Apitos Dourado e Final

ednilson

Já ouvi falar do tal lance, mas ainda não o vi......dizem que a bola bate no nariz do GR's e o árbitro expulsa-o...entendo que viu mão fora da área...

E pronto, abre-se logo um tópico contra a máfia, esquecendo-se logo que um lance parecido nos deu uma Taça da Liga. Enfim....

Depois, num jogo em que o árbitro tem a coragem de marcar um penalty no fim do jogo contra o Porto, parece-me irreal, é que nem quero saber se foi mesmo penalty, sabendo todos nós como era à uns anos atrás....isso sim, a verdadeira máfia.

Joga Bonito

Pela equipa técnica do Leiria, meto as mãos no fogo... Comprados é que não estavam.

Riera

O problema do Elmano é que é pura e simplesmente fraco! A expulsão do redes é uma cagada injustificável, mas o penalty, apesar de evidente, noutras alturas teria passado em claro! Já nesta época aconteceu...

LuigiSLB83


fffernas

Quando certos benfiquistas só se lembram de lances em que fomos favorecidos nessa competição impar que se chama taça da liga..tá tudo dito... :estrelas:
Uns são de há muitos anos a esta parte levados ao colo no campeonato...outros são volta e meia favorecidos na taça da liga... :2funny:

ednilson

Citação de: fffernas em 11 de Janeiro de 2010, 10:35
Quando certos benfiquistas só se lembram de lances em que fomos favorecidos nessa competição impar que se chama taça da liga..tá tudo dito... :estrelas:
Uns são de há muitos anos a esta parte levados ao colo no campeonato...outros são volta e meia favorecidos na taça da liga... :2funny:

Não te preocupes, esses certos benfiquistas são maus....tu é que és bom. Dorme bem, porque é mesmo assim, és um dos grandes, porventura dos 10 ou 20.


bystander

máfia

mas também podem chamar fcp

são sinónimos

"corrupting since 1982"


xeriff

Citação de: ednilson em 11 de Janeiro de 2010, 10:41
Citação de: fffernas em 11 de Janeiro de 2010, 10:35
Quando certos benfiquistas só se lembram de lances em que fomos favorecidos nessa competição impar que se chama taça da liga..tá tudo dito... :estrelas:
Uns são de há muitos anos a esta parte levados ao colo no campeonato...outros são volta e meia favorecidos na taça da liga... :2funny:

Não te preocupes, esses certos benfiquistas são maus....tu é que és bom. Dorme bem, porque é mesmo assim, és um dos grandes, porventura dos 10 ou 20.
Não tens razão nisso da taça da liga e sabes porque ? o golo do sporting foi irregular nesse mesmo jogo e disso ninguém fala...portanto seria 0-0 e nós ganhariamos na mesma nos penalties...sabem o que vos digo nós é que somos culpados disto que se passa porque nada fazemos para mudar o rumo dos acontecimentos.

fffernas

Citação de: ednilson em 11 de Janeiro de 2010, 10:41
Citação de: fffernas em 11 de Janeiro de 2010, 10:35
Quando certos benfiquistas só se lembram de lances em que fomos favorecidos nessa competição impar que se chama taça da liga..tá tudo dito... :estrelas:
Uns são de há muitos anos a esta parte levados ao colo no campeonato...outros são volta e meia favorecidos na taça da liga... :2funny:

Não te preocupes, esses certos benfiquistas são maus....tu é que és bom. Dorme bem, porque é mesmo assim, és um dos grandes, porventura dos 10 ou 20.
Isso é conversa de garoto!...

ednilson

Mas alguma vez o Benfica sofre golos regulares?  :bah2:  É tudo irregular!

ednilson

Citação de: fffernas em 11 de Janeiro de 2010, 11:01
Citação de: ednilson em 11 de Janeiro de 2010, 10:41
Citação de: fffernas em 11 de Janeiro de 2010, 10:35
Quando certos benfiquistas só se lembram de lances em que fomos favorecidos nessa competição impar que se chama taça da liga..tá tudo dito... :estrelas:
Uns são de há muitos anos a esta parte levados ao colo no campeonato...outros são volta e meia favorecidos na taça da liga... :2funny:

Não te preocupes, esses certos benfiquistas são maus....tu é que és bom. Dorme bem, porque é mesmo assim, és um dos grandes, porventura dos 10 ou 20.
Isso é conversa de garoto!...

:)

Claro que é, caro Sr.

xeriff

   A minha contribuição                                           
                                    "   25anos de mentiras "


Não ganham no campo, mas há quem tenha a paciência suficiente para tentar a vitória a escrever em casa.
Não sei quem é o autor. Mas.... é impressionante!!!
Só faltam as letras Y e W....
Aqui fica um verdadeiro libelo acusatório contra o FC Porto. Leiam e passem a outros, por forma a que, sendo a justiça o que é, ao menos não se perca a memória e se compreendam as razões das vítimas e as infâmias cometidas.
Aguentem lá os verdadeiros portistas...





VINTE ANOS DE MENTIRA DE A a Z

A justiça do título conquistado pelo F.C.Porto nesta época de 2007-08 é inatacável. Embora beneficiando de dez golos irregulares ao longo da prova - Sporting, U.Leiria (3), P.Ferreira (2), Boavista, Leixões e Belenenses (2) -, cinco expulsões perdoadas (três delas a Bruno Alves em Matosinhos, Alvalade e Amadora, uma a Quaresma e outra a Lisandro nos Barreiros), e pese ainda os treze penáltis subtraídos ao Benfica e descritos em post anterior, tem que se admitir a maior regularidade exibicional dos portistas, a sua maior coesão, e o brilhantismo de alguns dos seus jogadores, nomeadamente os argentinos Lucho e Lisandro, que realizaram uma temporada extraordinária.
Efectivamente, mesmo sendo - respeitando a tradição - a equipa mais beneficiada da competição, tem que se dizer que o F.C.Porto foi também o melhor conjunto e, sobretudo, que não teve culpa dos erros de águias e leões, que cedo se suicidaram neste campeonato quer dentro quer fora das quatro linhas, com erros crassos de gestão desportiva próprios do mais cândido amadorismo. Sem interferências de arbitragem, possivelmente a festa não tinha ainda sido feita, mas, mais jornada menos jornada, a equipa de Jesualdo confirmaria o merecido título, até porque muitos dos lances referidos (embora nem todos) ocorreram em jogos nos quais os portistas acabaram por vencer folgadamente.
Isto todavia não apaga, nem pode branquear, todo o caminho histórico percorrido pelos dragões até aqui, designadamente desde o momento em que Jorge Nuno Pinto da Costa assumiu o poder - do F.C.Porto, e do futebol português.
Desde os anos oitenta muitos foram os casos, muitas foram as suspeitas. Quando vieram a público as escutas do Apito Dourado quase ninguém foi apanhado de surpresa, pois toda a gente mais ou menos ligada ao futebol sabia o que se passava. Tratando-se de situações difíceis de comprovar, e conhecendo-se a rede de influências e interdependências ardilosamente construída ao longo de duas décadas, tornava-se (e torna-se) difícil ver a justiça chegar a bom porto, para mais conhecendo-se a sua dramática lentidão e ineficácia, verificada nestes e noutros casos no nosso país.
No momento em que se vão julgar em tribunal um F.C.Porto-E.Amadora e um Beira Mar-F.C.Porto, disputados na melhor temporada de sempre dos dragões (com uma grande equipa e um grande treinador), é importante que se perceba que o problema está muito longe de se esgotar nesses dois episódios, nem eles serão certamente os mais relevantes de uma história repleta de mentira, corrupção e tráfico de influências. Pelo contrário, o que deve ser entendido das escutas - mesmo que o tribunal não o possa ou consiga fazer - é um panorama de subversão total e absoluta de uma lógica competitiva de isenção e transparência, que foi sendo a base para benefício de uns e prejuízo de outros, ao longo de muitas temporadas, e que valeu títulos, dinheiro, prestígio europeu, numa espiral que ainda hoje condiciona e subverte a hierarquia competitiva do futebol português.
É em nome da preservação dessa memória que este texto é publicado. É no fundo o repescar de um conjunto de episódios, factos e, nalguns casos, apenas rumores, que por si pouco poderiam representar, mas que em conjunto reflectem uma realidade à qual não podemos fugir, e a qual ninguém de bom senso deverá ignorar ou fingir que não existe ou existiu. Mesmo que, por questões processuais, a justiça acabe por não conseguir desempenhar o seu papel, a verdade não poderá ser esquecida nem branqueada, pois o que está em julgamento não é mais que a ponta de um iceberg escondendo uma sórdida teia de podridão que alicerçou o futebol português ao longo de mais de vinte anos. É importante que nos lembremos, a cada momento, a cada fim-de-semana, a cada jogo, como é que o F.C.Porto se tornou na máquina de vitórias que hoje é, não desfazendo, obviamente, da qualidade e profissionalismo de muitos dos jogadores e técnicos que passaram pelo clube, e aos quais provavelmente até terá escapado muito do lixo arrecadado nas traseiras dos seus triunfos.





fffernas

Citação de: ednilson em 11 de Janeiro de 2010, 11:05
Citação de: fffernas em 11 de Janeiro de 2010, 11:01
Citação de: ednilson em 11 de Janeiro de 2010, 10:41
Citação de: fffernas em 11 de Janeiro de 2010, 10:35
Quando certos benfiquistas só se lembram de lances em que fomos favorecidos nessa competição impar que se chama taça da liga..tá tudo dito... :estrelas:
Uns são de há muitos anos a esta parte levados ao colo no campeonato...outros são volta e meia favorecidos na taça da liga... :2funny:

Não te preocupes, esses certos benfiquistas são maus....tu é que és bom. Dorme bem, porque é mesmo assim, és um dos grandes, porventura dos 10 ou 20.
Isso é conversa de garoto!...

:)

Claro que é, caro Sr.
Ainda bem que concordas.

xeriff


Fica pois aqui, de A a Z, a memória de duas décadas de mentira:

A de ACÁCIO - Pouca gente se lembrará deste nome. Trata-se de um guarda-redes brasileiro que passou com discrição pelo Tirsense e pelo Beira Mar, e que só depois de regressar ao Brasil tomou a liberdade de falar sobre a sua aventura europeia. Confessou então que recebera pressões e propostas diversas para facilitar uma vitória do F.C.Porto em Aveiro, que valia (e valeu) o título nacional de 1993. O caso foi pouco falado, vivia-se ainda um clima de medo pré-Apito Dourado. Mas a recordação das suas declarações e desse campeonato permanecem bem vivas no meu espírito. Só não sei se foi nessa ocasião que, também em Aveiro, o jornalista Carlos Pinhão foi barbaramente agredido por elementos ligados ao F.C.Porto.
Uns anos antes havia sido o belga Cadorin, avançado do Portimonense, a acusar o empresário Luciano D'Onófrio de lhe prometer um bom contrato (em Portugal ou no estrangeiro), caso fizesse um penálti nos primeiros minutos de um Portimonense-F.C.Porto ("depois jogas normalmente", ter-lhe-á dito). Com a saída do belga do futebol português, o caso acabou por morrer.
B de BENQUERENÇA - Olegário Benquerença protagonizou duas das mais escandalosas actuações da arbitragem portuguesa dos últimos anos. Na Luz, em Outubro de 2004, dois meses antes da detenção de Pinto da Costa, o árbitro leiriense e o seu assistente Luís Tavares foram os únicos que não viram (mais alguns que não quiseram ver...) uma bola rematada por Petit ser retirada de dentro da baliza portista por um desesperado Vítor Baía. No mesmo jogo já havia feito vista grossa a uma claríssima grande penalidade de Seitaridis sobre Karadas (que daria expulsão do grego no início da segunda parte), e mostrado um vermelho injusto a Nuno Gomes, que havia sido barbaramente agredido por Pepe. Um ano depois, em jogo da Taça de Portugal, foi o Sporting a vítima deste benemérito portista de longa data. Com mais uma exibição de "luxo", Benquerença colocou os leões fora da Taça, poupando penáltis, e expulsando jogadores até achar necessário. Já antes de 2004 era um árbitro polémico, com arbitragens invariavelmente favoráveis aos portistas. Talvez por isso viu as portas de uma carreira internacional de sucesso serem-lhe escancaradas e, não se sabe bem como, poderá até estar no Euro 2008.
C de CALHEIROS - Os irmãos Calheiros - quem não se recorda dos gémeos e barbudos fiscais de linha, ladeando Carlos, o irmão mais velho - foram umas das muitas figuras sinistras da arbitragem portuguesa da década de noventa. Recordo particularmente um inacreditável penalti assinalado nas Antas por suposta falta de Mozer no empate 3-3 de 1993-94, bem como um jogo em Aveiro, na época anterior, concretamente na tarde soalheira de 16-5-1993, em que expulsou Yuran e Pacheco por supostas palavras, possibilitando a vitória ao Beira Mar, e dando o título ao F.C.Porto - que à mesma hora via um tal de Marques da Silva, do Funchal, expulsar estranhamente dois jogadores do Desp. Chaves e assinalar um penálti escandaloso que lhe permitiu virar o marcador para de 0-1 para 2-1 na difícil visita a Trás-os-Montes, quando águias e dragões seguiam, a três jornadas do fim, empatados em pontos. Mais do que essa e outras actuações, sempre em benefício dos mesmos, este trio ficou famoso pela célebre viagem ao Brasil, feita através da agência de Joaquim Oliveira, e paga pelo F.C.Porto. A investigação deste caso nunca foi devidamente feita. Com a PJ do Porto e o próprio MP aparentemente alinhados com o sistema, foi difícil durante muitos anos (e continua a sê-lo) avançar pelos caminhos da verdade.
Ao pé destes meninos, Calabote era possivelmente apenas um ingénuo aprendiz - e diga-se que o suposto e empolado caso Calabote, nos anos cinquenta, redundou apenas num título para o...F.C.Porto.
D de DUDA - Foi um dos meus primeiros contactos com a suja realidade do futebol português das últimas décadas. Jogava-se, já em plena segunda volta, a liderança do campeonato numa tarde chuvosa na Luz - foi este o célebre jogo em que Toni saiu a chorar por ter involuntariamente partido a perna de Marco Aurélio. O Benfica vencia por 1-0 desde os primeiros minutos com um golo de João Alves, mas já na ponta final do desafio, em recarga a um livre defendido por Bento, o brasileiro Duda em claríssimo fora de jogo, empatou a partida. O F.C.Porto de Pedroto, e já com Pinto da Costa no departamento de futebol, seria campeão.
No ano antes o F.C.Porto tinha alcançado o título através de um livre duvidoso à entrada da área, que lhe possibilitou o empate (1-1) frente ao Benfica nos últimos minutos de um jogo nas Antas em que estivera em desvantagem desde o terceiro minuto, com um auto-golo de Simões, e em que vira a barra devolver uma bola cabeceada por Humberto Coelho.Era o início de uma longa e podre história.
E de EXPULSÕES - A dualidade de critérios nos jogos doF.C.Porto foi desde os anos setenta uma constante. Todo o anti-jogo lhes foi sempre permitido (recordo por exemplo os empates a zero na Luz em 1989, 1990 e 1993), as agressões de Frasco, Fernando Couto, Paulinho Santos e Jorge Costa raramente foram punidas - este último quando se sentia pressionado atirava-se para o chão e punha assim fim aos lances -, mas aquilo que talvez tenha sido o emblema desta realidade foram as sistemáticas expulsões de jogadores encarnados sempre que jogavam frente aos portistas. Nos últimos vinte anos foram mostrados 23 (!!!) cartões vermelhos a jogadores do Benfica em clássicos com o F.C.Porto para todas as competições. A saber, e por ordem alfabética: Abel Xavier 94-95, Dimas 94-95, Eder 02-03, Escalona 99-00, Hélder 94-95, Isaías 91-92, João Pinto 94-95, 97-98 e 98-99, Miguel 02-03, Mozer 92-93, Nuno Gomes 04-05, Nelo 94-95, Pacheco 88-89, Ricardo Rocha 02-03 e 03-04, Ricardo Gomes 95-96, Rojas 99-00, Rui Bento 91-92, Tahar 96-97, Vítor Paneira 94-95, Veloso 87-88 e Yuran 92-93. Para se ter uma ideia da força deste número, digamos que nos oitenta anos de história anteriores (1907 a 1987) foram expulsos apenas 10 jogadores do Benfica em jogos com o F.C.Porto, ou seja, em apenas vinte anos foram expulsos mais do dobro dos que haviam sido em toda a restante história do futebol português. Este tem sido um aspecto fulcral da perseguição ao Benfica e da protecção ao F.C.Porto, e que muitas vezes impediu outros resultados, nomeadamente a norte, onde a maioria daquelas expulsões teve lugar. Por vezes foi também em vésperas de deslocações às Antas que as expulsões cirurgicamente ocorreram. Foi o caso de Preud'Homme, em 1995-96 e Miccoli no ano passado, curiosamente dois grandes jogadores que nunca haviam sido expulsos em Portugal, e nunca voltaram a sê-lo depois dessas ocasiões.
Também os penáltis marcados a favor do F.C.Porto e subtraídos ao Benfica foram uma constante nas deslocações às Antas (por exemplo 89-90, 92-93, 93-94 no primeiro caso; 91-92 no segundo). Mas até na Luz, em jogo decisivo para o título de 1991-92 isso aconteceu, com o marcador a ser aberto já a meio da segunda parte num lance fora da área entre Rui Bento e Rui Filipe, que valeu o primeiro golo portista e a expulsão do benfiquista. O F.C.Porto, a jogar contra dez, venceria por 2-3. O árbitro era Fortunato Azevedo, que já na primeira volta subtraíra uma grande penalidade ao Benfica e expulsara Isaías, em jogo que terminou empatado a zero.
Os golos anulados a Kandaurov em 1997-98, e Amaral em 1994-95, além do caso Benquerença em 2004-05, também são dignos de figurar neste negro registo de clara e inequívoca parcialidade. Sem falar nas célebres defesas de Vítor Baía fora da área, sem cartão nem punição.