Rui Costa, Presidente do Sport Lisboa e Benfica

Presidente, 53 anos,
Portugal

J_PN

Citação de: bope em 03 de Fevereiro de 2021, 15:18
Qual é a consequência de alguém deitar a toalha ao chão?

Ia jurar que isso aconteceu no ano passado. Lembro-me de ver o capitão André Almeida a passo, Pizzi idem...

A consequência foi contratar um treinador para os meter na linha.

Está aí o resultado: tudo igual e 100 e poucos milhoes mais pobres.


Shoky

Citação de: Dr.Lecter em 03 de Fevereiro de 2021, 14:57
Sobre a "entrevista" do Rui Costa, agora que já estou mais calmo, algumas notas.

Rui Costa começou a dizer o que tinha de dizer, isto é, que nada está perdido e que não se atira a toalha ao chão. Nada a dizer, disse o óbvio, que muitas vezes precisa ser dito. Continuou, e até continuou bem, dizendo que fomos nós que nos colocámos nesta situação e que estava ali para assumir responsabilidades e que todos as tinham incluindo ele próprio.

O problema vem a seguir. Rui Costa diz que não se quer desculpar com o covid e que os problemas estão identificados, mas não aponta um único erro próprio (da direcção). Todos os factores que foi apontando foram externos, incluindo, ironicamente, o covid. Até chegou a aventar a aparente normalidade deste estado de coisas, indo buscar pontos perdidos por outras equipas em outros campeonatos. Portanto, num ápice passou de um acto de contrição a um exercício de desculpabilização próprias (da direcção), tendo deixado vincadas responsabilidades, apenas e só, aos jogadores - referências a "não basta fazer um carrinho ou um malabarismo" e "ameaças" a quem não estiver disposto a fazer sacrifícios, sem esquecer o tradicional "o Benfica dá todas as condições".

Tudo o resto, como tive oportunidade de dizer quase "em directo" foram chavões vazios de conteúdo e, sobretudo, nenhuma solução apresentada. Da entrevista resulta apenas um ralhete indirecto aos jogadores e uma tentativa de dizer que desta é que vai ser, se acreditarmos muito, dermos as mãos e cantarmos o kumbaya.

Dito isto, é preocupante, para não dizer quase dramático, que lá dentro não haja noção - ou, pelo menos, a coragem para vir assumir publicamente - dos inúmeros e sucessivos erros de planeamento que, ano após ano, continuam a cometer-se na preparação das épocas.

Falo desde os tradicionais treinos de captação no Seixal em Agosto, passando pela total incapacidade de colocar jogadores excedentários (as mais das vezes porque se anda a discutir trocos); a recorrente opção por colocar emprestados em clubes com vista à valorização no mercado e não à valorização da qualidade do jogador (e que, por causa disso, muitas vezes acabam encostados nos clubes de destino); a contratação de jogadores por capricho, sem validação do scouting, seja porque é preciso agradar a empresários ou porque são exigência dos treinadores (mesmo que existam opções melhores no mercado); o não estabelecimento de prioridades no reforço do plantel, que invariavelmente redunda em desequilíbrios na composição do mesmo, com posições manifestamente enfraquecidas por comparação com outras; o deixar andar as janelas de transferências constantemente até aos últimos dias, retirando tempo de trabalho fundamental aos que chegam e eternizando jogadores no plantel que deviam sair rapidamente e por lá ficam "a fazer número", até que o mercado mexa; a falta de coerência na escolha de treinadores, que não segue qualquer linha em termos de plano de jogo, o que dificulta a transição de um plantel de uns treinadores para os outros e faz com que elementos perfeitamente válidos em determinado contexto fiquem desenquadrados após a sucessão no banco de suplentes; a inexistência de um modelo de jogo identificado e homogéneo para as 3 equipas séniores que permita que a transição de jogadores das equipas secundárias para a principal seja facilitada; e podia continuar com mais alguns aspectos que me parecem essenciais numa política desportiva que devia ser profissional e coerente.

O Rui Costa, em vez de uma "entrevista" de 15 minutos que usou para mandar recados internos, podia ter vindo assumir erros ou apresentar soluções, com base no que disse acima ou noutro plano que eventualmente tenha mas que não se conhece. Não o fez, mas podia ter vindo assumir outras coisas: os erros colossais na comunicação e gestão das expectativas ou erros concretos de gestão e planeamento desta temporada em concreto. Rui Costa podia ter vindo dizer humildemente aos Benfiquistas que a direcção colocou as expectativas demasiado altas nesta época, que ter permitido um discurso "de arrasar" foi uma tremenda asneira que adicionou pressão desnecessária a um treinador que chegou já sem qualquer margem de erro; que houve desrespeito pelo valor do PAOK a ponto de não se ter acautelado financeiramente uma eliminação da Champions, nomeadamente vendendo o Vinícius a tempo e horas; que o plantel devia ter sido reforçado em mais uma ou duas posições e que isso não aconteceu porque as prioridades foram mal estabelecidas; e por aí fora.

Rui Costa não fez nada disso, preferiu refugiar-se nas parangonas de balcão de tasca e dizer que agora é que é, que isto é para homens de coragem, dar duas ou três desculpas, mesmo dizendo que não as queria dar, e enviar mensagens para o balneário.

E a pedra de toque da entrevista, é quando lhe perguntam sobre arbitragens e a questão do Palhinha. Aquela resposta só se admitiria se o Rui Costa tivesse chegado ontem ao futebol português. "não termos nenhum penalty não nos passa ao lado", pois não, o que nos passa ao lado são os pontos que podíamos ter conquistado em um ou dois jogos e que nós aceitamos cantando e rindo como se nada fosse. E ainda tem o "descaramento" de dizer "se calhar temos de fazer como outros". Bom dia!

Deixo, por fim, duas ou três questões para reflexão, que o Pedro Pinto (que, com uma entrevista gravada e na qual praticamente não sujeitou o Rui Costa a contraditório, mostrou ao que veio - mais do mesmo) não colocou:

1) se o Rui Costa, como deu a entender, considera que há jogadores que só fazem carrinhos e malabarismos nos jogos e que isso não chega, porque é que não limpou o plantel desses jogadores em janeiro?

2) porque é que não foi LFV a dar a "entrevista" e porque é que o Rui Costa não o mencionou uma única vez? Já só é presidente honorário? Delegou? Porque é que LFV preparou a época, contratou JJ e agora não aparece?

3) quando Rui Costa fala em assumir responsabilidades, que consequências irá tirar caso a época acabe como se prevê que vai acabar, isto é, terceiro lugar e, no máximo, uma taça de Portugal conquistada?

Grande posta.

Onde Rui Costa estiver, eu estarei sempre do outro lado da barricada. É persona non grata. Um parasita e uma sanguessuga do Benfica. E o que nos deu como jogador nem sequer foi assim tanto para me fazer sentir algum tipo de problema moral com isto.

Baron_Davis

Citação de: RP89 em 03 de Fevereiro de 2021, 15:14
Imaginem bem esta criatura a presidente. É um deixa andar ambulante. Se acham que isto é mau com o tricolor, com este então éramos, literalmente, o tapete do tugão.

Com quase uma volta completa sem pênaltis a favor é que "se calhar vamos mudar o nosso comportamento"

Muito bom

vermelhao_33

Sera possivelmente o primeiro dos bairristas a ser encostado, tal como foi no segundo ano do JJ.

A cartilha sera: o RCosta teve carta mas ainda nao reune condicoes para suceder ao lider Maximo.

Red.rf

Citação de: Dr.Lecter em 03 de Fevereiro de 2021, 14:57
Sobre a "entrevista" do Rui Costa, agora que já estou mais calmo, algumas notas.

Rui Costa começou a dizer o que tinha de dizer, isto é, que nada está perdido e que não se atira a toalha ao chão. Nada a dizer, disse o óbvio, que muitas vezes precisa ser dito. Continuou, e até continuou bem, dizendo que fomos nós que nos colocámos nesta situação e que estava ali para assumir responsabilidades e que todos as tinham incluindo ele próprio.

O problema vem a seguir. Rui Costa diz que não se quer desculpar com o covid e que os problemas estão identificados, mas não aponta um único erro próprio (da direcção). Todos os factores que foi apontando foram externos, incluindo, ironicamente, o covid. Até chegou a aventar a aparente normalidade deste estado de coisas, indo buscar pontos perdidos por outras equipas em outros campeonatos. Portanto, num ápice passou de um acto de contrição a um exercício de desculpabilização próprias (da direcção), tendo deixado vincadas responsabilidades, apenas e só, aos jogadores - referências a "não basta fazer um carrinho ou um malabarismo" e "ameaças" a quem não estiver disposto a fazer sacrifícios, sem esquecer o tradicional "o Benfica dá todas as condições".

Tudo o resto, como tive oportunidade de dizer quase "em directo" foram chavões vazios de conteúdo e, sobretudo, nenhuma solução apresentada. Da entrevista resulta apenas um ralhete indirecto aos jogadores e uma tentativa de dizer que desta é que vai ser, se acreditarmos muito, dermos as mãos e cantarmos o kumbaya.

Dito isto, é preocupante, para não dizer quase dramático, que lá dentro não haja noção - ou, pelo menos, a coragem para vir assumir publicamente - dos inúmeros e sucessivos erros de planeamento que, ano após ano, continuam a cometer-se na preparação das épocas.

Falo desde os tradicionais treinos de captação no Seixal em Agosto, passando pela total incapacidade de colocar jogadores excedentários (as mais das vezes porque se anda a discutir trocos); a recorrente opção por colocar emprestados em clubes com vista à valorização no mercado e não à valorização da qualidade do jogador (e que, por causa disso, muitas vezes acabam encostados nos clubes de destino); a contratação de jogadores por capricho, sem validação do scouting, seja porque é preciso agradar a empresários ou porque são exigência dos treinadores (mesmo que existam opções melhores no mercado); o não estabelecimento de prioridades no reforço do plantel, que invariavelmente redunda em desequilíbrios na composição do mesmo, com posições manifestamente enfraquecidas por comparação com outras; o deixar andar as janelas de transferências constantemente até aos últimos dias, retirando tempo de trabalho fundamental aos que chegam e eternizando jogadores no plantel que deviam sair rapidamente e por lá ficam "a fazer número", até que o mercado mexa; a falta de coerência na escolha de treinadores, que não segue qualquer linha em termos de plano de jogo, o que dificulta a transição de um plantel de uns treinadores para os outros e faz com que elementos perfeitamente válidos em determinado contexto fiquem desenquadrados após a sucessão no banco de suplentes; a inexistência de um modelo de jogo identificado e homogéneo para as 3 equipas séniores que permita que a transição de jogadores das equipas secundárias para a principal seja facilitada; e podia continuar com mais alguns aspectos que me parecem essenciais numa política desportiva que devia ser profissional e coerente.

O Rui Costa, em vez de uma "entrevista" de 15 minutos que usou para mandar recados internos, podia ter vindo assumir erros ou apresentar soluções, com base no que disse acima ou noutro plano que eventualmente tenha mas que não se conhece. Não o fez, mas podia ter vindo assumir outras coisas: os erros colossais na comunicação e gestão das expectativas ou erros concretos de gestão e planeamento desta temporada em concreto. Rui Costa podia ter vindo dizer humildemente aos Benfiquistas que a direcção colocou as expectativas demasiado altas nesta época, que ter permitido um discurso "de arrasar" foi uma tremenda asneira que adicionou pressão desnecessária a um treinador que chegou já sem qualquer margem de erro; que houve desrespeito pelo valor do PAOK a ponto de não se ter acautelado financeiramente uma eliminação da Champions, nomeadamente vendendo o Vinícius a tempo e horas; que o plantel devia ter sido reforçado em mais uma ou duas posições e que isso não aconteceu porque as prioridades foram mal estabelecidas; e por aí fora.

Rui Costa não fez nada disso, preferiu refugiar-se nas parangonas de balcão de tasca e dizer que agora é que é, que isto é para homens de coragem, dar duas ou três desculpas, mesmo dizendo que não as queria dar, e enviar mensagens para o balneário.

E a pedra de toque da entrevista, é quando lhe perguntam sobre arbitragens e a questão do Palhinha. Aquela resposta só se admitiria se o Rui Costa tivesse chegado ontem ao futebol português. "não termos nenhum penalty não nos passa ao lado", pois não, o que nos passa ao lado são os pontos que podíamos ter conquistado em um ou dois jogos e que nós aceitamos cantando e rindo como se nada fosse. E ainda tem o "descaramento" de dizer "se calhar temos de fazer como outros". Bom dia!

Deixo, por fim, duas ou três questões para reflexão, que o Pedro Pinto (que, com uma entrevista gravada e na qual praticamente não sujeitou o Rui Costa a contraditório, mostrou ao que veio - mais do mesmo) não colocou:

1) se o Rui Costa, como deu a entender, considera que há jogadores que só fazem carrinhos e malabarismos nos jogos e que isso não chega, porque é que não limpou o plantel desses jogadores em janeiro?

2) porque é que não foi LFV a dar a "entrevista" e porque é que o Rui Costa não o mencionou uma única vez? Já só é presidente honorário? Delegou? Porque é que LFV preparou a época, contratou JJ e agora não aparece?

3) quando Rui Costa fala em assumir responsabilidades, que consequências irá tirar caso a época acabe como se prevê que vai acabar, isto é, terceiro lugar e, no máximo, uma taça de Portugal conquistada?

Isto. "Quais as consequências?" uma pergunta deste género tinha de ser feita!

Motörhead

Tenho ai uma banana que esta madura demais.... é hora de lanchar, calha bem.

carrazeda

Citação de: Dr.Lecter em 03 de Fevereiro de 2021, 14:57
Sobre a "entrevista" do Rui Costa, agora que já estou mais calmo, algumas notas.

Rui Costa começou a dizer o que tinha de dizer, isto é, que nada está perdido e que não se atira a toalha ao chão. Nada a dizer, disse o óbvio, que muitas vezes precisa ser dito. Continuou, e até continuou bem, dizendo que fomos nós que nos colocámos nesta situação e que estava ali para assumir responsabilidades e que todos as tinham incluindo ele próprio.

O problema vem a seguir. Rui Costa diz que não se quer desculpar com o covid e que os problemas estão identificados, mas não aponta um único erro próprio (da direcção). Todos os factores que foi apontando foram externos, incluindo, ironicamente, o covid. Até chegou a aventar a aparente normalidade deste estado de coisas, indo buscar pontos perdidos por outras equipas em outros campeonatos. Portanto, num ápice passou de um acto de contrição a um exercício de desculpabilização próprias (da direcção), tendo deixado vincadas responsabilidades, apenas e só, aos jogadores - referências a "não basta fazer um carrinho ou um malabarismo" e "ameaças" a quem não estiver disposto a fazer sacrifícios, sem esquecer o tradicional "o Benfica dá todas as condições".

Tudo o resto, como tive oportunidade de dizer quase "em directo" foram chavões vazios de conteúdo e, sobretudo, nenhuma solução apresentada. Da entrevista resulta apenas um ralhete indirecto aos jogadores e uma tentativa de dizer que desta é que vai ser, se acreditarmos muito, dermos as mãos e cantarmos o kumbaya.

Dito isto, é preocupante, para não dizer quase dramático, que lá dentro não haja noção - ou, pelo menos, a coragem para vir assumir publicamente - dos inúmeros e sucessivos erros de planeamento que, ano após ano, continuam a cometer-se na preparação das épocas.

Falo desde os tradicionais treinos de captação no Seixal em Agosto, passando pela total incapacidade de colocar jogadores excedentários (as mais das vezes porque se anda a discutir trocos); a recorrente opção por colocar emprestados em clubes com vista à valorização no mercado e não à valorização da qualidade do jogador (e que, por causa disso, muitas vezes acabam encostados nos clubes de destino); a contratação de jogadores por capricho, sem validação do scouting, seja porque é preciso agradar a empresários ou porque são exigência dos treinadores (mesmo que existam opções melhores no mercado); o não estabelecimento de prioridades no reforço do plantel, que invariavelmente redunda em desequilíbrios na composição do mesmo, com posições manifestamente enfraquecidas por comparação com outras; o deixar andar as janelas de transferências constantemente até aos últimos dias, retirando tempo de trabalho fundamental aos que chegam e eternizando jogadores no plantel que deviam sair rapidamente e por lá ficam "a fazer número", até que o mercado mexa; a falta de coerência na escolha de treinadores, que não segue qualquer linha em termos de plano de jogo, o que dificulta a transição de um plantel de uns treinadores para os outros e faz com que elementos perfeitamente válidos em determinado contexto fiquem desenquadrados após a sucessão no banco de suplentes; a inexistência de um modelo de jogo identificado e homogéneo para as 3 equipas séniores que permita que a transição de jogadores das equipas secundárias para a principal seja facilitada; e podia continuar com mais alguns aspectos que me parecem essenciais numa política desportiva que devia ser profissional e coerente.

O Rui Costa, em vez de uma "entrevista" de 15 minutos que usou para mandar recados internos, podia ter vindo assumir erros ou apresentar soluções, com base no que disse acima ou noutro plano que eventualmente tenha mas que não se conhece. Não o fez, mas podia ter vindo assumir outras coisas: os erros colossais na comunicação e gestão das expectativas ou erros concretos de gestão e planeamento desta temporada em concreto. Rui Costa podia ter vindo dizer humildemente aos Benfiquistas que a direcção colocou as expectativas demasiado altas nesta época, que ter permitido um discurso "de arrasar" foi uma tremenda asneira que adicionou pressão desnecessária a um treinador que chegou já sem qualquer margem de erro; que houve desrespeito pelo valor do PAOK a ponto de não se ter acautelado financeiramente uma eliminação da Champions, nomeadamente vendendo o Vinícius a tempo e horas; que o plantel devia ter sido reforçado em mais uma ou duas posições e que isso não aconteceu porque as prioridades foram mal estabelecidas; e por aí fora.

Rui Costa não fez nada disso, preferiu refugiar-se nas parangonas de balcão de tasca e dizer que agora é que é, que isto é para homens de coragem, dar duas ou três desculpas, mesmo dizendo que não as queria dar, e enviar mensagens para o balneário.

E a pedra de toque da entrevista, é quando lhe perguntam sobre arbitragens e a questão do Palhinha. Aquela resposta só se admitiria se o Rui Costa tivesse chegado ontem ao futebol português. "não termos nenhum penalty não nos passa ao lado", pois não, o que nos passa ao lado são os pontos que podíamos ter conquistado em um ou dois jogos e que nós aceitamos cantando e rindo como se nada fosse. E ainda tem o "descaramento" de dizer "se calhar temos de fazer como outros". Bom dia!

Deixo, por fim, duas ou três questões para reflexão, que o Pedro Pinto (que, com uma entrevista gravada e na qual praticamente não sujeitou o Rui Costa a contraditório, mostrou ao que veio - mais do mesmo) não colocou:

1) se o Rui Costa, como deu a entender, considera que há jogadores que só fazem carrinhos e malabarismos nos jogos e que isso não chega, porque é que não limpou o plantel desses jogadores em janeiro?

2) porque é que não foi LFV a dar a "entrevista" e porque é que o Rui Costa não o mencionou uma única vez? Já só é presidente honorário? Delegou? Porque é que LFV preparou a época, contratou JJ e agora não aparece?

3) quando Rui Costa fala em assumir responsabilidades, que consequências irá tirar caso a época acabe como se prevê que vai acabar, isto é, terceiro lugar e, no máximo, uma taça de Portugal conquistada?


Tudo dito 👏👏👏

O problema nao está nem no JJ (que no entanto tem desiludido), nem no sistema nem em nenhum jogador em particular. O problema está numa politica desportiva que assentou em tres pilares (jovens talentos conhecidos de campeonatos emergentes; scouting inteligente por aqui e por ali; Seixal), que atingiu o apogeu por volta de 2014/2015 mas que desde entao está em queda acentuada, vitima da sua própria arrogancia. Desde entao salvou-nos as excepcoes Jonas (quantas vezes é que contratámos jogadores assim em fim de carreira?) e Joao Felix - sem eles o Porto seria tetra ou penta campeao.

Chegámos a 2021 com um plantel com qualidade, sem dúvida, mas com demasiados buracos e, sobretudo, sem uma única referencia no balneário com anos de casa. No momento da derrota quem é que vai unir os jogadores? O Samaris, que nem na lista de LE tem lugar? O Jardel, que está lesionado ha tres anos? Até acredito que o Luísao tenha falado bem no balneário, mas o que é preciso é alguém que faca parte do grupo, alguém que fale de calcoes sujos e enquanto limpa o suor da cara, e nao um antigo capitao de fato e gravata.

Temos um plantel caro, muito mais caro do que devíamos ter, cheio de buracos e lacunas, sem referencias do balneário. Jesus nao tem sido a solucao, mas está muito longe de ser ele O problema.

Se falharmos a CL outra vez, com a falta de humildade desta direcao e estrutura, arriscamo-nos a uma travessia no deserto.



Red Zeppelin

Citação de: Baron_Davis em 03 de Fevereiro de 2021, 16:17
Citação de: RP89 em 03 de Fevereiro de 2021, 15:14
Imaginem bem esta criatura a presidente. É um deixa andar ambulante. Se acham que isto é mau com o tricolor, com este então éramos, literalmente, o tapete do tugão.

Com quase uma volta completa sem pênaltis a favor é que "se calhar vamos mudar o nosso comportamento"

Muito bom

Isto já com 13 anos de tugão, não chegou cá ontem. Benfica é bar aberto para vigaristas.

Pequeno_Genial

O Rui Costa - e eu até simpatizo com ele e defendo-o variadíssimas vezes - nunca poderá ser solução para nada.

O Rui Costa "herdeiro" significa os mesmos métodos, as mesmas prioridades, o mesmo tipo/perfil de pessoas a rodear-se do clube. O Rui Costa herdeiro seria uma mera mudança de rostos e é por isso que há tanto afinco em prepará-lo.

O Rui Costa "herdeiro" significa os interesses de LFV eternizarem-se no poder com outras caras. É uma simples operação de cosmética.

LFVL

Citação de: Esbutenado em 03 de Fevereiro de 2021, 14:33
Citação de: LFVL em 02 de Fevereiro de 2021, 19:39

Foi mostrado um ao utilizador em questão por ter excedido o nº de amarelos permitidos.
O utilizador estará banido durante 1 dias.

Já perdi a conta a quantos likes deixei em posts de gajos que foram banidos, sem sequer os ter lido. Mas dou like porque de certeza absoluta que iria concordar com tudo o que foi dito.
Por isso companheiros, por cada um de vocês que cai outro de nós ser levantará.
Rua Vieira, rua Jesus, rua Rui Costa.

Obrigado pela consideração. 😋😋

Só tou a ver

#94420
Citação de: Motörhead em 03 de Fevereiro de 2021, 16:24
Tenho ai uma banana que esta madura demais.... é hora de lanchar, calha bem.
Comer bananas ajuda na digestão. Recomendo.


Tony Soprano

Se há coisa que discordo é essa dele ser banana. Está mais do que alinhado com o presi, de banana tem pouco.

bzouk

A partir do momento em que o Rui Costa pactua com o Luís, está tudo dito no que à minha opinião diz respeito.

+1benfiquista

Citação de: vermelhao_33 em 03 de Fevereiro de 2021, 16:22
Sera possivelmente o primeiro dos bairristas a ser encostado, tal como foi no segundo ano do JJ.

A cartilha sera: o RCosta teve carta mas ainda nao reune condicoes para suceder ao lider Maximo.

Não acredito que seja encostado... O Vieira é capaz de vir quando tudo acalmar dizer que esta época teve dores de crescimento para o Rui e que a próxima é que é...

O Vieira já não quer saber nada disto. Só quer mesmo o cargo.