Rui Costa, Presidente do Sport Lisboa e Benfica

Presidente, 54 anos,
Portugal

menta

CARREGA RUINZINHO E CHALUPAS65!!
RUMO AO ABISMO!!

Kurt Cobain 10

Amanhã lá estará no estádio dos arcos com nova poker face .

Novo cromo para a caderneta.

duarteslb

Citação de: samarras em 16 de Janeiro de 2026, 10:27Vai andar desaparecido.

É este o normal do Benfica, arredado de troféus.

Volta daqui a 4 anos. Mal posso esperar pela universidade Benfica.

Dandy






   Os árbitros fizeram-te a cama, Maestro.

   Não merecias!

    :cry2:  :cry2:  :cry2:




fdpdc666

É o Benfica, sem qualquer surpresa!
A época acabou na Luz e não surpreende, após tantos erros. Estamos apenas em janeiro. No Dragão, colhem-se os frutos da simplicidade: do processo, da mensagem e da escolha de rumo.



Jan Bednarek cabeceia para o mais que provável ponto final na época do Benfica, com a eliminação nos quartos de final da Taça de Portugal - Foto: IMAGO

Spoiler
Acaba o clássico e a sensação que fica é que, embora tenha corrido alguns riscos, o FC Porto controlou a partir do 1-0. Pouco ou nada se importou com conclusões redutoras ou a ideia de vitória moral extraída pelo rival, que vislumbrou um par de oportunidades flagrantes e ainda viu sustentado o argumento do penálti sobre Barreiro. Ironia das ironias, os meios foram mais importantes para Mourinho e companhia do que o próprio fim.

A crise existe, no entanto, a miragem de um outro resultado não deixa que ganhe contornos sufocantes. Além de no epicentro, claro, estar um dos melhores da história, ainda que há muito tenha saltado em andamento para apeadeiros em que esse comboio dificilmente irá parar.

Dizia eu: acaba o clássico e a imagem que me surge é de um coletivo, em que as coisas podem ser simples, mas não deixam de fazer sentido, a superiorizar-se a uma soma de jogadores, sem qualquer tipo de química entre si. Pelo perfil sim, e pela forma como os distribuem em campo.

Claro que o Benfica se apresentou organizado, unido pelo objetivo primário de não sofrer golos. Contudo, mais à frente, não foram assim tão poucos os momentos em que foi cada um por si a tentar ligar com Pavlidis. Aliás, tem sido esse o caminho que as águias têm percorrido, em contraciclo com os rivais e os maiores de outras ligas.

Enquanto o coletivo, com expoente máximo em PSG, Arsenal e Bayern, e a um nível menor, pela perda de alguma identidade, no Manchester City, parece ter virado finalmente paradigma — as individualidades servem e servem-se do processo — na Luz procuram-se soluções de desequilíbrio para fechá-lo, quase como se aí não fossem precisos treino e ideias. Apenas pura inspiração. Se os maiores do planeta já não abdicam dos jogadores multifuncionais, capazes de defender, mas também de atacar com engenho e qualidade, de roubar a bola, porém ainda de a colocar curta ou longa, ou levá-la colocado ao pé no drible e no sprint, ao mesmo tempo, no Benfica escolhem-se futebolistas unidimensionais, só capazes de pressionar para recuperar e aparecer para finalizar como Barreiro. De fintar ou cruzar como Lukebakio. De acelerar e centrar como Sidny. Até Roger Schmidt, que vivia na vertigem, precisava de jogadores de pausa, de inteligência, de controlo. Teve de criá-los, recuperar proscritos como Florentino e João Mário, inventar Chiquinhos, dar depois a batuta a João Neves. Que depois perdeu como Enzo, sem substituto à altura.

Não foi surpresa a eliminação do Benfica. E o FC Porto nem precisou de fazer muito. Marcou, não fechou com o segundo golo e entregou-se à gestão, conhecendo não só as debilidades do adversário na criação como as próprias forças em tapar caminhos para a baliza de Diogo Costa. Podia ter corrido mal, sim, todavia as probabilidades de que seria bem-sucedido sempre foram superiores.

A partir do 1-0, mas sobretudo daquele falhanço de Pavlidis já depois de Diogo Costa ter brilhado no final da primeira parte, vende-se a imagem de um Benfica infeliz e do resultado injusto. Da atitude diferente. Sim, a agressividade nos duelos subiu, a par com a condescendência do adversário, confortável com o que se estava a passar. E o Benfica, ferido e a lutar pela vida na única competição que poderá realmente vencer, foi apenas esforçado. A 15 de janeiro, ainda que possa prolongar um pouco mais a presença na Champions e lutar pelo segundo lugar do campeonato e, assim, pela próxima edição da mesma competição, a época praticamente acabou. E nem é surpresa.

Leio entretanto que não é a altura para abdicar de Mourinho, que o Benfica precisa de um manager, alguém com cultura de vitória para fazer o clube sair do momento que vive no futebol profissional (talvez precisasse de mais uns quantos para as modalidades). Por muito que concorde com a ideia que face ao vazio de liderança, legitimado pela larga maioria que o escolheu, seja preciso alguém que encontre rapidamente um rumo e tome as decisões certas, é preciso acertar que rumo deverá esse.

Escrevi aqui que o Benfica tem de saber o que quer. Que tipo de futebol pretende colocar em campo, a fim de atingir os seus objetivos. Qual é a sua cultura de clube? Em que é o que os adeptos se reveem? Em ganhar, sim, mas como? Enquanto andar a saltar de ideia para ideia, ou atrasar aquela que será sempre a dominante na sua história, o seu ADN, estará a perder tempo. Mourinho escondeu a equação atrás do ganhar e agora, sem resultados, pouco lhe resta mais do que um futebol desfigurado que se encolhe diante do futuro. Se não é a solução como técnico, o que parece evidente, também não o será como manager.

Já ninguém se lembra de onde o FC Porto partiu. Das dificuldades financeiras, do plantel pouco competitivo, do ano zero que se anulou a si próprio. Enquanto a sul se falava da falta de tempo para introduzir três ou quatro novos jogadores e, depois, um novo processo, no Dragão começava-se quase do início. Com novas ideias. A mensagem passou logo na pré-época e, com um ou outro sobressalto, consolidou-se ao ponto de, jornada após jornada, se ganhar. Seguro da decisão, Villas-Boas renovou com Farioli, tal como Rui Costa fez com Schmidt. Ambos bem, a meu ver, mas com sustentação diferente. Sobretudo a nível da liderança. Porque um bom técnico não chega, a não ser que seja muito mais do que isso, que também seja um pouco presidente. Sobretudo, líder.

Roger Schmidt não o era. Lage também não. O velho Mourinho poderia sê-lo. Não este. Amorim mostrou-o antes e talvez pudesse devolver o rumo que esta direção nunca encontrou, ainda que pouco ou nada mereça ser salva pelo que não fez até aqui. Porque, no fundo, por vezes basta não complicar o que é simples.

Villas-Boas, que já falhou feio e tantas vezes se perdeu no discurso, talvez ainda a dialogar com a sombra do antecessor, se ganhar agora fá-lo-á por uma razão essencial: sempre soube o que queria. Definiu um caminho, sustentou-o e foi coerente.

No futebol, ganhar pode ser consequência. Saber quem se é — e agir de acordo com isso — devia ser sempre o princípio.
[fechar]

Luís Mateus in A Bola

https://www.abola.pt/noticias/e-o-benfica-sem-qualquer-surpresa-2026011523003674034

Dandy

Citação de: fdpdc666 em 16 de Janeiro de 2026, 10:45É o Benfica, sem qualquer surpresa!
A época acabou na Luz e não surpreende, após tantos erros. Estamos apenas em janeiro. No Dragão, colhem-se os frutos da simplicidade: do processo, da mensagem e da escolha de rumo.



Jan Bednarek cabeceia para o mais que provável ponto final na época do Benfica, com a eliminação nos quartos de final da Taça de Portugal - Foto: IMAGO

Spoiler
Acaba o clássico e a sensação que fica é que, embora tenha corrido alguns riscos, o FC Porto controlou a partir do 1-0. Pouco ou nada se importou com conclusões redutoras ou a ideia de vitória moral extraída pelo rival, que vislumbrou um par de oportunidades flagrantes e ainda viu sustentado o argumento do penálti sobre Barreiro. Ironia das ironias, os meios foram mais importantes para Mourinho e companhia do que o próprio fim.

A crise existe, no entanto, a miragem de um outro resultado não deixa que ganhe contornos sufocantes. Além de no epicentro, claro, estar um dos melhores da história, ainda que há muito tenha saltado em andamento para apeadeiros em que esse comboio dificilmente irá parar.

Dizia eu: acaba o clássico e a imagem que me surge é de um coletivo, em que as coisas podem ser simples, mas não deixam de fazer sentido, a superiorizar-se a uma soma de jogadores, sem qualquer tipo de química entre si. Pelo perfil sim, e pela forma como os distribuem em campo.

Claro que o Benfica se apresentou organizado, unido pelo objetivo primário de não sofrer golos. Contudo, mais à frente, não foram assim tão poucos os momentos em que foi cada um por si a tentar ligar com Pavlidis. Aliás, tem sido esse o caminho que as águias têm percorrido, em contraciclo com os rivais e os maiores de outras ligas.

Enquanto o coletivo, com expoente máximo em PSG, Arsenal e Bayern, e a um nível menor, pela perda de alguma identidade, no Manchester City, parece ter virado finalmente paradigma — as individualidades servem e servem-se do processo — na Luz procuram-se soluções de desequilíbrio para fechá-lo, quase como se aí não fossem precisos treino e ideias. Apenas pura inspiração. Se os maiores do planeta já não abdicam dos jogadores multifuncionais, capazes de defender, mas também de atacar com engenho e qualidade, de roubar a bola, porém ainda de a colocar curta ou longa, ou levá-la colocado ao pé no drible e no sprint, ao mesmo tempo, no Benfica escolhem-se futebolistas unidimensionais, só capazes de pressionar para recuperar e aparecer para finalizar como Barreiro. De fintar ou cruzar como Lukebakio. De acelerar e centrar como Sidny. Até Roger Schmidt, que vivia na vertigem, precisava de jogadores de pausa, de inteligência, de controlo. Teve de criá-los, recuperar proscritos como Florentino e João Mário, inventar Chiquinhos, dar depois a batuta a João Neves. Que depois perdeu como Enzo, sem substituto à altura.

Não foi surpresa a eliminação do Benfica. E o FC Porto nem precisou de fazer muito. Marcou, não fechou com o segundo golo e entregou-se à gestão, conhecendo não só as debilidades do adversário na criação como as próprias forças em tapar caminhos para a baliza de Diogo Costa. Podia ter corrido mal, sim, todavia as probabilidades de que seria bem-sucedido sempre foram superiores.

A partir do 1-0, mas sobretudo daquele falhanço de Pavlidis já depois de Diogo Costa ter brilhado no final da primeira parte, vende-se a imagem de um Benfica infeliz e do resultado injusto. Da atitude diferente. Sim, a agressividade nos duelos subiu, a par com a condescendência do adversário, confortável com o que se estava a passar. E o Benfica, ferido e a lutar pela vida na única competição que poderá realmente vencer, foi apenas esforçado. A 15 de janeiro, ainda que possa prolongar um pouco mais a presença na Champions e lutar pelo segundo lugar do campeonato e, assim, pela próxima edição da mesma competição, a época praticamente acabou. E nem é surpresa.

Leio entretanto que não é a altura para abdicar de Mourinho, que o Benfica precisa de um manager, alguém com cultura de vitória para fazer o clube sair do momento que vive no futebol profissional (talvez precisasse de mais uns quantos para as modalidades). Por muito que concorde com a ideia que face ao vazio de liderança, legitimado pela larga maioria que o escolheu, seja preciso alguém que encontre rapidamente um rumo e tome as decisões certas, é preciso acertar que rumo deverá esse.

Escrevi aqui que o Benfica tem de saber o que quer. Que tipo de futebol pretende colocar em campo, a fim de atingir os seus objetivos. Qual é a sua cultura de clube? Em que é o que os adeptos se reveem? Em ganhar, sim, mas como? Enquanto andar a saltar de ideia para ideia, ou atrasar aquela que será sempre a dominante na sua história, o seu ADN, estará a perder tempo. Mourinho escondeu a equação atrás do ganhar e agora, sem resultados, pouco lhe resta mais do que um futebol desfigurado que se encolhe diante do futuro. Se não é a solução como técnico, o que parece evidente, também não o será como manager.

Já ninguém se lembra de onde o FC Porto partiu. Das dificuldades financeiras, do plantel pouco competitivo, do ano zero que se anulou a si próprio. Enquanto a sul se falava da falta de tempo para introduzir três ou quatro novos jogadores e, depois, um novo processo, no Dragão começava-se quase do início. Com novas ideias. A mensagem passou logo na pré-época e, com um ou outro sobressalto, consolidou-se ao ponto de, jornada após jornada, se ganhar. Seguro da decisão, Villas-Boas renovou com Farioli, tal como Rui Costa fez com Schmidt. Ambos bem, a meu ver, mas com sustentação diferente. Sobretudo a nível da liderança. Porque um bom técnico não chega, a não ser que seja muito mais do que isso, que também seja um pouco presidente. Sobretudo, líder.

Roger Schmidt não o era. Lage também não. O velho Mourinho poderia sê-lo. Não este. Amorim mostrou-o antes e talvez pudesse devolver o rumo que esta direção nunca encontrou, ainda que pouco ou nada mereça ser salva pelo que não fez até aqui. Porque, no fundo, por vezes basta não complicar o que é simples.

Villas-Boas, que já falhou feio e tantas vezes se perdeu no discurso, talvez ainda a dialogar com a sombra do antecessor, se ganhar agora fá-lo-á por uma razão essencial: sempre soube o que queria. Definiu um caminho, sustentou-o e foi coerente.

No futebol, ganhar pode ser consequência. Saber quem se é — e agir de acordo com isso — devia ser sempre o princípio.
[fechar]

Luís Mateus in A Bola

https://www.abola.pt/noticias/e-o-benfica-sem-qualquer-surpresa-2026011523003674034





   Avençado.

   Aposto que come frango de graça.




margaridacardoso

Citação de: _Xebola_ em 15 de Janeiro de 2026, 19:34

Peçam ao cigarradas para pagar isso por mim, ou então metam isso a debitar na conta de algum desses 65% de insuficientes mentais do vinho a pacote, que eles com a falta de cérebro que têm nem dão por nada!

Para o caralho, nem mais um tusto!
Juntos. Não compactuo com nada disto.



cmarg1971

Citação de: kingvata em 15 de Janeiro de 2026, 20:20Dado o contexto, é claramente o pior presidente do Benfica

O Damásio foi péssimo, mas apanhou o Benfica falido e teve a decência de se demitir

O Vale e Azevedo era um trafulha do pior eleito por grande parte do que hoje são os 65%. Mas mais uma vez o Benfica que apanhou estava falido e tinha zero de organização. Roubou o clube...mas não conseguiu sacar tanto como os que lá estão agora.

Rui Costa apanhou o clube numa situação financeira muito melhor e, ao contrário do que diz, com jogadores vendáveis no plantel.
Conseguiu gastar mais, como nunca tinha se tinha gasto, com resultados desastrosos - em 10 campeonatos e taçasa, ganhou 1...e sabe lá como!

Claramente o pior de sempre!

Isto não é uma opinião é apenas a verdade dos números.

O pior de sempre...


cacetadas

Os burros dos 65% andam todos assados porque os chamam de burros.

Quem poderia adivinhar que mudar na continuidade não ia resultar.

Boddicker

Eu confesso que estou a ter um certo prazer sádico a ver isto ir ao fundo. É o que os filhos da puta que andaram a gozar, ridicularizar e difamar um homem honesto e competente merecem. Aliás, merecem muito pior, e lá chegaremos.

Di_Maria

E porque não a Praia Benfica?

Areia para os olhos é o que eles sabem fazer melhor.

Depois abriam mais um hotel em frente à praia

Hotel Playa Benfica SLV 2003

Maldini

Citação de: Pedro Pena em 16 de Janeiro de 2026, 10:30
Citação de: Benficaenadamais em 16 de Janeiro de 2026, 10:24Não o estou a ver a acabar este mandato. Se na terceira epoca não ganhar cheira-me que já não faz a quarta, nem a acefalia generalizada dos sócios o vai salvar.
~
O problema é que até lá queima 500M de euros...
Estejam atentos ao momento em que vão começar a dizer que temos de deixar entrar um "investidor externo" para salvar o clube... Suspeito que será 2027.


500 milhões?

500 milhões é só em Betão ... depois vai rebentar em jogadores em média 100/150 milhões por ano ...

É só fazer as contas como dizia o outro palhaço

Esbutenado

Citação de: Livrinhos em 16 de Janeiro de 2026, 10:03
Citação de: Esbutenado em 16 de Janeiro de 2026, 09:50
Citação de: |OnE| em 16 de Janeiro de 2026, 09:29
Citação de: |OnE| em 16 de Janeiro de 2026, 00:4035% avisaram que ia dar merda.

Agora ide lá vocês
Ainda sobre isto.

Não acho que os 35% devam  deixar de lutar, no entanto acho que o momento é dar um passo atrás e deixar que os 65% segurem o barco.
Apoiaram esta situação? Oupa, justifiquem-na.
Não é só acreditar e dizer que os outros são todos o novo Vale e Azevedo.
Sacudir a água do capote também não vale. Estavam avisados. O Rui Costa está como dirigente do Benfica há quase 20 anos.

Quando precisarem de ajuda a malta está aqui.

Os 65% que vão todos para o caralho.
No grupo de whatsapp onde participo mais não se vê um único bananista que meta a mão na consciência e que mostre alguma capacidade de análise para refletir na merda que fez em Novembro.
Sou eu e mais meia dúzia a remar contra a maré, de resto é sempre o mesmo disco riscado "lá vem outra vez a conversa do Rui Costa", "as eleições foram há 2 meses", "quero ver se o Benfica começar a ganhar se começas a apoiar", e outras alarvidades do género.
Esta gente assassinou o Benfica, por muito que nos custe admitir isto. Estão completamente entrincheirados na sua posição bananista e vão recusar até ao limite dar o braço a torcer. Vão agarrar-se a qualquer argumento de merda para justificar o apoio ao banana, e boa sorte para os fazer mudar de opinião.
Um diz que "esta época é o ano zero do Rui Costa", outros "a culpa é do plantel", outros "a culpa é do Mourinho". Alguém que me explique como é que se chega ao cérebro desta malta.
Receio que muitos destes só vão acordar quando virem o Benfica ainda mais fundo, e mesmo assim tenho a certeza que vão todos a correr e a saltar votar numa segunda versão do banana.

Um grupo desses era uma maravilha para o gozo.

Agora andar a perder tempo com tentativas furadas de racionalização?

Essa malta é pra ser gozada, forte e feito.

É um grupo com malta que se conhece há muitos anos, também não dá para partir logo para a baixaria  :rir:

Innuendo

Citação de: cacetadas em 16 de Janeiro de 2026, 11:03Os burros dos 65% andam todos assados porque os chamam de burros.

Quem poderia adivinhar que mudar na continuidade não ia resultar.

Adaptando um ditado popular, quem não quer ser burro não lhe vista a pele.

Têm, sem tirar nem por, o que escolheram.