 13:33
Citação de: ela é benfiquista em 15 de Setembro de 2009, 13:29
Depende.
O codigo francês prevê o chamado roubo por necessidade !
ou seja, um pobre pode roubar se for para comer !....
desconheço, mas se assim é, discordo frontalmente.

O estado é que tem que assegurar o minimo às pessoas, e não estas conseguirem esse minimo através de furtos ou roubos

para isso, considero mais credível Robin Wood ou Zé do Telhado.

pcnunes

Citação de: superbenficasempre em 15 de Setembro de 2009, 14:05
Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 13:33
Citação de: ela é benfiquista em 15 de Setembro de 2009, 13:29
Depende.
O codigo francês prevê o chamado roubo por necessidade !
ou seja, um pobre pode roubar se for para comer !....
desconheço, mas se assim é, discordo frontalmente.

O estado é que tem que assegurar o minimo às pessoas, e não estas conseguirem esse minimo através de furtos ou roubos

para isso, considero mais credível Robin Wood ou Zé do Telhado.
não é uma questão de credibilidade, é uma questão de assumpção de responsabilidades por parte do Estado...


Para mim, embora uma história dessas possa ser comovente, tal explicação só deverá ser tida em consideração na determinação da medida da pena e não na decisão de condenar ou absolver

peta

Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 14:24
Citação de: superbenficasempre em 15 de Setembro de 2009, 14:05
Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 13:33
Citação de: ela é benfiquista em 15 de Setembro de 2009, 13:29
Depende.
O codigo francês prevê o chamado roubo por necessidade !
ou seja, um pobre pode roubar se for para comer !....
desconheço, mas se assim é, discordo frontalmente.

O estado é que tem que assegurar o minimo às pessoas, e não estas conseguirem esse minimo através de furtos ou roubos

para isso, considero mais credível Robin Wood ou Zé do Telhado.
não é uma questão de credibilidade, é uma questão de assumpção de responsabilidades por parte do Estado...


Para mim, embora uma história dessas possa ser comovente, tal explicação só deverá ser tida em consideração na determinação da medida da pena e não na decisão de condenar ou absolver

óbvio

superbenficasempre

Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 14:24
Citação de: superbenficasempre em 15 de Setembro de 2009, 14:05
Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 13:33
Citação de: ela é benfiquista em 15 de Setembro de 2009, 13:29
Depende.
O codigo francês prevê o chamado roubo por necessidade !
ou seja, um pobre pode roubar se for para comer !....
desconheço, mas se assim é, discordo frontalmente.

O estado é que tem que assegurar o minimo às pessoas, e não estas conseguirem esse minimo através de furtos ou roubos

para isso, considero mais credível Robin Wood ou Zé do Telhado.
não é uma questão de credibilidade, é uma questão de assumpção de responsabilidades por parte do Estado...


Para mim, embora uma história dessas possa ser comovente, tal explicação só deverá ser tida em consideração na determinação da medida da pena e não na decisão de condenar ou absolver

Para mim, comoventes, são as juras por deus, do convidado da AR para jantares, em sede de audiências nos tribunais mais conceituados do mundo...
até eu me arrepiei, percebo a SRª Juiza na sua douta decisão.

pcnunes

Citação de: superbenficasempre em 15 de Setembro de 2009, 17:22
Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 14:24
Citação de: superbenficasempre em 15 de Setembro de 2009, 14:05
Citação de: pcnunes em 15 de Setembro de 2009, 13:33
Citação de: ela é benfiquista em 15 de Setembro de 2009, 13:29
Depende.
O codigo francês prevê o chamado roubo por necessidade !
ou seja, um pobre pode roubar se for para comer !....
desconheço, mas se assim é, discordo frontalmente.

O estado é que tem que assegurar o minimo às pessoas, e não estas conseguirem esse minimo através de furtos ou roubos

para isso, considero mais credível Robin Wood ou Zé do Telhado.
não é uma questão de credibilidade, é uma questão de assumpção de responsabilidades por parte do Estado...


Para mim, embora uma história dessas possa ser comovente, tal explicação só deverá ser tida em consideração na determinação da medida da pena e não na decisão de condenar ou absolver

Para mim, comoventes, são as juras por deus, do convidado da AR para jantares, em sede de audiências nos tribunais mais conceituados do mundo...
até eu me arrepiei, percebo a SRª Juiza na sua douta decisão.
não queres concretizar?

é que se vê hoje, tantos a jurar por Deus, com um discurso tão comovente, que fiquei na dúvida

Bola7

Citação de: ela é benfiquista em 15 de Setembro de 2009, 13:29
Depende.
O codigo francês prevê o chamado roubo por necessidade !
ou seja, um pobre pode roubar se for para comer !....
percebo a ideia do herois de se mudar para o continente...

Chefe

O ciclo que muitos previram está a ser fechado. Vão começar a chover as indemnizações para estes LADRÕES.

VIVA PORTUGAU

O_Glorioso

País do faz-de-conta, com instituições a brincar, mesmo fazendo-se passar por sérias.

Viva!

RedJohn

Em Portugal qualquer prova que incrimine um corrupto poderoso, será sempre ilegal.

Pode ser verídica, genuína e confirmada por outros elementos, mas se incriminar alguém com as costas quentes, é ilegal e não se fala mais nisso.

3 vivas à "justiça" portuguesa!

glori

É os legisladores que nós temos, não se podem prejudicar a eles próprios, tem de deixar fugas, mas em portugal quem tem dinheiro sempre arranja fuga quem não tem fornica-se.

Special_Red

#21824
Já agora...se alguém ainda tinha dúvidas de como é a justica em Pt e no Porto em particular...


Pinto Monteiro exige processo-crime contra procurador do Porto

PGR ordenou procedimento criminal contra Almeida Pereira, que já foi o homem forte do DIAP  do Porto.   

Rui Gustavo                 10:07 Quarta-feira,  7 de Out de 2009                   

Ser um dos poucos procuradores suspensos por deixar cair processos é mau. Pior ainda é ser arguido num processo-crime e quando a iniciativa parte do  procurador-geral   , só pode mesmo ser um pesadelo.     

A Almeida Pereira, magistrado histórico do DIAP do Porto, não bastava ter sido suspenso um ano e meio sem direito a vencimento: a PGR solicitou a instauração de um processo-crime contra ele. Em causa está a eventual prática dos crimes de denegação de justiça e prevaricação - puníveis com dois anos de prisão, ou cinco, se ficar provado que foram cometidos com intenção de prejudicar ou beneficiar alguém - o que não terá sido o caso, de acordo com o relator do processo disciplinar instaurado pelo Conselho Superior do Ministério Público (CSMP).     

A informação foi confirmada pela PGR que acrescenta ter solicitado a abertura de mais um processo disciplinar contra o procurador que já foi número dois do DIAP do Porto e chegou a ser convidado para dirigir a PJ local - só não aceitou por causa da oposição de Pinto Monteiro.     Almeida Pereira, que foi transferido para o tribunal do Comércio de Gaia e contestou a pena de 18 meses de inactividade, não quer comentar a iniciativa da PGR: "O caso está entregue ao meu advogado e não vou dizer nada sobre este assunto, nada". 

   O dedo do PGR   
A acção da procuradoria é rara, mas não é inédita. "Se num processo disciplinar for detectada a prática de um crime, é dever da PGR solicitar a abertura de um processo-crime", explica um procurador. "Já aconteceu com um colega que terá adulterado as estatísticas dos processos que tinha a seu cargo e acabou condenado por falsificação de documentos". Neste caso específico, houve um envolvimento pessoal de Pinto Monteiro que é, por inerência, presidente do CSMP e tem um historial de algum conflito com Almeida Pereira.     

Começou com um convite do então director da PJ, Alípio Ribeiro a Almeida Pereira para chefiar a PJ do Porto, depois da demissão de Vítor Guimarães e da crise provocada pela ida de procuradores de Lisboa para investigar os casos de violência no Porto. Pinto Monteiro fez saber ao ministro Alberto Costa que estava contra, porque o número dois do DIAP do Porto tinha uma relação próxima com Pinto da Costa e um lugar no camarote presidencial do Estádio do Dragão. Pereira recusou o convite e pediu para que investigassem as relações com os dirigentes do clube. O processo disciplinar a que foi sujeito não apurou qualquer favorecimento ou tratamento de excepção.     

Faltava a parte má: Almeida Pereira tem 54 anos, é magistrado há 28 e na última avaliação a que foi sujeito teve Muito Bom, a nota máxima. Era, na prática, o chefe do DIAP do Porto. A directora Hortênsia Calçada confiava nele cegamente e confiava-lhe a direcção operacional do departamento. Mas a magistrada foi promovida para a Relação e o entendimento com a nova directora, Maria do Céu Oliveira, nunca foi igual. Terá sido esta procuradora a solicitar uma inspecção a Almeida Pereira.   

Muitos processos prescritos       
Segundo uma fonte próxima do processo, "por vaidade ou ânsia de poder e protagonismo, o procurador fazia questão de despachar pessoalmente todos os processos importantes". Muitos acabaram por prescrever. E o número exacto ainda não foi apurado: "São dezenas", diz a mesma fonte.   

  Os processos foram distribuídos a outros procuradores que estão a tentar salvar o que podem. Pelo menos 14 casos de negligência médica, alguns envolvendo a morte de crianças num hospital de Guimarães, acabaram mesmo por prescrever. Outros casos estão relacionados com queixas contra polícias.   

Um processo desapareceu do gabinete do procurador que apresentou queixa por furto. A PJ investigou o caso e arquivou-o porque não encontrou qualquer prova que sustentasse a tese do furto. Ainda assim o relator do processo disciplinar recomendou uma pena de transferência, que na prática já tinha sido aceite por Almeida Pereira. O Conselho, com o apoio de Pinto Monteiro pronunciou-se por uma pena maior: 18 meses de inactividade, sem direito a receber ordenado ou a exercer qualquer profissão na área da justiça. Almeida Pereira recorreu. 

   "A única coisa que queremos é que a justiça funcione para os magistrados como deveria funcionar para os outros cidadãos: com celeridade, isenção e rapidez. Não queremos tratamento preferencial", diz Rui Cardoso, do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, os únicos a defender o procurador. 

  http://aeiou.expresso.pt/pinto-monteiro-exige-processo-crime-contra-procurador-do-porto=f539916