Eleições 2020

Gsound

Citação de: rsd em 30 de Julho de 2020, 18:14
Citação de: Gsound em 30 de Julho de 2020, 18:02
Citação de: André Sousa em 30 de Julho de 2020, 17:55
Citação de: Gsound em 30 de Julho de 2020, 17:52
Discordo.

Os jogadores evoluem em ambientes competitivos fortes e com técnicos competentes e exigentes.

Alargar a política de empréstimos poderá ser uma boa alternativa. Temos em Portugal uma segunda liga, que pode ter pouca qualidade, mas é competitiva. E onde os jogadores do Benfica podem aprender algo que lhes tem faltado, jogarem como homens e não meninos.

Se for para jogar na Segunda Liga existe a nossa equipa B.



Não cabem lá todos.

E uma coisa é jogar no meio de putos. Se fazes merda, provavelmente o colega do lado também. Levas uma reprimenda, são as dores de crescimento.

Na oliveirense ou chaves levas um calduço do central zé das bifanas que andas nas horas.

Os miúdos do Seixal têm de sair da redoma em que vivem.

Na segunda liga grande parte dos treinadores prefere jogadores mais velhos e entroncados. Grande parte dos nossos miúdos se calhar nem aposta seria. Nunca teriam os minutos que têm cá e, mesmo que tivessem, salvo raras exceções jogariam numa equipa de futebol de posse.

É outra ideia pouco feliz.



Lá no meio um bocado de irreverência pode resultar. Não estou a ver um treinador excluir totalmente um jogador tecnicamente mais evoluído.

PontapeDoIsaias

Citação de: MANOCAS37 em 30 de Julho de 2020, 18:58

Citação de: Lebohang Mokoena em 30 de Julho de 2020, 18:11
https://www.record.pt/opiniao/convidados/mauro-xavier/detalhe/a-opiniao-de-mauro-xavier-11-razoes-para-votar-vieira?ref=HP_Ultimas

:rir:

3. Vou votar Vieira porque me continua a arrepiar o voo da Águia Vitória. Porque o Benfica é feito destas pequenas coisas inexplicáveis, desta dimensão ritual, destes elementos simbólicos que, tantas vezes, nos fazem ir mais além, quando toda a lógica diria o contrário. Talvez nada corporize tanto essa dimensão como a Águia Vitória. E eu sei que parece que ela sempre esteve lá, mas, na verdade, só começou em 2003, com Vieira. É o símbolo do renascimento do clube.


Ja se percebeu porque e que a microsoft perdeu os lugares cimeiros referentes a vendas.
Com calhaus com olhos como esses..

Neste momento nao existe uma pessoa inteligente que possa votar vieira.
Alias , em vez do teste de QI devia se começar a fazer o teste do vieirismo.


DastanPT

Se já antes havia, agora ainda há mais motivos para haver debates na BTV


Mestre

Citação de: DastanPT em 30 de Julho de 2020, 19:05
Se já antes havia, agora ainda há mais motivos para haver debates na BTV



Muitos sócios benfiquistas não têm BTV.
É fazer debate na rtp como o VA vs Vilarinho

Pénabunda

Vou votar Vieira porque quando vejo a lua, sinto que mais uns milhões de benfiquistas também estão a olhar para lá e a pensar que belo clube o Benfica se tornou.

ThyHard

Citação de: rsd em 30 de Julho de 2020, 18:17
Citação de: Lebohang Mokoena em 30 de Julho de 2020, 18:11
https://www.record.pt/opiniao/convidados/mauro-xavier/detalhe/a-opiniao-de-mauro-xavier-11-razoes-para-votar-vieira?ref=HP_Ultimas

:rir:

É tão comico que nem razões são  :rir:

Parece os putos a falar para a televisão.

Repórter: Então diz lá porque é que gostas do Vieira.

Mauro Xavier: Porque eu gosto dele, é bom e é fixe.

Repórter: Muito bem. Já podes continuar a comer o teu geladinho, mas olha que se comeres o gelado com a boca em vez de com a testa vai saber melhor.


E é isto o Benfica do Vieira

Pénabunda

Citação de: DastanPT em 30 de Julho de 2020, 19:05
Se já antes havia, agora ainda há mais motivos para haver debates na BTV
Pagar só para ver debates, bela definição de um ato democrático.

rsd

Citação de: Gsound em 30 de Julho de 2020, 19:03
Citação de: rsd em 30 de Julho de 2020, 18:14
Citação de: Gsound em 30 de Julho de 2020, 18:02
Citação de: André Sousa em 30 de Julho de 2020, 17:55
Citação de: Gsound em 30 de Julho de 2020, 17:52
Discordo.

Os jogadores evoluem em ambientes competitivos fortes e com técnicos competentes e exigentes.

Alargar a política de empréstimos poderá ser uma boa alternativa. Temos em Portugal uma segunda liga, que pode ter pouca qualidade, mas é competitiva. E onde os jogadores do Benfica podem aprender algo que lhes tem faltado, jogarem como homens e não meninos.

Se for para jogar na Segunda Liga existe a nossa equipa B.



Não cabem lá todos.

E uma coisa é jogar no meio de putos. Se fazes merda, provavelmente o colega do lado também. Levas uma reprimenda, são as dores de crescimento.

Na oliveirense ou chaves levas um calduço do central zé das bifanas que andas nas horas.

Os miúdos do Seixal têm de sair da redoma em que vivem.

Na segunda liga grande parte dos treinadores prefere jogadores mais velhos e entroncados. Grande parte dos nossos miúdos se calhar nem aposta seria. Nunca teriam os minutos que têm cá e, mesmo que tivessem, salvo raras exceções jogariam numa equipa de futebol de posse.

É outra ideia pouco feliz.



Lá no meio um bocado de irreverência pode resultar. Não estou a ver um treinador excluir totalmente um jogador tecnicamente mais evoluído.

Mesmo assim pouco sentido faz. É diferente seres um Dantas a jogar no meio campo adversário ou no teu meio campo. Ou seres um umaro com 20 bolas no pé por jogo ou com 5 contra ataques.

Ainda menos sentido faz para centrais ou guarda redes que dificilmente seriam aposta.

ivodaniello

Citação de: Mestre em 30 de Julho de 2020, 18:56
Citação de: rsd em 30 de Julho de 2020, 18:47
Citação de: Mestre em 30 de Julho de 2020, 18:33
Citação de: rsd em 30 de Julho de 2020, 18:27
Citação de: Mestre em 30 de Julho de 2020, 18:26
Citação de: _1962_ em 30 de Julho de 2020, 18:23
Não sou contra a extinção dos sub-23, o importante é que exista uma melhor organização na forma como a equipa b é utilizada.

Nos últimos anos acho que tem existido uma certa regressão em relação à capacidade da equipa b dar experiência de jogo aos maiores talentos da formação, ou pelo menos aos jogadores que têm contado para a equipa principal.

O Nuno Tavares tem apenas 20 jogos pela equipa b. O Tomás Tavares tem apenas 3 jogos. O Gonçalo Ramos tem 26 jogos. O Embaló, com 19 anos, tem 13 jogos pela b.

O Renato Sanches com 18 anos já tinha 39 jogos pela b, o Gonçalo Guedes com 19 anos, tinha 41 jogos pela b. Rúben Dias fez 59 jogos na b, antes de jogar pela equpa a. O Florentino tem 72 jogos pela equipa b.

Eu acho que existem jogadores, neste momento, que têm o lugar tapado na B por outros jogadores que nunca vão contar para a equipa A. Depois quando precisarmos deles na A, falta-lhes experiência competitiva, como faltou aos Tavares este ano.


Se há jogadores na B que nunca vão contar para a A é vender. Agora ter duas equipas de formação para além dos juniores para lançar 3 ou 4 jogadores por época é mandar dinheiro à rua.

Temos um excesso de jogadores

Como se lançar 3 ou 4 jogadores por época fosse mau  :rir:

Devem haver inúmeras equipas no mundo a lançar aos 8 e 9

Lançam às feras

E também há os que não lançam nada e ganham, pescam à linha :)

Agora ter 50 jogadores para aproveitar 3 ou 4 (se correr bem), este ano lançaram quantos? De qualidade...?

Na teoria, todos os anos temos no mínimo uns 20 jogadores a chegar a idade de sênior de primeiro ano. Destes era normal aproveitarem se quantos para a equipa A do Benfica, na tua opinião? 10?

Desculpa, mas isso não acontece em nenhum lado do mundo.

Não disse isso, posso ter-me explicado mal. O problema é que esses 20 já tem que vir filtrados, nos andamos a contratar na esperança de encontrar o novo Maradona e depois temos Jovics e afins a passar ao lado. E isso é suportado por equipas B e sub 23. Contratem menos, emprestem mais e em contextos competitivos, o Famalicao foi um bom exemplo disso esta  época

Edit - e em algum lugar do mundo uma equipa profissional tem 50 jogadores profissionais no payroll mais outros 50 da formação?

a Juventus seguramente tem. É ridiculo o numero de jogadores que têm sob contrato.
E depois não perdem uma hipotese de sacar tudo o que aparece a custo 0, mesmo na casa dos 30

miniMilk

Vou votar Vieira porque antes o Estádio da Luz não tinha fogo de artificio. E o fogo de artificio faz-me lembrar passagens de ano. E fui muito feliz nas passagens de anos e no Estádio da Luz.


Granizo

Citação de: MANOCAS37 em 30 de Julho de 2020, 18:58

Citação de: Lebohang Mokoena em 30 de Julho de 2020, 18:11
https://www.record.pt/opiniao/convidados/mauro-xavier/detalhe/a-opiniao-de-mauro-xavier-11-razoes-para-votar-vieira?ref=HP_Ultimas

:rir:

3. Vou votar Vieira porque me continua a arrepiar o voo da Águia Vitória. Porque o Benfica é feito destas pequenas coisas inexplicáveis, desta dimensão ritual, destes elementos simbólicos que, tantas vezes, nos fazem ir mais além, quando toda a lógica diria o contrário. Talvez nada corporize tanto essa dimensão como a Águia Vitória. E eu sei que parece que ela sempre esteve lá, mas, na verdade, só começou em 2003, com Vieira. É o símbolo do renascimento do clube.



Quando isso e um argumento. Está tudo dito em.relacao ao artista.
Todo o ar de texto encomendo, como ele não tem nada de bom para dizer perde-se no ridículo.

TFFS

Citação de: MANOCAS37 em 30 de Julho de 2020, 18:58

Citação de: Lebohang Mokoena em 30 de Julho de 2020, 18:11
https://www.record.pt/opiniao/convidados/mauro-xavier/detalhe/a-opiniao-de-mauro-xavier-11-razoes-para-votar-vieira?ref=HP_Ultimas

:rir:

3. Vou votar Vieira porque me continua a arrepiar o voo da Águia Vitória. Porque o Benfica é feito destas pequenas coisas inexplicáveis, desta dimensão ritual, destes elementos simbólicos que, tantas vezes, nos fazem ir mais além, quando toda a lógica diria o contrário. Talvez nada corporize tanto essa dimensão como a Águia Vitória. E eu sei que parece que ela sempre esteve lá, mas, na verdade, só começou em 2003, com Vieira. É o símbolo do renascimento do clube.


Eia puta que pariu. Ia abrir o artigo, mas depois disso, recuso-me a dar cliques


Guardião Encarnado

Escrevi meia dúzia de palavras do porquê de estar com o Movimento Servir o Benfica.

Um abraço!

É hora de Servir o Benfica.

Sim, há memória e reconhecimento do mérito da recuperação da credibilidade do Sport Lisboa e Benfica levada a cabo nos primeiros mandatos de Luís Filipe Vieira, da construção do Centro de Estágios no Seixal, do novo estádio, da revitalização das Casas, da amplificação do número de associados, da recuperação das modalidades de pavilhão e até de relativo sucesso desportivo da equipa de futebol sénior com a conquista de 5 campeonatos nacionais e presença em 2 finais europeias nos últimos 10 anos.

A memória não é selectiva, e reconhecendo as francas melhorias acima elencadas não deixa de ser fundamental enquadrar a gestão de 17 anos de Vieira, 20 contando com a sua entrada na estrutura de futebol do Sport Lisboa e Benfica, tendo a nossa Gloriosa instituição atravessado o seu período mais negro após as desastrosas gestões de (sobretudo) Damásio e Vale e Azevedo. Seria difícil algum presidente manter-se em exercício com um desempenho pior do que os desastrosos mandatos dos que o antecederam.

Os tenebrosos anos 90 culminaram no período de maior jejum de títulos do Sport Lisboa e Benfica, condicionado por factores externos que me escuso a nomear mas, também, internos, nomeadamente gestões ora negligentes, ora danosas, que culminaram na delapidação da equipa de futebol e consequente delapidação do património material e financeiro do clube, bem como na delapidação do seu ecletismo e afastamento da massa associativa dos estádios - mas nunca da militância, pois foram os sócios que pelo seu voto salvaram o Sport Lisboa e Benfica da forma como o conhecemos nas eleições de 2000.

É hora de Servir o Benfica.

Desde 2000 o Benfica conquistou 7 campeonatos nacionais e 3 taças de Portugal, o que, apesar de todos os factores previamente anunciados, é um registo francamente pobre perante a sua Gloriosa história, e num período temporal longo - 1/5 de século. É preciso ter memória, e a memória faz-nos lembrar que desde 2001 se apregoava da liderança do futebol do Benfica o "sonho europeu, a espinha dorsal da selecção nacional, o Benfica maior do que o Real Madrid". Salvo a excepção que foi o título de 2005 ganho por Trapattoni, do qual ouvimos que "se calhar foi mau o Benfica ter sido campeão", o relativo sucesso desportivo do Benfica recente teve uma cara. Jorge Jesus. O único verdadeiro projecto desportivo, a única "estrutura" de Vieira que resultou.

Mas tudo tem um fim, e a forma como Jesus saiu, com culpas de ambos os lados da barricada, devia ter sido o fim. O último mandato de Vieira, único integralmente sem Jesus desde 2009, foi um descalabro de desinvestimento na qualidade do plantel da face mais visível do Sport Lisboa e Benfica, a equipa sénior de futebol profissional. Custou, provavelmente, dois títulos nacionais perante dois rivais a viver o período de maior sufoco financeiro da sua história, quando nós vivemos, alegadamente, um desafogo nunca visto alicerçado em receitas superiores a mil milhões de euros só em transferências de jogadores ao longo dos últimos 10 anos.

A "estrutura", o "projecto" e a "mudança de paradigma", que na prática revelou ser um descalar substancial de qualidade na equipa para a aposta cega em jovens cheios de potencial mas sem tempo para crescer numa equipa obrigatoriamente "made in Seixal" independentemente da qualidade dos executantes foi um fiasco tal que, depois de tudo o que foi dito e escrito sobre o projecto e a incapacidade do treinador anterior para o orientar, o desespero levou a uma travagem a fundo e volta de 180° para o recuperar, com muitas lesões nas mais diversas colunas pelo meio. O regresso de Jesus não é mais do que navegação à vista e a assunção do fracasso total da política desportiva da gestão desportiva de Luís Filipe Vieira no seu último mandato.

Acrescenta-se a incapacidade crónica de reter talento da formação, tornando-se o Seixal pouco mais do que uma Autoeuropa destinada e assumida nas palavras do presidente como uma fábrica de produção em série de talento para exportação, sem ter em conta que ao contrário de uma fábrica em que inexoravelmente entram latas e saem automóveis, ao lidar com seres humanos pode haver talento ou não haver. O Seixal, por muitas condições materiais e de recursos humanos que tenha, não formará Renato, Guedes ou Cancelos todos os anos, e arrisco dizer que não formará Bernardos nem Félixes todas as décadas. Vendidos estes depois de um ano ou menos, até, do que isso, alguns criminosamente sem sequer ter tido a oportunidade de dar pontapés na bola pela principal equipa dos quais são fervorosos adeptos, sobram para a montra europeia imberbes laterais queimados ao primeiro erro porque erram na Liga dos Campeões quando deviam errar na Covilhã ou em Viseu a jogar pela equipa B.

É hora de Servir o Benfica.

O último mandato do actual presidente foi um descalabro desportivo, não só pela incapacidade de consolidar uma posição verdadeiramente dominante no futebol português, mas também pelo desinvestimento nas principais modalidades de pavilhão que levaram a escassa conquista de títulos nacionais de seniores masculinos, sobretudo comparativamente ao mandato anterior onde foi cumprida a arrojada promessa de Luís Filipe Vieira - 3+1+50. Uma honrosa excepção de uma promessa cumprida no meio de um verdadeiro oceano de promessas por cumprir, desde a ameaça de demissão ainda em 2001 em dia de derby, passando pela demissão pendente da meta de 300 mil sócios, até à mais recente demissão por cumprir, depois de defendida a de Paulo Gonçalves por ter sido constituído arguido e não tendo o presidente agido da mesma forma perante cenário semelhante.

É esta constitução de arguido que constitui o segundo falhanço do último mandato de Luís Filipe Vieira, e mais grave do que o falhanço desportivo. O falhanço perante os valores da credibilidade que tanto lutou por recuperar. Que fique bem claro! O falhanço de credibilidade não se define pela prática de actos ilícitos com o objectivo de obter vantagens competitivas a favor das equipas do Sport Lisboa e Benfica, facto que seria igualmente condenável mas que, do maior furto de correspondência privada, divulgada em público por um clube rival sem qualquer punição relevante até agora por parte das entidades competentes, se traduz numa gigantesca mão cheia de nada.

Traduz-se, isso sim, pela gritante onda de investigações a que o clube foi sujeito durante o último mandato de Luís Filipe Vieira, e mesmo que a maioria tenha levado a lugar nenhum além de ruído, houve essencialmente três que resultaram na constituição de arguidos ligados ao Sport Lisboa e Benfica e que arrastam inexoravelmente o nome do clube atrás de si. A já referida investigação que levou à constitução de Paulo Gonçalves como arguido (caso toupeira) e que mais não parece ser do que um caso de violação de segredo de justiça, infelizmente tão costumeiro no nosso país, não menos condenável por isso; a investigação de acordo com a qual Vieira terá utilizado o clube para obter vantagem perante um juiz em benefício pessoal (caso lex) na qual deverá de acordo com as "toupeiras" da comunicação social ser constituído arguido; e, mais recentemente, o caso em que o ministério público encontrou indícios suficientes para constituir arguidos a Benfica SAD e a Benfica Estádio e respectivos presidentes (caso saco azul). Campeões da credibilidade, senhor Presidente?

Credibilidade que falta, não só perante a justiça, mas internamente. Não é essencial que todos os elementos técnicos do Sport Lisboa e Benfica sejam devotos adeptos do clube. Quando há demasiados cargos de relevo cujos corações sofrem pelos rivais, deixamos de estar perante o maior, melhor e mais vitorioso clube português para estar perante uma multinacional que, entre algumas vitórias desportivas, apresenta OPAs incompreensíveis para os leigos, mas também para a comissão reguladora responsável, e que transparecem ser à medida para distribuir dividendos por accionistas que, casualmente investiram no momento certo e, também casualmente, têm negócios familiares com a família do presidente do clube e da SAD (em grosseira violação estatutária, diga-se), uma multinacional que arranja uns casamentos a familiares de colaboradores, emprega dezenas de profissionais da comunicação e advogados, não para primariamente defender o clube, mas sim quem está em funções como seu presidente ou na sua directa dependência e que, acima de tudo, deixa de ter sócios fervorosos e apaixonados para passar a ter clientes.

É hora de Servir o Benfica.

Nunca durante o período das trevas nos faltou militância, fervor e amor ao Benfica. Mesmo com o Clube falido e com equipas miseráveis os sócios estiveram presentes. Hoje, o entusiasmo esfriou. "Você não é o Presidente do Benfica, é o Presidente em exercício do Benfica, esse lugar não é eterno e, ao contrário de outros clubes, aqui quem manda somos nós: os sócios! Como já referi, o Sr. Presidente deu-nos muita coisa, mas está a tirar-nos o essencial: o Benfiquismo!". Subscrevo totalmente este trecho de uma intervenção de um sócio do Benfica numa AG em 2012. Esse sócio é hoje (ainda?) um dos homens fortes do futebol profissional do Sport Lisboa e Benfica. Não subscrevo o caminho que tomou. Mas é sintomático do que tem sido a morte lenta da militância benfiquista. A crítica é desvalorizada, desacreditada, mal vista e, em última instância, comprada. O sócio hoje em dia é um cliente que, mais do que contribuir com os 100 ou 156 euros anuais de quotas e outro tanto no mínimo em cativo - com promessa pendente de reavaliação desde 2012... - deve gastar grande parte do seu vencimento em subscrições de serviços "premium" de TV e "streaming", além do "merchandising", de preferência de boca fechada para não estragar o "matchday show" totalmente programado pelo admirável "speaker" do Estádio da Luz. Com sorte tem direito a entrada no festival de Verão Marquês de Pombal, caso a época corra bem - em breve com pulseira, decerto. O sócio "premium" - ou notável - tem por bónus umas borlas para a bola, e croquete no camarote. É isto o Benfica e o benfiquismo?

Não. É hora de mudar. É hora de Servir o Benfica.

Porque o que faz sentido é Servir o Benfica. À Benfica.

Encontrei no Movimento Servir o Benfica as pessoas que entendem e subscreverão, certamente, as palavras acima escritas. Sócios militantes cujo benfiquismo ainda não morreu. Com caras e nomes ainda desconhecidos do grande público - a apresentação oficial da Candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica é no próximo dia 3 de Agosto. Mas com uma presença assídua nos estádios, nos pavilhões, em casa e fora, nas Assembleias Gerais onde notáveis e putativos candidatos raramente ou nunca comparecem, onde se luta do púlpito (infelizmente e como capítulo mais baixo que tive a oportunidade de vivenciar no Benfica num sentido demasiado literal) por um Benfica nosso, do povo anónimo, sem cartilheiros nem Reis de frangos mas com muito amor, com um amor incontável e incontrolável. Quando disserem que todos os homens têm um preço, falem-lhes de quem tem vontade de Servir o Benfica. Mais do que uma campanha negra de crítica barata e infundada, sem qualquer vontade de dividir a oposição, o Movimento pretende apresentar um projecto e programa que, acredito, plasmará vontades transversais a TODOS os SÓCIOS do SPORT LISBOA E BENFICA, um projecto vencedor para o maior, melhor e mais vitorioso clube português, um dos maiores do mundo. O nosso Glorioso.

Tenho muito orgulho em dele fazer parte. E não terminará, nunca, em Outubro. Aconteça o que acontecer.

A Servir o Benfica está este associado que vos escreve, desde 2003.
RMMA
Sócio número 4**58 do Sport Lisboa e Benfica

Servir o Benfica