João Gabriel (Diretor Comunicação)

d10s

Citação de: xeriff em 07 de Maio de 2012, 22:53
Citação de: Ricardo Teixeira em 07 de Maio de 2012, 22:45
Eu mal li sobre a suposta zanga do Nandinho...com o Pintinho...e logo de seguida que estava a pensar candidatar-se à Liga...estranhei logo...

Pareceu-me demasiado...óbvio...

E depois a abstenção do Pintinho...
Que argumento 'tão mal escrito...

E nós caímos que nem patinhos...
caimos porque dando o apoio pensavamos que os bois esqueciam se de nos , inclusive numa certa reuniao foi dito que este ano certos bois nao apitariam certos jogos de algumas equipas por causa do passado , so que nem isso foi cumprido ou foi ate determinada altura , so que 5 pontos de avanço eram demasiados perigosos e havia que esquecer a tal reuniao
Só demonstra o amadorismo de quem nos rodeia. Patinhos um dia, patinhos para sempre!

pguerreiro

Citação de: jpga100 em 08 de Maio de 2012, 00:41
Nunca deixaremos de ser portugueses. A liga espanhola passaria a ser a liga ibérica. Podia ser que mais clubes se juntassem a nós. Não podemos ser os únicos a querer a verdade desportiva!
Não somos os únicos mas se olhares em teu redor não consegues nomear um clube que tenha arcaboiço para aventuras dessas, viagens, estadias. E a Federação espanhola achas que ia nisso com a crise que já lá vão tendo alguns clubes como o Zaragoza, etc? 

sanfinense

Citação de: xeriff em 07 de Maio de 2012, 22:53
Citação de: Ricardo Teixeira em 07 de Maio de 2012, 22:45
Eu mal li sobre a suposta zanga do Nandinho...com o Pintinho...e logo de seguida que estava a pensar candidatar-se à Liga...estranhei logo...

Pareceu-me demasiado...óbvio...

E depois a abstenção do Pintinho...
Que argumento 'tão mal escrito...

E nós caímos que nem patinhos...
caimos porque dando o apoio pensavamos que os bois esqueciam se de nos , inclusive numa certa reuniao foi dito que este ano certos bois nao apitariam certos jogos de algumas equipas por causa do passado , so que nem isso foi cumprido ou foi ate determinada altura , so que 5 pontos de avanço eram demasiados perigosos e havia que esquecer a tal reuniao

esta mais que provado.

confiar em CURRUPTOS nunca da certo.

currupto uma vez currupto para sempre.

Oliveira1

O mais grave é que esse nandinho das facturas, para além de aparecer nas escutas era o mesmo que estava à frente da liga de basket e transformou aquilo numa estrumeira corrupta tanto assim que o Benfica teve de abandonar a liga para acabar com a pouca vergonha e acabar com esse vigaro.

Depois disso apoiam-no para a liga e depois para a fpf. Simplesmente não se percebe.

pguerreiro

Citação de: Oliveira1 em 08 de Maio de 2012, 01:06
O mais grave é que esse nandinho das facturas, para além de aparecer nas escutas era o mesmo que estava à frente da liga de basket e transformou aquilo numa estrumeira corrupta tanto assim que o Benfica teve de abandonar a liga para acabar com a pouca vergonha e acabar com esse vigaro.

Depois disso apoiam-no para a liga e depois para a fpf. Simplesmente não se percebe.
Essa é a grande obra dessa aberração, ter acabado com a hegemonia benfiquista no Basquetebol.

Sequel

Citação de: xeriff em 07 de Maio de 2012, 22:53
Citação de: Ricardo Teixeira em 07 de Maio de 2012, 22:45
Eu mal li sobre a suposta zanga do Nandinho...com o Pintinho...e logo de seguida que estava a pensar candidatar-se à Liga...estranhei logo...

Pareceu-me demasiado...óbvio...

E depois a abstenção do Pintinho...
Que argumento 'tão mal escrito...

E nós caímos que nem patinhos...
caimos porque dando o apoio pensavamos que os bois esqueciam se de nos , inclusive numa certa reuniao foi dito que este ano certos bois nao apitariam certos jogos de algumas equipas por causa do passado , so que nem isso foi cumprido ou foi ate determinada altura , so que 5 pontos de avanço eram demasiados perigosos e havia que esquecer a tal reuniao

Caímos como quem diz... o Vieira "caiu" ::)

sanfinense

encontrei um excerto:




O director de comunicação do Sport Lisboa e Benfica, João Gabriel, concede esta segunda-feira uma entrevista ao jornal desportivo "A Bola", onde afirma que o título de campeão nacional desta temporada foi um tributo dos árbitros ao FC Porto.

"O título de campeão deste ano é um tributo da arbitragem ao FC Porto e o convite a Pedro Proença para apitar o jogo de sábado [FC Porto - Sporting] foi uma justíssima homenagem. A partir de um determinado momento foi evidente que o Benfica passou a ser prejudicado. É curioso que o ano passado o ataque verificou-se logo nas primeiras jornadas do Campeonato, este ano sucedeu o contrário, aconteceu tudo na parte final, mas tudo o resto foi exactamente igualmente descarado. Acho que a agressão ao Aimar na grande área da Académica ser transformada em falta atacante é um monumento ao descaramento", afirma.

O director de comunicação do Clube da Luz considera que não há coincidências e recorda, por exemplo, que dois árbitros voltaram a prejudicar o Benfica, tal como já tinha acontecido no passado recente. "Há uma coisa em que não acredito: em coincidências. Um ano e meio depois de Olegário Benquerença ter feito o que fez em Guimarães, na época passada, volta a apitar um jogo do Benfica e fazer vista grossa de dois penalties que são verdadeiros casos de atropelamento e fuga na área do Rio Ave, não é coincidência. Dois anos depois do Pedro Proença ter transformado uma simulação descarado do Lisandro em penalty, no Dragão, ter, este ano, validado um golo em fora-de-jogo na Luz – mas atenção que não é um fora-de-jogo de centímetros, é de metros – outra vez num jogo contra o Porto. Tudo isto tem de começar a ser motivo para os responsáveis da arbitragem se interrogarem e começarem a fazer uma limpeza séria, isto se estiverem interessados em trazer verdade ao nosso futebol", disse.

Erros sempre para o mesmo lado
João Gabriel admite que os árbitros têm o direito de errar, no entanto, lembra que o prejudicado foi sempre o mesmo, ou seja, o Benfica. "O erro faz parte do futebol. Todos temos direito a errar, é a natureza humana, mas quando se erra prejudicando sempre os mesmos, isso já não são erros é manipulação. Portanto, repito o que já tinha dito há um mês, a classificação deste Campeonato está aldrabada e quando se concentram em pouco mais de cinco jogos tantos erros temos efectivamente de nos perguntar: como é possível?", questiona.

O director de comunicação deixa ainda críticas à Justiça portuguesa. "O verdadeiro responsável por esta situação, não contando com o fraco carácter de algumas pessoas, é a Justiça portuguesa, porque efectivamente, há um par de anos, escancarou as portas à ideia de que valia tudo, de que algumas pessoas beneficiam de total impunidade e a verdade é que essas pessoas assustaram-se numa determinada altura, mas entretanto parece que tudo voltou a ser como era dantes. Faz sentido haver árbitros, a seguir a Guimarães, que nas reuniões técnicas, antes dos jogos, ameaçavam os responsáveis do Benfica?, questiona novamente, acrescentando: "Ameaçar talvez não seja a palavra certa. Intimidavam talvez seja a forma mais adequada de caracterizar a atitude de que, pelo menos, dois árbitros tiveram a seguir a Guimarães, nessas reuniões técnicas com os responsáveis do Benfica."

pguerreiro

Querem a entrevista completa?

sanfinense


pguerreiro

Citação de: sanfinense em 08 de Maio de 2012, 02:20
Citação de: pguerreiro em 08 de Maio de 2012, 02:18
Querem a entrevista completa?
Bota ai!!!!
A de hoje, não é?

«O diretor de comunicação do Benfica defende que as arbitragens foram decisivas para a vitória do FC Porto no campeonato e acusa árbitros de intimidar responsáveis do clube nas reuniões técnicas antes dos jogos. Desvaloriza a recente contestação a Luís Filipe Vieira e Jorge Jesus. «Não temos de mudar de treinador», diz.

Entrevista de Nuno Paralvas

NP: Quando faltam resultados é normal alguma desilusão e descontentamento, mas o que temos visto vai um pouco além disso, temos assistido, nas últimas semanas, nomeadamente no último sábado, a alguma contestação. Como comenta essa contestação?

João Gabriel: A critica e a contestação são sempre legítimas, fazem parte de organizações que são democráticas, e desse ponto de vista temos de respeitar, perceber e, em alguns casos aproveitar algumas dessas críticas. Neste clube a unanimidade não se alcança, como em outros clubes, pela intimidação daqueles que discordam, ou que pensam diferente, isso são práticas instituídas e assumidas noutras paragens.

NP: Quer concretizar a acusação?
JG: Creio que o Miguel Sousa Tavares ou o próprio Rui Moreira estarão em melhores condições do que eu para fazer esse exercício, mas como estou aqui para falar do Benfica, vou tentar não me desviar. Hoje somos o clube que somos, exatamente por termos sabido construir a nossa história na diversidade de opiniões. É isso que nos diferencia de outros. Mas, atenção, também temos de saber diferenciar a crítica séria, da crítica oportunista. Aqueles que repetidamente aparecem apenas quando há uma conjugação de dois fatores: ano eleitoral e resultados menos bons, esses senhores não são críticos, são oportunistas.

NP: Mas é normal que num ano eleitoral apareçam projetos alternativos?
JG: É normal e desejável, e todos beneficiam com isso, porque é evidente que há projetos e pessoas válidas fora da atual Direção, mas o que já não é normal é que algumas pessoas já passaram pelo Benfica, que o afundaram, que, inclusive foram responsáveis por abrir as portas a Vale e Azevedo, e com isso comprometeram anos da nossa história, pessoas que passaram por outros clubes e os deixaram à beira da falência e com ordenados em atraso, se apresentem agora como cinderelas imaculadas, como se não tivessem passado. O problema é que o passado persegue-nos sempre, para o bem e para o mal.

NP: Está a referir-se a José Veiga, que criticou, duramente, Luís Filipe Vieira?
JG: Por acaso não era a ele que me estava a referir, mas José Veiga também tem um problema mal resolvido com o seu passado e o seu passado a nível de gestão também não é propriamente o mais recomendável, mas se ele acha que tem um projeto para o Benfica, vai ter tempo para o apresentar, o que não vale a pena é estar atirar pedras e a esconder a mão, porque esse tipo de comportamentos tem um nome...

NP: Está a dizer que a contestação a que temos assistido nos últimos jogos, nomeadamente no sábado, é manipulada?
JG: Tenho poucas dúvidas. Mas há uma coisa que vale a pena esclarecer, qualquer generalização é perigosa e os jornalistas muitas vezes caem nessa tentação. Não se pode tomar uma parte pelo todo, nem assumir que o comportamento de alguns representa todo o universo benfiquista, aliás viu-se claramente que não é assim, mas muitas vezes essa é a ideia que passa. As regras da democracia são claras, há quem critique e quem apoie, é tudo uma questão de escala. Temos manifestações de mais de 100 mil pessoas no Marquês de Pombal e depois vemos que as sondagens continuam a dar maioria aos partidos de governo. Sabe porquê? Porque a decisão pertence a mais de 8,5 milhões de eleitores e não a 100 mil pessoas. No Benfica é igual, o universo eleitoral é de mais de 200 mil sócios, independentemente de alguns serem mais ruidosos ou mais artistas com pinturas murais.

NP: Jorge Jesus é um dos principais alvos de contestação.
JG: A diferença entre as expectativas que havia e os resultados alcançados explica essa equação. Jorge Jesus devolveu ao Benfica um futebol de qualidade como há muito já não víamos, trabalha bem os jogadores, tem uma marca, conseguiu fixar, nestes três últimos anos, o Benfica na luta pelo acesso a meias-finais e finais das provas UEFA, mas infelizmente não conseguimos o objetivo principal que era ganhar o título da Liga esta época. Nestas alturas temos sempre tendência para desvalorizar tudo aquilo que se conseguiu e maximizar o que não se conseguiu. É evidente que tudo seria diferente se tivéssemos ganho o campeonato, mas neste caso em concreto, não temos de mudar de treinador, temos é de mudar de árbitros.

NP: Jorge Jesus não parte fragilizado para a próxima época?
JG: O fundamental é que os níveis de ambição não tenham diminuído e tenho a certeza de que desse ponto de vista a ambição de Jorge Jesus é a mesma. Curiosamente acho que parte menos fragilizado que o treinador que ganhou o campeonato nacional, o que não deixa de ser um contrasenso. Os treinadores dependem e sempre continuarão a depender de resultados e é evidente que Jorge Jesus será o primeiro a estar insatisfeito por não ter conquistado o campeonato, mas também é verdade que tem valor em tudo aquilo que foi feito nos três últimos anos e acho que as pessoas reconhecem isso.

NP: Mas também contou com o maior investimento de sempre a nível do futebol.
JG: Isso é um elogio à gestão desta Direção, porque se esse investimento foi possível é porque se trabalhou bem. Há uns anos isso não teria sido possível. Qual foi o investimento do Real Madrid o ano passado? E a quantos pontos ficou do Barcelona? E no entanto o Mourinho não perdeu qualidades. Qual foi o investimento do Manchester City o ano passado? Podia dar muitos mais exemplos.

NP: Também alinha no discurso de que a arbitragem é responsável pela perda do titulo deste ano.
JG: Diria de outra forma. O tItulo de campeão deste ano é um tributo da arbitragem ao FCPorto e o convite a Pedro Proença para apitar o jogo de sábado foi uma justíssima homenagem. A partir de um determinado momento foi evidente que o Benfica passou a ser prejudicado. É curioso que o ano passado o ataque verificou-se logo nas primeiras jornadas do campeonato, este ano sucedeu o contrário, aconteceu tudo na parte final, mas tudo o resto foi exatamente igual: descarado. Acho que a agressão ao Aimar na grande área da Académica ser transformada em falta atacante é um monumento ao descaramento.

NP: Vítor Pereira, o treinador do FC Porto, diz que esse tipo de justificações é assobiar para o lado.
JG: É uma afirmação tão válida como dizer que ele continuará a ser o treinador do FCPorto na próxima época. Assobiar para o lado é ignorar o que se passou nesta fase final do campeonato com algumas arbitragens.

NP: Acredita na intencionalidade desses erros?
JG: Há uma coisa em que não acredito: em coincidências. Um ano e meio depois de Olegário Benquerença ter feito o que fez em Guimarães, na época passada, voltar a apitar um jogo do Benfica e fazer vista grossa de dois penalties que são verdadeiros casos de atropelamento e fuga na área do Rio Ave, não é coincidência. Dois anos depois do Pedro Proença ter transformado uma simulação descarada do Lisandro em penalty, no Dragão, ter, este ano, validado um golo em fora de jogo na Luz – mas atenção não é um fora de jogo de centímetros, é de metros – outra vez num jogo contra o Porto. Tudo isto tem de começar a ser motivo para os responsáveis da arbitragem se interrogarem e começarem a fazer uma limpeza séria, isto se estiverem interessados em trazer verdade ao nosso futebol.

NP: Mas não há outro tipo de responsabilidades internas que tenham contnbuído para isto?
JG: Seguramente que há, também houve erros que o treinador já reconheceu, mas por muito bom que um nadador seja, não consegue aguentar muito tempo a nadar contra a corrente e o que assistimos neste último terço do campeonato foi uma corrente demasiado forte.

NP: Os árbitros também têm direito ao erro, isso faz parte do futebol.
JG: O erro faz parte do futebol. Todos temos direito a errar, é a natureza humana, mas quando se erra prejudicando sempre os mesmos, isso já não são erros, é manipulação. Portanto, repito o que já tinha dito há um mês, a classificação deste campeonato está aldrabada e quando se concentram em pouco mais de cinco jogos tantos erros temos efetivamente de nos perguntar: como é possível?

NP: Está a sugerir urna ação concertada?
JG: Acho que como em tudo na vida há bons e maus profissionais, mas creio que o verdadeiro responsável por esta situação, não contando com o fraco caráter de algumas pessoas, é a Justiça portuguesa, porque efetivamente, há um par de anos, escancarou as portas à ideia de que valia tudo, de que algumas pessoas beneficiam de total impunídade e a verdade é que essas pessoas assustaram-se numa determinada altura, mas entretanto parece que tudo voltou a ser como era dantes. Faz sentido haver árbitros, a seguir a Guimarães, que nas reuniões técnicas, antes dos jogos, ameaçavam os responsáveis do Benfica?

NP: Ameaçavam como?
JG: Ameaçar talvez não seja a palavra certa. Intimidavam talvez seja a forma mais adequada de caracterizar a atitude que, pelo menos, dois árbitros tiveram a seguir a Guimarães, nessas reuniões técnicas com os responsáveis do Benfica. Mas acho que essa deve ser uma preocupação, mais uma, que o senhor Vítor Pereira deve ter. É a ele que devem perguntar.

NP: Foi uma das pessoas envolvidas verbalmente nos incidentes da primeira volta no Estádio da Luz, no jogo com o Sporting. Já passou bastante tempo, como é que estão as relações com o Sporting?
JG: Apetecia-me dizer que estão em lume brando, mas elas efetivamente não existem e a culpa não é nossa. Não acredito que a maioria dos sportinguistas se revejam no que foi o comportamento de algumas pessoas responsáveis pelo clube na semana que antecedeu o jogo e no próprio dia do jogo. Não vi em San Mamés nenhum incómodo por parte dos adeptos que foram acompanhar a equipa com a rede atrás da qual assistiram ao jogo. Mas já agora, o mais estranho é que já passaram seis meses e o Conselho de Disciplina continua mudo.

NP: Mas houve uma decisão do Conselho de Disciplina.
JG: Apenas em relação às responsabilidades do Benfica e onde fomos ilibados, mas em relação aos prejuizos e às respetivas sanções para os responsáveis por tudo o que sucedeu, nada, zero e já lá vão, como lhe disse, seis meses. Isto não é normal e coloca em causa a estabilidade da competição e a confiança dos agentes desportivos num órgão que devia julgar com celeridade. Essa é, aliás, uma das principais razões para a existência de órgãos de jurisdição desportiva.

NP: O Benfica espera uma sanção pesada para o Sporting?
JG: O que Benfica esperava era que o Conselho de Disciplina agisse, mas pelos vistos é pedir muito. Vou dar-lhe um exemplo: na Grécia, e já não falo de Espanha ou Inglaterra ou Itália, houve incidentes semelhantes num Panathinaikos-Olympiakos, em março. Em menos de uma semana os órgãos jurisdicionais da federação grega decidiram. O Panathinaikos perdeu pontos, foi obrigado a pagar uma pesada multa e a jogar alguns jogos à porta fechada. Tudo isto na Grécia, aqui parece que a única preocupação real do Conselho de Disciplina foi punir o Aimar com dois jogos. E é assim que querem erradicar a violência do futebol?

A expulsão de Pablo Aimar contra o Olhanense, na 24,ª jornada, no Algarve, continua a ser uma espinha encravada na garganta dos encarnados, No final do jogo, que acabou empatado a zero, JorgeJesus foi o primeiro a considerar injusto o cartão vermelho direto mostrado por João Capela ao médio argentino, Mas a suspensão de dois jogos – Aimar falhou a vitória do Benfica sobre o SCBraga (2- 1), na Luz, e a derrota com o Sporting (0-1),em Alvalade - motivou forte contestação encarnada. Aimar foi expulso em Olhão O diretor geral para o futebol, António Carraça, afirmou, quinta-feira, com ironia, que a suspensão só poderia ter sido justificada por Aimar ser um jogador «maldoso, conflituoso e violento». Acrescentou, depois, que o argentino ficou «arrasado». João Gabriel lembra que o Benfica recorreu da decisão para o Conselho de Justiça, mas sem grande crença: «Estamos a aguardar para ver se, ainda que de forma tardia, se corrige uma decisão absurda, Mas sinceramente a fé já é pouca.» - Entrevista a João Gabriel, jornal A Bola, 7 de Maio de 2012.

Blitzer


Universo Benfica


sanfinense


jpga100

Citação de: pguerreiro em 08 de Maio de 2012, 00:49
Citação de: jpga100 em 08 de Maio de 2012, 00:41
Nunca deixaremos de ser portugueses. A liga espanhola passaria a ser a liga ibérica. Podia ser que mais clubes se juntassem a nós. Não podemos ser os únicos a querer a verdade desportiva!
Não somos os únicos mas se olhares em teu redor não consegues nomear um clube que tenha arcaboiço para aventuras dessas, viagens, estadias. E a Federação espanhola achas que ia nisso com a crise que já lá vão tendo alguns clubes como o Zaragoza, etc? 

Somos nós que alimentamos isto. O Benfica tem de longe as maiores assistências e a maior capacidade de gerar receitas. Somos roubados, insultados, ameaçados, e no fim ainda gozam connosco? Temos de fazer alguma coisa!

E não acho que fossemos sozinhos: o aumento na despesa seria compensado por um aumento ainda maior nas receitas, para a maior parte dos clubes. E quanto aos clubes espanhóis, penso que também olhariam para uma liga ibérica com bons olhos pois também eles poderiam aumentar o número de espectadores e as receitas.

Se aparecer um candidato a propor abandonar esta liga da roubalheira e irmos para Espanha tem o meu voto!

Dandy






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