Eleições 2009

Bleach

Citação de: Deus Ex-Machina em 18 de Abril de 2009, 12:33
após uma googlada...

http://carlosquaresma.blog.com/

http://carlosquaresma.blog.com/2009/04/15/manifesto/
                                                         MANIFESTO                                                                                             
MANIFESTO ELEITORAL
                                 
DE CARLOS QUARESMA
                                                     
ELEIÇÕES NO SPORT LISBOA E BENFICA
                                                                         
OUTUBRO 2009
Caros Benfiquistas
Chamo-me Carlos Alberto Quaresma, tenho 54 anos e estou a escrever-vos da Suécia, onde resido há mais de 30 anos e onde construí uma vida pessoal e profissional, de sucesso. Durante esta longa ausência jamais esqueci o meu país e, particularmente, o meu clube do coração, o Sport Lisboa e Benfica, onde fui jogador de futebol e de onde trouxe as mais gratas recordações da minha juventude. A distância nunca arrefeceu o meu interesse pelo Glorioso, bem antes pelo contrário, a saudade da minha terra, dos meus compatriotas e do meu Benfica estimularam e alimentaram sempre a vontade de um dia regressar às minhas origens.

O insucesso desportivo do clube aliado ao alarmante problema financeiro, fizeram esse desejo crescer dentro do meu espírito e elevar-se ao mais alto patamar dos sonhos: ser Presidente do Sport Lisboa Benfica.

A forte convicção de que tenho faculdades e meios para ajudar o clube a sair desta progressiva degradação, transformaram este ideal num verdadeiro imperativo de consciência. A família anuiu e os muitos amigos benfiquistas que ainda conservo no país, tristes e desiludidos com os constantes desaires desportivos e preocupados com o caos financeiro, incentivaram-me a concretizar a ideia. Encontraram na minha afectividade ao Benfica, nas minhas capacidades humanas e profissionais, na minha experiência enquanto homem do futebol e no meu projecto, condições inexcedíveis para uma candidatura digna e auspiciosa. Acreditam que, comigo na presidência, o Benfica voltará a recuperar a dignidade, o prestígio e as glórias desportivas que, no passado, já escreveram orgulho nas centenárias páginas da sua história.

O momento é extremamente complexo e a situação do clube é dramática. Já não temos tempo para mais equívocos. É imprescindível travar, de imediato, as incompetências e os oportunismos que têm vingado nos últimos anos.

Em Outubro de 2009 será chegado o momento, único e irreversível, em que a sobrevivência do clube que amamos estará na dependência exclusiva da nossa capacidade de análise, do nosso rigor, da nossa exigência, do poder da nossa mobilização, do nosso espírito de luta e da nossa lucidez, na hora da escolha do novo Presidente.

O eleito, seja quem for, e em virtude das actuais circunstâncias, terá a seu cargo a gigantesca responsabilidade de revitalizar o clube, aos mais diversos níveis, ou de o deixar afundar, definitivamente.

Os sócios têm, a seu cargo, a não menos responsável missão de saber escolher. O sucesso e o abismo estão, neste momento, à mesma equidistância, dependendo da habilitação e da idoneidade de quem o vier a dirigir.

Estamos na hora exacta de deixar de lado querelas, unir forças, fundir sonhos e avançar, cada um com as suas aptidões, todos juntos, rumo à salvação do clube. Tropas divididas nunca ganharam guerras.

O primeiro passo para que esta unidade seja implementada, é eleger para presidente não só um homem de superior visão e competência, mas também um benfiquista genuíno, com provas de fidelidade dadas, uma figura respeitável que saia do universo benfiquista e não alguém, como aconteceu nos últimos anos, que tenha a sua filiação e simpatia clubista associada às cores de outros emblemas.

Os benfiquistas sentem-se envergonhados com as notícias que dão conta que o seu actual presidente é sócio efectivo dos nossos maiores rivais e que os seus principais colaboradores também norteiam as suas preferências para outros clubes. Pior ainda, quando tomam conhecimento, por testemunhos idóneos, que o actual Presidente, em tempos ainda não muito distantes, festejava, nas Antas, junto com Pinto da Costa, as vitórias do FCP sobre o Benfica. E nem o facto de, naquela época, ser presidente do Alverca, clube satélite do SLB, o obrigava, por uma questão de respeito, a moderar a exteriorização da sua alegria.

Esta situação é deplorável e inadmissível num clube com os pergaminhos de honra que nos assiste; uma verdadeira afronta à memória dos muitos homens nobres que lutaram e viveram pela identidade, pelo bom-nome e pela imagem do Sport Lisboa e Benfica.

O próximo Presidente do Glorioso, tal como me proponho, tem que ser um homem de um só rosto e um benfiquista sem mácula, de cabeça erguida, de modo a poder inspirar credibilidade e confiança às bases do clube. Ninguém pode respeitar uma figura cuja autoridade estará sempre afectada por um passado de estreita cumplicidade com personagens que nos foram altamente hostis. O Presidente do Benfica não pode, por motivos morais e éticos, ser sócio efectivo do Benfica e, simultaneamente, dos nossos maiores adversários.

Por isto mesmo, um dos grandes propósitos que me leva a candidatar às próximas eleições e que seguirei, fidedignamente, na justa defesa dos meus ideais passa pelo objectivo determinante de:

                              DEVOLVER O BENFICA AOS BENFIQUISTAS.

Num universo de 6 milhões de adeptos, se tivermos em conta os números mais mediáticos, teremos, seguramente, gente habilitada para preencher, com toda a competência, os lugares que hoje estão distribuídos a "outsiders" cuja lealdade aos supremos interesses do clube, quer se queira ou não, estará sempre a ser invariavelmente questionada.

Esta situação, verdadeiramente afrontosa para todos aqueles que, um dia, se orgulharam de pertencer a um clube que apenas tinha nas suas fileiras jogadores de alma benfiquista, levou a que muitos sócios e adeptos se afastassem do clube.

O meu projecto passa, fundamentalmente, como não podia deixar de ser, pela recuperação financeira e desportiva do SLB, mas, quando me proponho avançar para a presidência do clube, também estou com o pensamento nesses muitos milhares de benfiquistas que desmobilizaram das nossas fileiras, violentados e indignados não só com o desastre desportivo dos últimos anos, mas também com o facto de não aceitarem um Presidente associado a outros clubes.

Acredito piamente que um Benfica recuperado na sua idoneidade, no seu orgulho, nos seus valores desportivos e fortalecido na sua mística, irá trazer de volta, para uma participação activa, esses benfiquistas dissidentes, como também acredito que, sem essa massa humana, jamais haverá um Benfica sólido e vitorioso, à dimensão do clube que já conhecemos.

Tem-me sido dado verificar que o Estádio da Luz, com uma capacidade para cerca de 65 000 adeptos, não vai além de uma ocupação de 25 000 lugares, na esmagadora maioria dos desafios. Só enche nos grandes jogos. É preciso inverter esta situação sabendo-se que o clube tem, em Lisboa e nos seus arredores, uma enorme falange de apoio. Para tal, é meu propósito cativar o público benfiquista para o estádio, não só com uma equipe competitiva e ganhadora mas também com a realização de eventos complementares. Neste momento posso, desde já, anunciar que a minha ligação à Suécia e às grandes empresas daquele país, me vai permitir, como primeira iniciativa, sortear um carro de marca Volvo, em cada jogo. Os adeptos precisam de ganhar o hábito de voltar ao estádio porque a equipe precisa dos seus apoiantes. Um espectáculo sem público será como deglutir o melhor manjar sem sal – insípido e desolador.

O nosso lema de "Todos por um e um por todos" não pode ser apenas uma frase feita pela história do clube. Há que pegar nela, dar-lhe todo o sentido e redimensioná-la à medida da nossa ambição.

O Benfica não precisa de uma gestão apenas virada para a óptica empresarial e desportiva, necessita também, em igualdade de prioridades, de recuperar o seu património humano, desgastado pela gritante falta de cultura benfiquista com que o clube tem sido gerido nos seus últimos tempos.

Neste campo, uma das minhas primeiras acções será reunir com as Claques do Clube, no sentido de estabelecer as linhas mestras para uma sã convivência. O Benfica precisa que as suas claques sejam um complemento com vista ao sucesso do clube e não um factor de instabilidade e divisionismo.

Com o mesmo objectivo, irei reunir com todas as Casas do Benfica espalhadas pelo mundo para que, a partir de um consenso de ideias, possamos proceder à reestruturação deste sector importantíssimo na vida do clube e que, neste momento, funciona de forma desarticulada e desastrosa. Será um processo complexo e delicado mas imprescindível. As Casas e as claques são o coração do clube.

É, igualmente, minha firme intenção, criar, pela primeira vez na história do clube, um Departamento de Solidariedade Social, aproveitando os recursos que tenho na Suécia como responsável máximo por uma Fundação de Acção Social pertencente ao estado sueco e destinada a colaborar com países carenciados.

Se for eleito presidente do SLB, procederei a uma "joint-venture" entre o clube e essa Fundação por forma a que todos os sócios do Benfica, com mais de um ano de associados e com as quotas em dia, tenham acesso a todos os benefícios sociais que essa colaboração vai permitir, particularmente na área ortopédica.

O Benfica precisa de mudança, de novos rostos, de novas ideias, de novos recursos, de novos projectos, de uma nova mentalidade. Para isso, no caso de ser eleito, garanto que incidirei todos os meus esforços na tentativa de remodelar as estruturas que considero ultrapassadas e redefini-las numa perspectiva mais moderna e consentânea com o que se faz nos países mais evoluídos. Não deixarei, obviamente, de usufruir do património de contactos, conhecimentos e experiências que adquiri ao longo destes 30 anos em que estive fora de Portugal e que me vão permitir determinado tipo de parcerias que penso serem extremamente benéficas para o desenvolvimento e progresso do Benfica.

No campo desportivo, construirei uma equipe de futebol criteriosa, forte, competitiva ao mais alto nível, assistida por um competente quadro técnico e clínico e apostarei, em força, na formação, pois é, sem dúvida, no aproveitamento dos recursos humanos do clube, que encontraremos resposta para uma adequada gestão financeira. É preciso não esquecer que o futuro do Benfica passa pela qualidade dos seus jovens atletas e que, para isso, será necessário proporcionar-lhes condições e meios de trabalho que os motive e estimule para a prática das diversas modalidades.

Basicamente é um novo Benfica que me proponho reconstruir com base nos valores afectivos do passado, mas modernizado por um corpo directivo, determinado e corajoso, apostado em romper com os vícios obsoletos e dirigido para uma gestão de recursos eficaz e próspera.
Acredito que os verdadeiros benfiquistas, unidos em torno do seu amor ao clube, levarão os seus objectivos a bom porto.
                                                         CARLOS ALBERTO QUARESMA




ao que parece, já temos dois.

diz muitas verdades , não conheço o que fez na suécia, nem o genero de pessoa que é no entanto.
já jaime antunes sei que é um enorme economista.
as minhas preferências continuam a recair no bagão  , tadeu  , nazaré  , estes 3 principalmente.

p.s- é vergonhoso a falta da atenção que se tem dado aos candidatos  na comunicação social...então da benfica tv nem se fala...

faneca_slb4ever

Citação de: Bleach em 18 de Abril de 2009, 15:32
Citação de: Deus Ex-Machina em 18 de Abril de 2009, 12:33
após uma googlada...

http://carlosquaresma.blog.com/

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                                                         MANIFESTO                                                                                             
MANIFESTO ELEITORAL
                                 
DE CARLOS QUARESMA
                                                     
ELEIÇÕES NO SPORT LISBOA E BENFICA
                                                                         
OUTUBRO 2009
Caros Benfiquistas
Chamo-me Carlos Alberto Quaresma, tenho 54 anos e estou a escrever-vos da Suécia, onde resido há mais de 30 anos e onde construí uma vida pessoal e profissional, de sucesso. Durante esta longa ausência jamais esqueci o meu país e, particularmente, o meu clube do coração, o Sport Lisboa e Benfica, onde fui jogador de futebol e de onde trouxe as mais gratas recordações da minha juventude. A distância nunca arrefeceu o meu interesse pelo Glorioso, bem antes pelo contrário, a saudade da minha terra, dos meus compatriotas e do meu Benfica estimularam e alimentaram sempre a vontade de um dia regressar às minhas origens.

O insucesso desportivo do clube aliado ao alarmante problema financeiro, fizeram esse desejo crescer dentro do meu espírito e elevar-se ao mais alto patamar dos sonhos: ser Presidente do Sport Lisboa Benfica.

A forte convicção de que tenho faculdades e meios para ajudar o clube a sair desta progressiva degradação, transformaram este ideal num verdadeiro imperativo de consciência. A família anuiu e os muitos amigos benfiquistas que ainda conservo no país, tristes e desiludidos com os constantes desaires desportivos e preocupados com o caos financeiro, incentivaram-me a concretizar a ideia. Encontraram na minha afectividade ao Benfica, nas minhas capacidades humanas e profissionais, na minha experiência enquanto homem do futebol e no meu projecto, condições inexcedíveis para uma candidatura digna e auspiciosa. Acreditam que, comigo na presidência, o Benfica voltará a recuperar a dignidade, o prestígio e as glórias desportivas que, no passado, já escreveram orgulho nas centenárias páginas da sua história.

O momento é extremamente complexo e a situação do clube é dramática. Já não temos tempo para mais equívocos. É imprescindível travar, de imediato, as incompetências e os oportunismos que têm vingado nos últimos anos.

Em Outubro de 2009 será chegado o momento, único e irreversível, em que a sobrevivência do clube que amamos estará na dependência exclusiva da nossa capacidade de análise, do nosso rigor, da nossa exigência, do poder da nossa mobilização, do nosso espírito de luta e da nossa lucidez, na hora da escolha do novo Presidente.

O eleito, seja quem for, e em virtude das actuais circunstâncias, terá a seu cargo a gigantesca responsabilidade de revitalizar o clube, aos mais diversos níveis, ou de o deixar afundar, definitivamente.

Os sócios têm, a seu cargo, a não menos responsável missão de saber escolher. O sucesso e o abismo estão, neste momento, à mesma equidistância, dependendo da habilitação e da idoneidade de quem o vier a dirigir.

Estamos na hora exacta de deixar de lado querelas, unir forças, fundir sonhos e avançar, cada um com as suas aptidões, todos juntos, rumo à salvação do clube. Tropas divididas nunca ganharam guerras.

O primeiro passo para que esta unidade seja implementada, é eleger para presidente não só um homem de superior visão e competência, mas também um benfiquista genuíno, com provas de fidelidade dadas, uma figura respeitável que saia do universo benfiquista e não alguém, como aconteceu nos últimos anos, que tenha a sua filiação e simpatia clubista associada às cores de outros emblemas.

Os benfiquistas sentem-se envergonhados com as notícias que dão conta que o seu actual presidente é sócio efectivo dos nossos maiores rivais e que os seus principais colaboradores também norteiam as suas preferências para outros clubes. Pior ainda, quando tomam conhecimento, por testemunhos idóneos, que o actual Presidente, em tempos ainda não muito distantes, festejava, nas Antas, junto com Pinto da Costa, as vitórias do FCP sobre o Benfica. E nem o facto de, naquela época, ser presidente do Alverca, clube satélite do SLB, o obrigava, por uma questão de respeito, a moderar a exteriorização da sua alegria.

Esta situação é deplorável e inadmissível num clube com os pergaminhos de honra que nos assiste; uma verdadeira afronta à memória dos muitos homens nobres que lutaram e viveram pela identidade, pelo bom-nome e pela imagem do Sport Lisboa e Benfica.

O próximo Presidente do Glorioso, tal como me proponho, tem que ser um homem de um só rosto e um benfiquista sem mácula, de cabeça erguida, de modo a poder inspirar credibilidade e confiança às bases do clube. Ninguém pode respeitar uma figura cuja autoridade estará sempre afectada por um passado de estreita cumplicidade com personagens que nos foram altamente hostis. O Presidente do Benfica não pode, por motivos morais e éticos, ser sócio efectivo do Benfica e, simultaneamente, dos nossos maiores adversários.

Por isto mesmo, um dos grandes propósitos que me leva a candidatar às próximas eleições e que seguirei, fidedignamente, na justa defesa dos meus ideais passa pelo objectivo determinante de:

                              DEVOLVER O BENFICA AOS BENFIQUISTAS.

Num universo de 6 milhões de adeptos, se tivermos em conta os números mais mediáticos, teremos, seguramente, gente habilitada para preencher, com toda a competência, os lugares que hoje estão distribuídos a "outsiders" cuja lealdade aos supremos interesses do clube, quer se queira ou não, estará sempre a ser invariavelmente questionada.

Esta situação, verdadeiramente afrontosa para todos aqueles que, um dia, se orgulharam de pertencer a um clube que apenas tinha nas suas fileiras jogadores de alma benfiquista, levou a que muitos sócios e adeptos se afastassem do clube.

O meu projecto passa, fundamentalmente, como não podia deixar de ser, pela recuperação financeira e desportiva do SLB, mas, quando me proponho avançar para a presidência do clube, também estou com o pensamento nesses muitos milhares de benfiquistas que desmobilizaram das nossas fileiras, violentados e indignados não só com o desastre desportivo dos últimos anos, mas também com o facto de não aceitarem um Presidente associado a outros clubes.

Acredito piamente que um Benfica recuperado na sua idoneidade, no seu orgulho, nos seus valores desportivos e fortalecido na sua mística, irá trazer de volta, para uma participação activa, esses benfiquistas dissidentes, como também acredito que, sem essa massa humana, jamais haverá um Benfica sólido e vitorioso, à dimensão do clube que já conhecemos.

Tem-me sido dado verificar que o Estádio da Luz, com uma capacidade para cerca de 65 000 adeptos, não vai além de uma ocupação de 25 000 lugares, na esmagadora maioria dos desafios. Só enche nos grandes jogos. É preciso inverter esta situação sabendo-se que o clube tem, em Lisboa e nos seus arredores, uma enorme falange de apoio. Para tal, é meu propósito cativar o público benfiquista para o estádio, não só com uma equipe competitiva e ganhadora mas também com a realização de eventos complementares. Neste momento posso, desde já, anunciar que a minha ligação à Suécia e às grandes empresas daquele país, me vai permitir, como primeira iniciativa, sortear um carro de marca Volvo, em cada jogo. Os adeptos precisam de ganhar o hábito de voltar ao estádio porque a equipe precisa dos seus apoiantes. Um espectáculo sem público será como deglutir o melhor manjar sem sal – insípido e desolador.

O nosso lema de "Todos por um e um por todos" não pode ser apenas uma frase feita pela história do clube. Há que pegar nela, dar-lhe todo o sentido e redimensioná-la à medida da nossa ambição.

O Benfica não precisa de uma gestão apenas virada para a óptica empresarial e desportiva, necessita também, em igualdade de prioridades, de recuperar o seu património humano, desgastado pela gritante falta de cultura benfiquista com que o clube tem sido gerido nos seus últimos tempos.

Neste campo, uma das minhas primeiras acções será reunir com as Claques do Clube, no sentido de estabelecer as linhas mestras para uma sã convivência. O Benfica precisa que as suas claques sejam um complemento com vista ao sucesso do clube e não um factor de instabilidade e divisionismo.

Com o mesmo objectivo, irei reunir com todas as Casas do Benfica espalhadas pelo mundo para que, a partir de um consenso de ideias, possamos proceder à reestruturação deste sector importantíssimo na vida do clube e que, neste momento, funciona de forma desarticulada e desastrosa. Será um processo complexo e delicado mas imprescindível. As Casas e as claques são o coração do clube.

É, igualmente, minha firme intenção, criar, pela primeira vez na história do clube, um Departamento de Solidariedade Social, aproveitando os recursos que tenho na Suécia como responsável máximo por uma Fundação de Acção Social pertencente ao estado sueco e destinada a colaborar com países carenciados.

Se for eleito presidente do SLB, procederei a uma "joint-venture" entre o clube e essa Fundação por forma a que todos os sócios do Benfica, com mais de um ano de associados e com as quotas em dia, tenham acesso a todos os benefícios sociais que essa colaboração vai permitir, particularmente na área ortopédica.

O Benfica precisa de mudança, de novos rostos, de novas ideias, de novos recursos, de novos projectos, de uma nova mentalidade. Para isso, no caso de ser eleito, garanto que incidirei todos os meus esforços na tentativa de remodelar as estruturas que considero ultrapassadas e redefini-las numa perspectiva mais moderna e consentânea com o que se faz nos países mais evoluídos. Não deixarei, obviamente, de usufruir do património de contactos, conhecimentos e experiências que adquiri ao longo destes 30 anos em que estive fora de Portugal e que me vão permitir determinado tipo de parcerias que penso serem extremamente benéficas para o desenvolvimento e progresso do Benfica.

No campo desportivo, construirei uma equipe de futebol criteriosa, forte, competitiva ao mais alto nível, assistida por um competente quadro técnico e clínico e apostarei, em força, na formação, pois é, sem dúvida, no aproveitamento dos recursos humanos do clube, que encontraremos resposta para uma adequada gestão financeira. É preciso não esquecer que o futuro do Benfica passa pela qualidade dos seus jovens atletas e que, para isso, será necessário proporcionar-lhes condições e meios de trabalho que os motive e estimule para a prática das diversas modalidades.

Basicamente é um novo Benfica que me proponho reconstruir com base nos valores afectivos do passado, mas modernizado por um corpo directivo, determinado e corajoso, apostado em romper com os vícios obsoletos e dirigido para uma gestão de recursos eficaz e próspera.
Acredito que os verdadeiros benfiquistas, unidos em torno do seu amor ao clube, levarão os seus objectivos a bom porto.
                                                         CARLOS ALBERTO QUARESMA




ao que parece, já temos dois.

diz muitas verdades , não conheço o que fez na suécia, nem o genero de pessoa que é no entanto.
já jaime antunes sei que é um enorme economista.
as minhas preferências continuam a recair no bagão  , tadeu  , nazaré  , estes 3 principalmente.

p.s- é vergonhoso a falta da atenção que se tem dado aos candidatos  na comunicação social...então da benfica tv nem se fala...

será que não percebes que só há um candidato e mesmo esse tem o seu canal...

patm

Citação de: patm em 18 de Abril de 2009, 15:26
porque raio as eleições só são em Outubro??

assim se tivermos uma nova direcção é (mais) uma época que se perde!?


alguém me explique porque não fazemos como os lagartos, e bem, serem em junho?

Deus Ex-Machina

#8178
Citação de: patm em 18 de Abril de 2009, 16:41
Citação de: patm em 18 de Abril de 2009, 15:26
porque raio as eleições só são em Outubro??

assim se tivermos uma nova direcção é (mais) uma época que se perde!?


alguém me explique porque não fazemos como os lagartos, e bem, serem em junho?

porque está nos estatutos.

http://abestavermelha.blogspot.com/

ARTIGO 24º

1 O mandato dos órgãos sociais tem a
duração de três anos e cessa com aposse dos
novos órgãos sociais eleitos.
2. A eleição realiza-se por escrutínio
secreto, entre os dias 24 e 31 do mês de
Outubro do ano em que deva ter lugar

se quiseres mudar as coisas

46º

As reuniões extraordinárias da assembleia
geral são convocadas pelo presidente da mesa,
ou por quem o substitua, por sua iniciativa ou a
pedido da direcção, do conselho fiscal ou de
um numero de sócios efectivos com mais de
um ano de filiação associativa e no pleno gozo
dos seus direitos estatutários, correspondentes
a 0,5% dos sócios em tais condições existentes
em 31 de Dezembro do ano anterior àquele em
que tiver lugar a requerida assembleia.

ARTIGO 47º

1. A reunião extraordinária da assembleia
geral, convocada nos termos da parte final do
artigo 46º, só poderá realizar-se se estiverem
prosentes, pelo menos, quatro quintos dos
sócios que a requererem.
2. Os sócios requerentes da reunião
extraordinária da assembleia geral que a ela
não compareçam ficam, durante o prazo de dois
anos, contados desde a data da reunião,
inibidos de requerer novas reuniões, e de votar
em outras reuniões ordnárias ou
extraordinárias que se realizem dentro do
mesmo período de tempo.

ou então pode ser a direcção a convocar eleições antecipadas, como fez o Damásio.

LuigiSLB83

As eleições são em Outubro porque assim está definido nos estatutos. Para os alterar, os sócios podem reunir assinaturas para que isso possa ser votado em AG, ou os próprios orgãos sociais propor a votação em AG.

franciscoafonso

O aval financeiro para contratar o Simão foi dado por Luís Filipe Vieira ;D As coisas que se lêem. Mas LFV tinha 12 milhões no bolso que não lhe faziam falta, era?

LuigiSLB83

Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 16:51
O aval financeiro para contratar o Simão foi dado por Luís Filipe Vieira ;D As coisas que se lêem. Mas LFV tinha 12 milhões no bolso que não lhe faziam falta, era?

Também foi dito que foi Veiga a dar esse aval.

franciscoafonso

Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 16:57
Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 16:51
O aval financeiro para contratar o Simão foi dado por Luís Filipe Vieira ;D As coisas que se lêem. Mas LFV tinha 12 milhões no bolso que não lhe faziam falta, era?

Também foi dito que foi Veiga a dar esse aval.
Junto do BES. Um pouco diferente, digo eu.

LuigiSLB83

Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 16:58
Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 16:57
Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 16:51
O aval financeiro para contratar o Simão foi dado por Luís Filipe Vieira ;D As coisas que se lêem. Mas LFV tinha 12 milhões no bolso que não lhe faziam falta, era?

Também foi dito que foi Veiga a dar esse aval.
Junto do BES. Um pouco diferente, digo eu.

E junto do BES, não precisa de ter dinheiro a mais no bolso, ou como é que isso funciona?

Ruud

Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 16:47
As eleições são em Outubro porque assim está definido nos estatutos. Para os alterar, os sócios podem reunir assinaturas para que isso possa ser votado em AG, ou os próprios orgãos sociais propor a votação em AG.

Qual o número de assinaturas?

franciscoafonso

Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 17:01
Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 16:58
Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 16:57
Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 16:51
O aval financeiro para contratar o Simão foi dado por Luís Filipe Vieira ;D As coisas que se lêem. Mas LFV tinha 12 milhões no bolso que não lhe faziam falta, era?

Também foi dito que foi Veiga a dar esse aval.
Junto do BES. Um pouco diferente, digo eu.

E junto do BES, não precisa de ter dinheiro a mais no bolso, ou como é que isso funciona?
Em princípio precisará, mas não os tais 12 milhões. Terá de ter garantias de cumprimento, mas quem "dá a cara" é o banco. E, naquela altura, não comparemos a reputação e as "fortunas" de Veiga ou LFV, tenham sido elas obtidas como forem. LFV "deu o salto" depois de ser presidente do Benfica, Veiga era um empresário de sucesso.

franciscoafonso

Citação de: Ruud Gullit em 18 de Abril de 2009, 17:05
Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 16:47
As eleições são em Outubro porque assim está definido nos estatutos. Para os alterar, os sócios podem reunir assinaturas para que isso possa ser votado em AG, ou os próprios orgãos sociais propor a votação em AG.

Qual o número de assinaturas?
Acho que eram 950 para levar a AG e 2/3 dos sócios em AG aprovarem. Não sei se estou a dizer alguma barbaridade, mas acho que é por aí.

Deus Ex-Machina

Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 17:06
Citação de: Ruud Gullit em 18 de Abril de 2009, 17:05
Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 16:47
As eleições são em Outubro porque assim está definido nos estatutos. Para os alterar, os sócios podem reunir assinaturas para que isso possa ser votado em AG, ou os próprios orgãos sociais propor a votação em AG.

Qual o número de assinaturas?
Acho que eram 950 para levar a AG e 2/3 dos sócios em AG aprovarem. Não sei se estou a dizer alguma barbaridade, mas acho que é por aí.

46º

As reuniões extraordinárias da assembleia
geral são convocadas pelo presidente da mesa,
ou por quem o substitua, por sua iniciativa ou a
pedido da direcção, do conselho fiscal ou de
um numero de sócios efectivos com mais de
um ano de filiação associativa e no pleno gozo
dos seus direitos estatutários, correspondentes
a 0,5% dos sócios em tais condições existentes
em 31 de Dezembro do ano anterior àquele em
que tiver lugar a requerida assembleia.

tal como disse o Afonso, deve rondar os tais 950, já que em Dezembro de 2008 devíamos ter cerca de 190000 associados.

Ruud

Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 17:06
Citação de: Ruud Gullit em 18 de Abril de 2009, 17:05
Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 16:47
As eleições são em Outubro porque assim está definido nos estatutos. Para os alterar, os sócios podem reunir assinaturas para que isso possa ser votado em AG, ou os próprios orgãos sociais propor a votação em AG.

Qual o número de assinaturas?
Acho que eram 950 para levar a AG e 2/3 dos sócios em AG aprovarem. Não sei se estou a dizer alguma barbaridade, mas acho que é por aí.

Fdx, no jogo contra o Maritimo era tentar fazer isso...

950 assinaturas não é praticamente "nada".

LuigiSLB83

Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 17:05
Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 17:01
Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 16:58
Citação de: LuigiSLB83 em 18 de Abril de 2009, 16:57
Citação de: franciscoafonso em 18 de Abril de 2009, 16:51
O aval financeiro para contratar o Simão foi dado por Luís Filipe Vieira ;D As coisas que se lêem. Mas LFV tinha 12 milhões no bolso que não lhe faziam falta, era?

Também foi dito que foi Veiga a dar esse aval.
Junto do BES. Um pouco diferente, digo eu.

E junto do BES, não precisa de ter dinheiro a mais no bolso, ou como é que isso funciona?
Em princípio precisará, mas não os tais 12 milhões. Terá de ter garantias de cumprimento, mas quem "dá a cara" é o banco. E, naquela altura, não comparemos a reputação e as "fortunas" de Veiga ou LFV, tenham sido elas obtidas como forem. LFV "deu o salto" depois de ser presidente do Benfica, Veiga era um empresário de sucesso.

Veiga era um empresário de sucesso até determinada altura. Até quando os grandes jogadores começarem a dar-lhe com os pés, como Figo e outros.

LFV, figurou na lista dos mais ricos de Portugal, numa altura que já era presidente do Benfica. É um facto. Mas antes de LFV entrar no Benfica, já este também era um empresário de sucesso. Mas isso pouco  me interessa se Veiga e Vieira, são ou deixaram de ser empresário (cada um na sua área) de sucesso. Isso é a vida profissional e pessoal de ambos.

E quanto terá sido o montante desse aval? Terá sido maior ou menos, do que a comissão ganha nessa transferência.