Época 2018/2019

Dr.Lecter

Citação de: acemessiae em 29 de Junho de 2018, 17:19
Citação de: Dr.Lecter em 29 de Junho de 2018, 17:09
Citação de: acemessiae em 29 de Junho de 2018, 17:01
Citação de: Carlsberg87 em 29 de Junho de 2018, 12:22
Madeira SAD tem:

20 Supertaças seguidas: 1998 - 2017

17 Taças de Portugal seguidas: 1998 - 2015

12 Campeonatos Nacionais seguidos: 1997 - 2009


Ganhou internamente seguido:

34 títulos seguidos.

Agora pergunto, foi por isto que Andebol feminino acabou no nosso país?

O andebol feminino bateu no fundo no nosso país há alguns anos, por vários factores: falta de profissionalismo, falta de competitividade e as políticas da estrutura federativa/associativa.

É preciso perceber que o andebol feminino é praticamente amador. Só uma equipa em Portugal é semi-profissional: Madeira SAD. 

Tudo o resto são jogadoras que jogam pelo prazer do jogo, sem apoios e com quadros competitivos que não abonam nada a favor da modalidade.

Enquanto são jovens, jogam perto de casa, sem grandes custos. Mas quando chegam a seniores, muitas vão para universidades, emprego, e outros afazeres naturais da vida, e o que as prende ao andebol? Nada que consiga competir com as obrigações naturais da vida.

Se, pelo menos, conseguissem retirar algum sustento financeiro, isso poderia contrabalançar com os estudos/emprego, mas nem isso.

No andebol feminino vive-se uma realidade em que muitas atletas chegam a nem treinar com a equipa. Simplesmente jogam ao fim de semana...

E depois há o fenómeno Madeira SAD. Dinheiro em abundância quando comparado com outros clubes. Atrai as melhores jogadores, e com isso trata de acabar com a qualquer tipo de competitividade.

Esta realidade é visível se olharmos para a formação:

Sabem quantos títulos ganha o Madeira na Formação? Zero. Nem sequer é a melhor escola de formação de andebol da Madeira: Bartolomeu Perestrelo, Sports Madeira e até Camacha estão muito acima.

São estas equipas que chegadas a seniores ficam depenadas dos seus valores para o Madeira SAD, geralmente com escala no Sports Madeira (porque as restantes não têm escalão de séniores).

E na formação temos sempre "boas escolas de formação", com boas gerações andebolísticas. Dão cartas nos vários escalões da formação. E depois? Depois as suas jogadores, chegadas à idade de sénior, são obrigadas a desistir da prática da modalidade por causa dos empregos, dos estudos (concentrados nos pólos Porto, Aveiro e Lisboa), ou de outras prioridades que pela naturalidade da vida se sobrepuseram à prática de uma modalidade amadora.

Felizes são o par de clubes que consegue manter uma estrutura minimamente equilibrada, provinda da formação até à equipa sénior, para tentar ombrear com o gigante Madeira SAD.

O Maiastars teve há uma década atrás um sete muito bom – do melhor dos nossos escalões de formação da altura. Chegadas a sénior, não duraram um ano todas juntas. Uma foi estudar para Lisboa, outra foi para o Madeira SAD, outra "desertou" para o Colégio de Gaia, e as que ficaram acabaram por se tornar insuficientes para almejarem a ser a equipa-sombra do Madeira.

O JAC Alcanena formou também uma base muito boa. Jogaram um ano juntas, com muito esforço de muitas jogadores já na Universidade. Fizeram um brilharete para estreia na 1.ª Divisão. Nos anos seguintes desmembraram-se, e por agora muitas delas estão "acondicionadas" no Colégio João de Barros/SIR 1.º de Maio.

Este Colégio João de Barros que foi uma outra equipa muito consistente que tentou bater o Madeira, e com muito êxito atento as condições que iam tendo. Conseguiram uma boa base da formação, com algumas aquisições cirúrgicas de alguns clubes da zona de Leiria/Coimbra/Lisboa.

Enfim, estes são só alguns exemplos.

Se os clubes com formação sénior já são poucos, pior as coisas se tornam quando existiu um equipa durante mais de uma década a "secar" toda a concorrência, contratando tudo o que era boa jogadora a nível nacional.

O Madeira SAD, fruto de ser a única equipa que se pode chamar semi-profissional e onde as jogadores recebiam vencimentos para jogar andebol [entre outras regalias, como emprego garantido na região].

Durante uns anos, mesmo ganhando com muita regularidade, eram escassos os adversários à altura. O Gil Eanes era um dos grandes adversários, esmoreceu e no "canto do cisne" arrecadou o título de campeão que já vinha tentando durante muitos anos, mas depois desapareceu. O próprio Colégio de Gaia e outros clubes perderam competitividade - fruto da agressiva "secagem" empreendida pelo Madeira SAD.

E assim o andebol feminino passou a ter o Madeira SAD com o ceptro, e todos os restantes muitos furos abaixo.

Entretanto o Alavarium que ia tendo boas jogadoras da formação, com uma ou outra época de destaque, muito por culpa do Ulisses Pereira (que grande trabalho fez pelo andebol de Aveiro), congregou produtos da formação com a aquisição de boas jogadoras, que só foi conseguido pela mesma receita do Madeira SAD: benditos fundos monetários. E conseguiu. Destronou o Madeira SAD.

Mas esta situação também só foi conseguida porque, paralelamente a esse investimento, o Madeira SAD deixou de conseguir manter o investimento que sistematicamente vinha realizando e que até lhe possibilitava ter equipas que se batiam com honra nas competições europeias.

Actualmente temos várias equipas que se podem considerar equiparadas:

O Madeira SAD onde o dinheiro ainda faz diferença (com relatos de muitos salários em atraso pelo meio), permitindo-lhes ter plantéis capazes e com excelentes executantes. 

O Alavarium que vai mantendo uma base, e que parece ser já um clube apetecível para muitas jogadoras.

O Colégio de Gaia que reuniu em si muitas das melhores jogadoras do Grande Porto, indo pescar ao CALE (as filhas do Resende, por exemplo), ao Académico do Porto e até ao próprio Alavarium.

E o Colégio João de Barros, que com audácia se fundiu com o SIR 1.º Maio, conseguindo um leque de boas jogadoras.

Agora, o grande défice da competitividade ao longo dos anos, e que permitiu a supremacia do Madeira SAD, também está relacionado com o próprio quadro competitivo e gestão federativa. Quanto a este ponto não me vou alongar muito, porque tendencialmente são opiniões pessoais, fastidiosas e que para muitos também podem ser vistas como uma consequência dos problemas acima descritos, e não um catalisador dos mesmos. Para mim caminham ambos lado a lado... 

Creio que entramos no andebol feminina numa excelente altura.

O país está mais aberto à concessão de patrocínios às equipas que, por mais ínfimos que possam parecer, muitas vezes possibilitam a sua existência.

Há competitividade como há muitos anos não existia no escalão.

Temos à nossa frente um Carlos Resende que acaba por estar muito por dentro do andebol feminino "por culpa" das filhas. Que se contrate a Ana Seabra para, em conjunto consigo, gerir o nosso andebol. Teríamos muito a ganhar.

Estou muito satisfeito com esta aposta. Vamos ajudar a revigorar a modalidade no país. Vai ser bom. Teremos certamente condições para ser competitivos, e vai óptimo para jogadores que pretendam estudar em Lisboa e manter a prática da modalidade, acreditando que lhes serão dada todas as condições para tal.

Parabéns por esta grande decisão!

Quase verti uma lágrima.

Grande posta.

Vai ser muito bom, companheiro.

O andebol de Lisboa vai crescer muito e a formação igual.

Atenta que o andebol feminino de Lisboa anda muito à velocidade de escolas particulares/desporto escolar ou equipas formadas à base de Bairros Sociais.

O Feminino está muito concentrado no Grande Porto, Aveiro e Leiria - ainda que Alcanena já seja Santarém...

É preciso fomentar o Andebol Feminino em Braga, Lisboa e fazê-lo regressar ao Algarve e disseminá-lo por todo o interior.

Certamente concordarás comigo.

E quando comparado ao Hoquei Feminino, creio que aqui conseguiremos ajudar à mudança numa maior escala e com muita expressão, porque o andebol acaba por ter muito maior expansão em todo o país.

Estou curioso para ver quem será o treinador. Que sejam inteligentes e escolham alguém ligado ao feminino e não adaptações provindas do masculino.

Eu conheço mais ou menos bem a realidade do feminino a Norte porque o clube onde me formei teve um projecto sénior feminino que nos fez andar a lutar consistentemente pela subida à primeira divisão (a JOBRA, não sei se te recordarás).

Com um projecto de formação com pés e cabeça e, depois, o CAR a funcionar em pleno, aproveitando como deve ser o talento disponível, podemos ser um viveiro de jogadores.

A base de recrutamento em Lisboa é muito maior do que no Porto ou mesmo Braga. A médio prazo podemos não só ter nós uma equipa para disputar as competições como "alimentar" mais um ou dois clubes da zona elevando o nível médio de competitividade.

E espero que o Madeira mantenha o seu projecto, bem como o Alavarium e o Colégio de Gaia. São precisos é mais clubes assim.

Dr.Lecter


Trezeguet

O Boa Hora FC/ROFF informa que chegou a acordo com o atleta Ricardo Queirós para representar, na próxima época, a equipa sénior de andebol.

Andris

O Sporting anunciou, nesta sexta-feira, a contratação de Luís Frade para a equipa de andebol.

Bethinho

Lazarov era um sonho irrealista,defendo qualidade inquestionavel mas não a qualquer preço.
como já disse aqui,o Bozovic que jogou nos sapos seria uma excelente opção.
se não vier o pivot o LD tem que ser alguem que faça mesmo a diferença.

ala esquerda

Citação de: Dr.Lecter em 29 de Junho de 2018, 16:45
Citação de: BlankFile em 29 de Junho de 2018, 16:36
Citação de: ala esquerda em 29 de Junho de 2018, 16:35
Citação de: BlankFile em 29 de Junho de 2018, 16:33
Citação de: ala esquerda em 29 de Junho de 2018, 16:30
Para mim era contratar um pivot de topo mundial e fechava as contas.

Sem LD? Está bem...
Lateral direito ainda temos o belone- Pivot ofensivo não temos nenhum.

Para mim posição chave.

Para mim também e fui um dos que defendi a troca do Ales por um pivot superior. Mas para LD, apenas o Belone, não é suficiente. O Terzic para mim não conta.

O Moreno evoluiu muito ofensivamente esta época. Na ponta final esteve excelente. É de longe o pivot mais eficaz do campeonato, com 85% contra, por exemplo, "apenas" 79% do Tiago Rocha e muito melhor que os 70% do Salina. A única coisa errada que houve com o Moreno esta época foi a sua escassa utilização na parte inicial da época para jogar um Pesqueira que, esse sim, a meu ver, é limitado. Se compararem com épocas anteriores, reparem na evolução do Moreno no momento pós-recepção. O trabalho de pés é agora muito melhor, não põe os olhos no chão, lê melhor o GR o que o torna muito mais perigoso.

Precisamos mais de um pivot para defender do que para atacar. Mas como o Ales é um defensor competente a preço supostamente baixo, percebo que tenham ficado com ele para permitir atacar um lateral-direito.
O Pivot não é so para marcar golos. é tb para permitir ou outros marcar.  Com uma presença superior na zona de central libertava muito o jogo do central e dos laterais.....

acemessiae

#261
Citação de: Dr.Lecter em 29 de Junho de 2018, 17:28
Citação de: acemessiae em 29 de Junho de 2018, 17:19
Citação de: Dr.Lecter em 29 de Junho de 2018, 17:09
Citação de: acemessiae em 29 de Junho de 2018, 17:01
Citação de: Carlsberg87 em 29 de Junho de 2018, 12:22
Madeira SAD tem:

20 Supertaças seguidas: 1998 - 2017

17 Taças de Portugal seguidas: 1998 - 2015

12 Campeonatos Nacionais seguidos: 1997 - 2009


Ganhou internamente seguido:

34 títulos seguidos.

Agora pergunto, foi por isto que Andebol feminino acabou no nosso país?

O andebol feminino bateu no fundo no nosso país há alguns anos, por vários factores: falta de profissionalismo, falta de competitividade e as políticas da estrutura federativa/associativa.

É preciso perceber que o andebol feminino é praticamente amador. Só uma equipa em Portugal é semi-profissional: Madeira SAD. 

Tudo o resto são jogadoras que jogam pelo prazer do jogo, sem apoios e com quadros competitivos que não abonam nada a favor da modalidade.

Enquanto são jovens, jogam perto de casa, sem grandes custos. Mas quando chegam a seniores, muitas vão para universidades, emprego, e outros afazeres naturais da vida, e o que as prende ao andebol? Nada que consiga competir com as obrigações naturais da vida.

Se, pelo menos, conseguissem retirar algum sustento financeiro, isso poderia contrabalançar com os estudos/emprego, mas nem isso.

No andebol feminino vive-se uma realidade em que muitas atletas chegam a nem treinar com a equipa. Simplesmente jogam ao fim de semana...

E depois há o fenómeno Madeira SAD. Dinheiro em abundância quando comparado com outros clubes. Atrai as melhores jogadores, e com isso trata de acabar com a qualquer tipo de competitividade.

Esta realidade é visível se olharmos para a formação:

Sabem quantos títulos ganha o Madeira na Formação? Zero. Nem sequer é a melhor escola de formação de andebol da Madeira: Bartolomeu Perestrelo, Sports Madeira e até Camacha estão muito acima.

São estas equipas que chegadas a seniores ficam depenadas dos seus valores para o Madeira SAD, geralmente com escala no Sports Madeira (porque as restantes não têm escalão de séniores).

E na formação temos sempre "boas escolas de formação", com boas gerações andebolísticas. Dão cartas nos vários escalões da formação. E depois? Depois as suas jogadores, chegadas à idade de sénior, são obrigadas a desistir da prática da modalidade por causa dos empregos, dos estudos (concentrados nos pólos Porto, Aveiro e Lisboa), ou de outras prioridades que pela naturalidade da vida se sobrepuseram à prática de uma modalidade amadora.

Felizes são o par de clubes que consegue manter uma estrutura minimamente equilibrada, provinda da formação até à equipa sénior, para tentar ombrear com o gigante Madeira SAD.

O Maiastars teve há uma década atrás um sete muito bom – do melhor dos nossos escalões de formação da altura. Chegadas a sénior, não duraram um ano todas juntas. Uma foi estudar para Lisboa, outra foi para o Madeira SAD, outra "desertou" para o Colégio de Gaia, e as que ficaram acabaram por se tornar insuficientes para almejarem a ser a equipa-sombra do Madeira.

O JAC Alcanena formou também uma base muito boa. Jogaram um ano juntas, com muito esforço de muitas jogadores já na Universidade. Fizeram um brilharete para estreia na 1.ª Divisão. Nos anos seguintes desmembraram-se, e por agora muitas delas estão "acondicionadas" no Colégio João de Barros/SIR 1.º de Maio.

Este Colégio João de Barros que foi uma outra equipa muito consistente que tentou bater o Madeira, e com muito êxito atento as condições que iam tendo. Conseguiram uma boa base da formação, com algumas aquisições cirúrgicas de alguns clubes da zona de Leiria/Coimbra/Lisboa.

Enfim, estes são só alguns exemplos.

Se os clubes com formação sénior já são poucos, pior as coisas se tornam quando existiu um equipa durante mais de uma década a "secar" toda a concorrência, contratando tudo o que era boa jogadora a nível nacional.

O Madeira SAD, fruto de ser a única equipa que se pode chamar semi-profissional e onde as jogadores recebiam vencimentos para jogar andebol [entre outras regalias, como emprego garantido na região].

Durante uns anos, mesmo ganhando com muita regularidade, eram escassos os adversários à altura. O Gil Eanes era um dos grandes adversários, esmoreceu e no "canto do cisne" arrecadou o título de campeão que já vinha tentando durante muitos anos, mas depois desapareceu. O próprio Colégio de Gaia e outros clubes perderam competitividade - fruto da agressiva "secagem" empreendida pelo Madeira SAD.

E assim o andebol feminino passou a ter o Madeira SAD com o ceptro, e todos os restantes muitos furos abaixo.

Entretanto o Alavarium que ia tendo boas jogadoras da formação, com uma ou outra época de destaque, muito por culpa do Ulisses Pereira (que grande trabalho fez pelo andebol de Aveiro), congregou produtos da formação com a aquisição de boas jogadoras, que só foi conseguido pela mesma receita do Madeira SAD: benditos fundos monetários. E conseguiu. Destronou o Madeira SAD.

Mas esta situação também só foi conseguida porque, paralelamente a esse investimento, o Madeira SAD deixou de conseguir manter o investimento que sistematicamente vinha realizando e que até lhe possibilitava ter equipas que se batiam com honra nas competições europeias.

Actualmente temos várias equipas que se podem considerar equiparadas:

O Madeira SAD onde o dinheiro ainda faz diferença (com relatos de muitos salários em atraso pelo meio), permitindo-lhes ter plantéis capazes e com excelentes executantes. 

O Alavarium que vai mantendo uma base, e que parece ser já um clube apetecível para muitas jogadoras.

O Colégio de Gaia que reuniu em si muitas das melhores jogadoras do Grande Porto, indo pescar ao CALE (as filhas do Resende, por exemplo), ao Académico do Porto e até ao próprio Alavarium.

E o Colégio João de Barros, que com audácia se fundiu com o SIR 1.º Maio, conseguindo um leque de boas jogadoras.

Agora, o grande défice da competitividade ao longo dos anos, e que permitiu a supremacia do Madeira SAD, também está relacionado com o próprio quadro competitivo e gestão federativa. Quanto a este ponto não me vou alongar muito, porque tendencialmente são opiniões pessoais, fastidiosas e que para muitos também podem ser vistas como uma consequência dos problemas acima descritos, e não um catalisador dos mesmos. Para mim caminham ambos lado a lado... 

Creio que entramos no andebol feminina numa excelente altura.

O país está mais aberto à concessão de patrocínios às equipas que, por mais ínfimos que possam parecer, muitas vezes possibilitam a sua existência.

Há competitividade como há muitos anos não existia no escalão.

Temos à nossa frente um Carlos Resende que acaba por estar muito por dentro do andebol feminino "por culpa" das filhas. Que se contrate a Ana Seabra para, em conjunto consigo, gerir o nosso andebol. Teríamos muito a ganhar.

Estou muito satisfeito com esta aposta. Vamos ajudar a revigorar a modalidade no país. Vai ser bom. Teremos certamente condições para ser competitivos, e vai óptimo para jogadores que pretendam estudar em Lisboa e manter a prática da modalidade, acreditando que lhes serão dada todas as condições para tal.

Parabéns por esta grande decisão!

Quase verti uma lágrima.

Grande posta.

Vai ser muito bom, companheiro.

O andebol de Lisboa vai crescer muito e a formação igual.

Atenta que o andebol feminino de Lisboa anda muito à velocidade de escolas particulares/desporto escolar ou equipas formadas à base de Bairros Sociais.

O Feminino está muito concentrado no Grande Porto, Aveiro e Leiria - ainda que Alcanena já seja Santarém...

É preciso fomentar o Andebol Feminino em Braga, Lisboa e fazê-lo regressar ao Algarve e disseminá-lo por todo o interior.

Certamente concordarás comigo.

E quando comparado ao Hoquei Feminino, creio que aqui conseguiremos ajudar à mudança numa maior escala e com muita expressão, porque o andebol acaba por ter muito maior expansão em todo o país.

Estou curioso para ver quem será o treinador. Que sejam inteligentes e escolham alguém ligado ao feminino e não adaptações provindas do masculino.

Eu conheço mais ou menos bem a realidade do feminino a Norte porque o clube onde me formei teve um projecto sénior feminino que nos fez andar a lutar consistentemente pela subida à primeira divisão (a JOBRA, não sei se te recordarás).

Com um projecto de formação com pés e cabeça e, depois, o CAR a funcionar em pleno, aproveitando como deve ser o talento disponível, podemos ser um viveiro de jogadores.

A base de recrutamento em Lisboa é muito maior do que no Porto ou mesmo Braga. A médio prazo podemos não só ter nós uma equipa para disputar as competições como "alimentar" mais um ou dois clubes da zona elevando o nível médio de competitividade.

E espero que o Madeira mantenha o seu projecto, bem como o Alavarium e o Colégio de Gaia. São precisos é mais clubes assim.

Conheço. Os Jovens da Branca, Albergaria. No masculino. Feminino desconheço, confesso.

Aí vou ser forçado a discordar de ti. Creio que a base de (bom) recrutamento está a norte. As melhores executantes são formadas em clubes lá.

A questão é conseguirmos contratar lá, atenta a concorrência.

Mas vou ser sincero: não quero um Benfica a estilo Madeira SAD.

Quando a mim, o que faria, seria criar uns escalões de formação sólidos, com profissionais para desenvolver as nossas jogadoras. Constituir já uma equipa sénior com boas jogadores juvenis/juniores com perspectivas de crescimento para daqui a 2/3 anos estarem em força a competir activamente por títulos.

A 2.ª Divisão serviria para elas evoluírem o seu jogo. Com algumas jogadores seniores a acompanhar (contratações certeiras) creio que será o suficiente para conseguirmos a subida (apesar de não ser favas contadas, diga-se).

Com a rotina certa, apresentar-se-iam muito bem já na segunda época, e com algumas contratações arrojadas já lutariam por títulos.

E isso, sem andarmos a construir equipas apenas e só à custa de um maço de notas. Isso seria ser um Madeira SAD, e creio que o nosso projecto deveria ser bem mais do que isso.



pcssousa

Alguém quer abrir o tópico da equipa feminina? Quem o fizer fica na história...

Bombastic

#263
Citação de: pcssousa em 29 de Junho de 2018, 21:15
Alguém quer abrir o tópico da equipa feminina? Quem o fizer fica na história...

Já agora, também faltaria abrir o tópico da equipa feminina de voleibol!!!

pcssousa

Creio que fica a faltar um reforço das infra-estruturas desportivas.

il_pappataci

Citação de: pcssousa em 29 de Junho de 2018, 21:42
Creio que fica a faltar um reforço das infra-estruturas desportivas.

O LFV trata já disso. Somos muito fortes no betão.

tozecs

Lesão grave do Francisco Pereira! O puto não tem sorte!

Dr.Lecter

Citação de: tozecs em 29 de Junho de 2018, 21:59
Lesão grave do Francisco Pereira! O puto não tem sorte!

A sério? Onde?

Facada...

Fireeagle

Felizmente parece que não será grave.

vasco13

Citação de: tozecs em 29 de Junho de 2018, 21:59
Lesão grave do Francisco Pereira! O puto não tem sorte!
Hoje é só más notícias.
As melhoras Francisco