Futebol Feminino Internacional / Selecções 2018/2019

anarcos

Portugal garante presença na Ronda de Elite
Futebol Fem. - Sub-19
A Equipa das Quinas ficou no segundo posto do Grupo 11 e segue para a derradeira fase de apuramento do Euro-2019.

Depois do triunfo diante da Roménia (2-0) e do empate com a Bulgária (2-2), a Seleção Nacional feminina sub-19 perdeu este domingo, por 1-0, diante da sua congénere italiana, a terceira e última jornada do Grupo 11 do primeiro torneio de apuramento para o Campeonato da Europa Escócia 2019. Na outra partida do grupo, a Bulgária venceu, por 1-0,  diante da Rom+enia.

Apesar da derrota, a Equipa das Quinas garantiu a segunda posição do Grupo 11 com quatro pontos e a presença na Ronda de Elite, a derradeira fase de qualificação para o Euro-2019.

Carlos Sacadura em discurso direto
"Hoje tivemos pela frente uma Itália muito forte. Tratou-se de um jogo duro, contra uma equipa que tem muita qualidade. Na primeira parte conseguimos controlar e, em certos momentos, mandar no jogo. Na segunda parte, a Itália apresentou maior frescura física e sentimos dificuldade em anular a pressão que fizeram. Nesse período conseguiram marcar e impor mais o seu jogo. Não vencemos, mas este resultado permitiu-nos a qualificação para a Ronda de Elite no segundo lugar do grupo. Fizemos um apuramento positivo. No segundo jogo, diante da Bulgária, aspirávamos outro resultado, mas conseguimos passar que era o mais importante. Agora vamos centrar as atenções no próximo objetivo que é a Ronda de Elite. Gostaria de destacar o mérito de todas as jogadoras e também de todo o staff que contribuiu em grande parte para o sucesso de toda a equipa."

Portugal: Bárbara Marques, Francisca Silva, Cláudia Machado, Paula Ferreira - Cap. (Océane Brandão, 90+3'), Maria Dias, Beatriz Cameirão, Inês Queiroga, Vânia Duarte (Joana Gomes, 90+3'), Andreia Faria, Ana Teles (Telma Encarnação, 59') e Joana Martins.
Suplentes não utilizadas: Carolina Martins, Daniela Santos, Beatriz Conduto, Catarina Pereira, Beatriz Barbosa e Leanna Rebimbas.
Treinador: Carlos Sacadura.

https://www.fpf.pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/18069

anarcos

Portugal em segundo no Torneio Quatro Nações
Futebol Fem. - Seleção A
A Equipa das Quinas empatou a zero diante da Finlândia na última jornada, somando cinco pontos na competição disputada na China.

A Seleção Nacional A feminina empatou, esta segunda-feira, diante da Finlândia (0-0) na terceira e última jornada do Torneio das Quatro Nações, que se disputou na China.
Apesar de ser a equipa pior posicionada no ranking FIFA nesta competição, a Equipa das Quinas não perdeu qualquer dos jogos e sofreu apenas um golo nas três partidas que disputou.
Portugal somou cinco pontos na competição, garantindo a segunda posição no Torneio das Quatro Nações atrás da China (sete pontos) que venceu a Tailândia, por 2-0, no derradeiro encontro da competição.
Recorda-se que a formação comandada por Francisco Neto empatou com a China (0-0), na quinta-feira, e venceu na Tailândia (4-1), no sábado.



"Merecíamos ter vencido"
No final da partida, Francisco Neto destacou que Portugal foi melhorando ao longo do jogo e que merecia mais que o empate diante da forte formação nórdica
"Apesar de o jogo de hoje ter sido diante de uma Finlândia que está acima de nós no ranking FIFA, pensamos que o empate não foi um resultado justo. É verdade que não entrámos bem no jogo e sentimos algumas dificuldades nos primeiros 20 minutos. A Finlândia criou-nos alguns problemas, pois não conseguimos fechar os espaços que tínhamos determinado, mas a partir dos 20 minutos, com algumas correções que conseguimos fazer, a nossa equipa foi melhorando e até ao final fomos sempre nós que dominámos e criámos as melhores oportunidades para marcar. Apesar de alguma fadiga, depois de três jogos em seis dias, as nossas jogadoras estiveram sempre muito organizadas. Fomos fazendo alterações de jogo para jogo e isso permitiu-nos apresentar um bom nível num jogo muito exigente do ponto de vista físico, pois é nesse aspeto que a Finlândia assenta o seu jogo. Sem dúvida nenhuma que, por aquilo que produzimos, pela entrega e organização das nossas jogadoras, merecíamos ter vencido o jogo."
O Selecionador Nacional de futebol feminino considera que a prestação portuguesa na competição muito positiva diante de adversários muito fortes.
"O saldo da nossa participação nesta competição é muito positivo. Tratou-se de um torneio muito competitivo e com uma densidade competitiva também muito elevada - com três jogos em seis dias. Portugal foi crescendo de jogo para jogo e conseguiu disputar todos os jogos, tal como era o nosso compromisso e objetivo desde o início. Todos os nossos adversários estavam acima de nós no ranking FIFA, mas essa realidade não se viu dentro de campo. Provou-se que Portugal esteve ao nível das seleções que defrontou e em muitos momentos dos jogos acima da qualidade dos nossos adversários. Foram cumpridos todos os objetivos que estavam determinados coletivamente. Temos pena de não ter conseguido vencer, essencialmente, este último jogo, porque o empate com a China e a vitória com a Tailândia foram, na minha opinião, resultados justos. Hoje merecíamos ter vencido. Estou muito satisfeito com a produção das jogadoras num ambiente de grande adversidade – uma diferença horária muito grande. As jogadoras tiveram capacidade de se ajustar e adaptar, podendo assim disputar estes jogos com os olhos nos olhos nas equipas que estão acima de nós no ranking."

Portugal: Patrícia Morais, Carole Costa, Mónica Mendes, Sílvia Rebelo, Cláudia Lima (Fátima Pinto, 81'), Dolores Silva - Cap., Andreia Norton (Tatiana Pinto, 67'), Vanessa Marques, Ana Borges, Carolina Mendes (Ana Leite, 81') e Jéssica Silva.
Suplentes não utilizadas: Inês Pereira, Rute Costa, Diana Gomes, Matilde Fidalgo, Laura Luís, Diana Silva, Sara Monteiro e Francisca Cardoso.
Treinador: Francisco Neto.
Golos: -.
Disciplina: cartão amarelo para Vanessa Marques (72').

https://www.fpf.pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/18083/contextid/416

anarcos

FIFA quer duplicar número de atletas no futebol feminino até 2026
Entidade quer chetar aos 60 milhões de atletas no mundo até 2026, além de profissionalizar os clubes e os campeonatos femininos.

Um maior número de licenças, mais mulheres em cargos de gestão desportiva e aumento da receita comercial: a FIFA estabeleceu os primeiros objetivos "concretos" para desenvolver o futebol feminino, explicou esta quarta-feira à AFP, Sarai Bareman, diretora de futebol feminino da FIFA.

"A primeira estratégia global para o futebol feminino", lançada esta semana pela FIFA, inclui "três objetivos principais: aumentar o número de jogadoras, melhorar o valor comercial e criar bases" sólidas, detalhou Bareman, responsável pelo projeto.

A entidade quer duplicar o número de jogadoras para alcançar a marca das 60 milhões de atletas no mundo até 2026, além de profissionalizar os clubes e os campeonatos femininos.

Isso passaria pelo "desenvolvimento de treinadoras e de árbitras", disse Bareman.

A estratégia desenhada consiste em integrar mais mulheres nas entidades que regem o futebol, especialmente nos comités executivos dos países membros da FIFA.

Questionada sobre o orçamento e o número de pessoas dedicadas ao projeto, Bareman limitou-se a dizer que a FIFA será responsável pela implementação da estratégia.

Em vídeo, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, disse ter "feito muito" pelo futebol feminino desde que assumiu o comando da entidade, em 2016. Mas "não é suficiente", é preciso passar para "um nível superior" e "ter uma estratégia para isso", atirou.

https://desporto.sapo.pt/futebol/europeu-feminino/artigos/fifa-quer-duplicar-numero-de-atletas-no-futebol-feminino-ate-2026

anarcos

La sección femenina de fútbol es la única rentable del Barça
El acuerdo de patrocinio con Stanley deja 3,5 millones, lo que cubre la totalidad del presupuesto

El Barcelona femenino no para de dar buenas noticias al club. Primero fueron los cuatro títulos de Liga consecutivos. Después llegaron las semifinales de la Champions en el 2017. El año pasado se fichó a la mejor jugadora de Europa: Lieke Martens.En verano, el equipo participó en la gira por EE.UU. con el primer equipo y fue capaz de atraer al primer patrocinador exclusivo. Y ahora la estructura lleva apenas tres años, desde el 2015, como profesional y ya puede decirse que es solvente por sí sola. Por primera vez el Barça femenino hará que la entidad blaugrana gane dinero.

La apuesta barcelonista por el fútbol femenino, cada vez más visible y más exitoso, ya es rentable. Los patrocinadores han llegado. Y el acuerdo con la empresa de herramientas Stanley, propietaria entre otros de Black and Decker, para lucir en el pecho de la camiseta de las jugadoras de Fran Sánchez, aporta según ha podido saber La Vanguardia 3,5 millones de euros a las arcas, lo que cubre totalmente sus gastos presupuestados para el curso.

La alianza con Stanley, que es para tres cursos, se oficializó el 27 de julio mientras el equipo se encontraba en California. Entonces fuentes del club aseguraban estar "muy, muy contentos" con la retribución económica, que no se podía hacer pública por una cláusula de confidencialidad. Según ha podido saber este diario, la cantidad es de 3,5 millones por cada una de las tres temporadas, lo que convierte a la sección femenina en autosuficiente.

En su día, cuando negoció con Rakuten para sustituir a Qatar Airways como patrocinador de la camiseta, el Barcelona dejó fuera del contrato al equipo femenino con la idea de llamar la atención de alguna empresa que quisiera asociarse con un deporte femenino al alza.

Candidata al Balón de Oro
La holandesa Lieke Martens es la única de la plantilla cuyo sueldo supera los 100.000 euros

La situación del Barça femenino contrasta con las del resto de secciones profesionales que se han demostrado como deficitarias. Desde el baloncesto al balonmano pasando por el fútbol sala y el hockey patines. Eso no quiere decir que no ganen trofeos importantes, pero sí que son incapaces de generar recursos económicos para ser viables independientemente de los ingresos del fútbol (922 millones).

Para su autosuficiencia, la sección cuenta con la ventaja de que se trata de un proyecto joven y que los sueldos del fútbol femenino en España aún son bajos. Hay que tener en cuenta que no todos los equipos de la Liga Iberdrola pueden permitirse que sus jugadoras vivan del fútbol. En el Barça el paso se dio en el 2015. Desde entonces el club ha hecho un esfuerzo para internacionalizar el vestuario y subir la competitividad del equipo. Incluso se ha llegado a pagar por los traspasos de Mapi León (ex del Atlético) y Lieke Martens (con contrato con el Rosengard sueco).

La actual plantilla está formada por 24 futbolistas, con la incorporación de las canteranas Aitana, Candela y Clàudia, subcampeonas del mundo sub-20. Hay una brasileña (Andressa), una inglesa (Duggan), una macedonia (Andonova), una mexicana (Tajonar), dos holandesas (Martens y Van der Gragt) y dos francesas (Hamraoui y Bussaglia) pero sólo el sueldo de Lieke Martens supera los 100.000 euros.

Aparte del patrocinio de Stanley, la entrada de recursos es lenta y a cuentagotas. Los partidos son gratis para los socios y la Liga Iberdrola no reporta ingresos. Tampoco es remarcable la venta de los derechos televisivos a Mediapro, que contribuye con el papel de difusor del fútbol femenino. Sin ir más lejos, este fin de semana habrá hasta cinco partidos televisados: tres en Gol, uno en BeIN y otro en Telemadrid.

Tampoco la Champions femenina reparte grandes dividendos, a diferencia de la masculina, que es una auténtica mina de oro para los clubs, que sólo por clasificarse para la fase de grupos reciben este curso 15 millones. En el caso de las mujeres, la Champions se trata de un torneo con más prestigio que rédito económico. El equipo ganador de la final del próximo 18 de mayo en Budapest apenas se embolsará unos 250.000 euros. El Barça, cuyo récord está en las semifinales alcanzadas en la 2016-17, se cruzará el miércoles con el Glasgow City en la ida de los octavos de final. Aunque el objetivo número 1 de la temporada sigue siendo recuperar un título de Liga que lleva tres años seguidos escapándose.

Las claves

1- En el 2016 cuando el Barcelona negocia con Rakuten decide dejar fuera del convenio al femenino y a todo el fútbol base. La firma japonesa paga 55 millones por año sólo por la camiseta de partido del primer equipo.

2- El pasado 27 de julio el Barça presenta su primer patrocinador propio para el equipo femenino. Stanley abona 3,5 millones para lucir en la camiseta. El acuerdo tiene tres años de duración.

3- Pese a que apenas tiene otros ingresos que Stanley, ya que ni los premios y derechos de televisión aún no han despegado, el conjunto femenino, profesional desde el 2015, ya genera beneficios.

https://www.lavanguardia.com/deportes/futbol/20181011/452294844967/barcelona-femenino-beneficios-patrocinador-stanley.html



anarcos

Corinthians ganhou em casa do Rio Preto na 1ª mão da final do Brasileirão.

https://www.youtube.com/watch?v=CyoLyJgC4jk


anarcos

Eleitas para jogos com EUA e País de Gales
Futebol Fem. - Seleção A
Francisco Neto chama 23 jogadoras para o estágio competitivo que se realizará entre 5 e 13 de novembro.



https://www.fpf.pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/18303

Eagle Heart

Citação de: anarcos em 29 de Outubro de 2018, 17:43
Eleitas para jogos com EUA e País de Gales
Futebol Fem. - Seleção A
Francisco Neto chama 23 jogadoras para o estágio competitivo que se realizará entre 5 e 13 de novembro.



https://www.fpf.pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/18303

Só uma jogadora do Benfica?

eli1904

Citação de: Eagle Heart em 30 de Outubro de 2018, 01:12
Citação de: anarcos em 29 de Outubro de 2018, 17:43
Eleitas para jogos com EUA e País de Gales
Futebol Fem. - Seleção A
Francisco Neto chama 23 jogadoras para o estágio competitivo que se realizará entre 5 e 13 de novembro.



https://www.fpf.pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/18303

Só uma jogadora do Benfica?
Bom temos 7 jogadoras do brasil + 1 espanhola e + 1 caboverdiana não temos muitas jogadoras portuguesas de selecção
Já selecções jovens temos algumas

Eagle Heart

#596
Citação de: eli1904 em 30 de Outubro de 2018, 01:17
Citação de: Eagle Heart em 30 de Outubro de 2018, 01:12
Citação de: anarcos em 29 de Outubro de 2018, 17:43
Eleitas para jogos com EUA e País de Gales
Futebol Fem. - Seleção A
Francisco Neto chama 23 jogadoras para o estágio competitivo que se realizará entre 5 e 13 de novembro.



https://www.fpf.pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/18303

Só uma jogadora do Benfica?
Bom temos 7 jogadoras do brasil + 1 espanhola e + 1 caboverdiana não temos muitas jogadoras portuguesas de selecção
Já selecções jovens temos algumas



anarcos

Citação de: eli1904 em 30 de Outubro de 2018, 01:17
Citação de: Eagle Heart em 30 de Outubro de 2018, 01:12
Citação de: anarcos em 29 de Outubro de 2018, 17:43
Eleitas para jogos com EUA e País de Gales
Futebol Fem. - Seleção A
Francisco Neto chama 23 jogadoras para o estágio competitivo que se realizará entre 5 e 13 de novembro.



https://www.fpf.pt/News/Todas-as-not%C3%ADcias/Not%C3%ADcia/news/18303

Só uma jogadora do Benfica?
Bom temos 7 jogadoras do brasil + 1 espanhola e + 1 caboverdiana não temos muitas jogadoras portuguesas de selecção
Já selecções jovens temos algumas

Neste momento, o plantel é composto por 12 portuguesas (incluindo a Beatriz Cameirão) e 9 estrangeiras.
Quando o nosso treinador entende que, mesmo contra os Almeirins desta vida, essas 9 estrangeiras têm de ser SEMPRE titulares (mais a Sílvia), fica difícil para as portuguesas terem algum tempo de jogo.

Acresce o facto de o seleccionador nacional desprezar os valores que há nas selecções jovens, convocando sempre as mesmas 17/18, com 4/5 para compôr e simular uma renovação que não se faz.
Assim se explica que mediocridades como Ana Leite, Mónica Mendes e a dupla Pinto (ou que não saem do banco no seu clube, como a Inês Pereira) tenham lugar cativo na selecção.
Para depois se colocar a Dolores a defesa-esquerdo...