Basquetebol Feminino 2023/2024

frigas75

Ler aqui para se manter a Marcy é querer que a mediocridade continue neste plantel.

A Marcy foi bastante útil no jogo decisivo, mas alguém viu os restantes jogos? Sempre que entrava , as adversárias recuperavam...!! Não tem, de todo, andamento! Que me desculpe...mas está à vista!

Sobre as restantes saídas , a Carolina Cruz parece não evoluir, quando tinha tudo para vingar...concordo com as restantes saídas que mencionaram!!Sarah tb demonstrou muito pouco!

A Utti era uma excelente contratação, a Márcia Costa tb...mas já se percebeu que não quer o Benfica, ou o Benfica não quer a Márcia! trazer mais 1 interior para equilibrar!

Mais importante que tudo...manter a Rapha e a Quevedo ( vai ser top player)!




Papaloukas

Citação de: frigas75 em 17 de Maio de 2024, 21:53Ler aqui para se manter a Marcy é querer que a mediocridade continue neste plantel.

A Marcy foi bastante útil no jogo decisivo, mas alguém viu os restantes jogos? Sempre que entrava , as adversárias recuperavam...!! Não tem, de todo, andamento! Que me desculpe...mas está à vista!

Sobre as restantes saídas , a Carolina Cruz parece não evoluir, quando tinha tudo para vingar...concordo com as restantes saídas que mencionaram!!Sarah tb demonstrou muito pouco!

A Utti era uma excelente contratação, a Márcia Costa tb...mas já se percebeu que não quer o Benfica, ou o Benfica não quer a Márcia! trazer mais 1 interior para equilibrar!

Mais importante que tudo...manter a Rapha e a Quevedo ( vai ser top player)!




Renovou esta semana com os Lombos.

RaGaZzO_RuY


bruno cardoso

"Sentia o Benfica a chamar por mim"
Foi uma das últimas jogadoras a chegar ao plantel da equipa feminina de basquetebol, mas, aos 20 anos, terminou a época como uma das mais intensas e decisivas. Isabela Quevedo, internacional cubana, representa o clube que sempre a fascinou quando era adversária.



Filha de um casal de desportistas, Isabela Quevedo começou a praticar o voleibol, por influência do pai, um antigo praticante e que projetava nas filhas um desejo de continuidade na família, mas que as filhas decidiram interromper. A irmã de Isabela foi a primeira a optar pelo basquetebol, até que a atual jogadora do Benfica lhe seguiu as pisadas, para desgosto do pai.
"Os meus pais eram desportistas, e principalmente o meu pai, que jogou e treinou voleibol, queria muito que eu me iniciasse nessa modalidade. E isso aconteceu, mas o que se passa é que eu passava o tempo a lançar bolas ao cesto, porque era o que me divertia. Apesar da insistência do meu pai, um dia, fui ao treino com a minha irmã, que já estava no basquetebol, e percebi que era aquilo que eu queria. O meu pai teve de aceitar que as suas filhas foram feitas para jogar basquetebol, e foi aí que me dediquei a esta modalidade e rapidamente me comecei a destacar", confessou Isabela Quevedo, poucos dias depois de ter vencido o Campeonato pelo Benfica e ter sido eleita a melhor jogadora da final, no cômputo geral dos três jogos.

A sua infância em Cuba, na bela e mística Havana, rodeada de límpidas praias de sonho, moldou a sua determinação e a forma feérica como construiu o seu pessoal castelo de sonhos, desenhado pela inspiração e tocado pelo talento.

"Posso dizer que tive uma infância feliz, porque os meus pais garantiram que isso acontecesse, com valores sólidos e que eu transporto todos os dias para a minha vida. Claro que tenho saudades de Havana, das suas cores, das suas praias. Sou uma cubana que gosta muito do seu país, que tem muito orgulho em representar o seu país e que tem uma ligação muito forte às suas origens e à sua família. Sou esse tipo de pessoa", adiantou Isabela Quevedo, convidada desta semana do programa Protagonista.



INTERNACIONAL COM 15 ANOS

A precocidade é um traço permanente na sua carreira. Campeã nacional, em Portugal, aos 20 anos, em representação de um dos maiores clubes do mundo, também na seleção principal de Cuba a poste benfiquista começou muito cedo a acrescentar a sua garra e o seu valor.

"Estreei-me com 15 anos na seleção principal, um momento mágico para mim e que nunca esquecerei. Porque o fiz ainda muito nova e pelo significado que isso teve para mim. Mesmo num país onde o talento é descoberto muito cedo, não é habitual uma jogadora chegar a uma seleção principal aos 15 anos. Aconteceu comigo, e isso enche-me de orgulho. E tornou-me uma jogadora mais visível, porque, lá está, era uma miúda ainda muito nova no meio das melhores jogadoras de Cuba. Torna-nos especiais", crê a internacional cubana.

Poucos dias depois da entrevista, Isabela Quevedo voou para Havana, juntando-se, uma vez mais, à seleção principal de Cuba, que irá participar no torneio de apuramento da zona centro-americana para a competição continental de basquetebol. Uma seleção que está a renovar-se e a projetar novos talentos.

"A verdade é que, com 20 anos, já devo ser uma das jogadoras mais experientes do grupo. Há muitas jogadoras novas, com muito talento, mas às quais falta alguma experiência internacional. É uma equipa em construção e que vai dar o seu melhor, neste torneio, contra seleções mais experientes. Mas estamos a representar o nosso país, estamos a desenvolver talento e vamos dar tudo o que temos para nos apresentarmos bem", considerou Isabela Quevedo, que, na seleção de Cuba, joga de uma forma diferente daquela como atua no Clube.

"Na seleção, jogo na posição 3, de extremo. Gosto de jogar na zona do perímetro, para fazer lançamentos, e é nessa posição que jogo na seleção. No Benfica, jogo mais perto do cesto, do que também gosto, porque me permite tirar partido da minha estrutura física. Eu sei que as pessoas se surpreendem quando venho para as zonas do perímetro e lanço de fora. É assim que jogo na seleção de Cuba, e isso torna o meu jogo mais imprevisível", destaca.



"Não vou esquecer o dia em que fui recebida no balneário. Estava à espera de uma coisa mais fria e, de repente, senti-me logo integrada"
CHEGAR AO BENFICA

Apesar do sonho de jogar na liga espanhola e de disputar a Liga dos Campeões feminina, Isabela Quevedo tinha o objetivo de chegar ao Benfica. Já conhecia o Clube, como adversária, e sempre sentiu uma espécie de chama - mento, um fascínio pelo Benfica. Talvez não contasse que o convite chegasse tão cedo, mas tinha esse plano mentalmente inscrito na sua lista de propósitos de vida.

"Confesso que não esperava, aos 20 anos, jogar neste clube tão grande. Alimentava esse objetivo e, de cada vez que defrontava o Benfica, via-me a vestir essa camisola. Sentia algo de especial e sentia que queria isso para mim. Posso dizer que esse objetivo me levou a trabalhar ainda mais, a desenvolver o meu jogo, e tenho de agradecer ao meu anterior clube, o Clube Nacional de Natação, que me projetou e que me ajudou a adaptar-me ao basquetebol português. Mas os jogos com o Benfica eram realmente diferentes para mim, e sentia um entusiasmo especial. Claro que o dia em que me disseram que o Benfica estava interessado em mim é algo que nunca esquecerei, como também não vou esquecer o dia em que fui recebida no balneário. Estava à espera de uma coisa mais fria e, de repente, senti-me logo integrada. Trata-se de um grupo fantástico de jogadoras e de pessoas. E o ambiente que o Benfica cria, para os seus atletas, é algo que precisas de viver para o explicar", determinou Isabela Quevedo.

A chegada ao Benfica atrasou-se, devido a problemas com o visto, e é caso para dizer que há males que vêm por bem. Uma lesão atravessou-se pelo caminho, e isso deu-lhe tempo para recuperar antes de se juntar ao plantel.

"No Benfica, logo me disseram que era para vir já. Havia urgência na minha chegada, mas o visto demorou, e, entretanto, lesionei-me. Isso deu-me tempo para curar a lesão e apresentar-me no Benfica em boas condições. Quando cheguei, pude treinar e começar a jogar, começar a entender o que o treinador queria de mim, conhecer as minhas colegas, e essa foi a parte mais difícil. Mas, como se trata de jogadoras com muito talento, e temos um treinador muito exigente, rapidamente começámos a criar conexões, e os resultados começaram a aparecer. Como disse, senti-me integrada desde o primeiro momento em que fui recebida, temos um grupo extraordinário de jogadoras, um treinador que sabe passar a sua mensagem e que é uma pessoa que exige tudo de nós, e uma estrutura que não deixa faltar nada. O Benfica é realmente um clube incrível, e não estou a falar apenas da sua grandeza, porque essa é conhecida mundialmente. Mas aquilo que as pessoas, lá fora, não conhecem é esta máquina que funciona na perfeição para que nada falte aos seus atletas. E não falta", desvenda, nesta conversa, Isabela Quevedo.

"Temos um grupo extraordinário de jogadoras, um treinador que exige tudo de nós, e uma estrutura que não deixa faltar nada"

A RECONQUISTA

O ambiente que encontrou no Benfica, na equipa feminina de basquetebol, não era de balneário em chamas, mas notava-se o impacto que um soluçante início de campeonato estava a ter nas jogadoras. Mesmo assim, havia uma convicção muito nítida de que a reconquista seria possível.

"Senti, no início, que as minhas companheiras estavam desiludidas com os resultados. O início da época não foi fácil, muitas jogadoras novas a entrar, foi preciso tempo para que nos conhecêssemos umas às outras, que percebêssemos melhor o que pretendia o treinador. E tudo isto a acontecer à medida que o Campeonato decorria. Não havia ninguém satisfeito com o que se estava a passar, mas também não vi ninguém a render-se. Pelo contrário, sempre houve a convicção de que iríamos melhorar e apresentar uma equipa aos nossos sócios e adeptos da qual eles pudessem orgulhar-se. Fomos melhorando, os resultados foram aparecendo, e terminámos a fase regular em 2.º lugar. E, pelo meio, conquistámos a Taça de Portugal. Por isso, quando começou o play-off, a nossa crença era a de que tínhamos tornado possível o sonho da reconquista. Melhorámos muito a nossa defesa, fomos muito agressivas, e na final isso veio a confirmar-se. Agora, somos novamente campeãs e queremos mais. Não vamos ficar por aqui. Temos um excelente grupo, e estou entusiasmada em pertencer a este grupo e desejosa de voltar a competir", terminou.

Artigo publicado na edição de 17 de maio do jornal O Benfica

Texto: José Marinho
Fotos: Arquivo / SL Benfica e FPB
Última atualização: 20 de maio de 2024

https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2024/05/20/basquetebol-feminino-benfica-isabela-quevedo-protagonista-entrevista-completa

alenker

Citação de: bruno cardoso em 20 de Maio de 2024, 15:40"Sentia o Benfica a chamar por mim"
Foi uma das últimas jogadoras a chegar ao plantel da equipa feminina de basquetebol, mas, aos 20 anos, terminou a época como uma das mais intensas e decisivas. Isabela Quevedo, internacional cubana, representa o clube que sempre a fascinou quando era adversária.



Filha de um casal de desportistas, Isabela Quevedo começou a praticar o voleibol, por influência do pai, um antigo praticante e que projetava nas filhas um desejo de continuidade na família, mas que as filhas decidiram interromper. A irmã de Isabela foi a primeira a optar pelo basquetebol, até que a atual jogadora do Benfica lhe seguiu as pisadas, para desgosto do pai.
"Os meus pais eram desportistas, e principalmente o meu pai, que jogou e treinou voleibol, queria muito que eu me iniciasse nessa modalidade. E isso aconteceu, mas o que se passa é que eu passava o tempo a lançar bolas ao cesto, porque era o que me divertia. Apesar da insistência do meu pai, um dia, fui ao treino com a minha irmã, que já estava no basquetebol, e percebi que era aquilo que eu queria. O meu pai teve de aceitar que as suas filhas foram feitas para jogar basquetebol, e foi aí que me dediquei a esta modalidade e rapidamente me comecei a destacar", confessou Isabela Quevedo, poucos dias depois de ter vencido o Campeonato pelo Benfica e ter sido eleita a melhor jogadora da final, no cômputo geral dos três jogos.

A sua infância em Cuba, na bela e mística Havana, rodeada de límpidas praias de sonho, moldou a sua determinação e a forma feérica como construiu o seu pessoal castelo de sonhos, desenhado pela inspiração e tocado pelo talento.

"Posso dizer que tive uma infância feliz, porque os meus pais garantiram que isso acontecesse, com valores sólidos e que eu transporto todos os dias para a minha vida. Claro que tenho saudades de Havana, das suas cores, das suas praias. Sou uma cubana que gosta muito do seu país, que tem muito orgulho em representar o seu país e que tem uma ligação muito forte às suas origens e à sua família. Sou esse tipo de pessoa", adiantou Isabela Quevedo, convidada desta semana do programa Protagonista.



INTERNACIONAL COM 15 ANOS

A precocidade é um traço permanente na sua carreira. Campeã nacional, em Portugal, aos 20 anos, em representação de um dos maiores clubes do mundo, também na seleção principal de Cuba a poste benfiquista começou muito cedo a acrescentar a sua garra e o seu valor.

"Estreei-me com 15 anos na seleção principal, um momento mágico para mim e que nunca esquecerei. Porque o fiz ainda muito nova e pelo significado que isso teve para mim. Mesmo num país onde o talento é descoberto muito cedo, não é habitual uma jogadora chegar a uma seleção principal aos 15 anos. Aconteceu comigo, e isso enche-me de orgulho. E tornou-me uma jogadora mais visível, porque, lá está, era uma miúda ainda muito nova no meio das melhores jogadoras de Cuba. Torna-nos especiais", crê a internacional cubana.

Poucos dias depois da entrevista, Isabela Quevedo voou para Havana, juntando-se, uma vez mais, à seleção principal de Cuba, que irá participar no torneio de apuramento da zona centro-americana para a competição continental de basquetebol. Uma seleção que está a renovar-se e a projetar novos talentos.

"A verdade é que, com 20 anos, já devo ser uma das jogadoras mais experientes do grupo. Há muitas jogadoras novas, com muito talento, mas às quais falta alguma experiência internacional. É uma equipa em construção e que vai dar o seu melhor, neste torneio, contra seleções mais experientes. Mas estamos a representar o nosso país, estamos a desenvolver talento e vamos dar tudo o que temos para nos apresentarmos bem", considerou Isabela Quevedo, que, na seleção de Cuba, joga de uma forma diferente daquela como atua no Clube.

"Na seleção, jogo na posição 3, de extremo. Gosto de jogar na zona do perímetro, para fazer lançamentos, e é nessa posição que jogo na seleção. No Benfica, jogo mais perto do cesto, do que também gosto, porque me permite tirar partido da minha estrutura física. Eu sei que as pessoas se surpreendem quando venho para as zonas do perímetro e lanço de fora. É assim que jogo na seleção de Cuba, e isso torna o meu jogo mais imprevisível", destaca.



"Não vou esquecer o dia em que fui recebida no balneário. Estava à espera de uma coisa mais fria e, de repente, senti-me logo integrada"
CHEGAR AO BENFICA

Apesar do sonho de jogar na liga espanhola e de disputar a Liga dos Campeões feminina, Isabela Quevedo tinha o objetivo de chegar ao Benfica. Já conhecia o Clube, como adversária, e sempre sentiu uma espécie de chama - mento, um fascínio pelo Benfica. Talvez não contasse que o convite chegasse tão cedo, mas tinha esse plano mentalmente inscrito na sua lista de propósitos de vida.

"Confesso que não esperava, aos 20 anos, jogar neste clube tão grande. Alimentava esse objetivo e, de cada vez que defrontava o Benfica, via-me a vestir essa camisola. Sentia algo de especial e sentia que queria isso para mim. Posso dizer que esse objetivo me levou a trabalhar ainda mais, a desenvolver o meu jogo, e tenho de agradecer ao meu anterior clube, o Clube Nacional de Natação, que me projetou e que me ajudou a adaptar-me ao basquetebol português. Mas os jogos com o Benfica eram realmente diferentes para mim, e sentia um entusiasmo especial. Claro que o dia em que me disseram que o Benfica estava interessado em mim é algo que nunca esquecerei, como também não vou esquecer o dia em que fui recebida no balneário. Estava à espera de uma coisa mais fria e, de repente, senti-me logo integrada. Trata-se de um grupo fantástico de jogadoras e de pessoas. E o ambiente que o Benfica cria, para os seus atletas, é algo que precisas de viver para o explicar", determinou Isabela Quevedo.

A chegada ao Benfica atrasou-se, devido a problemas com o visto, e é caso para dizer que há males que vêm por bem. Uma lesão atravessou-se pelo caminho, e isso deu-lhe tempo para recuperar antes de se juntar ao plantel.

"No Benfica, logo me disseram que era para vir já. Havia urgência na minha chegada, mas o visto demorou, e, entretanto, lesionei-me. Isso deu-me tempo para curar a lesão e apresentar-me no Benfica em boas condições. Quando cheguei, pude treinar e começar a jogar, começar a entender o que o treinador queria de mim, conhecer as minhas colegas, e essa foi a parte mais difícil. Mas, como se trata de jogadoras com muito talento, e temos um treinador muito exigente, rapidamente começámos a criar conexões, e os resultados começaram a aparecer. Como disse, senti-me integrada desde o primeiro momento em que fui recebida, temos um grupo extraordinário de jogadoras, um treinador que sabe passar a sua mensagem e que é uma pessoa que exige tudo de nós, e uma estrutura que não deixa faltar nada. O Benfica é realmente um clube incrível, e não estou a falar apenas da sua grandeza, porque essa é conhecida mundialmente. Mas aquilo que as pessoas, lá fora, não conhecem é esta máquina que funciona na perfeição para que nada falte aos seus atletas. E não falta", desvenda, nesta conversa, Isabela Quevedo.

"Temos um grupo extraordinário de jogadoras, um treinador que exige tudo de nós, e uma estrutura que não deixa faltar nada"

A RECONQUISTA

O ambiente que encontrou no Benfica, na equipa feminina de basquetebol, não era de balneário em chamas, mas notava-se o impacto que um soluçante início de campeonato estava a ter nas jogadoras. Mesmo assim, havia uma convicção muito nítida de que a reconquista seria possível.

"Senti, no início, que as minhas companheiras estavam desiludidas com os resultados. O início da época não foi fácil, muitas jogadoras novas a entrar, foi preciso tempo para que nos conhecêssemos umas às outras, que percebêssemos melhor o que pretendia o treinador. E tudo isto a acontecer à medida que o Campeonato decorria. Não havia ninguém satisfeito com o que se estava a passar, mas também não vi ninguém a render-se. Pelo contrário, sempre houve a convicção de que iríamos melhorar e apresentar uma equipa aos nossos sócios e adeptos da qual eles pudessem orgulhar-se. Fomos melhorando, os resultados foram aparecendo, e terminámos a fase regular em 2.º lugar. E, pelo meio, conquistámos a Taça de Portugal. Por isso, quando começou o play-off, a nossa crença era a de que tínhamos tornado possível o sonho da reconquista. Melhorámos muito a nossa defesa, fomos muito agressivas, e na final isso veio a confirmar-se. Agora, somos novamente campeãs e queremos mais. Não vamos ficar por aqui. Temos um excelente grupo, e estou entusiasmada em pertencer a este grupo e desejosa de voltar a competir", terminou.

Artigo publicado na edição de 17 de maio do jornal O Benfica

Texto: José Marinho
Fotos: Arquivo / SL Benfica e FPB
Última atualização: 20 de maio de 2024

https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2024/05/20/basquetebol-feminino-benfica-isabela-quevedo-protagonista-entrevista-completa

José Marinho não falha... Clube Nacional Natação (CNN) de Lisboa não é o mesmo que Clube Propaganda Nataçao (CPN) Ermesinde, CPN sim era o clube a Isa, é o que temos

xungaria


bruno cardoso


JAAP

Camp Nacional s18 - Fase Final
Benfica - 64   CPN  - 58

https://fibalivestats.dcd.shared.geniussports.com/u/FPDB/2447617/bs.html#ASFSK

A Ema Karim fez um jogão... bem acompanhada pela Peixinho

Ficar com a Marcy no plantel é premiar a mediocridade... ao longo da época, preferia ter visto alguma das miudas em vez da "nossa capitã"... de certeza que não fariam pior... A Karim, seguramente... teria sido mais util, apesar da idade
a Ema Karim, só a conhecia das selecções jovens que eu acompanho nos camp Europa. Quando vi que ela e a Magda vinham para o Benfica, fiquei contente.... Desde o ultimo CE, só as vi hoje em acção; A Ema fez um jogão, a Magda foi apenas regular...

DB4700

Citação de: JAAP em 24 de Maio de 2024, 21:37Camp Nacional s18 - Fase Final
Benfica - 64   CPN  - 58

https://fibalivestats.dcd.shared.geniussports.com/u/FPDB/2447617/bs.html#ASFSK

A Ema Karim fez um jogão... bem acompanhada pela Peixinho

Ficar com a Marcy no plantel é premiar a mediocridade... ao longo da época, preferia ter visto alguma das miudas em vez da "nossa capitã"... de certeza que não fariam pior... A Karim, seguramente... teria sido mais util, apesar da idade
a Ema Karim, só a conhecia das selecções jovens que eu acompanho nos camp Europa. Quando vi que ela e a Magda vinham para o Benfica, fiquei contente.... Desde o ultimo CE, só as vi hoje em acção; A Ema fez um jogão, a Magda foi apenas regular...


também vi o jogo. Ema Karim e Peixinho a destacar-se. aquela Maria Palma é mais nova que todas as outras e também bem.

xungaria

Parabéns ás meninas!

Pena os sub18 terem  borrado as calças nos momentos decisivos e terem perdido uma fase final onde a meu ver eram os favoritos

No entanto, há um hiato ainda muito grande entre este escalão e os escalões seniores.
Há miudos com potencial que é bom irmos acompanhando, mas a intensidade de jogo, a quantidade de erros e o rigor tático ainda estão a léguas.
Apesar de no masculino a diferença ser abissal, para termos uma ideia é olhar para a equipa da Proliga e para as dificuldades que a mesma tem e o que seria dela sem o Eduardo Francisco.

Mas folgo ver o feminino em alta... há uns anos a formação no setor feminino era bastante fraco.

gungunhana

Citação de: xungaria em 26 de Maio de 2024, 22:20Parabéns ás meninas!

Pena os sub18 terem  borrado as calças nos momentos decisivos e terem perdido uma fase final onde a meu ver eram os favoritos

No entanto, há um hiato ainda muito grande entre este escalão e os escalões seniores.
Há miudos com potencial que é bom irmos acompanhando, mas a intensidade de jogo, a quantidade de erros e o rigor tático ainda estão a léguas.
Apesar de no masculino a diferença ser abissal, para termos uma ideia é olhar para a equipa da Proliga e para as dificuldades que a mesma tem e o que seria dela sem o Eduardo Francisco.

Mas folgo ver o feminino em alta... há uns anos a formação no setor feminino era bastante fraco.

Ganhou-se pela primeira vez um Campeonato Nacional de sub 18. Parabéns a todos e todas por isso, além do mais quer Lombos , quer CPN eram favoritos, nós não.
Mas vamos pôr as coisas nos seus sitios, esta equipa em 13 inscritas no escalão de sub 18, só tem 3 atletas com mais de 2 anos de Benfica (ou seja, formadas cá de raiz) Sophia Neves, Rita Caroça e  Leonor Matos, que por exemplo tem minutos de jogo baixissimos, as outras 10 são aquisições, miudas formadas noutros clubes (só dos Lombos vieram 3, que se lá comtinuassem as fariam ser campeâs) e recrutadas a olho para que se conseguisse tentar o titulo de sub 18 e conseguiu-se!
Mais, de todas elas acredito que a Palma vai ser jogadora, não sei se a vamos reter após completar o 12ºano, ou se como agora é moda sairá para os USA (Universidades), se tal acontecer, e pk acredito nela e muito, acho que para a tornarmos a ter, teremos que pagar mt  bem . De todas as outras (por exemplo do 5 titular) ao que se diz, nenhuma fica no Benfica com a excepção da Laura (pk ainda tem mais um ano de sub 18), mas pior do que isso, não serão aproveitadas para a equipa de seniores, ou se fossem não teriam minutos que lhes dessem a possibilidade de progredir jogando e não só treinando, cada vez mais estas miudas que demonstram valor saiem senão jogarem e só forem "cheerleaders" no banco.
Há 2 anos atrás escrevi aqui que o paradigma no basket feminino tinha mudado, e mudou, senão cometessemos erros facilimos de corrigir, tinhamos tb e pelo menos, ganho a Liga senior no ano passado e nao tinhamos feito a figura parva que fizemos esta época no principio e meio da mesma.
Mas temos de perceber que o que se faz no mini feminino, sub 14 e sub 16, tem de ser melhor, pk senão vamos embater no mesmo sentido dos miudos e ter de "comprar" malta formada e bem em clubes que á partida não teem a capacidade que o Benfica tem para formar e isso é só ridiculo. Depois há que entender que senão conseguirmos estancar as melhores que temos nas sub 18  de ir para os USA por não lhes oferecermos um projecto claro de desenvolvimento num caso e pagarmos bem como vão pagar clubes adversários que delas precisam (muitas vezes até como titulares) noutro, então não as tragam para tentarmos ganhar campeonatos de sub 18 e vão só buscá-las para as seniores...pouparemos dinheiro e elas não se sentirão desiludidas com o pouco interesse por elas demonstrado na subida a senior.
Ah, e não, pô-las numa equipa B a jogar 2ª Divisão Nacional não chega, pk Magda, (que ao que me disse hj um colega deste fórum vai para os USA, lá está...), Ema, Peixinho, Dutra,Laura (no fim da próxima época), são todas jogadoras que fácil fácil, jogam na Liga, com minutos suficientes para se sentirem úteis e a ganharem no minimo 300€ mês mais casa, comida e roupa lavada.

Idalécio

Um vizinho meu bem informado garantiu-me que a Inês Faustino está certa. Finalmente vamos ter uma base!

messias10

Citação de: Idalécio em 28 de Maio de 2024, 08:10Um vizinho meu bem informado garantiu-me que a Inês Faustino está certa. Finalmente vamos ter uma base!
E a Ivanovic também

SERNADA_SLB

Se estas contratações forem verdade, pode ser que finalmente tenham aprendido e em vez de andarem a inventar com contratações de jogadoras desconhecidas, façam simples e contratem cá dentro...

gungunhana

Citação de: Idalécio em 28 de Maio de 2024, 08:10Um vizinho meu bem informado garantiu-me que a Inês Faustino está certa. Finalmente vamos ter uma base!

Era realmente muito bom k viesse, espero que seja verdade, mas é sportinguista doente (tipo jogar pelo clube do coração quase de borla), e o Sporting precisa dela, a menos que a Adriana (outra sportinguista fanática), resolva sair do CBQ e vá para o sporting (a Carolina Duarte ao que sei já lá está garantida).Vamos esperar e logo se vê.