Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

MANOCAS37

Citação de: Koch em 23 de Junho de 2020, 14:53
Não se confunda os negócios do Benfica com os de outras empresas só por serem detidas por associados.

Mas será que a sua posição do Benfica não é utilizado para ele poder ter acesso a esses tipos de negocios?

E como o caso do E Toupeira, percebemos que desportivamente nada beneficiou o Benfica, mas será que a ideia tambem era essa?

Será que ideia não foi criar aquela rede, usando o Benfica com isto e assim ter acesso ao sistema judicial para criar um rede de influencia?

Será que neste momento o Benfica não é uma bela armadura para tudo o que se passa a volta da vida pessoal e empresarial do Luis Filipe Vieira?

Dr. Indy

Citação de: BENFICA76 em 23 de Junho de 2020, 15:01
Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 14:49
Citação de: IloveSLB2014 em 23 de Junho de 2020, 14:43
http://geracaobenfica.blogspot.com/2020/06/exclusivo-o-estranho-mundo-dos.html

Exclusivo: O estranho mundo dos empregados do presidente

"Durante cerca de um ano e meio, o Novo Banco e Luís Filipe Vieira negociaram a dívida do presidente do Benfica. Chegaram a um acordo, revela o "Expresso" na edição deste sábado. O Novo Banco terá entregue os melhores activos da Promovalor, empresa gerida pelo filho de Vieira, a Nuno Gaioso Ribeiro, com o intuito de os explorar e rentabilizar no prazo de cinco anos. Em troca, recebeu um reforço das garantias.

Nas negociações terá estado Nuno Gaioso Ribeiro, sócio fundador de uma gestora de capital de risco, a Capital Criativo, e vice-presidente do Benfica, e também de Tiago Vieira, filho do presidente benfiquista. Grande parte da dívida diz respeito à empresa Promovalor, gerida pelo filho do presidente do benfiquista, Tiago Vieira, que é também accionista da Capital Criativo.

A 20 de Novembro do ano passado foi constituído o fundo FIAE (Fundo de Investimento Alternativo Especializado) da Capital Criativo, depois de ter sido registado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Este fundo teve como objectivo a aquisição dos créditos detidos pelo Novo Banco sobre a Promovalor.

Arrancou com um capital inicial de 146 milhões de euros, segundo o jornal, com três investidores institucionais (Novo Banco, Capital Criativo e Promovalor) e dois investidores singulares. O fundo tem a duração de cinco anos, com possibilidade de renovação.

Este fundo ficou "ainda com alguma liquidez", revelou Nuno Gaioso Ribeiro, ao "Expresso". "Comprámos os créditos sem desconto e sem perdão", sendo que "alguns desses activos podem ter dívida associada que ficam no fundo", acrescentou.

Do capital inicial do fundo, 90% serviram para trocar créditos por capital do fundo, isto é, unidades de participação e 10% representam liquidez que ainda está no fundo. Nesta operação, que o jornal sublinha ser apenas contabilística para o banco, o Novo Banco "coloca" dinheiro no fundo que compra as dívidas associadas aos activos que são transferidos para o dito fundo. O prazo de pagamento foi prolongado por, pelo menos, mais cinco anos.

Quando o BES colapsou, Vieira era um dos maiores devedores do banco, com uma dívida superior a 400 milhões de euros relacionada com vários negócios do ramo imobiliário."

- Jornal de Negócios a 20/01/2018.

Parte da dívida pessoal de Luis Filipe Vieira e das suas empresas, geridas em parceria com o seu filho, foi entregue a uma financeira em que o principal gestor é o vice-presidente do Benfica Nuno Gaioso Ribeiro. Na altura em que tal aconteceu, o filho de Luis Filipe Vieira era também sócio da mesma empresa: a Capital Criativo.

A Capital Criativo, hoje C2 Capital Partners, teve na sua origem, entre outros, a própria Promovalor.

Há aqui várias situações anómalas que até hoje ninguém explicou:

a) O que levou o Novo Banco a entregar à Capital Criativo a gestão de um cêntimo ou de um imóvel que seja das empresas de Luis Filipe Vieira?

b) Não levantou dúvidas a ninguém o facto de Tiago Vieira ser filho do dono das empresas devedoras, constar como gestor dessas mesmas empresas, e também na empresa que se propunha a tentar recuperar valor?

c) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser seu vice-presidente no Benfica?

d) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser administrador da SAD do Benfica?

Como é que até hoje os próprios orgãos sociais do Benfica ou da SAD não pediram a Nuno Gaioso Ribeiro que se demitisse por conflito claro de interesses?

Ou porque o próprio não considerou esse mesmo conflito de interesses impeditivo de continuar no Benfica?

Mais ainda: quanto é que Nuno Gaioso Ribeiro aufere anualmente para gerir as dívidas de Luis Filipe Vieira? 

Se Nuno Gaioso Ribeiro é remunerado por essa função, será possível exercer livremente o seu mandato como administrador da SAD ou como vice-presidente do Benfica?

É aceitável esta mistura crescente entre a vida pessoal do presidente e o Benfica? O que mais estará por descobrir?

Mas não existe maneira de pormos estes escândalos todos nos órgãos de comunicação social?

A CS anda aqui a vasculhar, só não faz notícia com isto por interesses. Como o lesado é o Benfica, deixa andar. Não se passa nada.

Mas temos de apresentar isto à comunicação social.

Por acaso, nos últimos tempos o Record até se tem esticado contra o Vieira.

BENFICA76

Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 15:49
Citação de: BENFICA76 em 23 de Junho de 2020, 15:01
Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 14:49
Citação de: IloveSLB2014 em 23 de Junho de 2020, 14:43
http://geracaobenfica.blogspot.com/2020/06/exclusivo-o-estranho-mundo-dos.html

Exclusivo: O estranho mundo dos empregados do presidente

"Durante cerca de um ano e meio, o Novo Banco e Luís Filipe Vieira negociaram a dívida do presidente do Benfica. Chegaram a um acordo, revela o "Expresso" na edição deste sábado. O Novo Banco terá entregue os melhores activos da Promovalor, empresa gerida pelo filho de Vieira, a Nuno Gaioso Ribeiro, com o intuito de os explorar e rentabilizar no prazo de cinco anos. Em troca, recebeu um reforço das garantias.

Nas negociações terá estado Nuno Gaioso Ribeiro, sócio fundador de uma gestora de capital de risco, a Capital Criativo, e vice-presidente do Benfica, e também de Tiago Vieira, filho do presidente benfiquista. Grande parte da dívida diz respeito à empresa Promovalor, gerida pelo filho do presidente do benfiquista, Tiago Vieira, que é também accionista da Capital Criativo.

A 20 de Novembro do ano passado foi constituído o fundo FIAE (Fundo de Investimento Alternativo Especializado) da Capital Criativo, depois de ter sido registado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Este fundo teve como objectivo a aquisição dos créditos detidos pelo Novo Banco sobre a Promovalor.

Arrancou com um capital inicial de 146 milhões de euros, segundo o jornal, com três investidores institucionais (Novo Banco, Capital Criativo e Promovalor) e dois investidores singulares. O fundo tem a duração de cinco anos, com possibilidade de renovação.

Este fundo ficou "ainda com alguma liquidez", revelou Nuno Gaioso Ribeiro, ao "Expresso". "Comprámos os créditos sem desconto e sem perdão", sendo que "alguns desses activos podem ter dívida associada que ficam no fundo", acrescentou.

Do capital inicial do fundo, 90% serviram para trocar créditos por capital do fundo, isto é, unidades de participação e 10% representam liquidez que ainda está no fundo. Nesta operação, que o jornal sublinha ser apenas contabilística para o banco, o Novo Banco "coloca" dinheiro no fundo que compra as dívidas associadas aos activos que são transferidos para o dito fundo. O prazo de pagamento foi prolongado por, pelo menos, mais cinco anos.

Quando o BES colapsou, Vieira era um dos maiores devedores do banco, com uma dívida superior a 400 milhões de euros relacionada com vários negócios do ramo imobiliário."

- Jornal de Negócios a 20/01/2018.

Parte da dívida pessoal de Luis Filipe Vieira e das suas empresas, geridas em parceria com o seu filho, foi entregue a uma financeira em que o principal gestor é o vice-presidente do Benfica Nuno Gaioso Ribeiro. Na altura em que tal aconteceu, o filho de Luis Filipe Vieira era também sócio da mesma empresa: a Capital Criativo.

A Capital Criativo, hoje C2 Capital Partners, teve na sua origem, entre outros, a própria Promovalor.

Há aqui várias situações anómalas que até hoje ninguém explicou:

a) O que levou o Novo Banco a entregar à Capital Criativo a gestão de um cêntimo ou de um imóvel que seja das empresas de Luis Filipe Vieira?

b) Não levantou dúvidas a ninguém o facto de Tiago Vieira ser filho do dono das empresas devedoras, constar como gestor dessas mesmas empresas, e também na empresa que se propunha a tentar recuperar valor?

c) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser seu vice-presidente no Benfica?

d) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser administrador da SAD do Benfica?

Como é que até hoje os próprios orgãos sociais do Benfica ou da SAD não pediram a Nuno Gaioso Ribeiro que se demitisse por conflito claro de interesses?

Ou porque o próprio não considerou esse mesmo conflito de interesses impeditivo de continuar no Benfica?

Mais ainda: quanto é que Nuno Gaioso Ribeiro aufere anualmente para gerir as dívidas de Luis Filipe Vieira? 

Se Nuno Gaioso Ribeiro é remunerado por essa função, será possível exercer livremente o seu mandato como administrador da SAD ou como vice-presidente do Benfica?

É aceitável esta mistura crescente entre a vida pessoal do presidente e o Benfica? O que mais estará por descobrir?

Mas não existe maneira de pormos estes escândalos todos nos órgãos de comunicação social?

A CS anda aqui a vasculhar, só não faz notícia com isto por interesses. Como o lesado é o Benfica, deixa andar. Não se passa nada.

Mas temos de apresentar isto à comunicação social.

Por acaso, nos últimos tempos o Record até se tem esticado contra o Vieira.

O Lagatord não vai fazer isso, ainda para mais quando o luzes escancarou as portas do domínio das modalidades aos viscondes falidos.

werty10

Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 14:49
Citação de: IloveSLB2014 em 23 de Junho de 2020, 14:43
http://geracaobenfica.blogspot.com/2020/06/exclusivo-o-estranho-mundo-dos.html

Exclusivo: O estranho mundo dos empregados do presidente

"Durante cerca de um ano e meio, o Novo Banco e Luís Filipe Vieira negociaram a dívida do presidente do Benfica. Chegaram a um acordo, revela o "Expresso" na edição deste sábado. O Novo Banco terá entregue os melhores activos da Promovalor, empresa gerida pelo filho de Vieira, a Nuno Gaioso Ribeiro, com o intuito de os explorar e rentabilizar no prazo de cinco anos. Em troca, recebeu um reforço das garantias.

Nas negociações terá estado Nuno Gaioso Ribeiro, sócio fundador de uma gestora de capital de risco, a Capital Criativo, e vice-presidente do Benfica, e também de Tiago Vieira, filho do presidente benfiquista. Grande parte da dívida diz respeito à empresa Promovalor, gerida pelo filho do presidente do benfiquista, Tiago Vieira, que é também accionista da Capital Criativo.

A 20 de Novembro do ano passado foi constituído o fundo FIAE (Fundo de Investimento Alternativo Especializado) da Capital Criativo, depois de ter sido registado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Este fundo teve como objectivo a aquisição dos créditos detidos pelo Novo Banco sobre a Promovalor.

Arrancou com um capital inicial de 146 milhões de euros, segundo o jornal, com três investidores institucionais (Novo Banco, Capital Criativo e Promovalor) e dois investidores singulares. O fundo tem a duração de cinco anos, com possibilidade de renovação.

Este fundo ficou "ainda com alguma liquidez", revelou Nuno Gaioso Ribeiro, ao "Expresso". "Comprámos os créditos sem desconto e sem perdão", sendo que "alguns desses activos podem ter dívida associada que ficam no fundo", acrescentou.

Do capital inicial do fundo, 90% serviram para trocar créditos por capital do fundo, isto é, unidades de participação e 10% representam liquidez que ainda está no fundo. Nesta operação, que o jornal sublinha ser apenas contabilística para o banco, o Novo Banco "coloca" dinheiro no fundo que compra as dívidas associadas aos activos que são transferidos para o dito fundo. O prazo de pagamento foi prolongado por, pelo menos, mais cinco anos.

Quando o BES colapsou, Vieira era um dos maiores devedores do banco, com uma dívida superior a 400 milhões de euros relacionada com vários negócios do ramo imobiliário."

- Jornal de Negócios a 20/01/2018.

Parte da dívida pessoal de Luis Filipe Vieira e das suas empresas, geridas em parceria com o seu filho, foi entregue a uma financeira em que o principal gestor é o vice-presidente do Benfica Nuno Gaioso Ribeiro. Na altura em que tal aconteceu, o filho de Luis Filipe Vieira era também sócio da mesma empresa: a Capital Criativo.

A Capital Criativo, hoje C2 Capital Partners, teve na sua origem, entre outros, a própria Promovalor.

Há aqui várias situações anómalas que até hoje ninguém explicou:

a) O que levou o Novo Banco a entregar à Capital Criativo a gestão de um cêntimo ou de um imóvel que seja das empresas de Luis Filipe Vieira?

b) Não levantou dúvidas a ninguém o facto de Tiago Vieira ser filho do dono das empresas devedoras, constar como gestor dessas mesmas empresas, e também na empresa que se propunha a tentar recuperar valor?

c) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser seu vice-presidente no Benfica?

d) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser administrador da SAD do Benfica?

Como é que até hoje os próprios orgãos sociais do Benfica ou da SAD não pediram a Nuno Gaioso Ribeiro que se demitisse por conflito claro de interesses?

Ou porque o próprio não considerou esse mesmo conflito de interesses impeditivo de continuar no Benfica?

Mais ainda: quanto é que Nuno Gaioso Ribeiro aufere anualmente para gerir as dívidas de Luis Filipe Vieira? 

Se Nuno Gaioso Ribeiro é remunerado por essa função, será possível exercer livremente o seu mandato como administrador da SAD ou como vice-presidente do Benfica?

É aceitável esta mistura crescente entre a vida pessoal do presidente e o Benfica? O que mais estará por descobrir?

Mas não existe maneira de pormos estes escândalos todos nos órgãos de comunicação social?

Mas isto não é uma notícia de um órgão de comunicação social?

supersueca

Citação de: Gsound em 23 de Junho de 2020, 15:34
Citação de: JUST4FUN em 23 de Junho de 2020, 11:31
Sou o unico a ter mais odio por LFV que pelo corrupto là de cima?



Homem, também quero Vieira e sua trupe fora do Benfica, mas calma lá.

pinto e pedroto são os responsáveis pelo clima de ódio no desporto português há mais de 30 anos.

Verdade, mas se hoje visse os dois a afogarem-se e obrigatoriamente teria que salvar um, esse seria o Bufas. Neste momento o mais nefasto para o Glorioso é indiscutivelmente Vieira, pelo que faz, pelo que não faz e pelo que deixa os outros fazer. Uma direcção a sério neutralizava esta mumia em que se transformou o Bufas

Dr. Indy

Citação de: BENFICA76 em 23 de Junho de 2020, 15:54
Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 15:49
Citação de: BENFICA76 em 23 de Junho de 2020, 15:01
Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 14:49
Citação de: IloveSLB2014 em 23 de Junho de 2020, 14:43
http://geracaobenfica.blogspot.com/2020/06/exclusivo-o-estranho-mundo-dos.html

Exclusivo: O estranho mundo dos empregados do presidente

"Durante cerca de um ano e meio, o Novo Banco e Luís Filipe Vieira negociaram a dívida do presidente do Benfica. Chegaram a um acordo, revela o "Expresso" na edição deste sábado. O Novo Banco terá entregue os melhores activos da Promovalor, empresa gerida pelo filho de Vieira, a Nuno Gaioso Ribeiro, com o intuito de os explorar e rentabilizar no prazo de cinco anos. Em troca, recebeu um reforço das garantias.

Nas negociações terá estado Nuno Gaioso Ribeiro, sócio fundador de uma gestora de capital de risco, a Capital Criativo, e vice-presidente do Benfica, e também de Tiago Vieira, filho do presidente benfiquista. Grande parte da dívida diz respeito à empresa Promovalor, gerida pelo filho do presidente do benfiquista, Tiago Vieira, que é também accionista da Capital Criativo.

A 20 de Novembro do ano passado foi constituído o fundo FIAE (Fundo de Investimento Alternativo Especializado) da Capital Criativo, depois de ter sido registado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Este fundo teve como objectivo a aquisição dos créditos detidos pelo Novo Banco sobre a Promovalor.

Arrancou com um capital inicial de 146 milhões de euros, segundo o jornal, com três investidores institucionais (Novo Banco, Capital Criativo e Promovalor) e dois investidores singulares. O fundo tem a duração de cinco anos, com possibilidade de renovação.

Este fundo ficou "ainda com alguma liquidez", revelou Nuno Gaioso Ribeiro, ao "Expresso". "Comprámos os créditos sem desconto e sem perdão", sendo que "alguns desses activos podem ter dívida associada que ficam no fundo", acrescentou.

Do capital inicial do fundo, 90% serviram para trocar créditos por capital do fundo, isto é, unidades de participação e 10% representam liquidez que ainda está no fundo. Nesta operação, que o jornal sublinha ser apenas contabilística para o banco, o Novo Banco "coloca" dinheiro no fundo que compra as dívidas associadas aos activos que são transferidos para o dito fundo. O prazo de pagamento foi prolongado por, pelo menos, mais cinco anos.

Quando o BES colapsou, Vieira era um dos maiores devedores do banco, com uma dívida superior a 400 milhões de euros relacionada com vários negócios do ramo imobiliário."

- Jornal de Negócios a 20/01/2018.

Parte da dívida pessoal de Luis Filipe Vieira e das suas empresas, geridas em parceria com o seu filho, foi entregue a uma financeira em que o principal gestor é o vice-presidente do Benfica Nuno Gaioso Ribeiro. Na altura em que tal aconteceu, o filho de Luis Filipe Vieira era também sócio da mesma empresa: a Capital Criativo.

A Capital Criativo, hoje C2 Capital Partners, teve na sua origem, entre outros, a própria Promovalor.

Há aqui várias situações anómalas que até hoje ninguém explicou:

a) O que levou o Novo Banco a entregar à Capital Criativo a gestão de um cêntimo ou de um imóvel que seja das empresas de Luis Filipe Vieira?

b) Não levantou dúvidas a ninguém o facto de Tiago Vieira ser filho do dono das empresas devedoras, constar como gestor dessas mesmas empresas, e também na empresa que se propunha a tentar recuperar valor?

c) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser seu vice-presidente no Benfica?

d) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser administrador da SAD do Benfica?

Como é que até hoje os próprios orgãos sociais do Benfica ou da SAD não pediram a Nuno Gaioso Ribeiro que se demitisse por conflito claro de interesses?

Ou porque o próprio não considerou esse mesmo conflito de interesses impeditivo de continuar no Benfica?

Mais ainda: quanto é que Nuno Gaioso Ribeiro aufere anualmente para gerir as dívidas de Luis Filipe Vieira? 

Se Nuno Gaioso Ribeiro é remunerado por essa função, será possível exercer livremente o seu mandato como administrador da SAD ou como vice-presidente do Benfica?

É aceitável esta mistura crescente entre a vida pessoal do presidente e o Benfica? O que mais estará por descobrir?

Mas não existe maneira de pormos estes escândalos todos nos órgãos de comunicação social?

A CS anda aqui a vasculhar, só não faz notícia com isto por interesses. Como o lesado é o Benfica, deixa andar. Não se passa nada.

Mas temos de apresentar isto à comunicação social.

Por acaso, nos últimos tempos o Record até se tem esticado contra o Vieira.

O Lagatord não vai fazer isso, ainda para mais quando o luzes escancarou as portas do domínio das modalidades aos viscondes falidos.

Mas o Record já o está a fazer. Tem-lo feito nas últimas semanas.

Gsound

Citação de: supersueca em 23 de Junho de 2020, 16:22
Citação de: Gsound em 23 de Junho de 2020, 15:34
Citação de: JUST4FUN em 23 de Junho de 2020, 11:31
Sou o unico a ter mais odio por LFV que pelo corrupto là de cima?



Homem, também quero Vieira e sua trupe fora do Benfica, mas calma lá.

pinto e pedroto são os responsáveis pelo clima de ódio no desporto português há mais de 30 anos.

Verdade, mas se hoje visse os dois a afogarem-se e obrigatoriamente teria que salvar um, esse seria o Bufas. Neste momento o mais nefasto para o Glorioso é indiscutivelmente Vieira, pelo que faz, pelo que não faz e pelo que deixa os outros fazer. Uma direcção a sério neutralizava esta mumia em que se transformou o Bufas



"Uma direcção a sério neutralizava esta mumia em que se transformou o Bufas"

Sem dúvida.


Vieira está prestes a fazer o finish him no velho mafioso desde 2017, mas não o faz.

O candidato em que vou votar, RGS, tem a personalidade ideal e necessária para combater o porto e levar a máfia falida ao charco.

Dr. Indy

Citação de: werty10 em 23 de Junho de 2020, 16:21
Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 14:49
Citação de: IloveSLB2014 em 23 de Junho de 2020, 14:43
http://geracaobenfica.blogspot.com/2020/06/exclusivo-o-estranho-mundo-dos.html

Exclusivo: O estranho mundo dos empregados do presidente

"Durante cerca de um ano e meio, o Novo Banco e Luís Filipe Vieira negociaram a dívida do presidente do Benfica. Chegaram a um acordo, revela o "Expresso" na edição deste sábado. O Novo Banco terá entregue os melhores activos da Promovalor, empresa gerida pelo filho de Vieira, a Nuno Gaioso Ribeiro, com o intuito de os explorar e rentabilizar no prazo de cinco anos. Em troca, recebeu um reforço das garantias.

Nas negociações terá estado Nuno Gaioso Ribeiro, sócio fundador de uma gestora de capital de risco, a Capital Criativo, e vice-presidente do Benfica, e também de Tiago Vieira, filho do presidente benfiquista. Grande parte da dívida diz respeito à empresa Promovalor, gerida pelo filho do presidente do benfiquista, Tiago Vieira, que é também accionista da Capital Criativo.

A 20 de Novembro do ano passado foi constituído o fundo FIAE (Fundo de Investimento Alternativo Especializado) da Capital Criativo, depois de ter sido registado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Este fundo teve como objectivo a aquisição dos créditos detidos pelo Novo Banco sobre a Promovalor.

Arrancou com um capital inicial de 146 milhões de euros, segundo o jornal, com três investidores institucionais (Novo Banco, Capital Criativo e Promovalor) e dois investidores singulares. O fundo tem a duração de cinco anos, com possibilidade de renovação.

Este fundo ficou "ainda com alguma liquidez", revelou Nuno Gaioso Ribeiro, ao "Expresso". "Comprámos os créditos sem desconto e sem perdão", sendo que "alguns desses activos podem ter dívida associada que ficam no fundo", acrescentou.

Do capital inicial do fundo, 90% serviram para trocar créditos por capital do fundo, isto é, unidades de participação e 10% representam liquidez que ainda está no fundo. Nesta operação, que o jornal sublinha ser apenas contabilística para o banco, o Novo Banco "coloca" dinheiro no fundo que compra as dívidas associadas aos activos que são transferidos para o dito fundo. O prazo de pagamento foi prolongado por, pelo menos, mais cinco anos.

Quando o BES colapsou, Vieira era um dos maiores devedores do banco, com uma dívida superior a 400 milhões de euros relacionada com vários negócios do ramo imobiliário."

- Jornal de Negócios a 20/01/2018.

Parte da dívida pessoal de Luis Filipe Vieira e das suas empresas, geridas em parceria com o seu filho, foi entregue a uma financeira em que o principal gestor é o vice-presidente do Benfica Nuno Gaioso Ribeiro. Na altura em que tal aconteceu, o filho de Luis Filipe Vieira era também sócio da mesma empresa: a Capital Criativo.

A Capital Criativo, hoje C2 Capital Partners, teve na sua origem, entre outros, a própria Promovalor.

Há aqui várias situações anómalas que até hoje ninguém explicou:

a) O que levou o Novo Banco a entregar à Capital Criativo a gestão de um cêntimo ou de um imóvel que seja das empresas de Luis Filipe Vieira?

b) Não levantou dúvidas a ninguém o facto de Tiago Vieira ser filho do dono das empresas devedoras, constar como gestor dessas mesmas empresas, e também na empresa que se propunha a tentar recuperar valor?

c) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser seu vice-presidente no Benfica?

d) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser administrador da SAD do Benfica?

Como é que até hoje os próprios orgãos sociais do Benfica ou da SAD não pediram a Nuno Gaioso Ribeiro que se demitisse por conflito claro de interesses?

Ou porque o próprio não considerou esse mesmo conflito de interesses impeditivo de continuar no Benfica?

Mais ainda: quanto é que Nuno Gaioso Ribeiro aufere anualmente para gerir as dívidas de Luis Filipe Vieira? 

Se Nuno Gaioso Ribeiro é remunerado por essa função, será possível exercer livremente o seu mandato como administrador da SAD ou como vice-presidente do Benfica?

É aceitável esta mistura crescente entre a vida pessoal do presidente e o Benfica? O que mais estará por descobrir?

Mas não existe maneira de pormos estes escândalos todos nos órgãos de comunicação social?

Mas isto não é uma notícia de um órgão de comunicação social?

Chamas a um blog de comunicação social?

werty10

Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 16:32
Citação de: werty10 em 23 de Junho de 2020, 16:21
Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 14:49
Citação de: IloveSLB2014 em 23 de Junho de 2020, 14:43
http://geracaobenfica.blogspot.com/2020/06/exclusivo-o-estranho-mundo-dos.html

Exclusivo: O estranho mundo dos empregados do presidente

"Durante cerca de um ano e meio, o Novo Banco e Luís Filipe Vieira negociaram a dívida do presidente do Benfica. Chegaram a um acordo, revela o "Expresso" na edição deste sábado. O Novo Banco terá entregue os melhores activos da Promovalor, empresa gerida pelo filho de Vieira, a Nuno Gaioso Ribeiro, com o intuito de os explorar e rentabilizar no prazo de cinco anos. Em troca, recebeu um reforço das garantias.

Nas negociações terá estado Nuno Gaioso Ribeiro, sócio fundador de uma gestora de capital de risco, a Capital Criativo, e vice-presidente do Benfica, e também de Tiago Vieira, filho do presidente benfiquista. Grande parte da dívida diz respeito à empresa Promovalor, gerida pelo filho do presidente do benfiquista, Tiago Vieira, que é também accionista da Capital Criativo.

A 20 de Novembro do ano passado foi constituído o fundo FIAE (Fundo de Investimento Alternativo Especializado) da Capital Criativo, depois de ter sido registado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Este fundo teve como objectivo a aquisição dos créditos detidos pelo Novo Banco sobre a Promovalor.

Arrancou com um capital inicial de 146 milhões de euros, segundo o jornal, com três investidores institucionais (Novo Banco, Capital Criativo e Promovalor) e dois investidores singulares. O fundo tem a duração de cinco anos, com possibilidade de renovação.

Este fundo ficou "ainda com alguma liquidez", revelou Nuno Gaioso Ribeiro, ao "Expresso". "Comprámos os créditos sem desconto e sem perdão", sendo que "alguns desses activos podem ter dívida associada que ficam no fundo", acrescentou.

Do capital inicial do fundo, 90% serviram para trocar créditos por capital do fundo, isto é, unidades de participação e 10% representam liquidez que ainda está no fundo. Nesta operação, que o jornal sublinha ser apenas contabilística para o banco, o Novo Banco "coloca" dinheiro no fundo que compra as dívidas associadas aos activos que são transferidos para o dito fundo. O prazo de pagamento foi prolongado por, pelo menos, mais cinco anos.

Quando o BES colapsou, Vieira era um dos maiores devedores do banco, com uma dívida superior a 400 milhões de euros relacionada com vários negócios do ramo imobiliário."

- Jornal de Negócios a 20/01/2018.

Parte da dívida pessoal de Luis Filipe Vieira e das suas empresas, geridas em parceria com o seu filho, foi entregue a uma financeira em que o principal gestor é o vice-presidente do Benfica Nuno Gaioso Ribeiro. Na altura em que tal aconteceu, o filho de Luis Filipe Vieira era também sócio da mesma empresa: a Capital Criativo.

A Capital Criativo, hoje C2 Capital Partners, teve na sua origem, entre outros, a própria Promovalor.

Há aqui várias situações anómalas que até hoje ninguém explicou:

a) O que levou o Novo Banco a entregar à Capital Criativo a gestão de um cêntimo ou de um imóvel que seja das empresas de Luis Filipe Vieira?

b) Não levantou dúvidas a ninguém o facto de Tiago Vieira ser filho do dono das empresas devedoras, constar como gestor dessas mesmas empresas, e também na empresa que se propunha a tentar recuperar valor?

c) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser seu vice-presidente no Benfica?

d) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser administrador da SAD do Benfica?

Como é que até hoje os próprios orgãos sociais do Benfica ou da SAD não pediram a Nuno Gaioso Ribeiro que se demitisse por conflito claro de interesses?

Ou porque o próprio não considerou esse mesmo conflito de interesses impeditivo de continuar no Benfica?

Mais ainda: quanto é que Nuno Gaioso Ribeiro aufere anualmente para gerir as dívidas de Luis Filipe Vieira? 

Se Nuno Gaioso Ribeiro é remunerado por essa função, será possível exercer livremente o seu mandato como administrador da SAD ou como vice-presidente do Benfica?

É aceitável esta mistura crescente entre a vida pessoal do presidente e o Benfica? O que mais estará por descobrir?

Mas não existe maneira de pormos estes escândalos todos nos órgãos de comunicação social?

Mas isto não é uma notícia de um órgão de comunicação social?

Chamas a um blog de comunicação social?

Mas no início da publicação é referida a edição de sábado do Expresso.

xtrk21


supersueca


Dr. Indy

Citação de: werty10 em 23 de Junho de 2020, 16:48
Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 16:32
Citação de: werty10 em 23 de Junho de 2020, 16:21
Citação de: Dr. Indy em 23 de Junho de 2020, 14:49
Citação de: IloveSLB2014 em 23 de Junho de 2020, 14:43
http://geracaobenfica.blogspot.com/2020/06/exclusivo-o-estranho-mundo-dos.html

Exclusivo: O estranho mundo dos empregados do presidente

"Durante cerca de um ano e meio, o Novo Banco e Luís Filipe Vieira negociaram a dívida do presidente do Benfica. Chegaram a um acordo, revela o "Expresso" na edição deste sábado. O Novo Banco terá entregue os melhores activos da Promovalor, empresa gerida pelo filho de Vieira, a Nuno Gaioso Ribeiro, com o intuito de os explorar e rentabilizar no prazo de cinco anos. Em troca, recebeu um reforço das garantias.

Nas negociações terá estado Nuno Gaioso Ribeiro, sócio fundador de uma gestora de capital de risco, a Capital Criativo, e vice-presidente do Benfica, e também de Tiago Vieira, filho do presidente benfiquista. Grande parte da dívida diz respeito à empresa Promovalor, gerida pelo filho do presidente do benfiquista, Tiago Vieira, que é também accionista da Capital Criativo.

A 20 de Novembro do ano passado foi constituído o fundo FIAE (Fundo de Investimento Alternativo Especializado) da Capital Criativo, depois de ter sido registado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Este fundo teve como objectivo a aquisição dos créditos detidos pelo Novo Banco sobre a Promovalor.

Arrancou com um capital inicial de 146 milhões de euros, segundo o jornal, com três investidores institucionais (Novo Banco, Capital Criativo e Promovalor) e dois investidores singulares. O fundo tem a duração de cinco anos, com possibilidade de renovação.

Este fundo ficou "ainda com alguma liquidez", revelou Nuno Gaioso Ribeiro, ao "Expresso". "Comprámos os créditos sem desconto e sem perdão", sendo que "alguns desses activos podem ter dívida associada que ficam no fundo", acrescentou.

Do capital inicial do fundo, 90% serviram para trocar créditos por capital do fundo, isto é, unidades de participação e 10% representam liquidez que ainda está no fundo. Nesta operação, que o jornal sublinha ser apenas contabilística para o banco, o Novo Banco "coloca" dinheiro no fundo que compra as dívidas associadas aos activos que são transferidos para o dito fundo. O prazo de pagamento foi prolongado por, pelo menos, mais cinco anos.

Quando o BES colapsou, Vieira era um dos maiores devedores do banco, com uma dívida superior a 400 milhões de euros relacionada com vários negócios do ramo imobiliário."

- Jornal de Negócios a 20/01/2018.

Parte da dívida pessoal de Luis Filipe Vieira e das suas empresas, geridas em parceria com o seu filho, foi entregue a uma financeira em que o principal gestor é o vice-presidente do Benfica Nuno Gaioso Ribeiro. Na altura em que tal aconteceu, o filho de Luis Filipe Vieira era também sócio da mesma empresa: a Capital Criativo.

A Capital Criativo, hoje C2 Capital Partners, teve na sua origem, entre outros, a própria Promovalor.

Há aqui várias situações anómalas que até hoje ninguém explicou:

a) O que levou o Novo Banco a entregar à Capital Criativo a gestão de um cêntimo ou de um imóvel que seja das empresas de Luis Filipe Vieira?

b) Não levantou dúvidas a ninguém o facto de Tiago Vieira ser filho do dono das empresas devedoras, constar como gestor dessas mesmas empresas, e também na empresa que se propunha a tentar recuperar valor?

c) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser seu vice-presidente no Benfica?

d) Não levantou dúvidas ao Novo Banco o facto de Nuno Gaioso Ribeiro, além de ter negócios com o filho de Luis Filipe Vieira, ser administrador da SAD do Benfica?

Como é que até hoje os próprios orgãos sociais do Benfica ou da SAD não pediram a Nuno Gaioso Ribeiro que se demitisse por conflito claro de interesses?

Ou porque o próprio não considerou esse mesmo conflito de interesses impeditivo de continuar no Benfica?

Mais ainda: quanto é que Nuno Gaioso Ribeiro aufere anualmente para gerir as dívidas de Luis Filipe Vieira? 

Se Nuno Gaioso Ribeiro é remunerado por essa função, será possível exercer livremente o seu mandato como administrador da SAD ou como vice-presidente do Benfica?

É aceitável esta mistura crescente entre a vida pessoal do presidente e o Benfica? O que mais estará por descobrir?

Mas não existe maneira de pormos estes escândalos todos nos órgãos de comunicação social?

Mas isto não é uma notícia de um órgão de comunicação social?

Chamas a um blog de comunicação social?

Mas no início da publicação é referida a edição de sábado do Expresso.

Ah sim. Mas eu estava a falar mais nos jornais desportivos.

Esses artigos do Expresso muitas vezes não são manchete.


Dr. Indy

Brasileiros dizem que Benfica adiou pagamento de Pedrinho

https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-nos/benfica/detalhe/brasileiros-dizem-que-benfica-adiou-pagamento-de-pedrinho?ref=HP_DestaquesPrincipais

Segundo Jorge Nicola, comentador da ESPN, o pagamento desse montante estava inicialmente previsto ser feito a 1 de junho, mas as águias terão pedido o adiamento, primeiro alegando "problemas financeiros" e depois, num segundo pedido de adiamento, justificando-se com o "momento decisivo", que exigia concentração do plantel, mas também com a situação de pandemia que se vive no país.


Pujança Financeira do Benfica segundo Luís Filipe Vieira

dreadrocK

Não sei quem é o Ocelot mas oh Dr Indy, a tua conversa é igual ao do Skyflash.

Porque raio fazes múltiplas contas, se de facto fores o Skyflash e o tal Ocelot?