Luís Filipe Vieira (Presidente)

Presidente, 76 anos,
Portugal

Innuendo

O problema no Benfica é muito mais profundo do que perder jogos.

É esta aura de trafulhice que paira em tudo o que LFV faz.

Está recente notícia é mais uma acha para a fogueira.

A nossa principal vitória será recuperar a alma do clube.

franciscoafonso

Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:33
Citação de: franciscoafonso em 26 de Fevereiro de 2021, 09:31
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:25
Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.
Também não me choca.

Mas confesso que estou muito curioso para saber que tipo de projecto de consultoria é que se resolve em 6 meses com uma média de 200 mil euros por mês.

"Consultoria" é sempre aquele clássico manhoso.

mas porra, é com um dos maiores grupos portugueses, que factura 80 milhoes por ano.
iam sujar-se por 1 milhão? num negocio com o Benfica, logo que poderia ser mediático?

há que ter alguma noçao.
Sim, empresas que facturam milhões a cometer ilegalidades.

Por acaso é uma tese que me custa a acreditar. São tipicamente todos tão certinhos.

bzouk

Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:33
Citação de: franciscoafonso em 26 de Fevereiro de 2021, 09:31
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:25
Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.
Também não me choca.

Mas confesso que estou muito curioso para saber que tipo de projecto de consultoria é que se resolve em 6 meses com uma média de 200 mil euros por mês.

"Consultoria" é sempre aquele clássico manhoso.

mas porra, é com um dos maiores grupos portugueses, que factura 80 milhoes por ano.
iam sujar-se por 1 milhão? num negocio com o Benfica, logo que poderia ser mediático?

há que ter alguma noçao.
Tu confias nos maiores grupos portugueses? É que eu trabalho num e não confio minimamente.

A última vez que soube de lavagem de dinheiro, foi em moldes muito parecidos ao modus operandi do Vieira.

cacetadas

Oh é só uma shell company.

Óptimo para lavar dinheiro, ou para evasão fiscal.


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franciscoafonso

Citação de: redglobe em 26 de Fevereiro de 2021, 09:36
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:25
Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.

Só para saber, é normal assinar contratos com entidades que não existem ainda? Que se formam uns tempos?

Sou um gajo simples, um garotão sem riqueza, mas se quiser assinar um contrato, pedir um empréstimo, geralmente é com uma empresa que já existe ou banco estabelecido no mercado.
Provavelmente queriam mandar o dinheiro para Angola e houve dificuldades, como tem havido sempre porque isto já não é 2010.

A alternativa era mandar para a empresa em Portugal Continental mas chegaram à conclusão que abrindo na Madeira só para este efeito ainda poupavam uns trocos em impostos.

Como disse, estou é curioso para saber que projecto de consultoria é que se resolve em seis meses.

bzouk

Citação de: cacetadas em 26 de Fevereiro de 2021, 09:40
Oh é só uma shell company.

Óptimo para lavar dinheiro, ou para evasão fiscal.


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O pessoal já considera estas práticas normais, depois admirem-se de uma nova operação coração.

redglobe

Citação de: franciscoafonso em 26 de Fevereiro de 2021, 09:40
Citação de: redglobe em 26 de Fevereiro de 2021, 09:36
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:25
Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.

Só para saber, é normal assinar contratos com entidades que não existem ainda? Que se formam uns tempos depois?

Sou um gajo simples, um garotão sem riqueza, mas se quiser assinar um contrato, pedir um empréstimo, geralmente é com uma empresa que já existe ou banco estabelecido no mercado.
Provavelmente queriam mandar o dinheiro para Angola e houve dificuldades, como tem havido sempre porque isto já não é 2010.

A alternativa era mandar para a empresa em Portugal Continental mas chegaram à conclusão que abrindo na Madeira só para este efeito ainda poupavam uns trocos em impostos.

Como disse, estou é curioso para saber que projecto de consultoria é que se resolve em seis meses.

Tanta coisinha obscura. Quem vier a seguir deve encontrar o pesadelo duma vida.

kino

Grande vitoria moral presidente. Loinda noticia que plantamos no rascord. Todos a pensar que iamos ser humilhados e a final tivemos uma grande vitoria moral.

E assim mesmo, melhor presidente da historia. As nossas vitorias ja nao sao ganhar senao evitar ser humilhados pelos patetas da inglaterra.

Pablito10Aimar

Citação de: franciscoafonso em 26 de Fevereiro de 2021, 09:38
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:33
Citação de: franciscoafonso em 26 de Fevereiro de 2021, 09:31
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:25
Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.
Também não me choca.

Mas confesso que estou muito curioso para saber que tipo de projecto de consultoria é que se resolve em 6 meses com uma média de 200 mil euros por mês.

"Consultoria" é sempre aquele clássico manhoso.

mas porra, é com um dos maiores grupos portugueses, que factura 80 milhoes por ano.
iam sujar-se por 1 milhão? num negocio com o Benfica, logo que poderia ser mediático?

há que ter alguma noçao.
Sim, empresas que facturam milhões a cometer ilegalidades.

Por acaso é uma tese que me custa a acreditar. São tipicamente todos tão certinhos.

Nem mais! Que anjos que eles são, coitadinhos... A começar pelo Salgado e a acabar na Isabel dos Santos.

Podem pensar o que quiserem, afinal todos somos inocentes até provem contrario, mas a verdade é que os sinais estão lá todos. Prestação de serviços de "consultoria", uma empresa que já se encontra inativa e que teve 6 empregados apenas. No mínimo estranho!

bzouk

Citação de: kino em 26 de Fevereiro de 2021, 09:43
Grande vitoria moral presidente. Loinda noticia que plantamos no rascord. Todos a pensar que iamos ser humilhados e a final tivemos uma grande vitoria moral.

E assim mesmo, melhor presidente da historia. As nossas vitorias ja nao sao ganhar senao evitar ser humilhados pelos patetas da inglaterra.
Jogamos como nunca, perdemos como sempre!

Forsa Sbortem! Forsa presidente!


Carminati

Citação de: franciscoafonso em 26 de Fevereiro de 2021, 09:38
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:33
Citação de: franciscoafonso em 26 de Fevereiro de 2021, 09:31
Citação de: Carminati em 26 de Fevereiro de 2021, 09:25
Citação de: BigSLB em 26 de Fevereiro de 2021, 09:01



A 1 de julho de 2016, a Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD assinou um contrato no valor de €1,3 milhões com uma empresa praticamente des- conhecida, a Hightower Unipessoal. Na verdade, uma empresa apenas conhecida pelos dirigentes do Benfica e pelos donos da própria Hightower, uma vez que na data que consta do contrato a sociedade nem sequer
tinha sido criada.
"O presente contrato tem o seu início em 1 de julho de 2016 e durará por 24 meses, cessan- do em 30 de junho de 2018", pode ler-se no contrato entre a Benfica SAD e a Hightower, um documento consultado pelo Expresso de entre
um acervo de informa- ção a que a revista ale- mã "Der Spiegel" teve acesso e que  partilhou com os seus parceiros do consórcio EIC — Eu- ropean Investigative
Collaborations.
O documento com data de 1 de julho de 2016 levava as assina- turas do presidente do Benfica, Luís Filipe Viei- ra, do presidente execu- tivo da SAD, Domingos Soares de Oliveira, e de dois administradores da Hightower, Rui Silva e José
Reis. Mas a Hightower apenas seria formalmente criada a 30 de agosto e registada com a
sua sede na Zona Fran- ca da Madeira a 2 de setembro. O seu único sócio era o grupo Nuvi SGPS, também da Zona Franca.
O contrato indicava que o Benfica pretendia "pro- mover e aprofundar a  sua
imagem e os seus interesses co- merciais para o mercado angolano e outros territórios africanos". E que a Hightower, por seu turno, devia pro- porcionar ao Benfica "colaboração na promoção e intervenção na República Popular de Angola e em outros países africanos, designada, mas não  uni-
camente, de expressão portuguesa". Mas de que forma, em concreto,
prestaria a Hightower serviços ao clube da Luz? O contrato estipulava, de forma algo genérica, que a High- tower se obrigava a propor- cionar ao Benfica, "por si
ou através das socieda- des que integram o grupo empresarial da sua sócia úni-
ca, os serviços de consultado- ria na área de representação e de promoção dos seus inte- resses e de re- lacionamento com entidades relevantes de natureza polí- tica, económi- ca e social de Angola e dos demais países referenciados no pre- âmbulo".
Por esses serviços seriam devidos à Hightower pagamentos num total de
€1,319 milhões (mais IVA), reparti- dos em seis prestações mensais entre julho de 2016 e dezembro de 2016 (apesar de o contrato durar até junho de 2018). A este valor poderia ainda ser acrescentado "o pagamento espe- cífico de outras quantias referentes ao exercício das funções previstas na cláusula primeira [os serviços de consultadoria em Angola], nos termos que venham a ser acordados pelas partes, em função de projetos concre- tos que a primeira contraente [Ben- fica] venha a apresentar à segunda contraente [Hightower]".
Ora, embora a Hightower ainda nem existisse na data que está no contrato de prestação de serviços, a Nuvi SGPS era há muito um grupo empresarial português com cartas dadas no mercado angolano. A sua história começou, através da unidade de negócio Luís Vicente, na década de 1960 na região de Torres Vedras, na produção e venda de pera-rocha. Nos anos 80 alargou o negócio ao comér- cio de fruta tropical em vários países, incluindo Angola, onde se afirmaria na década de 1990 com uma empresa de comércio de bens alimentares. Foi nessa década que lançou em Angola o vinho Gaivota, que marcaria a aposta do grupo português no mercado an- golano das bebidas, onde ainda hoje controla a empresa Refriango.
Depois, o grupo Nuvi diversificou-se e tornou-se um conglomerado com negócios que vão do agroalimentar ao catering, passando pela logística e construção, entre outros negócios. Muito recentemente, a 27 de janeiro de 2021, a Nuvi SGPS deixou de estar registada na Zona Franca da Madeira. No seu site, o grupo dá como contacto um escritório no Parque das Nações, em Lisboa.
A relação com a Hightower é assu- mida pela Benfica SAD numa apre- sentação interna dos resultados con- solidados do primeiro semestre do ano 2016/2017, onde os responsáveis da SAD dão nota, a respeito dos cus- tos operacionais, do "aumento dos vencimentos dos plantéis de futebol profissional e dos trabalhos especia- lizados (relação com a Hightower)".
Contudo, no relatório e contas do primeiro semestre divulgado publica- mente já não há qualquer referência  à Hightower. "A rubrica de trabalhos especializados inclui diversos forne- cimentos e serviços prestados por terceiros, sendo de destacar os gastos com consultores em diversas áreas e a faturação efetuada entre empresas do Grupo Sport Lisboa e Benfica refe- rente a serviços comuns", pode ler-se no relatório semestral que a Benfica SAD publicou em março de 2017.
O Expresso questionou o Benfica e a Nuvi SGPS sobre que serviços foram de facto prestados, qual foi a despesa registada pela SAD das águias, qual a razão de o contrato ter data anterior à constituição da Hightower e se as duas partes assinaram outros contratos. Nenhuma das empresas respondeu às questões colocadas.

desta vez não me parece nada de incorrecto.

o facto da empresa ter sido criada depois não quer dizer nada, essa empresa pertence ao grupo Luis Vicente que é um dos maiores de Portugal e com uma forte presença em Angola.

não se deixem ir pela conversa do jornalixo que apenas nos quer atacar enquanto estamos na mó debaixo.

o lfv é um aldrabão com muitos telhados de vidro , mas este não é um deles.
Também não me choca.

Mas confesso que estou muito curioso para saber que tipo de projecto de consultoria é que se resolve em 6 meses com uma média de 200 mil euros por mês.

"Consultoria" é sempre aquele clássico manhoso.

mas porra, é com um dos maiores grupos portugueses, que factura 80 milhoes por ano.
iam sujar-se por 1 milhão? num negocio com o Benfica, logo que poderia ser mediático?

há que ter alguma noçao.
Sim, empresas que facturam milhões a cometer ilegalidades.

Por acaso é uma tese que me custa a acreditar. São tipicamente todos tão certinhos.

1 milhão com o Benfica, que tem vindo a ter tudo escrutinado desde há 3 anos.

não faz sentido nenhum.


+1benfiquista

O que ele diz e faz já chegou ao ponto de ser cagativo. Só há aqui 2 vias: ou ele sai de lá e salvamos o clube, ou fica e continuamos neste estado de putrefação. 2020 foi talvez o pior ano civil do Benfica e 2021 caminha para ser ainda pior. É uma tendência que 100M não contrariaram...

Ricardo Maia

O que este fulano está ao fazer ao Benfica  vai para além do razoável...

Está a destruir lentamente o clube, de tudo..mística, Benfiquismo,sentimento de unidade,alegria de clube...nunca lhe vou perdoar o que está a fazer ao clube,o gozo que o Benfica é para os rivais,e a sua inércia...a sua inércia, parece que não é nada com ele...


Ele que é sportinguista, tal como o seu amigo treinador, que tem fulanos pagos na CMTV que defender o mesmo treinador, que metem nojo, verdadeiro nojo,como o Octávio.

Tanto lhe dá se o Benfica fica em segundo ou 6 lugar. Desde que o amigo não fique chateado. Como é possivel????

Daqui a nada não vai ter ninguém para pagar quotas...os patrocinadores não são parvos,não querem ficar ligados a clubes falhados, o dinheiro da Champions vai para o cano pelo segundo ano consecutivo...como é possível isto? Manter este treinador?Como?

redglobe

Citação de: kino em 26 de Fevereiro de 2021, 09:43
Grande vitoria moral presidente. Loinda noticia que plantamos no rascord. Todos a pensar que iamos ser humilhados e a final tivemos uma grande vitoria moral.

E assim mesmo, melhor presidente da historia. As nossas vitorias ja nao sao ganhar senao evitar ser humilhados pelos patetas da inglaterra.

Trabalho concluído.

Finalmente somos o Sporting Lisboa e Benfica.

Aquele prazer delicioso da vitória moral, os outros é que levam a vitória, mas a moral ninguém nos tira.

Já nem tenho dúvidas, preferia estar a viver o Benfica de Damásio. Repito: de Damásio! Aquele que achava até há uns anos o pior presidente de sempre.