CN 9ª J: SC Braga 2 - 0 SL Benfica, 31Out. Sáb. 21h15 *SPORTTV1*

SC Braga 2 - 0 SL Benfica

Campeonato Nacional


SC Braga: Eduardo, João Pereira, Moisés, Leone, Evaldo, Vandinho, Hugo Viana, Mossoró, Alan, Paulo César, Meyong
Treinador: Domingos Paciência
SL Benfica: Quim, Maxi Pereira, Luisão, David Luiz, Fábio Coentrão, Javi García (Keirrison [55m]), Ramires, Ángel Di María, Pablo Aimar (Ruben Amorim [81m]), Javier Saviola (Weldon [81m]), Óscar Cardozo
Treinador: Jorge Jesus

Kostov


MxPxFx

Citação de: rambo em 30 de Outubro de 2009, 10:20
Vai haver muita "cartolina" e o Javi vai ser um dos contemplados...

Disso não hajam dúvidas, vou até lançar aqui uma brincadeira.

Cartões para este jogo:

Braga:

JOÃO PEREIRA 2x e consequente vermelho
VANDINHO
EVALDO
HUGO VIANA

BENFICA:

JAVI GARCÍA
DAVID LUIZ
MAXI

Piso 3 Superior

Eu, tal como a equipa, vamos deixar tudo em Braga...

...tudo menos os 3 pontos  :)

pjin1980

Citação de: marcopauloferreira em 30 de Outubro de 2009, 10:24
Citação de: rambo em 30 de Outubro de 2009, 10:20
Vai haver muita "cartolina" e o Javi vai ser um dos contemplados...

Disso não hajam dúvidas, vou até lançar aqui uma brincadeira.

Cartões para este jogo:

Braga:

JOÃO PEREIRA 2x e consequente vermelho
VANDINHO
EVALDO
HUGO VIANA

BENFICA:

JAVI GARCÍA
DAVID LUIZ
MAXI

esqueceste de 1 amarelo...
ao eduardo, qd estiver a queimar tempo c o resultado em 4-0, a perder tempo p n levar mais um  :2funny: :2funny:

XHITA



O primeiro grande teste da temporada

Equipa de Jesus realmente à prova.
Benfica ganhou sempre fora, Sp. Braga fez o mesmo em casa.
Melhor ataque encontra melhor defesa.

Por Nuno Reis

Jorge Jesus, tal como outros intérpretes da vida benfiquista, tem defendido que o campeonato nacional é a prioridade das prioridades, que o título nacional é o primeiro objectivo pelo qual o clube da Luz tem de lutar, mesmo que a Taça da Liga, a Taça de Portugal ou a Liga Europa sejam também competições em relação às quais os encarnados já manifestaram a ambição de conquista.

Por conseguinte, o jogo de amanhã, em Braga, pelo menos no plano puramente teórico, é o primeiro grande e verdadeiro teste a este Benfica de Jorge Jesus. Há empate entre as equipas no que a número de pontos (22) diz respeito, há aparente equilíbrio de forças noutros aspectos importantes das equipas. Se o Benfica é a mais forte equipa fora de casa, com quatro triunfos em outras tantas partidas, o Sp. Braga apresenta os mesmos sucessos, mas nos encontros realizados no seu estádio.

Mais: ao melhor ataque do campeonato, o encarnado, vai opor-se a melhor defesa da prova, a bracarense.

Um braço de ferro que o Benfica não conheceu ainda na presente temporada, mesmo tendo realizado jogos de elevado grau de dificuldade frente a V. Guimarães ou U. Leiria, para o campeonato, e AEK Atenas para a Liga Europa, no qual sofreu uma derrota e ficou em branco pela primeira vez. Com Marítimo, Nacional e Everton havia, igualmente, aparente complexidade, mas só os primeiros se mostraram verdadeiramente incómodos, provocando, inclusivamente, o primeiro tropeção dos encarnados na Liga.

O Sp. Braga, porém, será o primeiro adversário que o Benfica encontrará, à partida, disposto a jogar de igual para igual, com valia para colocar à prova a qualidade da equipa de Jesus, que celebrou ontem quatro meses de trabalho, uma vez que a temporada teve início a 29 de Junho. E se à qualidade da equipa bracarense for associado o factor casa e o elevado número de adeptos que estarão a torcer pelo conjunto da casa então o Benfica de Jesus deve encarar o encontro como o verdadeiro grande teste da temporada.



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Tentar a 30ª vitória

O Sp. Braga-Benfica é um dos clássicos mais importantes do nosso futebol e não são, por isso, poucas as ocasiões em que a equipa da Luz visitou a cidade dos Arcebispos, um dos bastiões de adeptos benfiquistas no Norte. Os resultados entre as duas equipas, ao cabo de 53 duelos, deixam bem patente a superioridade do Benfica no terreno do Sp. Braga, se bem que nos últimos anos esse aspecto esteja a ser mais fortemente combatido pelos da casa. Não obstante, oito vitórias para os bracarenses, contra 29 para o Benfica e 16 empates. Os encarnados já apontaram 93 golos (sofreram 54) e procuram o 30.º triunfo.

alma vermellha

o braga a mim nao me assuta nada ate porque e um clube sem endentidade pois vejam tem sporting no nome sao amigos do porko e maioria dos adeptos sao do benfica :buck2:

pcnunes

agora sim...é o primeiro teste a sério :cheerleaders: :cheerleaders: :cheerleaders:



só espero que termine como os outros testes a sério, pelo menos, eram sérios antes do jogo terminar :dance:

Rikhart

Os gajos do braguinha quando chegar a hora do jogo, e sairem para aquecimento, vão olhar para as bancadas, e vão perder o gás todo porque vão perceber que estão a jogar em casa... do BENFICA!

Kaligula12

Nao estando em casa amanha as horas do jogo, alguem pode colocar um link para ver pela Net por favor, se este jà existe pois claro

Aguia75

ESTE BENFICA É UMA DESILUSÃO       

PRIMEIRO, foram as contratações. Como podiam ser boas se o Benfica faz contratações todos os anos e não tem ganho grande coisa? E a este raciocínio, que seria excelente se não fosse falacioso, seguiram-se outras considerações. Um espanhol por sete milhões? Um absurdo. Se fosse bom, o Real Madrid ficava com ele. Saviola? Um bluff[/], disseram uns. Vem passar férias e é tão mau jogador como Aimar, disse um candidato a presidente do Benfica. Um homem com visão. Depois, foi o treinador. Era inexperiente, não tinha categoria e foi contratado fora de tempo. Fez um trabalho apenas regular no Braga, disseram uns. Iria ser dos treinadores mais rapidamente despedidos da História, disse um candidato a presidente do Benfica — para quem o treinador ideal era Carlos Azenha (por coincidência, um dos treinadores mais rapidamente despedidos da História). E a seguir foi a maldita pré-época. Que interessava ganhar todas as competições? Muitas vezes, as equipas que fazem as melhores exibições na pré-época são as que jogam pior no campeonato, disseram uns. O candidato a presidente do Benfica é que nunca mais disse nada, o que é pena. Depois, vieram os primeiros jogos do campeonato. Sim, a equipa joga bem, mas é demasiado cedo para estar a jogar bem, disseram uns. Ao que parece, as boas exibições têm o seu tempo, e não é este. O Benfica, por incompetência ou ingenuidade, cometia a estupidez de jogar bom futebol. Logo a seguir, veio a primeira goleada — curiosamente, a maior das últimas décadas. Não impressionou. Normalíssimo, disseram uns. No ano passado também deram seis ao Marítimo e depois ficaram dois meses sem marcar, disseram outros. Havia que esperar pela semana seguinte. E então, esperou-se. Infelizmente, houve nova goleada. E depois, nova vitória. Os reforços são óptimos, o treinador é muito competente, a pré-época cumpriu as suas promessas, e as goleadas persistem. Não se faz. É muito aborrecido quando a realidade contraria sistematicamente os desejos das pessoas. Julgo que este Benfica deve um pedido de desculpas a muita gente. Até aos benfiquistas, que também estão desiludidos. Que graça tem estar a ganhar por três ao quarto de hora? Que sentido faz um adepto ter de pedir ao companheiro do lado que lhe ausculte o peito, a ver se o coração continua a bater? Não há um resultado tangencial que o sobressalte, um contra-ataque perigoso que o faça palpitar, uma bola na trave que o obrigue a dar sinal. O sr. Jorge Jesus e os seus pupilos têm consciência das dores musculares com que um ser humano fica quando é forçado a levantar-se de um salto oito vezes no espaço de uma hora e meia? Eu pago para ver futebol, não é para fazer aeróbica. Aviso já que vou passar a levantar-me apenas de três em três golos, uma vez que não tenho preparação física para acompanhar esta equipa. Espero em breve levantar-me por cinco vezes. Como sabem, ando há muito tempo a desejar um 15 a 0.     "Dropinado", com a devida vénia a Ricardo Araújo Pereira

XHITA




Jorge Gomes: «Este Benfica está a atacar com a potência máxima!»

Entrou para a história do Benfica por ter sido o primeiro estrangeiro a integrar o plantel. Estreou-se com a camisola da águia em Agosto de 1979, era Mário Wilson o treinador. Passou dois anos na Luz mas foi em Braga, cidade onde ainda vive, que deixou marca mais prolongada: sete anos no clube arsenalista. Jorge Gomes entre dois amores.

Entrevista de Germano Almeida

— Já foi jogador de Sp. Braga e Benfica, os dois clubes que mais o marcaram na sua carreira em Portugal. Como antecipa o grande duelo de sábado à noite?
— Vai ser um bom jogo, isso é certo. O Sp. Braga está bem, o Benfica está ainda melhor... São duas das melhores equipas portuguesas do momento, estão ambas a fazer um grande início de época, embora me pareça que o FC Porto seja sempre uma equipa forte, com quem se tem de contar...

— Em quem aposta?
—Aposto no Benfica. Apesar de o Sp. Braga estar forte, e ter começado muito bem a temporada, o Benfica está poderoso e tem soluções para tudo. Com o Nacional, até pensei que o Benfica ia ter muitos problemas para vencer, atendendo à qualidade do Nacional, que está a fazer um bom campeonato e também se tem mostrado forte nas competições europeias. Mas a facilidade que o Benfica tem revelado para vencer e golear mostra a sua força.

— Esta campanha do Benfica, recheada de goleadas e boas exibições, está a surpreendê-lo?
— O Benfica, esta época, tem excelentes jogadores, fora-de-série mesmo. Nos últimos anos, o Benfica teve sempre bons jogadores, mas nada que se compare com esta época. Está a ultrapassar todas as expectativas. Esse lote de argentinos, paraguaios, uruguaios e brasileiros é de grande nível. Este Benfica está a atacar com a potência máxima!

— Como antigo avançado, como vê a dinâmica ofensiva protagonizada por Di María, Cardozo, Aimar e Saviola?
— Daqueles quatro, nem sei dizer qual deles é o mais infernal... É que são todos muito fortes. São imprevisíveis, fazem jogadas espectaculares. O Cardozo está sempre pronto para marcar e está a cumprir a promessa de apontar muitos golos. Esses quatro desequilibram, mas os outros também têm estado muito bem.

— Mas não acha que há o risco de o Benfica quebrar fisicamente mais cedo que os outros, atendendo ao alto ritmo que está a imprimir?
— Jorge Jesus já provou, em vários clubes que passou, que é um treinador que trabalha bem tacticamente, tecnicamente e fisicamente. Quando esteve aqui no Sp. Braga, esteve bem fisicamente e tacticamente. Vai ser difícil o Benfica quebrar, porque tem muito boas soluções.

— E o Sp. Braga, como vê este arranque fantástico na Liga, com sete vitórias seguidas e agora um empate em Vila do Conde?
— O Sp. Braga tem-me surpreendido muito. Não esperava que, nos últimos cinco ou seis anos o Sp. Braga fizesse as épocas que tem feito. Já é um nome forte no futebol português e tem provado isso todas as semanas. A liderança do campeonato não foi obra do acaso. Tem bons jogadores e um bom treinador. O Domingos percebe de futebol e está a prová-lo.

«Braga cresceu de forma sustentada»

— Quando jogou em Braga, já havia o hábito de fazer bons campeonatos, mas talvez não fosse de esperar um crescimento tão grande nos últimos anos...
— O Sp. Braga até já teve, nos últimos anos, a oportunidade de ser campeão. Acabou por desperdiçá-la mesmo na recta da meta, deixou escapar, mas ficou a ideia de um clube em claro crescimento. Creio que tem todas as condições para se manter nos três ou quatro primeiros lugares, mas também não me parece que seja este ano que irá aparecer o título.

— O Benfica é o principal candidato ao título?
— Acredito que o título será disputado, taco a taco, por Benfica e FC Porto. Toda a gente fala no Benfica, mas parece-me que o FC Porto também está muito forte.

— E o Sp. Braga, não poderá intrometer-se nessa corrida?
— É possível, mas não é provável. O mais normal será o Sp. Braga voltar a conquistar, com relativa facilidade, o acesso às provas europeias.

«Hulk é tremendo... parece um tractor!»

— Qual é o jogador do campeonato português com que mais se identifica?
— O Hulk. É um fenómeno, uma força da natureza.

— Ele até foi chamado à selecção pelo Dunga...
— Não sabia, os meus parabéns para ele! (ndr: este entrevista foi realizada na passada quinta-feira à tarde) É merecido, sem dúvida, ele é um jogador extraordinário.

— O que vê nele que os outros não têm?
— Ele é tremendo, é um fora-de-série. Sozinho acaba com uma defesa. Parece um tractor! De algum modo, identifico-me com o estilo dele, porque quando eu jogava, as pessoas diziam que eram precisos dois ou três adversários para me marcar. Só que eu não era tão tecnicista. Até nesse aspecto, o Hulk é forte...

— Qual é, entre essas várias virtudes, aquela que o impressiona mais em Hulk?
— Fisicamente, é um jogador imparável, só mesmo fazendo falta...

— Que outros jogadores admira, no futebol de hoje?
— Também admiro muito o Bruno Alves, do FC Porto, um jogador fantástico e uma pessoa espectacular. Convivo muito com ele, também pela relação de grande amizade que tenho com o pai dele, o Washington.

— Nas suas épocas no Benfica e no Sp. Braga, qual foi o jogador que mais o marcou?
— Muitos me marcaram, mas o meu jogador preferido, aquele que mais me marcou, como homem, como colega, como profissional, foi o Shéu. É um grande amigo, tenho um carinho muito especial por ele. Quando jogava no Benfica, chamava-o de chingli-chongli... (risos)

— Que significado tinha essa expressão?
— Era uma brincadeira, por ele ter aquelas feições orientais...

— Esperava, em 1979, ter a oportunidade de vestir a camisola do Benfica, atendendo ao facto de, até então, nenhum estrangeiro ter tido essa oportunidade?
— Quando vim do Brasil, não vim cotado como grande jogador, vinha apenas como mais um para completar o plantel do Boavista. Como as minhas exibições estavam a ser boas, chamei a atenção do Benfica e tive o privilégio de ser o primeiro estrangeiro da história do clube.

«Vinha para Portugal por seis meses...»

— Quando veio para Portugal, esperava ficar por... 34 anos?
— Chego a Portugal em Novembro de 1975, em pleno período revolucionário. No Brasil, via na televisão imagens com tanques e confusões. Pensei: 'bem, eu não vou para lá, Portugal está em guerra...' Não vim nessa altura, escondi-me na casa de uns colegas no Brasil. Depois encontraram-me, tive que vir. Vim, cheguei aqui e não era nada do que a televisão mostrava. Era para vir só por seis meses, por empréstimo do Vasco da Gama, mas adorei Portugal.

— Que recordações guarda da sua passagem pela Luz?
— Passei duas épocas no Benfica, saí para o Sp. Braga devido a um desentendimento com Eriksson. Antes, fui treinado por Lajos Baroti e Mário Wilson.

— Seguiu-se o Sp. Braga...
— Estive sete anos em Braga. Fui muito bem acolhido. Aqui, onde passo, as pessoas reconhecem-me e tratam-me bem. Passei muito tempo aqui, dei o que podia dar ao Braga, fica o reconhecimento das pessoas. Fui treinado pelo Quinito, pelo falecido Juca, por Vítor Manuel... Fomos às competições europeias, já fazíamos bons campeonatos. Quando saí do Sp. Braga, estive no Fafe um ano, estive um ano parado e ainda fui fazer uma época em Águeda, curiosamente com o Mário Wilson.



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À espera de uma oportunidade

Jorge Gomes nunca perdeu o bichinho do futebol, mas está, neste momento, fora do activo. «Cheguei a trabalhar numa escola de futebol em Maximinos e outra em Real, mas acabei por sair. Estou à espera de uma oportunidade para voltar a trabalhar e tenho algumas hipóteses em carteira. Vamos ver...», conta o antigo avançado brasileiro. O trabalho junto dos jovens, em escolas de futebol, foi a forma que Jorge Gomes encontrou para manter-se em contacto com o mundo que lhe deu quase tudo na vida: o futebol.

Radicado na zona de Braga (vive a pouco mais de um quilómetro do centro da capital minhota), Jorge Gomes adoptou a cidade dos Arcebispos como a sua casa: «Sou muito bem tratado por toda a gente, ainda muitos me reconhecem dos tempos em que jogava no Sp. Braga...»

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Um pouquinho mais do Benfica que do Sp. Braga...

Jorge Gomes passou muito mais tempo em Braga do que na Luz: cumpriu apenas duas épocas como jogador do Benfica e sete no clube arsenalista.

O brasileiro guarda os dois emblemas no coração, mas confessa ser... «um bocadinho mais benfiquista», facto que se explica por «ter entrado para a história do clube ao ser o primeiro estrangeiro aceite no plantel».

«Todos os clubes onde passei estão aqui dentro, no meu coração. Mas é evidente que o facto de ter sido o primeiro estrangeiro a jogar no Benfica foi um marco na minha vida. Tenho uma ligação muito especial àquele clube...», assume, ainda que ressalve ter «muito carinho» pelo Sp. Braga.

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O primeiro estrangeiro

Jorge Gomes quebrou a barreira dos estrangeiros a história do Benfica, um facto que lhe garantiu a entrada na história do clube da Luz. Corria a época de 1979/1980: Jorge Gomes tinha chegado quatro anos antes a Portugal, sem grandes credenciais para apresentar, mas o seu futebol raçudo e generoso, sustentado num poder físico simplesmente impressionante, deu nas vistas no Bessa e acabou por ter uma oportunidade única: o de ingressar no clube da águia, apesar de não ser português. «Foi um privilégio, uma bênção que o destino meu deu... Acho que as pessoas que me deram essa oportunidade no Benfica não se arrependeram», observa, orgulhoso.

Desde aí, a história é conhecida: com o precedente aberto por Jorge Gomes, a 11 de Agosto de 1979, num jogo com o V. Setúbal, no qual substituiu Fernando Chalana, estava iniciada uma nova etapa na vida do Benfica.

Mas Braga também foi um marco na carreira desde carioca que já não vai ao Rio de Janeiro «há cerca de dez anos», apesar de ter na cidade carioca a sua mãe e vários parentes: «Aquilo lá está cada vez mais violento, é uma pena... Em Braga, a vida é muito agradável, adoro esta cidade».

No clube arsenalista, participou na Taça UEFA e até sorri ao recordar «a aventura de jogar com o Tottenham, na altura uma das melhores equipas europeias, e perder por 0-3 e 0-6, numa prova de que ainda faltava uma certa experiência europeia que, felizmente, agora o Braga tem...»

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BI: Jorge Gomes da Silva Filho
Data de nascimento: 18 de Maio de 1955 (54 anos)
Naturalidade: Rio de Janeiro (Brasil)
Posição: Avançado
Clubes que representou: São Cristóvão, Nacional de Beraba, Alagoas, Vasco da Gama, Boavista, Benfica, Sp. Braga, Fafe e Águeda

Manuel_apt

Citação de: Kaligula12 em 30 de Outubro de 2009, 10:51
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http://www.extralive.tv/

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XHITA

Ó Aguia75, nada pessoal, mas esse teu avatar...  :bah2:

Kaligula12

Citação de: Manuel_apt em 30 de Outubro de 2009, 10:55
Citação de: Kaligula12 em 30 de Outubro de 2009, 10:51
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Obrigadao !!

Abraço

Patrick_slb

Em relaçao ao artigo que foi aqui postado de " A Bola ", tambem é preciso ver o nivel das equipas que Braga e Benfica defrontaram em casa e fora.

O Braga recebeu Académica, Belenenses, Porto e Setubal o Benfica foi jogar a Guimaraes, Belenenses, Leiria e P.Ferreira.

O Braga so venceu uma equipa complicada, que é o caso do Porto.
O Benfica foi vencer a 3 estadios complicados, os de Guimaraes, Leiria e P.Ferreira, sem contar o do Belenenses que pode ser dificil.

Por isso para o Braga é 2o verdadeiro teste em "casa", depois de no 1o ter aproveitado a ma exibiçao do Porto e alguma sorte à mistura.

Aposto numa vitoria 3-1 do Benfica, com bis de Cardozo e outro de Di Maria.