Jorge Jesus

Treinador, 71 anos,
Portugal
Equipa Principal: 8 épocas (2009-2015, 2020-2021), 404 jogos (279 vitórias, 64 empates, 61 derrotas)

Títulos: Campeonato Nacional (3), Taça de Portugal (1), Supertaça (1), Taça da Liga (5)

eplunum

Citação de: Carlos Barbosa em 17 de Julho de 2021, 09:33
O homem está completamente morto.

Não aguenta mais uma temporada a jogar á porta fechada.

O homem simplesmente não reage
só quando está a ganhar é que lá manda uns berros de vez em quando pó show off.

MuadDib

Ouvi dizer que a pouco mais de duas semanas das pré-eliminatórias da Champions, o Benfica ainda anda nas famosas captações de verão!

Paulo Bernardo a defesa-direito hein...mestre da táctica ao mais alto nível.
Pizzi a titular... é muita falta de noção.

Billy the Kid

Só críticas disparatadas.

Não sou fã de Jesus e preferia um treinador tipo Rúben Amorim, mas ontem deu para ver trabalho de Jesus.

1. A forma como as movimentações de Gonçalo confundiam as marcações. Gonçalo descaía para as alas, permitindo a entrada de Pizzi e/Rafa pela zona central. Isso foi feito várias vezes, enquanto Vinicius procurava fazer diagonais, desmarcando-se.

2. A forma como a equipa na primeira parte procurou manter-se compacta, não permitindo muitas distâncias entre os sectores. Foi feito com e sem bola. Sem bola, tem a vantagem de, assim que ela é recuperada, permitir uma consistente transição ofensiva ao primeiro toque, pois os sectores estão próximos uns dos outros, e todos sobem num futebol apoiado.

3. João Mário: a peça que faltava. Jesus queria um homem que sabe jogar jogar ao primeiro toque e com muito critério no passe. Quando os defesas contrários pensam em ir ter com João Mário, a bola já lá não mora; ele já a soltou para um colega melhor posicionado (e próximo dele). Além disso, é exímio nos equilíbrios e viaja pela largura do campo abrindo sempre uma opção de passe. Na ideia de jogo a implementar, as características de João Mário são essenciais para Jesus. E falta Musrati, pois para João Mário ter a liberdade de que necessita, é preciso ter um tractor como o líbio atrás de si. Entendo a razão de Weigl não ser o predilecto de Jesus (e eu gosto do alemão, mas Jesus tem uma ideia de jogo própria e necessita dos jogadores propícios para materializar a sua ideia de jogo. Weigl não é esse jogador).

4. A reação em bloco da equipa em reação à perda da bola, ainda no meio campo adversário. Reparei que os centrais ficavam na linha divisória do meio campo.

5. A saída da bola numa linha de três, sendo o 6 (ontem, Tino) com funções de iniciar essa saída. Nisto, os centrais abrem-se até a linha lateral ao mesmo tempo que os médios alas (Rafa e Pizzi) e Gonçalo fazem movimentos interiores atraindo os defesas contrários, enquanto os laterais sobem dando profundidade (com Diogo e Grimaldo a música seria outra).

São coisas como estas que o treinador está a aprimorar.
O adepto está preocupado com vitórias e goleadas.
Treinador a sério preocupa-se com a consolidação da ideia de jogo.

Limentaen

O maior problema do Benfica é este treinador, não podem ser os jogadores que tem que se adaptar ao treinador, mas sim o contrário, ontem voltou a ver-se a equipa do inicio da temporada passada, que é facilmente passada nas alas, com um meio campo que não tem os jogadores para jogar naquele sistema, mas o génio que está no banco insiste até não poder mais. A manutenção de JJ como treinador vai custar o apuramento para a fase de grupos da champions, para poupar 10 milhoes da rescisão arrisca-se 40 milhões da qualificação

homemsumol

Citação de: Billy the Kid em 17 de Julho de 2021, 09:53
Só críticas disparatadas.

Não sou fã de Jesus e preferia um treinador tipo Rúben Amorim, mas ontem deu para ver trabalho de Jesus.

1. A forma como as movimentações de Gonçalo confundiam as marcações. Gonçalo descaía para as alas, permitindo a entrada de Pizzi e/Rafa pela zona central. Isso foi feito várias vezes, enquanto Vinicius procurava fazer diagonais, desmarcando-se.

2. A forma como a equipa na primeira parte procurou manter-se compacta, não permitindo muitas distâncias entre os sectores. Foi feito com e sem bola. Sem bola, tem a vantagem de, assim que ela é recuperada, permitir uma consistente transição ofensiva ao primeiro toque, pois os sectores estão próximos uns dos outros, e todos sobem num futebol apoiado.

3. João Mário: a peça que faltava. Jesus queria um homem que sabe jogar jogar ao primeiro toque e com muito critério no passe. Quando os defesas contrários pensam em ir ter com João Mário, a bola já lá não mora; ele já a soltou para um colega melhor posicionado (e próximo dele). Além disso, é exímio nos equilíbrios e viaja pela largura do campo abrindo sempre uma opção de passe. Na ideia de jogo a implementar, as características de João Mário são essenciais para Jesus. E falta Musrati, pois para João Mário ter a liberdade de que necessita, é preciso ter um tractor como o líbio atrás de si. Entendo a razão de Weigl não ser o predilecto de Jesus (e eu gosto do alemão, mas Jesus tem uma ideia de jogo própria e necessita dos jogadores propícios para materializar a sua ideia de jogo. Weigl não é esse jogador).

4. A reação em bloco da equipa em reação à perda da bola, ainda no meio campo adversário. Reparei que os centrais ficavam na linha divisória do meio campo.

5. A saída da bola numa linha de três, sendo o 6 (ontem, Tino) com funções de iniciar essa saída. Nisto, os centrais abrem-se até a linha lateral ao mesmo tempo que os médios alas (Rafa e Pizzi) e Gonçalo fazem movimentos interiores atraindo os defesas contrários, enquanto os laterais sobem dando profundidade (com Diogo e Grimaldo a música seria outra).

São coisas como estas que o treinador está a aprimorar.
O adepto está preocupado com vitórias e goleadas.
Treinador a sério preocupa-se com a consolidação da ideia de jogo.

Agradeço a análise visto não ter sido possível ver o jogo.

Pergunto-lhe o seguinte: Essa forma de jogar da equipa pareceu-lhe diferente da forma como JJ gosta de por as suas equipas a jogarem?

No papel parece me tudo bem o que descreveu, receio é que continuemos com os mesmos problemas (6 sozinho contra o mundo, equipa apanhada facilmente em contra-pé na transição defensiva,etc ..) característicos das equipas dele. Isso verificou-se ou não foi possível observar, também devido a altura da (pré) época e pela graça qualidade do adversário?

Cumprimentos,

E PLURIBUS UNUM

AntiAnti

Citação de: Billy the Kid em 17 de Julho de 2021, 09:53
Só críticas disparatadas.

Não sou fã de Jesus e preferia um treinador tipo Rúben Amorim, mas ontem deu para ver trabalho de Jesus.

1. A forma como as movimentações de Gonçalo confundiam as marcações. Gonçalo descaía para as alas, permitindo a entrada de Pizzi e/Rafa pela zona central. Isso foi feito várias vezes, enquanto Vinicius procurava fazer diagonais, desmarcando-se.

2. A forma como a equipa na primeira parte procurou manter-se compacta, não permitindo muitas distâncias entre os sectores. Foi feito com e sem bola. Sem bola, tem a vantagem de, assim que ela é recuperada, permitir uma consistente transição ofensiva ao primeiro toque, pois os sectores estão próximos uns dos outros, e todos sobem num futebol apoiado.

3. João Mário: a peça que faltava. Jesus queria um homem que sabe jogar jogar ao primeiro toque e com muito critério no passe. Quando os defesas contrários pensam em ir ter com João Mário, a bola já lá não mora; ele já a soltou para um colega melhor posicionado (e próximo dele). Além disso, é exímio nos equilíbrios e viaja pela largura do campo abrindo sempre uma opção de passe. Na ideia de jogo a implementar, as características de João Mário são essenciais para Jesus. E falta Musrati, pois para João Mário ter a liberdade de que necessita, é preciso ter um tractor como o líbio atrás de si. Entendo a razão de Weigl não ser o predilecto de Jesus (e eu gosto do alemão, mas Jesus tem uma ideia de jogo própria e necessita dos jogadores propícios para materializar a sua ideia de jogo. Weigl não é esse jogador).

4. A reação em bloco da equipa em reação à perda da bola, ainda no meio campo adversário. Reparei que os centrais ficavam na linha divisória do meio campo.

5. A saída da bola numa linha de três, sendo o 6 (ontem, Tino) com funções de iniciar essa saída. Nisto, os centrais abrem-se até a linha lateral ao mesmo tempo que os médios alas (Rafa e Pizzi) e Gonçalo fazem movimentos interiores atraindo os defesas contrários, enquanto os laterais sobem dando profundidade (com Diogo e Grimaldo a música seria outra).

São coisas como estas que o treinador está a aprimorar.
O adepto está preocupado com vitórias e goleadas.
Treinador a sério preocupa-se com a consolidação da ideia de jogo.
finalmente alguém que fala de futebol por aqui  O0

Nhecks

Como ja escreveram por aqui, tinha a possibilidade de meter o Gedson na direita e meter o Bernardo no meio campo.

Fez de proposito.

O Krovinivic tinha razao.

Nao deve chegar a Outubro. Esperemos que a epoca nao fique totalmente arruinada e que de para fazer uma recuperacao á Lage.

DiogoBatista

Vai acontecer lhe o mesmo que o padrinho, vai sair do Benfica pela porta pequena, sem títulos e ainda vai conseguir afundar mais o Benfica.

Nhecks

Citação de: Billy the Kid em 17 de Julho de 2021, 09:53
Só críticas disparatadas.

Não sou fã de Jesus e preferia um treinador tipo Rúben Amorim, mas ontem deu para ver trabalho de Jesus.

1. A forma como as movimentações de Gonçalo confundiam as marcações. Gonçalo descaía para as alas, permitindo a entrada de Pizzi e/Rafa pela zona central. Isso foi feito várias vezes, enquanto Vinicius procurava fazer diagonais, desmarcando-se.

2. A forma como a equipa na primeira parte procurou manter-se compacta, não permitindo muitas distâncias entre os sectores. Foi feito com e sem bola. Sem bola, tem a vantagem de, assim que ela é recuperada, permitir uma consistente transição ofensiva ao primeiro toque, pois os sectores estão próximos uns dos outros, e todos sobem num futebol apoiado.

3. João Mário: a peça que faltava. Jesus queria um homem que sabe jogar jogar ao primeiro toque e com muito critério no passe. Quando os defesas contrários pensam em ir ter com João Mário, a bola já lá não mora; ele já a soltou para um colega melhor posicionado (e próximo dele). Além disso, é exímio nos equilíbrios e viaja pela largura do campo abrindo sempre uma opção de passe. Na ideia de jogo a implementar, as características de João Mário são essenciais para Jesus. E falta Musrati, pois para João Mário ter a liberdade de que necessita, é preciso ter um tractor como o líbio atrás de si. Entendo a razão de Weigl não ser o predilecto de Jesus (e eu gosto do alemão, mas Jesus tem uma ideia de jogo própria e necessita dos jogadores propícios para materializar a sua ideia de jogo. Weigl não é esse jogador).

4. A reação em bloco da equipa em reação à perda da bola, ainda no meio campo adversário. Reparei que os centrais ficavam na linha divisória do meio campo.

5. A saída da bola numa linha de três, sendo o 6 (ontem, Tino) com funções de iniciar essa saída. Nisto, os centrais abrem-se até a linha lateral ao mesmo tempo que os médios alas (Rafa e Pizzi) e Gonçalo fazem movimentos interiores atraindo os defesas contrários, enquanto os laterais sobem dando profundidade (com Diogo e Grimaldo a música seria outra).

São coisas como estas que o treinador está a aprimorar.
O adepto está preocupado com vitórias e goleadas.
Treinador a sério preocupa-se com a consolidação da ideia de jogo.

Tudo feliz por ao fim de 12 meses inteiros se "verem" as "ideias" do treinador num jogo contra o Casa Pia.

Sao as mesmas ideias e coisas positivas que se escrevia neste mesmo topico que a equipa demonstrava em Dezembro/Janeiro, sobretudo depois do Dragao.

Seguiram se 2 meses a levar no lombo e uma segunda metade de época em que a equipa mostrou geralmente 0 futebol

Mariachi

Citação de: Nhecks em 17 de Julho de 2021, 11:04
Citação de: Billy the Kid em 17 de Julho de 2021, 09:53
Só críticas disparatadas.

Não sou fã de Jesus e preferia um treinador tipo Rúben Amorim, mas ontem deu para ver trabalho de Jesus.

1. A forma como as movimentações de Gonçalo confundiam as marcações. Gonçalo descaía para as alas, permitindo a entrada de Pizzi e/Rafa pela zona central. Isso foi feito várias vezes, enquanto Vinicius procurava fazer diagonais, desmarcando-se.

2. A forma como a equipa na primeira parte procurou manter-se compacta, não permitindo muitas distâncias entre os sectores. Foi feito com e sem bola. Sem bola, tem a vantagem de, assim que ela é recuperada, permitir uma consistente transição ofensiva ao primeiro toque, pois os sectores estão próximos uns dos outros, e todos sobem num futebol apoiado.

3. João Mário: a peça que faltava. Jesus queria um homem que sabe jogar jogar ao primeiro toque e com muito critério no passe. Quando os defesas contrários pensam em ir ter com João Mário, a bola já lá não mora; ele já a soltou para um colega melhor posicionado (e próximo dele). Além disso, é exímio nos equilíbrios e viaja pela largura do campo abrindo sempre uma opção de passe. Na ideia de jogo a implementar, as características de João Mário são essenciais para Jesus. E falta Musrati, pois para João Mário ter a liberdade de que necessita, é preciso ter um tractor como o líbio atrás de si. Entendo a razão de Weigl não ser o predilecto de Jesus (e eu gosto do alemão, mas Jesus tem uma ideia de jogo própria e necessita dos jogadores propícios para materializar a sua ideia de jogo. Weigl não é esse jogador).

4. A reação em bloco da equipa em reação à perda da bola, ainda no meio campo adversário. Reparei que os centrais ficavam na linha divisória do meio campo.

5. A saída da bola numa linha de três, sendo o 6 (ontem, Tino) com funções de iniciar essa saída. Nisto, os centrais abrem-se até a linha lateral ao mesmo tempo que os médios alas (Rafa e Pizzi) e Gonçalo fazem movimentos interiores atraindo os defesas contrários, enquanto os laterais sobem dando profundidade (com Diogo e Grimaldo a música seria outra).

São coisas como estas que o treinador está a aprimorar.
O adepto está preocupado com vitórias e goleadas.
Treinador a sério preocupa-se com a consolidação da ideia de jogo.

Tudo feliz por ao fim de 12 meses inteiros se "verem" as "ideias" do treinador num jogo contra o Casa Pia.

Sao as mesmas ideias e coisas positivas que se escrevia neste mesmo topico que a equipa demonstrava em Dezembro/Janeiro, sobretudo depois do Dragao.

Seguiram se 2 meses a levar no lombo e uma segunda metade de época em que a equipa mostrou geralmente 0 futebol

Até parece pecado um user vir falar sobre futebol no tópico do treinador, em vez de vir com as mesmas mariquices de sempre em frases feitas e outras bocas infantis que não acrescentam a ponta de um caralho!

O mesmo jogo treino contra o Casa Pia, que vale o que vale, também pode ser usado para medir a precipitação de sentenciar de morte uma equipa em rotação e a assimilar processos, onde vários jogadores estão sem ritmo ou fora de forma.

Já sei que também é pecado voltar a dar o benefício da dúvida nesta fase e ainda por cima depois da época fraca que tivemos, e que se numa fase mais adiantada da temporada isto estiver a correr mal, não foi por falta de aviso dos magos, profetas e experts, e que os outros são todos tapadinhos ou burros.

Eu ainda assim atrevo-me a dar o benefício da dúvida, deve ser defeito meu.

J_PN

O Benfica o ano passado já fazia construção a 3 com os laterais bem abertos e os extremos dentro bem como os avançados a fazer diagonais para fora.

Epá, isto é o básico. Qualquer equipa da segunda liga faz isto.

Benefício da dúvida a um treinador que veio armado em fanfarrão e perde um título/troféu para cada adversário depois de lhe passarem para a mao um cheque de 100M?! O maior problema não é o Vieira ou Rui Costa, são mesmo os adeptos que metem os amorzinhos à frente do clube.

dsdsds44

Continua a não conseguir colocar a equipa a jogar um futebol minimamente aceitável.

Se falhar a Champions deve ser imediatamente despedido.


Lellominsk

Citação de: Mariachi em 17 de Julho de 2021, 11:19
Citação de: Nhecks em 17 de Julho de 2021, 11:04
Citação de: Billy the Kid em 17 de Julho de 2021, 09:53
Só críticas disparatadas.

Não sou fã de Jesus e preferia um treinador tipo Rúben Amorim, mas ontem deu para ver trabalho de Jesus.

1. A forma como as movimentações de Gonçalo confundiam as marcações. Gonçalo descaía para as alas, permitindo a entrada de Pizzi e/Rafa pela zona central. Isso foi feito várias vezes, enquanto Vinicius procurava fazer diagonais, desmarcando-se.

2. A forma como a equipa na primeira parte procurou manter-se compacta, não permitindo muitas distâncias entre os sectores. Foi feito com e sem bola. Sem bola, tem a vantagem de, assim que ela é recuperada, permitir uma consistente transição ofensiva ao primeiro toque, pois os sectores estão próximos uns dos outros, e todos sobem num futebol apoiado.

3. João Mário: a peça que faltava. Jesus queria um homem que sabe jogar jogar ao primeiro toque e com muito critério no passe. Quando os defesas contrários pensam em ir ter com João Mário, a bola já lá não mora; ele já a soltou para um colega melhor posicionado (e próximo dele). Além disso, é exímio nos equilíbrios e viaja pela largura do campo abrindo sempre uma opção de passe. Na ideia de jogo a implementar, as características de João Mário são essenciais para Jesus. E falta Musrati, pois para João Mário ter a liberdade de que necessita, é preciso ter um tractor como o líbio atrás de si. Entendo a razão de Weigl não ser o predilecto de Jesus (e eu gosto do alemão, mas Jesus tem uma ideia de jogo própria e necessita dos jogadores propícios para materializar a sua ideia de jogo. Weigl não é esse jogador).

4. A reação em bloco da equipa em reação à perda da bola, ainda no meio campo adversário. Reparei que os centrais ficavam na linha divisória do meio campo.

5. A saída da bola numa linha de três, sendo o 6 (ontem, Tino) com funções de iniciar essa saída. Nisto, os centrais abrem-se até a linha lateral ao mesmo tempo que os médios alas (Rafa e Pizzi) e Gonçalo fazem movimentos interiores atraindo os defesas contrários, enquanto os laterais sobem dando profundidade (com Diogo e Grimaldo a música seria outra).

São coisas como estas que o treinador está a aprimorar.
O adepto está preocupado com vitórias e goleadas.
Treinador a sério preocupa-se com a consolidação da ideia de jogo.

Tudo feliz por ao fim de 12 meses inteiros se "verem" as "ideias" do treinador num jogo contra o Casa Pia.

Sao as mesmas ideias e coisas positivas que se escrevia neste mesmo topico que a equipa demonstrava em Dezembro/Janeiro, sobretudo depois do Dragao.

Seguiram se 2 meses a levar no lombo e uma segunda metade de época em que a equipa mostrou geralmente 0 futebol

Até parece pecado um user vir falar sobre futebol no tópico do treinador, em vez de vir com as mesmas mariquices de sempre em frases feitas e outras bocas infantis que não acrescentam a ponta de um caralho!

O mesmo jogo treino contra o Casa Pia, que vale o que vale, também pode ser usado para medir a precipitação de sentenciar de morte uma equipa em rotação e a assimilar processos, onde vários jogadores estão sem ritmo ou fora de forma.

Já sei que também é pecado voltar a dar o benefício da dúvida nesta fase e ainda por cima depois da época fraca que tivemos, e que se numa fase mais adiantada da temporada isto estiver a correr mal, não foi por falta de aviso dos magos, profetas e experts, e que os outros são todos tapadinhos ou burros.

Eu ainda assim atrevo-me a dar o benefício da dúvida, deve ser defeito meu.

Benefícios da dúvida damos a Rui Vitória, Lage, Amorim, Carvalhal etc... este Crinas ingrato é  pago para ganhar todas as competições internas... não  ganhando e não mostarndo tão  pouco qualquer futebol de qualidade deveria sair... na realidade o contrato deveria ser
25k mês e prémio 3kk campeonato 2kk taça  e 500k ou menos a taça  da liga

Não ganhar por não ganhar que se coloque nas modalidades amadoras para estas ganharem ... que é coisa rara tb.

Roy Bean

Citação de: J_PN em 17 de Julho de 2021, 11:25
O Benfica o ano passado já fazia construção a 3 com os laterais bem abertos e os extremos dentro bem como os avançados a fazer diagonais para fora.

Epá, isto é o básico. Qualquer equipa da segunda liga faz isto.

Benefício da dúvida a um treinador que veio armado em fanfarrão e perde um título/troféu para cada adversário depois de lhe passarem para a mao um cheque de 100M?! O maior problema não é o Vieira ou Rui Costa, são mesmo os adeptos que metem os amorzinhos à frente do clube.

o Benfica faz construção a 3 à anos, até é um dos problemas é uma saida lenta e previsível!

Rafa like Silva

Péssimo.

Para mais, foi uma aberração o que fez ao Paulo Bernardo. Que "perfeito idiota".