As melhores fotografias da história do Benfica

pcssousa

Exactamente, ainda tenho o resumo alargado desse jogo e festa.
Recordo ter estado exactamente duas semanas depois numa festa de Benfiquistas onde estiveram presentes o presidente João Santos, Shéu e Bizarro. Pelo meio perdemos incrivelmente a final da Taça contra o Belenenses.

Fever

Citação de: pcssousa em 16 de Fevereiro de 2014, 22:01
Imagem recente mas que fica para a história:



Homenagem ao melhor jogador europeu e africano de todos os tempos e vitória inequívoca do Benfica sobre o porto, marcando o arranque para a conquista do histórico 33o titulo de campeão nacional de futebol.
O dia em que o Benfica, apesar de jogar com 11 Eusébios apenas ganhou por 2-0.

Alguém consegue arranjar esta foto em alta resolução?

pcssousa

#947
1969, um jovem de seu nome João Alves estreia-se pelo Benfica, ao serviço da sua equipa de juvenis. Ainda sem luvas pretas, que só passaria a envergar em Novembro de 1970, aquando do falecimento do seu avô, o ex-internacional Carlos Alves.
Faria furor e seria considerado a pérola das escolas do Benfica. Apesar disso, seria emprestado na sua primeira época sénior, 72/73. O Benfica teria então o melhor plantel da sua história, com 22 internacionais A e muitos deles entre os melhores da história do futebol lusitano.
Miseravelmente, só se estrearia oficialmente pela equipa sénior do Benfica em 1978, isto apesar de ter jogado encontros particulares em 73. O célebre desacato com António Simões em Freamunde levou a que os caminhos de Benfica e Alves andassem separados.
Nunca deixou de amar o Benfica. Em 78 venceu o prémio para melhor jogador estrangeiro do futebol espanhol, mesmo tenfo concorrentes de peso como Cruyff, Neeskens, Kempes ou Stielick.
O Real Madrid acordou tudo com Alves, mas este preferiu voltar ao Benfica e concretizar o sonho da sua vida.
Contudo, quis o destino que só triunfasse no Benfica mais tarde.


Chega de palavras e vamos à foto de um dos mais talentosos médios da história do futebol português.




Aqui ainda juvenil, em 69. O luvas pretas ainda sem luvas.

Ned Kelly

Citação de: pcssousa em 15 de Fevereiro de 2014, 16:19
Se a atmosfera dois anos depois com o Marselha esteve escaldante, em especial após a volta de Eusébio ao Estádio de braço envolto na célebre toalha branca em riste, o ambiente deste jogo foi mágico.
Como já disse noutras ocasiões, todos estavam confiantes, aquando da entrada da equipa em campo apagaram-se as luzes e acenderam-se dezenas de milhares de isqueiros, enquanto pelos altifalantes se ouvia um a um os nomes dos nossos... Uma estrondosa ovação para cada um deles. Silvino, Veloso, Mozer, Dito, Álvaro, Elzo, Chiquinho, Diamantino, Pacheco, Rui Águas, Magnuson.
Isto impulsionou os nossos. Águas, mesmo jogando enfaixado e muito limitado, resolveu. O filho do Capitão dos Campeões recolocou o Benfica na final 20 anos depois, num estádio a rebentar pelas costuras. No banco, Toni, alguém que encarnava na perfeição o espírito e garra Benfiquistas.
Cenário mais idílico? Impossível. Impossível ainda alguém imaginar uma melhor estreia em jogos na Luz.
Empolgante, mágico, sublime.
No dia seguinte, entrar na escola primária cheio de sono mas com sorriso de orelha a orelha e com a certeza de que tinha encontrado o amor de uma vida e para toda a vida. Por cada recanto da Figueira da Foz só se ouvia duas palavras, Rui e Águas. O povo estava feliz e eu estrei as minhas primeiras adidas. 
Ainda hoje sonho com essa noite, o Estádio gigantesco, o mar de gente, os holofotes, os cheiros intensos, as garridas camisolas vibrantes, de um vermelho intenso e com a cabeça do Águas, com a felicidade de tanta gente.

Lembrar dessa noite dá vontade de chorar. Só de pensar que a nossa casa foi abaixo. Ela tornou-nos imensos, imortais, temidos, respeitados. Quem ao longo de quase 50 anos esteve naquelas bancadas fez o resto...

pirolito1

Citação de: pcssousa em 15 de Fevereiro de 2014, 16:19
Se a atmosfera dois anos depois com o Marselha esteve escaldante, em especial após a volta de Eusébio ao Estádio de braço envolto na célebre toalha branca em riste, o ambiente deste jogo foi mágico.
Como já disse noutras ocasiões, todos estavam confiantes, aquando da entrada da equipa em campo apagaram-se as luzes e acenderam-se dezenas de milhares de isqueiros, enquanto pelos altifalantes se ouvia um a um os nomes dos nossos... Uma estrondosa ovação para cada um deles. Silvino, Veloso, Mozer, Dito, Álvaro, Elzo, Chiquinho, Diamantino, Pacheco, Rui Águas, Magnuson.
Isto impulsionou os nossos. Águas, mesmo jogando enfaixado e muito limitado, resolveu. O filho do Capitão dos Campeões recolocou o Benfica na final 20 anos depois, num estádio a rebentar pelas costuras. No banco, Toni, alguém que encarnava na perfeição o espírito e garra Benfiquistas.
Cenário mais idílico? Impossível. Impossível ainda alguém imaginar uma melhor estreia em jogos na Luz.
Empolgante, mágico, sublime.
No dia seguinte, entrar na escola primária cheio de sono mas com sorriso de orelha a orelha e com a certeza de que tinha encontrado o amor de uma vida e para toda a vida. Por cada recanto da Figueira da Foz só se ouvia duas palavras, Rui e Águas. O povo estava feliz e eu estrei as minhas primeiras adidas. 
Ainda hoje sonho com essa noite, o Estádio gigantesco, o mar de gente, os holofotes, os cheiros intensos, as garridas camisolas vibrantes, de um vermelho intenso e com a cabeça do Águas, com a felicidade de tanta gente.
Escola primária em 1988?! Ou só estudavas Benfica e eras repetente ou então és muito mais novo que o teu conhecimento (que às vezes parecem memórias) aparenta.

AnotherDoom

Citação de: pcssousa em 14 de Fevereiro de 2014, 21:31
Um dos melhores dias da minha vida:






A atmosfera e a recepção à equipa foram de tal maneira que, antes do apito inicial o jogo já estava ganho.
O dia em que o gigante Zé Águas chorou de felicidade.

O Benfica já foi isto... Parece que foi noutra vida...

Eu tenho um bilhete igualzinho!

:slb2:

pcssousa

Citação de: pirolito1 em 17 de Fevereiro de 2014, 20:30
Citação de: pcssousa em 15 de Fevereiro de 2014, 16:19
Se a atmosfera dois anos depois com o Marselha esteve escaldante, em especial após a volta de Eusébio ao Estádio de braço envolto na célebre toalha branca em riste, o ambiente deste jogo foi mágico.
Como já disse noutras ocasiões, todos estavam confiantes, aquando da entrada da equipa em campo apagaram-se as luzes e acenderam-se dezenas de milhares de isqueiros, enquanto pelos altifalantes se ouvia um a um os nomes dos nossos... Uma estrondosa ovação para cada um deles. Silvino, Veloso, Mozer, Dito, Álvaro, Elzo, Chiquinho, Diamantino, Pacheco, Rui Águas, Magnuson.
Isto impulsionou os nossos. Águas, mesmo jogando enfaixado e muito limitado, resolveu. O filho do Capitão dos Campeões recolocou o Benfica na final 20 anos depois, num estádio a rebentar pelas costuras. No banco, Toni, alguém que encarnava na perfeição o espírito e garra Benfiquistas.
Cenário mais idílico? Impossível. Impossível ainda alguém imaginar uma melhor estreia em jogos na Luz.
Empolgante, mágico, sublime.
No dia seguinte, entrar na escola primária cheio de sono mas com sorriso de orelha a orelha e com a certeza de que tinha encontrado o amor de uma vida e para toda a vida. Por cada recanto da Figueira da Foz só se ouvia duas palavras, Rui e Águas. O povo estava feliz e eu estreei as minhas primeiras adidas. 
Ainda hoje sonho com essa noite, o Estádio gigantesco, o mar de gente, os holofotes, os cheiros intensos, as garridas camisolas vibrantes, de um vermelho intenso e com a cabeça do Águas, com a felicidade de tanta gente.
Escola primária em 1988?! Ou só estudavas Benfica e eras repetente ou então és muito mais novo que o teu conhecimento (que às vezes parecem memórias) aparenta.
Não, pá, nunca fui repetente, até que na Faculdade tive um ano em que, por motivos de saúde, quase nada pude fazer.
O Benfica sempre foi o meu hobby favorito.

Pegando nisto:

Citação de: pcssousa em 16 de Fevereiro de 2014, 01:29
Tenho muitas, mesmo muitas edições guardadas em casa dos meus pais, bem como todas as edições da 2a série do Benfica Ilustrado e um sem número de jornais desportivos, Gazeta dos Desportos, Bola, Record, Mundo Desportivo e até do 1X2.
Alguns jornais estão esquartejados, pois recortava artigos do Benfica e fotos, mas a maioria estão intactos.
Tenho algumas coisas mais antigas, muitos Século Ilustrado e Flamas, o que me possibilitou ir lendo acerca das jornadas de vários campeonatos nacionais de tempos mais idos ou acompanhar a novela da vinda de Artur Jorge, jogador, para o Benfica ou, as considerações semanais sobre os desenvolvimentos da inscrição do jovem Eusébio. Em miúdo devorava aquilo tudo.

Não sei se algum dia voltarei a ter tempo para pegar naquilo e até aproveitá-lo de alguma forma.
Posso dizer que passei Verões inteiros a ler acerca do Benfica. Tive o prazer de conviver com alguns ex-atletas nossos, entre os quais, dois que chegaram a jogar por nós na década de 40 e até um bom amigo da família foi treinador de ciclismo do Benfica, o mítico e inigualável Alves Barbosa. Com os anos, acabei por privar com alguns ex-atletas nossos de várias modalidades, desde Álvaro Magalhães ou Neto, ao basquetebolista Lita e mais uns quantos, é normal que tenha ouvido muitas histórias. A juntar a isso, tenho, ou tive a capacidade de raramente me esquecer daquilo que lia, desde novo que me bastava ler as coisas uma vez para as memorizar, algo que me trouxe algum lucro nos estudos.
Lembro-me perfeitamente do marido da minha professora do Jardim-Escola ir à janela dizer-lhe que tinhamos ganho em Roma, por exemplo. Lembro-me da primeira vez que chorei pelo Benfica, num jogo em perdemos com o sporting com um penalty convertido pelo Jordão e de ter berrado no meio da choradeira um "devia ser proibido marcar penalties contra o Benfica", coisas que a maioria das pessoas não se recordaria devido à tenra idade.

Dandy






   O Lita ... de seu nome Luís Albuquerque.




Meddler

Este tópico resume tudo aquilo que eu queria ter visto na minha infância.

pcssousa

Citação de: Dandy em 18 de Fevereiro de 2014, 16:58





   O Lita ... de seu nome Luís Albuquerque.
Ele que trabalhava na Figueira da Foz, fazia a viagem para Lisboa para treinar (havia dias em que treinava sozinho no pavilhão dos Caras Direitas em Buarcos) e jogar.
Outros tempos, mas nada que o futebolista Tavares não fizesse quando alinhava por nós, vivia no Porto e ia treinar a Lisboa, voltando depois ao Porto.

redfox1904

Citação de: pcssousa em 18 de Fevereiro de 2014, 15:55
Citação de: pirolito1 em 17 de Fevereiro de 2014, 20:30
Citação de: pcssousa em 15 de Fevereiro de 2014, 16:19
Se a atmosfera dois anos depois com o Marselha esteve escaldante, em especial após a volta de Eusébio ao Estádio de braço envolto na célebre toalha branca em riste, o ambiente deste jogo foi mágico.
Como já disse noutras ocasiões, todos estavam confiantes, aquando da entrada da equipa em campo apagaram-se as luzes e acenderam-se dezenas de milhares de isqueiros, enquanto pelos altifalantes se ouvia um a um os nomes dos nossos... Uma estrondosa ovação para cada um deles. Silvino, Veloso, Mozer, Dito, Álvaro, Elzo, Chiquinho, Diamantino, Pacheco, Rui Águas, Magnuson.
Isto impulsionou os nossos. Águas, mesmo jogando enfaixado e muito limitado, resolveu. O filho do Capitão dos Campeões recolocou o Benfica na final 20 anos depois, num estádio a rebentar pelas costuras. No banco, Toni, alguém que encarnava na perfeição o espírito e garra Benfiquistas.
Cenário mais idílico? Impossível. Impossível ainda alguém imaginar uma melhor estreia em jogos na Luz.
Empolgante, mágico, sublime.
No dia seguinte, entrar na escola primária cheio de sono mas com sorriso de orelha a orelha e com a certeza de que tinha encontrado o amor de uma vida e para toda a vida. Por cada recanto da Figueira da Foz só se ouvia duas palavras, Rui e Águas. O povo estava feliz e eu estreei as minhas primeiras adidas. 
Ainda hoje sonho com essa noite, o Estádio gigantesco, o mar de gente, os holofotes, os cheiros intensos, as garridas camisolas vibrantes, de um vermelho intenso e com a cabeça do Águas, com a felicidade de tanta gente.
Escola primária em 1988?! Ou só estudavas Benfica e eras repetente ou então és muito mais novo que o teu conhecimento (que às vezes parecem memórias) aparenta.
Não, pá, nunca fui repetente, até que na Faculdade tive um ano em que, por motivos de saúde, quase nada pude fazer.
O Benfica sempre foi o meu hobby favorito.

Pegando nisto:

Citação de: pcssousa em 16 de Fevereiro de 2014, 01:29
Tenho muitas, mesmo muitas edições guardadas em casa dos meus pais, bem como todas as edições da 2a série do Benfica Ilustrado e um sem número de jornais desportivos, Gazeta dos Desportos, Bola, Record, Mundo Desportivo e até do 1X2.
Alguns jornais estão esquartejados, pois recortava artigos do Benfica e fotos, mas a maioria estão intactos.
Tenho algumas coisas mais antigas, muitos Século Ilustrado e Flamas, o que me possibilitou ir lendo acerca das jornadas de vários campeonatos nacionais de tempos mais idos ou acompanhar a novela da vinda de Artur Jorge, jogador, para o Benfica ou, as considerações semanais sobre os desenvolvimentos da inscrição do jovem Eusébio. Em miúdo devorava aquilo tudo.

Não sei se algum dia voltarei a ter tempo para pegar naquilo e até aproveitá-lo de alguma forma.
Posso dizer que passei Verões inteiros a ler acerca do Benfica. Tive o prazer de conviver com alguns ex-atletas nossos, entre os quais, dois que chegaram a jogar por nós na década de 40 e até um bom amigo da família foi treinador de ciclismo do Benfica, o mítico e inigualável Alves Barbosa. Com os anos, acabei por privar com alguns ex-atletas nossos de várias modalidades, desde Álvaro Magalhães ou Neto, ao basquetebolista Lita e mais uns quantos, é normal que tenha ouvido muitas histórias. A juntar a isso, tenho, ou tive a capacidade de raramente me esquecer daquilo que lia, desde novo que me bastava ler as coisas uma vez para as memorizar, algo que me trouxe algum lucro nos estudos.
Lembro-me perfeitamente do marido da minha professora do Jardim-Escola ir à janela dizer-lhe que tinhamos ganho em Roma, por exemplo. Lembro-me da primeira vez que chorei pelo Benfica, num jogo em perdemos com o sporting com um penalty convertido pelo Jordão e de ter berrado no meio da choradeira um "devia ser proibido marcar penalties contra o Benfica", coisas que a maioria das pessoas não se recordaria devido à tenra idade.

Curioso que esse jogo que falas contra a Roma de Falcão, é a minha primeira recordação como benfiquista. O jogo foi durante a tarde e recordo-me de sair da primária e ter perguntado como tinha ficado o Benfica. Tinha ganho 2-1.
Acabamos por empatar na Luz e passar à fase seguinte.

Dandy

Citação de: pcssousa em 18 de Fevereiro de 2014, 17:22
Citação de: Dandy em 18 de Fevereiro de 2014, 16:58





   O Lita ... de seu nome Luís Albuquerque.
Ele que trabalhava na Figueira da Foz, fazia a viagem para Lisboa para treinar (havia dias em que treinava sozinho no pavilhão dos Caras Direitas em Buarcos) e jogar.
Outros tempos, mas nada que o futebolista Tavares não fizesse quando alinhava por nós, vivia no Porto e ia treinar a Lisboa, voltando depois ao Porto.



   Estás a dizer-me que o Tavares todos os dias (ou quase todos os dias) se deslocava entre Lisboa e Porto?

   Já agora... qual era o meio de transporte que utilizava?




pcssousa

Citação de: Dandy em 18 de Fevereiro de 2014, 22:21
Citação de: pcssousa em 18 de Fevereiro de 2014, 17:22
Citação de: Dandy em 18 de Fevereiro de 2014, 16:58





   O Lita ... de seu nome Luís Albuquerque.
Ele que trabalhava na Figueira da Foz, fazia a viagem para Lisboa para treinar (havia dias em que treinava sozinho no pavilhão dos Caras Direitas em Buarcos) e jogar.
Outros tempos, mas nada que o futebolista Tavares não fizesse quando alinhava por nós, vivia no Porto e ia treinar a Lisboa, voltando depois ao Porto.



   Estás a dizer-me que o Tavares todos os dias (ou quase todos os dias) se deslocava entre Lisboa e Porto?

   Já agora... qual era o meio de transporte que utilizava?
Sim, estou. Vivia no Porto, onde pernoitava, e deslocava-se para Lisboa onde trabalhava.
Creio que se deslocava de automóvel.
Como diria Artur Jorge, normal, perfeitamente normal.

Dandy

Citação de: pcssousa em 18 de Fevereiro de 2014, 22:28
Citação de: Dandy em 18 de Fevereiro de 2014, 22:21
Citação de: pcssousa em 18 de Fevereiro de 2014, 17:22
Citação de: Dandy em 18 de Fevereiro de 2014, 16:58





   O Lita ... de seu nome Luís Albuquerque.
Ele que trabalhava na Figueira da Foz, fazia a viagem para Lisboa para treinar (havia dias em que treinava sozinho no pavilhão dos Caras Direitas em Buarcos) e jogar.
Outros tempos, mas nada que o futebolista Tavares não fizesse quando alinhava por nós, vivia no Porto e ia treinar a Lisboa, voltando depois ao Porto.



   Estás a dizer-me que o Tavares todos os dias (ou quase todos os dias) se deslocava entre Lisboa e Porto?

   Já agora... qual era o meio de transporte que utilizava?
Sim, estou. Vivia no Porto, onde pernoitava, e deslocava-se para Lisboa onde trabalhava.
Creio que se deslocava de automóvel.
Como diria Artur Jorge, normal, perfeitamente normal.




   600 kms por dia.

   Magnífico.

   Isso diz muito do interesse com que o Tavares estaria no Benfica.

   Incrível é haver uma direcção do clube que não se opusesse a isso...




pcssousa

Damásio e Artur Jorge. Tudo dito.


Acerca de Artur Jorge, no tópico dos Benfiquistas famosos, há quem afirme que é Benfiquista.
Ele não é nem nunca foi Benfiquista. Sei que a intenção dele sempre foi jogar no Benfica, pois naquela altura era o topo para qualquer jogador português. Conheço muito bem um ex-colega dele (e que por acaso também jogou no porto), que nunca teve problemas em assumir isso.
Artur Jorge é, e já o disse em publico, portista, mas garanto que nutre muito carinho pelo Benfica, acreditem ou não.

Outra coisa, como jogador foi top. Conheço muitos colegas dele dos tempos de Coimbra, daquela equipa que foi vice-campeã nacional, e todos dizem que foi de top internacional. De facto, só alguém muito bom seria capaz de destronar Eusébio. (e não falo do Dr. Manuel António Silva, pois esse terá sido muito bom mas beneficiou de Eusébio ter jogado apenas 1/3 ou 1/4 da época).