Rui Costa, Presidente do Sport Lisboa e Benfica

Presidente, 54 anos,
Portugal

Rui PT

Com o banana ate as desgraçadas das barracas dele abanam.


baar99

Quem diria que ele não sabe gerir negócios !!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mattamouros

Citação de: Once_Human em Hoje às 11:31
Citação de: Mattamouros em Hoje às 11:19
Citação de: Di_Maria em Hoje às 08:12Hoje já vão as páginas do carrega Benfica e etc no Instagram fazer os seus post a defender o banana. Certinho.

Sobre a Norauto quase nenhuma página meteu nada...

Bastava uma investigação séria aos donos destas páginas e às transferências que recebem para facilmente se fazer uma ligação.

Isto é como os casinos ilegais e etc, só não se apanha esta rede toda, porque não querem.

Comissões de transferências - gera lucro para investimentos próprios - pagamento a jornalistas - pagamento a páginas de propaganda - continuação da ditadura

Era só isto. Claro que há MUITO mais roubos e influências, mas isto é a base.

Não me digas que n viste as ligações que se tornaram públicas com o livro 'Por dentro do Chega'

https://www.facebook.com/OFuraRedes/posts/-hugo-gil-lu%C3%ADs-bernardo-paulo-gon%C3%A7alves-e-andr%C3%A9-ventura-entram-num-bar-do-livro-/1673779750442377/





Hugo Gil. Luís Bernardo. Paulo Gonçalves..
Tudo o que é bot pro-vieirismo faz uma perninha na politica..

E sou eu, tu, e os restantes consócios que pagamos esta merda toda.


Não pagues

Morte e fome!

Tinha prometido que cortava tudo (quotas e redpass) se n houvesse mudanças nas eleições..

Mantenho-me a pagar para poder votar contra tudo o que venha desta gente por decreto. E para em 2029 entre o vieirismo e um pipocas votar no pipocas.

O redpass tenho emprestado a amigos para levarem a mulher e os filhos que n ponho os cotos na luz desde o jogo no dia a seguir à 2a volta.

Pelo menos por enquanto.. 'amanhã' logo se vê..

Elvis the Pelvis

Citação de: zerocool em Hoje às 11:05Benfica: um gigante com gestão de clube pequeno


Fernando Mendes
CEO - Globall Football


14 de abril de 2026


O Benfica está a ser gerido como um clube pequeno. E, para muitos observadores, isso já nem sequer é discutível.

O Sport Lisboa e Benfica não está falido. Mas, para além da questão financeira imediata, há um problema mais profundo: o clube está mal pensado. E quando uma instituição com esta dimensão é mal pensada, o impacto sente-se em várias frentes ao mesmo tempo. Perde dinheiro, perde influência e perde relevância. É isso, precisamente, que está a acontecer.

Com milhões de adeptos espalhados por vários continentes, o Benfica continua, segundo esta perspetiva crítica, sem estratégia, sem rumo e sem respeito pelo seu próprio potencial. O clube possui uma das maiores massas adeptas do mundo. A dimensão desse ativo é extraordinária. A questão central é simples: o que está a ser feito com ele? A resposta, para quem olha para a atual condução do clube, é desarmante: nada.

Não existe uma estratégia global séria. Não existe uma plataforma de monetização robusta. Não existe um modelo estruturado de engagement com os adeptos. O que se vê, em vez disso, é improviso, amadorismo e ausência de visão.

Os adeptos do Benfica continuam a ser tratados como clientes ocasionais, quando, na verdade, representam o maior ativo do clube. Este problema ultrapassa a mera incompetência operacional. Trata-se, antes, de um caso de má gestão ao mais alto nível.

Naming do estádio continua por explorar

Um dos exemplos mais evidentes desta incapacidade estratégica é o Estádio da Luz, que continua sem naming rights.

Num mercado em que este tipo de ativo pode representar entre 7 e 10 milhões de euros por ano, o Benfica mantém-se inativo. Ano após ano, deixa passar uma fonte de receita relevante, enquanto outros clubes transformam os seus estádios em instrumentos financeiros e comerciais centrais nas respetivas estratégias de crescimento.

No caso do Benfica, persiste uma visão romântica do estádio que, do ponto de vista do negócio, apenas contribui para desperdiçar dinheiro. Mais tarde, surgem as queixas sobre falta de receitas. Mas o problema, nesta leitura, não é a ausência de oportunidades de faturação. É, antes, a falta de competência para as criar e concretizar.

A lusofonia como oportunidade desperdiçada

Se a questão do estádio é grave, há outra que pode ser ainda mais séria: a incapacidade do Benfica para aproveitar o universo da lusofonia.

O clube tem acesso natural a uma comunidade com mais de 300 milhões de falantes de português. Trata-se de uma vantagem competitiva rara e, em muitos aspetos, única no contexto europeu. Nenhum outro clube europeu dispõe desta relação cultural, linguística e emocional com um espaço desta dimensão.

Ainda assim, o Benfica parece ignorar esse capital estratégico. Não há uma estratégia séria para o Brasil. Não há uma presença estruturada em Angola. Não existe um plano consistente para Moçambique, Cabo Verde ou qualquer outro país lusófono.

Num contexto global em que os grandes clubes disputam mercados internacionais com enorme agressividade, o Benfica negligencia precisamente o espaço onde parte à frente. Despreza o único mercado onde já entra com vantagem. Isso deixa de poder ser visto apenas como um erro. Aproxima-se mais de uma forma de cegueira estratégica.

O problema não é a dimensão do clube, mas quem decide

A conclusão é dura, mas direta: o Benfica não está limitado pela sua dimensão. Está limitado por quem decide.

Enquanto continuar a ser gerido com mentalidade pequena, com decisões curtas e sem ambição global, o clube continuará a perder terreno, dentro e fora de campo. E há um dado particularmente preocupante: isto já não parece um acidente pontual. Parece um padrão.

A questão, por isso, deixou de ser apenas desportiva ou financeira. Tornou-se estrutural. Ou o Benfica muda rapidamente a forma como pensa o negócio, ou continuará a comportar-se como um gigante com práticas de clube pequeno.


https://www.linkedin.com/posts/mendesfernando_benfica-gestaodesportiva-futebolnegaejcio-ugcPost-7449862122190155776-N79j?utm_source=social_share_send&utm_medium=member_desktop_web&rcm=ACoAAAyfRAUBMe-Txh_wmLiviIH_hzdtIuTDHuE

Hilariante ver o Fernando Tavares a deixar um comentário.

Elvis the Pelvis

Citação de: Once_Human em Hoje às 11:27O Fernando Tavares enquanto lá andava a mamar não deu por nada

Estava distraído.

cmarg1971

Eu sei que o Benfica ia (vai?) sofrer muito com um linchamento público do Rui Costa nos media, mas a coisa já está tão má que nem acho que fosse muito grave para nós.
Mas que ele merecia isso e muito mais, ninguém me consegue convencer do contrário.


Rúben Gomes


+1benfiquista

Citação de: Elvis the Pelvis em Hoje às 11:55
Citação de: zerocool em Hoje às 11:05Benfica: um gigante com gestão de clube pequeno


Fernando Mendes
CEO - Globall Football


14 de abril de 2026


O Benfica está a ser gerido como um clube pequeno. E, para muitos observadores, isso já nem sequer é discutível.

O Sport Lisboa e Benfica não está falido. Mas, para além da questão financeira imediata, há um problema mais profundo: o clube está mal pensado. E quando uma instituição com esta dimensão é mal pensada, o impacto sente-se em várias frentes ao mesmo tempo. Perde dinheiro, perde influência e perde relevância. É isso, precisamente, que está a acontecer.

Com milhões de adeptos espalhados por vários continentes, o Benfica continua, segundo esta perspetiva crítica, sem estratégia, sem rumo e sem respeito pelo seu próprio potencial. O clube possui uma das maiores massas adeptas do mundo. A dimensão desse ativo é extraordinária. A questão central é simples: o que está a ser feito com ele? A resposta, para quem olha para a atual condução do clube, é desarmante: nada.

Não existe uma estratégia global séria. Não existe uma plataforma de monetização robusta. Não existe um modelo estruturado de engagement com os adeptos. O que se vê, em vez disso, é improviso, amadorismo e ausência de visão.

Os adeptos do Benfica continuam a ser tratados como clientes ocasionais, quando, na verdade, representam o maior ativo do clube. Este problema ultrapassa a mera incompetência operacional. Trata-se, antes, de um caso de má gestão ao mais alto nível.

Naming do estádio continua por explorar

Um dos exemplos mais evidentes desta incapacidade estratégica é o Estádio da Luz, que continua sem naming rights.

Num mercado em que este tipo de ativo pode representar entre 7 e 10 milhões de euros por ano, o Benfica mantém-se inativo. Ano após ano, deixa passar uma fonte de receita relevante, enquanto outros clubes transformam os seus estádios em instrumentos financeiros e comerciais centrais nas respetivas estratégias de crescimento.

No caso do Benfica, persiste uma visão romântica do estádio que, do ponto de vista do negócio, apenas contribui para desperdiçar dinheiro. Mais tarde, surgem as queixas sobre falta de receitas. Mas o problema, nesta leitura, não é a ausência de oportunidades de faturação. É, antes, a falta de competência para as criar e concretizar.

A lusofonia como oportunidade desperdiçada

Se a questão do estádio é grave, há outra que pode ser ainda mais séria: a incapacidade do Benfica para aproveitar o universo da lusofonia.

O clube tem acesso natural a uma comunidade com mais de 300 milhões de falantes de português. Trata-se de uma vantagem competitiva rara e, em muitos aspetos, única no contexto europeu. Nenhum outro clube europeu dispõe desta relação cultural, linguística e emocional com um espaço desta dimensão.

Ainda assim, o Benfica parece ignorar esse capital estratégico. Não há uma estratégia séria para o Brasil. Não há uma presença estruturada em Angola. Não existe um plano consistente para Moçambique, Cabo Verde ou qualquer outro país lusófono.

Num contexto global em que os grandes clubes disputam mercados internacionais com enorme agressividade, o Benfica negligencia precisamente o espaço onde parte à frente. Despreza o único mercado onde já entra com vantagem. Isso deixa de poder ser visto apenas como um erro. Aproxima-se mais de uma forma de cegueira estratégica.

O problema não é a dimensão do clube, mas quem decide

A conclusão é dura, mas direta: o Benfica não está limitado pela sua dimensão. Está limitado por quem decide.

Enquanto continuar a ser gerido com mentalidade pequena, com decisões curtas e sem ambição global, o clube continuará a perder terreno, dentro e fora de campo. E há um dado particularmente preocupante: isto já não parece um acidente pontual. Parece um padrão.

A questão, por isso, deixou de ser apenas desportiva ou financeira. Tornou-se estrutural. Ou o Benfica muda rapidamente a forma como pensa o negócio, ou continuará a comportar-se como um gigante com práticas de clube pequeno.


https://www.linkedin.com/posts/mendesfernando_benfica-gestaodesportiva-futebolnegaejcio-ugcPost-7449862122190155776-N79j?utm_source=social_share_send&utm_medium=member_desktop_web&rcm=ACoAAAyfRAUBMe-Txh_wmLiviIH_hzdtIuTDHuE

Hilariante ver o Fernando Tavares a deixar um comentário.

Ele anda sempre a comentar os posts do João Gabriel, é um dos que vai voltar..

zizou

Conseguiram destruir o Noronha, ele até teve de vir para a TV com as declarações de IRS.
Quem me diz que o Luis Mendes não foi posto no Bwnfica para pagar favores pessoais do Rui Costa?

SLBImpério

RESPEITO

RESPEITO PELOS 65% DE MEDÍOCRES QUE VOTARAM NUM LADRÃO, INCOMPETENTE E BANANA

RESPEITO PELOS 65% QUE SE APANHAREM RUI COSTA A COMER-LHES A MULHER E ELE
DISSER QUE TROPECOU E FOI SEM QUERER VÃO ACREDITAR

Democracia é isto - Uma cambada de burros tem o direito de votar e basta uma cenoura que vão todos atrás dela até ao precipício

Para votar nas eleições do Benfica deveria ser necessário ter pelo menos a inteligência de um cão.

Ecletico

Citação de: Elvis the Pelvis em Hoje às 11:55
Citação de: zerocool em Hoje às 11:05Benfica: um gigante com gestão de clube pequeno


Fernando Mendes
CEO - Globall Football


14 de abril de 2026


O Benfica está a ser gerido como um clube pequeno. E, para muitos observadores, isso já nem sequer é discutível.

O Sport Lisboa e Benfica não está falido. Mas, para além da questão financeira imediata, há um problema mais profundo: o clube está mal pensado. E quando uma instituição com esta dimensão é mal pensada, o impacto sente-se em várias frentes ao mesmo tempo. Perde dinheiro, perde influência e perde relevância. É isso, precisamente, que está a acontecer.

Com milhões de adeptos espalhados por vários continentes, o Benfica continua, segundo esta perspetiva crítica, sem estratégia, sem rumo e sem respeito pelo seu próprio potencial. O clube possui uma das maiores massas adeptas do mundo. A dimensão desse ativo é extraordinária. A questão central é simples: o que está a ser feito com ele? A resposta, para quem olha para a atual condução do clube, é desarmante: nada.

Não existe uma estratégia global séria. Não existe uma plataforma de monetização robusta. Não existe um modelo estruturado de engagement com os adeptos. O que se vê, em vez disso, é improviso, amadorismo e ausência de visão.

Os adeptos do Benfica continuam a ser tratados como clientes ocasionais, quando, na verdade, representam o maior ativo do clube. Este problema ultrapassa a mera incompetência operacional. Trata-se, antes, de um caso de má gestão ao mais alto nível.

Naming do estádio continua por explorar

Um dos exemplos mais evidentes desta incapacidade estratégica é o Estádio da Luz, que continua sem naming rights.

Num mercado em que este tipo de ativo pode representar entre 7 e 10 milhões de euros por ano, o Benfica mantém-se inativo. Ano após ano, deixa passar uma fonte de receita relevante, enquanto outros clubes transformam os seus estádios em instrumentos financeiros e comerciais centrais nas respetivas estratégias de crescimento.

No caso do Benfica, persiste uma visão romântica do estádio que, do ponto de vista do negócio, apenas contribui para desperdiçar dinheiro. Mais tarde, surgem as queixas sobre falta de receitas. Mas o problema, nesta leitura, não é a ausência de oportunidades de faturação. É, antes, a falta de competência para as criar e concretizar.

A lusofonia como oportunidade desperdiçada

Se a questão do estádio é grave, há outra que pode ser ainda mais séria: a incapacidade do Benfica para aproveitar o universo da lusofonia.

O clube tem acesso natural a uma comunidade com mais de 300 milhões de falantes de português. Trata-se de uma vantagem competitiva rara e, em muitos aspetos, única no contexto europeu. Nenhum outro clube europeu dispõe desta relação cultural, linguística e emocional com um espaço desta dimensão.

Ainda assim, o Benfica parece ignorar esse capital estratégico. Não há uma estratégia séria para o Brasil. Não há uma presença estruturada em Angola. Não existe um plano consistente para Moçambique, Cabo Verde ou qualquer outro país lusófono.

Num contexto global em que os grandes clubes disputam mercados internacionais com enorme agressividade, o Benfica negligencia precisamente o espaço onde parte à frente. Despreza o único mercado onde já entra com vantagem. Isso deixa de poder ser visto apenas como um erro. Aproxima-se mais de uma forma de cegueira estratégica.

O problema não é a dimensão do clube, mas quem decide

A conclusão é dura, mas direta: o Benfica não está limitado pela sua dimensão. Está limitado por quem decide.

Enquanto continuar a ser gerido com mentalidade pequena, com decisões curtas e sem ambição global, o clube continuará a perder terreno, dentro e fora de campo. E há um dado particularmente preocupante: isto já não parece um acidente pontual. Parece um padrão.

A questão, por isso, deixou de ser apenas desportiva ou financeira. Tornou-se estrutural. Ou o Benfica muda rapidamente a forma como pensa o negócio, ou continuará a comportar-se como um gigante com práticas de clube pequeno.


https://www.linkedin.com/posts/mendesfernando_benfica-gestaodesportiva-futebolnegaejcio-ugcPost-7449862122190155776-N79j?utm_source=social_share_send&utm_medium=member_desktop_web&rcm=ACoAAAyfRAUBMe-Txh_wmLiviIH_hzdtIuTDHuE

Hilariante ver o Fernando Tavares a deixar um comentário.

fartei me de rir quando ele disse que tinha um acordo para fazer a final da Top14 (principal  escalao do rugby frances) no Estadio da Luz mas a Presidencia seus muchachos nao quiseram.

Ecletico

Citação de: Lúcio Júnio Bruto em Hoje às 10:50
Citação de: Rei em Hoje às 10:38
Citação de: Lúcio Júnio Bruto em Hoje às 10:36
Citação de: Rei em Hoje às 10:35
Citação de: Lúcio Júnio Bruto em Hoje às 10:34
Citação de: Rei em Hoje às 10:33
Citação de: Lúcio Júnio Bruto em Hoje às 10:06
Citação de: J_PN em Hoje às 10:05
Citação de: Lúcio Júnio Bruto em Hoje às 10:03
Citação de: J_PN em Hoje às 10:00Aquilo que ele e o Luís Bernardo fizeram ao Noronha durante a campanha, fez agora o João Gabriel com ele.

O Karma é lixado.

Nos próximos tempos, em lume brando (que é como estas coisas se fazem), vai ser assado. Lindo. O João Gabriel conhece os jornalistas todos. O Ruie está fodido.

É que o João Gabriel não é o Vasco Mendonça, mexe-se muito melhor na lama tal como o Luís Bernardo.

Exactamente. Sabe-a toda. E quer ser presidente. O Vasco não queria.

O Gabriel quer ser presidente?

O quê? Ainda não tinhas percebido?

Acho que ele quer voltar ao Benfica, mas com o LFV.

Nããã...

https://sapo.pt/artigo/joao-gabriel-e-a-candidatura-a-presidencia-do-benfica-nao-desejo-mas-nao-excluo-691b2b2ff7bc778b43390d71

Posso estar enganado, mas ele se voltar ao Benfica vai ser como diretor, ao lado de outra pessoa do circulo dele.

Estás enganado. Esse tempo passou. Agora, João Gabriel quer ser presidente.

Fdx o Mr Burns , lol , somos um albergue de pessoas duvidosas e sinistras.


iur27


Sendo assim, o seu novo COGNOME é...


O TROLHA de CARNAXIDE!!!