Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

bzouk

Citação de: FP3 em 26 de Fevereiro de 2021, 09:18
Citação de: bzouk em 26 de Fevereiro de 2021, 09:12
A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente desconhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer tinha sido criada.



Ainda há quem pactue com estas práticas.

Por mim era tudo corrido à pedrada!
https://www.racius.com/hightower-unipessoal-lda-zona-franca-da-madeira/
Zona Franca da Madeira  :whistle2:
Amigo, foi a 1ª coisa em que reparei ao pesquisar o nome da empresa.

Este assunto não é o mesmo de há uns tempos, uma suposta empresa de informática, ou é outro?

São tantos que um gajo até se perde.

RedVC

Luís Vieirone e as pedras da calçada




Lado a lado, o melhor que o Benfiquismo conseguiu e o pior presidente da História do Benfica.

Empresas fantasma? Bravo Vieirone.

Vieirone, também conhecido como o desvia-camiões ou Vieirone, o aperta-pescoços.

FP3

Citação de: bzouk em 26 de Fevereiro de 2021, 09:19
Citação de: FP3 em 26 de Fevereiro de 2021, 09:18
Citação de: bzouk em 26 de Fevereiro de 2021, 09:12
A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente desconhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer tinha sido criada.



Ainda há quem pactue com estas práticas.

Por mim era tudo corrido à pedrada!
https://www.racius.com/hightower-unipessoal-lda-zona-franca-da-madeira/
Zona Franca da Madeira  :whistle2:
Amigo, foi a 1ª coisa em que reparei ao pesquisar o nome da empresa.

Este assunto não é o mesmo de há uns tempos, uma suposta empresa de informática, ou é outro?

São tantos que um gajo até se perde.
https://www.google.com/amp/s/www.publico.pt/2018/06/06/sociedade/noticia/benfica-usaria-servicos-ficticios-para-tirar-milhoes-do-clube-1833527/amp
Deves estar a falar disto.  :)
E sim, deve ser a mm. Ou então, é mais uma trafulhice. Já são tantas lol

bzouk

Serviços de consultadoria na área de representação e de promoção dos seus interesses  :2funny:

Angola  :huh:

A esse valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento especial de outras quantias"  :whistle2:

Tentativa de compra de um clube, dinheiro para promover o Benfica em África.

No ano anterior ao penta!

Como não gostar do Vieira!

FP3

Citação de: RedVC em 26 de Fevereiro de 2021, 09:20
Luís Vieirone e as pedras da calçada




Lado a lado, o melhor que o Benfiquismo conseguiu e o pior presidente da História do Benfica.

Empresas fantasma? Bravo Vieirone.

Vieirone, também conhecido como o desvia-camiões ou Vieirone, o aperta-pescoços.
Isso é photoshop certo? Pq se o clube foi fundado em 2003 e nem sequer chegámos a uma final da LC?  :confused:

Carminati

Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.

bzouk

Citação de: FP3 em 26 de Fevereiro de 2021, 09:23
Citação de: bzouk em 26 de Fevereiro de 2021, 09:19
Citação de: FP3 em 26 de Fevereiro de 2021, 09:18
Citação de: bzouk em 26 de Fevereiro de 2021, 09:12
A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente desconhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer tinha sido criada.



Ainda há quem pactue com estas práticas.

Por mim era tudo corrido à pedrada!
https://www.racius.com/hightower-unipessoal-lda-zona-franca-da-madeira/
Zona Franca da Madeira  :whistle2:
Amigo, foi a 1ª coisa em que reparei ao pesquisar o nome da empresa.

Este assunto não é o mesmo de há uns tempos, uma suposta empresa de informática, ou é outro?

São tantos que um gajo até se perde.
https://www.google.com/amp/s/www.publico.pt/2018/06/06/sociedade/noticia/benfica-usaria-servicos-ficticios-para-tirar-milhoes-do-clube-1833527/amp
Deves estar a falar disto.  :)
E sim, deve ser a mm. Ou então, é mais uma trafulhice. Já são tantas lol
Nem mais, é essa notícia, mas aí é referida uma empresa na área da informática, portanto já são duas situações distintas.

Isto é uma festa do caralho, tudo com o nosso dinheiro, com o dinheiro do Benfica.

Já vi idosos matarem por 1 metro de terreno.

RedVC

Citação de: FP3 em 26 de Fevereiro de 2021, 09:24
Citação de: RedVC em 26 de Fevereiro de 2021, 09:20
Luís Vieirone e as pedras da calçada




Lado a lado, o melhor que o Benfiquismo conseguiu e o pior presidente da História do Benfica.

Empresas fantasma? Bravo Vieirone.

Vieirone, também conhecido como o desvia-camiões ou Vieirone, o aperta-pescoços.
Isso é photoshop certo? Pq se o clube foi fundado em 2003 e nem sequer chegámos a uma final da LC?  :confused:

Não é photoshop. São trofeús de caça. Caçou o Benfica.

franciscoafonso

Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:25
Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.
Também não me choca.

Mas confesso que estou muito curioso para saber que tipo de projecto de consultoria é que se resolve em 6 meses com uma média de 200 mil euros por mês.

Lebohang Mokoena

Citação de: Once_Human em 26 de Fevereiro de 2021, 08:31


Apoiem garotões

Belo par de redondas.

Bem melhor do que qualquer bola que saiu dos pés dos nossos médios ontem.

Carminati

Citação de: franciscoafonso em 26 de Fevereiro de 2021, 09:31
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:25
Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.
Também não me choca.

Mas confesso que estou muito curioso para saber que tipo de projecto de consultoria é que se resolve em 6 meses com uma média de 200 mil euros por mês.

"Consultoria" é sempre aquele clássico manhoso.

mas porra, é com um dos maiores grupos portugueses, que factura 80 milhoes por ano.
iam sujar-se por 1 milhão? num negocio com o Benfica, logo que poderia ser mediático?

há que ter alguma noçao.

J_PN

Citação de: GoloDeLetra em 26 de Fevereiro de 2021, 08:40
Domingo vai apelar á uniao... tens razao neste momento há uma grande uniao para te mandar para a quinta do crlh.

E logo a seguir rasgar todos aqueles que não estão satisfeitos (uau!) com o rumo desta época. É o presidente dos benfiquistas de bem.

Sem_Medo

Citação de: Barcelense1994 em 25 de Fevereiro de 2021, 20:04



6.º Maior Investimento do Mundo em 2020/21
Maior Investimento da História do Futebol Nacional
Treinador mais bem pago de Portugal
Promessas de um Benfica arrasador

Chega-se a Fevereiro:
Eliminado pelo PAOK na Champions
Eliminado pelo Arsenal na Liga Europa
4.º lugar a 15 pontos do Sporting
Supertaça perdida contra o Porto
Taça da Liga perdida contra o Braga
Presidente escondido e sem falar
Treinador sacode a culpa
Ninguém assume responsabilidades

Chega disto! Rua com os três!

Todos me dão repulsa só de olhar para a cara deles, mas o RC é aquele que mais me dá nojo.

Um tipo que se diz Benfiquista, está a ser "preparado" pelo bando.

redglobe

#986053
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:25
Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.

Só para saber, é normal assinar contratos com entidades que não existem ainda? Que se formam uns tempos depois?

Sou um gajo simples, um garotão sem riqueza, mas se quiser assinar um contrato, pedir um empréstimo, geralmente é com uma empresa que já existe ou banco estabelecido no mercado.

RGouveia.SLB

Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

"Campeonato da credibilidade"