Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

jonas_pistolas

RUA crl! Já sabes onde fica a porta de saída!

poorportuguese

Citação de: nog_ofloda em 17 de Outubro de 2020, 13:26
Ele podia explicar aonde estava nos tempos do Vale e Azevedo já que gosta tanto de falar nele.

Conseguem dizer-me?!
Na piscina em Alvalade

xeriff

A formação está onde? Nem um no 11 inicial , e apenas 4 num plantel de 28

TrunksPT

Citação de: ABenficaC em 17 de Outubro de 2020, 13:58
Citação de: paulomaia1972 em 17 de Outubro de 2020, 13:01
NÃO SOU O CANDIDATO DAS ELITES OU DOS NOTÁVEIS.
Artigo de opinião de Luís Filipe Vieira, hoje, no Expresso.

Atravessamos uma tempestade, mas, ao contrário do que aconteceu há 20 anos, não tivemos culpa, não escolhemos a rota e não foi possível evitar a turbulência. O mundo fechou-se por culpa de um vírus, mas, apesar das dificuldades resultantes da crise sanitária, estou otimista e confiante no futuro. O momento que vivemos obriga-nos a uma maior exigência do ponto de vista do rigor, da gestão e de uma renovada capacidade de responder às expectativas geradas pelo trajeto e pelos resultados alcançados nos últimos anos.

Iremos sofrer, como todos, as consequências da pandemia, mas, quando tudo passar, iremos recuperar melhor e mais depressa do que qualquer outro clube. Não podemos dar o salto no desconhecido, principalmente quando não vejo, nas opções apresentadas, lideranças fortes que garantam a defesa do Benfica ou a inovação com base na qual este clube cresceu e se consolidou nas últimas duas décadas.

Há momentos que definem a história, momentos que nos garantem o futuro ou nos condenam a desaparecer. O novo Estádio da Luz foi o epicentro da revolução iniciada em 2003, e, se falo do estádio, não é para recordar a obra, mas a importância da decisão. Sem ela, não teríamos chegado aonde hoje estamos. Aí, sim, houve quem se tenha escondido e não fui eu!

Estranho, por isso, que alguns dos que hoje reclamam mais ousadia ou uma nova gestão sejam os mesmos que no passado hesitaram ou, pior, criticaram a decisão, afastando-se dela, por entenderem que a mesma representaria o fim do Benfica. Não foi. Foi o início da recuperação da nossa autoestima e o projeto mais estruturante do clube.

A memória seletiva não é sequer memória, mas antes uma tentativa de apagar a falta de visão estratégica que alguns dos que hoje se apresentam como alternativa tiveram no passado. A nova Luz foi a base em que assentou a refundação do Benfica, e o Seixal foi fruto e consequência, tal como tudo o resto, dessa decisão.

E os que hoje criticam a falta de mais jovens da formação na equipa principal são os mesmos que no passado nunca acreditaram no Seixal como centro formador de excelência ou garantiram que só com a formação não chegaríamos a lado nenhum.

MENTIRA Nº1

O Seixal não nasceu para servir um treinador, mas sim o clube. Haverá anos em que o Benfica Campus terá mais peso no futebol profissional e outros em que terá menos influência, mas a nossa formação será sempre uma opção presente no nosso quotidiano. Não se voltará atrás no caminho percorrido. O Seixal faz parte do presente e do futuro do Benfica, tal como a BTV, a Fundação ou as Casas do Benfica. Todos projetos nascidos ou consolidados nos meus últimos mandatos.

É evidente que tudo o que alcançámos gerou novas expectativas e novas exigências, o que é normal num clube que representa a marca mais global de Portugal, mas essas expectativas não podem assentar em bases populistas ou demagógicas. Não podemos deixar-nos capturar pela aparência ou por agendas marcadas pelo oportunismo.

Sempre me apresentei tal como sou, com as minhas qualidades e os meus defeitos, não me maquilho para ser o que nunca fui ou para reclamar méritos alheios. Há, neste ato eleitoral, candidatos que, tal como eu, se apresentam em nome das suas convicções, concordemos ou não com o seu caderno reivindicativo ou com as críticas que assumem, e há candidatos que se apresentam em nome de outros que, por razões conjunturais ou táticas, preferem não se assumir. Em todo o caso, a diversidade de candidaturas é um sinal de vitalidade do clube.

Não sou o candidato das elites intelectuais ou dos notáveis do Benfica, primeiro, porque os que assim se consideram pouco têm de elites ou de intelectuais, acrescentando pouco mais do que o seu umbigo a qualquer tipo de projeto; em segundo lugar, porque os notáveis do clube não são apenas os que têm direito a programas de TV ou rádio ou colunas de opinião em jornais, mas sim aqueles que, antes da crise sanitária, faziam, a cada 15 dias, 600 quilómetros para vir ao estádio apoiar a equipa, ou aqueles que, com custos profissionais e pessoais, lideram as nossas Casas do Benfica, fazendo delas verdadeiras embaixadas da nossa mística.

Podia dar muitos outros exemplos para vincar o essen­cial, e o essencial é que este clube pertence aos sócios e que todos eles, por igual, são os notáveis para quem trabalhei desde que cheguei ao Benfica.

O Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia


AUTORITARISMO ENCAPOTADO

Tal como disse na apresentação da minha candidatura, as boas ideias terão sempre a porta aberta nos próximos quatro anos, como tiveram nos anteriores 17, porque é na unidade que conseguimos crescer. Unidade não significa ausência de espírito crítico ou divergência em relação a determinadas opções, unidade significa que conseguimos focar-nos no que é essencial e estratégico.

Somos mais fortes juntos. Somos mais fortes quando não nos dividimos! É um dos desafios mais importantes para os próximos anos. Conseguimos crescer e chegar até aqui porque não houve fações nem grupos apostados em dividir ou em provocar desgaste. Apesar das diferenças, a união foi o denominador comum nestes anos, e isso explica, em grande parte, a história destas duas décadas.

Temos alguns exemplos do que uma oposição de fações, irresponsável e demagógica, provoca. Temos de afastar esse cenário. O ciclo eleitoral fecha-se em 30 de outubro. Depois disso não pode haver divisões.



ESTE É O DISCURSO TIPICO SALAZARISTA, COM PROFUNDO CHEIRO A BOLOR


Percorri nas últimas duas semanas mais de 3800 quilómetros, visitando e falando com todos os benfiquistas que quiseram juntar-se a mim. Ignorei o azedume de algumas críticas, porque acho que a campanha deve decorrer sem ruído exagerado e inútil que provoque ruturas irreversíveis. Creio ter conquistado nestes 17 anos o direito a escolher o meu caminho. Escolhi os sócios, primeiro porque eles são a razão e a essência do Benfica, depois porque os debates que alguns tanto reclamam, como se não tivessem mais nada para propor ou apresentar, deixaram de ser esclarecedores ou sequer essenciais para mostrar a diferença nas propostas e na forma de as alcançar.

Os debates passaram a ser apenas, como se viu no último debate entre os candidatos às eleições americanas, momentos de alvoroço mediático que nada acrescentam, mas que podem acentuar ruturas que quero a todo o custo evitar. Nunca me recusei a debater, mas desde o início percebi que a razão dos pedidos não era esclarecer, mas provocar. Para isso não estou disponível!

MENTIRA Nº2

Quanto à Benfica TV, pode não parecer, mas já nasceu há 12 anos. De lá para cá já houve três atos eleitorais. Em nenhum deles houve envolvimento do canal e em nenhum deles houve uma palavra de discordância dos que hoje se indignam por a BTV ficar à margem de um processo que é sempre gerador de choques e fraturas. O que mudou? Não mudou o critério, apenas a necessidade de gerar ruído à volta de uma posição que sempre foi consensual e aceite por todos.


MENTIRA Nº3

MAIS UMA VEZ UM BELO EXEMPLO DO AUTORITARISMO

O trabalho destes 20 anos tem de ter continuidade, tem de ser protegido, e, como tenho dito nos últimos dias, há pessoas válidas dentro do clube para manter o rumo. Dito isto, é bom afastar de vez a ideia de que indicarei um sucessor. Nunca o farei, porque o Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia que num passado recente quase nos condenou ao desaparecimento. Por isso, sem indicar sucessor, apoiarei sem ambiguidades quem me der maiores garantias de proteger o legado e de assegurar a continuidade do projeto e não deixarei de alertar os benfiquistas quando sentir que há perigo de comprometermos tudo o que foi alcançado.

MENTIRA Nº4


Convém nunca esquecermos o que sucedeu em outubro de 1997. A palavra fácil e um 'doutor' à frente do nome deram-nos uma sensação de segurança que se transformou no maior pesadelo que o clube viveu na sua história. É bom ter memória e nunca esquecer essa lição.

As sondagens, qualquer uma, valem pouco perante a importância do que está em causa no dia 30. Não há vitórias antecipadas, por isso o meu apelo a todos os benfiquistas para que votem. Esta história só terá futuro com o vosso apoio!


CONCLUSÃO:

AS PALAVRAS DE UM MENTIROSO COMPULSIVO

nao deve ter escrito uma linha desse artigo de opinião

Sabe lá ele o que quer dizer "memória seletiva"

BENFIKA

Com que então nunca se recusou a debater  ;D só não aceita  ;D

E a defesa para a BTV não acompanhar as eleições? Nunca o fez  :estrelas: Ou seja, o canal do clube nunca cobriu as eleições e acha isso bem.
Se calhar deviam pensar no porquê do presidente não querer que a BTV dê cobertura a um evento democrático.  ::)


helderrocha

Citação de: paulomaia1972 em 17 de Outubro de 2020, 13:01
NÃO SOU O CANDIDATO DAS ELITES OU DOS NOTÁVEIS.
Artigo de opinião de Luís Filipe Vieira, hoje, no Expresso.

Atravessamos uma tempestade, mas, ao contrário do que aconteceu há 20 anos, não tivemos culpa, não escolhemos a rota e não foi possível evitar a turbulência. O mundo fechou-se por culpa de um vírus, mas, apesar das dificuldades resultantes da crise sanitária, estou otimista e confiante no futuro. O momento que vivemos obriga-nos a uma maior exigência do ponto de vista do rigor, da gestão e de uma renovada capacidade de responder às expectativas geradas pelo trajeto e pelos resultados alcançados nos últimos anos.

Iremos sofrer, como todos, as consequências da pandemia, mas, quando tudo passar, iremos recuperar melhor e mais depressa do que qualquer outro clube. Não podemos dar o salto no desconhecido, principalmente quando não vejo, nas opções apresentadas, lideranças fortes que garantam a defesa do Benfica ou a inovação com base na qual este clube cresceu e se consolidou nas últimas duas décadas.

Há momentos que definem a história, momentos que nos garantem o futuro ou nos condenam a desaparecer. O novo Estádio da Luz foi o epicentro da revolução iniciada em 2003, e, se falo do estádio, não é para recordar a obra, mas a importância da decisão. Sem ela, não teríamos chegado aonde hoje estamos. Aí, sim, houve quem se tenha escondido e não fui eu!

Estranho, por isso, que alguns dos que hoje reclamam mais ousadia ou uma nova gestão sejam os mesmos que no passado hesitaram ou, pior, criticaram a decisão, afastando-se dela, por entenderem que a mesma representaria o fim do Benfica. Não foi. Foi o início da recuperação da nossa autoestima e o projeto mais estruturante do clube.

A memória seletiva não é sequer memória, mas antes uma tentativa de apagar a falta de visão estratégica que alguns dos que hoje se apresentam como alternativa tiveram no passado. A nova Luz foi a base em que assentou a refundação do Benfica, e o Seixal foi fruto e consequência, tal como tudo o resto, dessa decisão.

E os que hoje criticam a falta de mais jovens da formação na equipa principal são os mesmos que no passado nunca acreditaram no Seixal como centro formador de excelência ou garantiram que só com a formação não chegaríamos a lado nenhum.

MENTIRA Nº1

O Seixal não nasceu para servir um treinador, mas sim o clube. Haverá anos em que o Benfica Campus terá mais peso no futebol profissional e outros em que terá menos influência, mas a nossa formação será sempre uma opção presente no nosso quotidiano. Não se voltará atrás no caminho percorrido. O Seixal faz parte do presente e do futuro do Benfica, tal como a BTV, a Fundação ou as Casas do Benfica. Todos projetos nascidos ou consolidados nos meus últimos mandatos.

É evidente que tudo o que alcançámos gerou novas expectativas e novas exigências, o que é normal num clube que representa a marca mais global de Portugal, mas essas expectativas não podem assentar em bases populistas ou demagógicas. Não podemos deixar-nos capturar pela aparência ou por agendas marcadas pelo oportunismo.

Sempre me apresentei tal como sou, com as minhas qualidades e os meus defeitos, não me maquilho para ser o que nunca fui ou para reclamar méritos alheios. Há, neste ato eleitoral, candidatos que, tal como eu, se apresentam em nome das suas convicções, concordemos ou não com o seu caderno reivindicativo ou com as críticas que assumem, e há candidatos que se apresentam em nome de outros que, por razões conjunturais ou táticas, preferem não se assumir. Em todo o caso, a diversidade de candidaturas é um sinal de vitalidade do clube.

Não sou o candidato das elites intelectuais ou dos notáveis do Benfica, primeiro, porque os que assim se consideram pouco têm de elites ou de intelectuais, acrescentando pouco mais do que o seu umbigo a qualquer tipo de projeto; em segundo lugar, porque os notáveis do clube não são apenas os que têm direito a programas de TV ou rádio ou colunas de opinião em jornais, mas sim aqueles que, antes da crise sanitária, faziam, a cada 15 dias, 600 quilómetros para vir ao estádio apoiar a equipa, ou aqueles que, com custos profissionais e pessoais, lideram as nossas Casas do Benfica, fazendo delas verdadeiras embaixadas da nossa mística.

Podia dar muitos outros exemplos para vincar o essen­cial, e o essencial é que este clube pertence aos sócios e que todos eles, por igual, são os notáveis para quem trabalhei desde que cheguei ao Benfica.

O Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia


AUTORITARISMO ENCAPOTADO

Tal como disse na apresentação da minha candidatura, as boas ideias terão sempre a porta aberta nos próximos quatro anos, como tiveram nos anteriores 17, porque é na unidade que conseguimos crescer. Unidade não significa ausência de espírito crítico ou divergência em relação a determinadas opções, unidade significa que conseguimos focar-nos no que é essencial e estratégico.

Somos mais fortes juntos. Somos mais fortes quando não nos dividimos! É um dos desafios mais importantes para os próximos anos. Conseguimos crescer e chegar até aqui porque não houve fações nem grupos apostados em dividir ou em provocar desgaste. Apesar das diferenças, a união foi o denominador comum nestes anos, e isso explica, em grande parte, a história destas duas décadas.

Temos alguns exemplos do que uma oposição de fações, irresponsável e demagógica, provoca. Temos de afastar esse cenário. O ciclo eleitoral fecha-se em 30 de outubro. Depois disso não pode haver divisões.



ESTE É O DISCURSO TIPICO SALAZARISTA, COM PROFUNDO CHEIRO A BOLOR


Percorri nas últimas duas semanas mais de 3800 quilómetros, visitando e falando com todos os benfiquistas que quiseram juntar-se a mim. Ignorei o azedume de algumas críticas, porque acho que a campanha deve decorrer sem ruído exagerado e inútil que provoque ruturas irreversíveis. Creio ter conquistado nestes 17 anos o direito a escolher o meu caminho. Escolhi os sócios, primeiro porque eles são a razão e a essência do Benfica, depois porque os debates que alguns tanto reclamam, como se não tivessem mais nada para propor ou apresentar, deixaram de ser esclarecedores ou sequer essenciais para mostrar a diferença nas propostas e na forma de as alcançar.

Os debates passaram a ser apenas, como se viu no último debate entre os candidatos às eleições americanas, momentos de alvoroço mediático que nada acrescentam, mas que podem acentuar ruturas que quero a todo o custo evitar. Nunca me recusei a debater, mas desde o início percebi que a razão dos pedidos não era esclarecer, mas provocar. Para isso não estou disponível!

MENTIRA Nº2

Quanto à Benfica TV, pode não parecer, mas já nasceu há 12 anos. De lá para cá já houve três atos eleitorais. Em nenhum deles houve envolvimento do canal e em nenhum deles houve uma palavra de discordância dos que hoje se indignam por a BTV ficar à margem de um processo que é sempre gerador de choques e fraturas. O que mudou? Não mudou o critério, apenas a necessidade de gerar ruído à volta de uma posição que sempre foi consensual e aceite por todos.


MENTIRA Nº3

MAIS UMA VEZ UM BELO EXEMPLO DO AUTORITARISMO

O trabalho destes 20 anos tem de ter continuidade, tem de ser protegido, e, como tenho dito nos últimos dias, há pessoas válidas dentro do clube para manter o rumo. Dito isto, é bom afastar de vez a ideia de que indicarei um sucessor. Nunca o farei, porque o Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia que num passado recente quase nos condenou ao desaparecimento. Por isso, sem indicar sucessor, apoiarei sem ambiguidades quem me der maiores garantias de proteger o legado e de assegurar a continuidade do projeto e não deixarei de alertar os benfiquistas quando sentir que há perigo de comprometermos tudo o que foi alcançado.

MENTIRA Nº4


Convém nunca esquecermos o que sucedeu em outubro de 1997. A palavra fácil e um 'doutor' à frente do nome deram-nos uma sensação de segurança que se transformou no maior pesadelo que o clube viveu na sua história. É bom ter memória e nunca esquecer essa lição.

As sondagens, qualquer uma, valem pouco perante a importância do que está em causa no dia 30. Não há vitórias antecipadas, por isso o meu apelo a todos os benfiquistas para que votem. Esta história só terá futuro com o vosso apoio!


CONCLUSÃO:

AS PALAVRAS DE UM MENTIROSO COMPULSIVO

se vai pelas mentiras, abriu a porta a uma tempestade.

FP3

Citação de: nog_ofloda em 17 de Outubro de 2020, 13:26
Ele podia explicar aonde estava nos tempos do Vale e Azevedo já que gosta tanto de falar nele.

Conseguem dizer-me?!
Até 2001,esteve no camarote das antas e a viajar para ver o porto a jogar na Europa.
Ah e nas piscinas de Alvalade

BENFIKA

Então e a homenagem ao Major Valentim como é que anda?  ::)

Era a ele e ao pintinho, essa joia de pessoa segundo o nosso presidente.

eaglerp

Citação de: poorportuguese em 17 de Outubro de 2020, 14:32
Citação de: nog_ofloda em 17 de Outubro de 2020, 13:26
Ele podia explicar aonde estava nos tempos do Vale e Azevedo já que gosta tanto de falar nele.

Conseguem dizer-me?!
Na piscina em Alvalade

E ainda tem o descaramento de dizer que estes não avançaram nessa altura, como se ele tivesse avançado, quem avançou foi o Vilarinho...

AAHHH ESPERA, NÃO PODIA NÃO ERA SÓCIO ESTAVA A ESQUECER-ME DESSE PORMAIOR

redriver

Os artigos de opinião antigamente eram escritos pelo autor.

Até as pedras da calçada envergonha.

O Património

Está aqui um caso de estudo para a ciência. Como um ser sem coluna vertebral consegue pavonear-se e andar de pescoço erguido durante 17 longos anos.

Incrivel

merlim

Citação de: paulomaia1972 em 17 de Outubro de 2020, 13:01
NÃO SOU O CANDIDATO DAS ELITES OU DOS NOTÁVEIS.
Artigo de opinião de Luís Filipe Vieira, hoje, no Expresso.

Atravessamos uma tempestade, mas, ao contrário do que aconteceu há 20 anos, não tivemos culpa, não escolhemos a rota e não foi possível evitar a turbulência. O mundo fechou-se por culpa de um vírus, mas, apesar das dificuldades resultantes da crise sanitária, estou otimista e confiante no futuro. O momento que vivemos obriga-nos a uma maior exigência do ponto de vista do rigor, da gestão e de uma renovada capacidade de responder às expectativas geradas pelo trajeto e pelos resultados alcançados nos últimos anos.

Iremos sofrer, como todos, as consequências da pandemia, mas, quando tudo passar, iremos recuperar melhor e mais depressa do que qualquer outro clube. Não podemos dar o salto no desconhecido, principalmente quando não vejo, nas opções apresentadas, lideranças fortes que garantam a defesa do Benfica ou a inovação com base na qual este clube cresceu e se consolidou nas últimas duas décadas.

Há momentos que definem a história, momentos que nos garantem o futuro ou nos condenam a desaparecer. O novo Estádio da Luz foi o epicentro da revolução iniciada em 2003, e, se falo do estádio, não é para recordar a obra, mas a importância da decisão. Sem ela, não teríamos chegado aonde hoje estamos. Aí, sim, houve quem se tenha escondido e não fui eu!

Estranho, por isso, que alguns dos que hoje reclamam mais ousadia ou uma nova gestão sejam os mesmos que no passado hesitaram ou, pior, criticaram a decisão, afastando-se dela, por entenderem que a mesma representaria o fim do Benfica. Não foi. Foi o início da recuperação da nossa autoestima e o projeto mais estruturante do clube.

A memória seletiva não é sequer memória, mas antes uma tentativa de apagar a falta de visão estratégica que alguns dos que hoje se apresentam como alternativa tiveram no passado. A nova Luz foi a base em que assentou a refundação do Benfica, e o Seixal foi fruto e consequência, tal como tudo o resto, dessa decisão.

E os que hoje criticam a falta de mais jovens da formação na equipa principal são os mesmos que no passado nunca acreditaram no Seixal como centro formador de excelência ou garantiram que só com a formação não chegaríamos a lado nenhum.

MENTIRA Nº1

O Seixal não nasceu para servir um treinador, mas sim o clube. Haverá anos em que o Benfica Campus terá mais peso no futebol profissional e outros em que terá menos influência, mas a nossa formação será sempre uma opção presente no nosso quotidiano. Não se voltará atrás no caminho percorrido. O Seixal faz parte do presente e do futuro do Benfica, tal como a BTV, a Fundação ou as Casas do Benfica. Todos projetos nascidos ou consolidados nos meus últimos mandatos.

É evidente que tudo o que alcançámos gerou novas expectativas e novas exigências, o que é normal num clube que representa a marca mais global de Portugal, mas essas expectativas não podem assentar em bases populistas ou demagógicas. Não podemos deixar-nos capturar pela aparência ou por agendas marcadas pelo oportunismo.

Sempre me apresentei tal como sou, com as minhas qualidades e os meus defeitos, não me maquilho para ser o que nunca fui ou para reclamar méritos alheios. Há, neste ato eleitoral, candidatos que, tal como eu, se apresentam em nome das suas convicções, concordemos ou não com o seu caderno reivindicativo ou com as críticas que assumem, e há candidatos que se apresentam em nome de outros que, por razões conjunturais ou táticas, preferem não se assumir. Em todo o caso, a diversidade de candidaturas é um sinal de vitalidade do clube.

Não sou o candidato das elites intelectuais ou dos notáveis do Benfica, primeiro, porque os que assim se consideram pouco têm de elites ou de intelectuais, acrescentando pouco mais do que o seu umbigo a qualquer tipo de projeto; em segundo lugar, porque os notáveis do clube não são apenas os que têm direito a programas de TV ou rádio ou colunas de opinião em jornais, mas sim aqueles que, antes da crise sanitária, faziam, a cada 15 dias, 600 quilómetros para vir ao estádio apoiar a equipa, ou aqueles que, com custos profissionais e pessoais, lideram as nossas Casas do Benfica, fazendo delas verdadeiras embaixadas da nossa mística.

Podia dar muitos outros exemplos para vincar o essen­cial, e o essencial é que este clube pertence aos sócios e que todos eles, por igual, são os notáveis para quem trabalhei desde que cheguei ao Benfica.

O Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia


AUTORITARISMO ENCAPOTADO

Tal como disse na apresentação da minha candidatura, as boas ideias terão sempre a porta aberta nos próximos quatro anos, como tiveram nos anteriores 17, porque é na unidade que conseguimos crescer. Unidade não significa ausência de espírito crítico ou divergência em relação a determinadas opções, unidade significa que conseguimos focar-nos no que é essencial e estratégico.

Somos mais fortes juntos. Somos mais fortes quando não nos dividimos! É um dos desafios mais importantes para os próximos anos. Conseguimos crescer e chegar até aqui porque não houve fações nem grupos apostados em dividir ou em provocar desgaste. Apesar das diferenças, a união foi o denominador comum nestes anos, e isso explica, em grande parte, a história destas duas décadas.

Temos alguns exemplos do que uma oposição de fações, irresponsável e demagógica, provoca. Temos de afastar esse cenário. O ciclo eleitoral fecha-se em 30 de outubro. Depois disso não pode haver divisões.



ESTE É O DISCURSO TIPICO SALAZARISTA, COM PROFUNDO CHEIRO A BOLOR


Percorri nas últimas duas semanas mais de 3800 quilómetros, visitando e falando com todos os benfiquistas que quiseram juntar-se a mim. Ignorei o azedume de algumas críticas, porque acho que a campanha deve decorrer sem ruído exagerado e inútil que provoque ruturas irreversíveis. Creio ter conquistado nestes 17 anos o direito a escolher o meu caminho. Escolhi os sócios, primeiro porque eles são a razão e a essência do Benfica, depois porque os debates que alguns tanto reclamam, como se não tivessem mais nada para propor ou apresentar, deixaram de ser esclarecedores ou sequer essenciais para mostrar a diferença nas propostas e na forma de as alcançar.

Os debates passaram a ser apenas, como se viu no último debate entre os candidatos às eleições americanas, momentos de alvoroço mediático que nada acrescentam, mas que podem acentuar ruturas que quero a todo o custo evitar. Nunca me recusei a debater, mas desde o início percebi que a razão dos pedidos não era esclarecer, mas provocar. Para isso não estou disponível!

MENTIRA Nº2

Quanto à Benfica TV, pode não parecer, mas já nasceu há 12 anos. De lá para cá já houve três atos eleitorais. Em nenhum deles houve envolvimento do canal e em nenhum deles houve uma palavra de discordância dos que hoje se indignam por a BTV ficar à margem de um processo que é sempre gerador de choques e fraturas. O que mudou? Não mudou o critério, apenas a necessidade de gerar ruído à volta de uma posição que sempre foi consensual e aceite por todos.


MENTIRA Nº3

MAIS UMA VEZ UM BELO EXEMPLO DO AUTORITARISMO

O trabalho destes 20 anos tem de ter continuidade, tem de ser protegido, e, como tenho dito nos últimos dias, há pessoas válidas dentro do clube para manter o rumo. Dito isto, é bom afastar de vez a ideia de que indicarei um sucessor. Nunca o farei, porque o Benfica não é uma monarquia, mas também não pode regressar à anarquia que num passado recente quase nos condenou ao desaparecimento. Por isso, sem indicar sucessor, apoiarei sem ambiguidades quem me der maiores garantias de proteger o legado e de assegurar a continuidade do projeto e não deixarei de alertar os benfiquistas quando sentir que há perigo de comprometermos tudo o que foi alcançado.

MENTIRA Nº4


Convém nunca esquecermos o que sucedeu em outubro de 1997. A palavra fácil e um 'doutor' à frente do nome deram-nos uma sensação de segurança que se transformou no maior pesadelo que o clube viveu na sua história. É bom ter memória e nunca esquecer essa lição.

As sondagens, qualquer uma, valem pouco perante a importância do que está em causa no dia 30. Não há vitórias antecipadas, por isso o meu apelo a todos os benfiquistas para que votem. Esta história só terá futuro com o vosso apoio!


CONCLUSÃO:

AS PALAVRAS DE UM MENTIROSO COMPULSIVO


Tivesse ele capacidade para desenvolver 1/2 de um artigo como o que aparece aqui escrito, e não andaríamos, alguns de nós, desejosos de uma mudança para o BENFICA.

BENFIKA

Presidente, veja lá essa memória curta, é que a Eusébio Cup está um bocado esquecida  :buck2:

Parece que o presidente só se lembra das pessoas quando lhe dão jeito.  :disgust:

Geovanni95

Citação de: rfirmino9 em 16 de Outubro de 2020, 18:48
Rui Costa vai vencer as próximas e vai ficar, pelo menos, três mandatos! Dai os 12 anos

Números do euromilhões sff

Elvis the Pelvis

Escreve bons artigos de opinião o João Gabriel. Cheio de imprecisões históricas, mas ainda assim bem escrito.