Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

Playah

Citação de: Chappu em 24 de Junho de 2020, 16:09
Citação de: Cloughie em 24 de Junho de 2020, 16:04
O Porto dos Maregas e dos Sérgios Oliveiras tem cá uma qualidade dentro de campo. Ui, ui.

Esta malta que se prostitui intelectualmente, dá-me vergonha.

Essa é simplesmente fabulosa.

Já que o Porto tem um nível desses, o Basileia e o Frankfurt devem ser então um Barcelona.
Comemos 5 dum Basileia que pela primeira vez em 1000 anos não conseguiu ganhar o campeonato.

Benfica Europeu crl!

MTrigueiros

O rumo que levamos é desesperante.

Se sairmos do SerBenfiquista, a maioria das pessoas culpa o Lage pelo descalabro. O presidente "não dá chutos na bola".

É muito triste ver o clube neste estado. Nos anos 90 e inícios de 2000, não havia dinheiro mas ainda ia havendo alguma vontade de tentar melhorar as coisas. Contratavam-se alguns jogadores de topo, treinadores consagrados, prometiam-se mudanças. Hoje vivemos uma apatia generalizada. Ninguém sabe para onde caminhamos nem como. É um autêntico vazio.

A continuar assim, cedo voltaremos às assistências de 30 mil na Luz e falta de militância. Lá aparecerá um treinador ou um jogador que irão fazer milagres por uma ou duas épocas, mas cedo voltaremos à mediocridade que esta direção nos habituou.

Jakub

Não era melhor tornou o Estádio numa Churrasqueira?


Coiso123

Caso não vença o Marítimo na próxima jornada, o Benfica iguala a série mais negra da sua história, ocorrida na época de 2000-2001 e que culminou no final da época com um 6º lugar.





O que é certo é que não igualamos essa série até agora. Por muito que esperneiem, no tempo do Vale e Azevedo as coisas estavam muito piores. Éramos chacota nacional e europeia.

Os benfiquistas têm memória curta.


paulocc


Slbttotosalvio

Citação de: MTrigueiros em 24 de Junho de 2020, 16:13
O rumo que levamos é desesperante.

Se sairmos do SerBenfiquista, a maioria das pessoas culpa o Lage pelo descalabro. O presidente "não dá chutos na bola".

É muito triste ver o clube neste estado. Nos anos 90 e inícios de 2000, não havia dinheiro mas ainda ia havendo alguma vontade de tentar melhorar as coisas. Contratavam-se alguns jogadores de topo, treinadores consagrados, prometiam-se mudanças. Hoje vivemos uma apatia generalizada. Ninguém sabe para onde caminhamos nem como. É um autêntico vazio.

A continuar assim, cedo voltaremos às assistências de 30 mil na Luz e falta de militância. Lá aparecerá um treinador ou um jogador que irão fazer milagres por uma ou duas épocas, mas cedo voltaremos à mediocridade que esta direção nos habituou.
Isso era antes.

lPhoenix

São 17 anos de muitas negociatas e pouco benfiquismo para a ambição e grandeza deste clube.

17 anos.

17.

NSC

Citação de: Coiso123 em 24 de Junho de 2020, 16:18
Caso não vença o Marítimo na próxima jornada, o Benfica iguala a série mais negra da sua história, ocorrida na época de 2000-2001 e que culminou no final da época com um 6º lugar.





O que é certo é que não igualamos essa série até agora. Por muito que esperneiem, no tempo do Vale e Azevedo as coisas estavam muito piores. Éramos chacota nacional e europeia.

Os benfiquistas têm memória curta.
Ainda a conversa das pedras da calçada?

Apollo_22

Citação de: ooficioso em 24 de Junho de 2020, 14:52
Vou colocar aqui um texto que escrevi hoje a propósito do nosso Clube e da necessidade de mudança. Concordem ou não, é a minha opinião sobre o nosso clube.



Pelo Benfica!

Pensei seriamente se deveria escrever este texto. Confesso que já tinha a estrutura na cabeça mas não achei oportuno partilhá-lo numa altura em que o título ainda estava em disputa. Além do mais, quem iria querer ler o desabafo de um benfiquista frustrado com o rumo de um clube de futebol numa altura destas? Afinal de contas, é disto que se trata, de um mísero desabafo. Mas poder expor a minha consciência é uma forma de catarse e a hecatombe de ontem, em pleno Estádio da Luz, acelerou a necessidade desse processo. Vou tentar ser sucinto.

Conforme afirmei no início, este é o meu desabafo, na qualidade de benfiquista, sobre o caminho, a nível desportivo, que o Sport Lisboa e Benfica tem seguido de há uns anos a esta parte. Em particular, a partir da época 2014/2015. Nessa época, enquanto celebrávamos o bicampeonato, a estrutura que nos preside congeminava para despedir o então treinador, Jorge Jesus, e substituí-lo por um "homem do projeto" (expressão que tem sido utilizada amiúde para descrever os treinadores que não se importam de ver as suas principais estrelas substituídas por miúdos da formação). A consequência foi o contínuo depauperamento do plantel e a saída das principais figuras do balneário. De 2015 a 2020 passámos de Luisão como capitão a André Almeida e Pizzi. Os jovens da formação eram e são lançados às feras sem qualquer experiência de Segunda Liga. Quanto melhores são, de menos experiência e tempo para mostrar qualidade precisam. Mas nem todos são o Renato Sanches e o João Félix, e achar que tudo o que sai do Seixal é ouro, confiando-lhes lugares de relevo no plantel, traz consequências negativas para a equipa e para o crescimento dos próprios. E pior, de ano para ano a tendência é piorar: não só lançamos os jovens mais cedo, usamo-los nas competições europeias (somando os piores resultados da história do clube) e construímos o plantel em torno deles (e não usando-os como complemento de um núcleo forte), como nem sequer retemos os que são verdadeiramente bons, predestinados capazes de mudar o destino de um clube, e vendemo-los à primeira proposta, com menos de um ano de equipa principal. Nem aqui são coerentes: afirmam a pés juntos que só saem pela cláusula; até à data, nenhum jogador saiu pela cláusula. Eu percebo que o Benfica seja um clube vendedor, seja pelas necessidades de tesouraria normais de um clube de uma liga periférica, por não ser o topo de carreira para os craques ou pelas mudanças de ciclo normais. Mas não é feito o esforço mínimo para tentar retê-los. Aliás, é até com orgulho que falam na formação, utilizando como exemplo jogadores que apenas brilharam fora do clube! Afinal de contas a formação serve para trazer proveitos desportivos ou financeiros?

Este é outro ponto que trago à discussão: os resultados financeiros. "As melhores contas de sempre", a "maior venda de sempre do futebol português", entre outros, são bordões repetidos até à exaustão pela estrutura e seus assalariados. Os bons resultados financeiros são essenciais para um clube poder ser competitivo a nível nacional e europeu, mas não podem ser um fim em si mesmo. O Benfica não é uma empresa, é um clube desportivo. Os bons resultados financeiros servem para dotar o clube de condições para ter sucesso desportivo. E já toda a gente percebeu - toda não, um grupo de irredutíveis dirigentes continua sem perceber - que os bons resultados desportivos, sobretudo na Champions League, ajudam a alcançar bons resultados financeiros, uma vez que os prémios pelos bons resultados têm sido aumentados de ano para ano. Eu não quero celebrar ter tido um resultado líquido de 100 milhões no ano anterior; não quero celebrar uma venda de 126 milhões; não quero celebrar 80 milhões em caixa; não quero celebrar não ter recorrido ao lay-off e ter mantido os ordenados da equipa de futebol. Quero celebrar campeonatos, taças, supertaças e, por que não sonhar, competições europeias. Quero resultados financeiros instrumentalizados ao sucesso desportivo e não o inverso. A credibilidade financeira não se consegue com o recurso constante ao factoring de uma sociedade financeira que cobra juros de 30% pelo adiantamento dos créditos relativos ao contrato de direitos de transmissão televisiva. O que quem dirige o clube não percebe, ou não parece querer perceber, é que uma boa participação na Champions significa 60 a 70 milhões líquidos, em caixa, e deixa de ser necessário recorrer à emissão de obrigações para ter liquidez. Para terminar este ponto, é curioso, ou não tanto, que não existiam problemas de liquidez quando se quis realizar uma OPA de 30 milhões sobre a SAD. Felizmente a CMVM travou aquele que seria mais um projeto obscuro da direção.

Terceiro ponto: a obscuridade e a dúvida. Nunca, em 116 anos de história, o nome Benfica foi tão associado a esquemas obscuros e duvidosos. Os inúmeros processos em investigação ou em tribunal, os acordos que, embora legais, não são éticos, e as relações dúbias com agentes, investidores, fundos e sociedades financeiras estão a marcar de forma indelével o clube, tingindo de negro uma história centenária de sucesso. As próximas gerações de benfiquistas vão carregar a cruz de ver o nome do seu clube arrastado pela lama sem que os seus dirigentes se preocupem com isso. Paulo Gonçalves manter-se como intermediário em contratações de jogadores é um ato mais lesivo da reputação do Benfica do que qualquer título perdido para um rival. Onde está a credibilidade nestas situações? E se, de facto, não existe motivo para tanto alarido, onde está o murro na mesa que o tente abafar? Ameaças vãs de processos que nunca se concretizam em newsletters que nem os próprios sócios lêem - é esta a resposta pífia com que nos brindam.

Quarto e último ponto: o desaparecimento da Mística. A Mística benfiquista sempre se manifestou, entre outros, em dois aspectos: no ecletismo e na democracia. Para quem não tem presente o símbolo, recordo que por trás do emblema está uma roda de bicicleta, representando a aposta nas modalidades do clube, desde sempre um dos seus traços característicos. Curiosamente, numa altura em que se fala numa mudança do símbolo para torná-lo mais apelativo aos investidores, não só não temos equipa de ciclismo como desinvestimos nas restantes modalidades, ao ponto do orçamento que vai a votos na sexta-feira, relativo à próxima época, ser pouco menos do que uma escarro na história do clube. Até ontem esteve até em dúvida a participação das modalidades nas competições europeias para as quais se qualificaram, tudo justificado com a necessidade de se poupar dinheiro, e fazem-se acordos para revogar os contratos dos melhores jogadores - tudo isto, recordo, enquanto se mantiveram intocados os salários do plantel de futebol, contrariamente ao que fizeram clubes com mais capacidade financeira, como o Bayern Munique, o Barcelona ou o Tottenham. Relativamente à questão democrática, a perpetuação de Luís Filipe Vieira no poder é uma afronta a um clube que se gaba de ter mantido a democracia mesmo durante o Estado Novo. A alteração constante dos Estatutos a seu bel-prazer, por exemplo, para colocar entraves às candidaturas à presidência (para poder ser candidato, é preciso ter 25 anos de sócio ininterruptos a partir dos 18 anos) e para atribuir 50 votos às Casas do Benfica - não aos seus membros ou representantes, mas à própria Casa -, o discurso populista e demagogo, a agressão a um sócio numa Assembleia-Geral sem consequências, a utilização do canal do clube para promover a sua própria imagem. É sintomático deste último caso o gráfico apresentado aquando da última entrevista, há menos de um mès, comparando os 17 anos de LFV com os 17 anos anteriores. Nesse gráfico não só se empolavam os número da sua presidência, acrescentando taças que não existiram, como convenientemente se esqueceram os 3 anos de LFV como director desportivo e, portanto, igualmente responsável pelos resultados desportivos.

Eu não tenho memória curta. Agradeço a Luís Filipe Vieira todo o trabalho que fez ao longo de 17 anos de sucessivos mandatos. A recuperação patrimonial, financeira e desportiva do clube foi excelente em vários níveis, e muito do sucesso tem o seu cunho. Deixou o clube dotado de uma estrutura ao nível das melhores da Europa, quer a nível da formação, quer a nível da equipa principal. Mas da mesma forma que lhe deve ser atribuída uma quota-parte do sucesso, também uma quota-parte do insucesso lhe é devida. A incapacidade de tomar decisões no momento certo, a concentração do poder decisório em toda a escala e o repetitivo discurso alarmista, acusando os seus críticos de quererem Vale e Azevedo de regresso, são prova de que não tem a capacidade necessária para dar o passo seguinte: a consolidação do Benfica como poder hegemónico em Portugal e com capacidade para se mostrar na Europa. Não podemos falar em hegemonia no futebol português quando, contando já com o título que quase certamente o Porto vencerá este ano, temos apenas cinco campeonatos em 10 possíveis; e quando, não fosse a chicotada psicológica e o efeito João Félix o ano passado, estaríamos a caminho do tricampeonato do pior Porto dos últimos 30 anos. Tudo isto deve também ser imputado a LFV. A história e a literatura mostram-nos que, na maioria das vezes, a principal causa da queda dos líderes é a soberba. Neste caso, também a soberba de LFV, julgando-se o salvador do Sport Lisboa e Benfica, vai contribuir para a sua queda. É por isso que, em outubro, irei votar Rui Gomes da Silva e insto todos os sócios benfiquistas saturados com o rumo que levamos a fazer o mesmo.

Não é por nós, não é por RGS, não é por LFV, não é pelos nossos amigos e familiares benfiquistas. É PELO BENFICA!

Muitos parabéns!

El Tacuara

Citação de: GiiB_10 em 24 de Junho de 2020, 16:03
A hipocrisia por vezes não tem limites. O mais importante e preocupante nesta momento, é a violência no futebol.

Solução? Apoiar uma direcção e presidente, que a pratica pelas próprias mãos. É só a mim que isto dá comichão?

Comichão mesmo. Comissão não vem para estes bolsos.

O futuro do clube, o bom nome da instituição, as modalidades, o Sport Lisboa e Benfica como emblema desportivo , não interessa...

Apoia-se a direção, o clube, não é assim tão importante.

Chappu


Dr. Indy

O Luís Filipe Vieira sempre teve a capacidade mental de uma marmota.

E desta vez ele vai pagar bem caro por isso.