Comunicação Social

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Grande José Guilherme Alguidar.

Sempre Fiél SLB

«Conheci casos como o de Enke»

A discussão que se lança sobre a pressão exercida sobre os jogadores profissionais de futebol.

Mais do que um futebolista, foi o cidadão Robert Enke que se suicidou. Mas as altas esferas do futebol alemão já vieram lançar a discussão: estarão os jogadores submetidos a intensa pressão?

«A mente humana já é complicada por si só», diz Saviola. «Qualquer um pode entrar em depressão mas o mundo do futebol às vezes é difícil para quem está lá. Quando as coisas não estão bem tudo muda: muita pressão, os filhos pagam na escola, és insultado, a tua mulher também paga. Toda a gente pensa que jogador de futebol é só entrar em campo, jogar um pouco e já está. No meu caso, quando as coisas correm mal, são poucas as pessoas que me consolam, já quando estou bem recebo um milhão de mensagens. É difícil, uma pessoa deve estar preparada, mas há aqueles que não aguentam, como lamentavelmente aconteceu com Enke», afirma, puxando pela memória: «Conheci colegas que entraram em depressão, não podiam sair de casa, entraram num negativismo terrível, desprezando amigos e família. Felizmente sem recorrerem ao suicídio.»

-PENSEM DUAS VEZES ANTES DE CRITICAR ALGUÉM-

FILO64

Citação de: Ieyasu em 17 de Novembro de 2009, 02:46
As declarações são obviamente tiradas de um contexto, até pode ser uma expressão brasileira, mas quem se põe a jeito... Isto até pode servir para dar moral ao balneário do Sporting, mas claro que a moral, só, não chega, o Mourinho é que é um expert nisto dos mind games.

Mas parece-me que há a ideia generalizada que vamos lá espetar 4 ou 5 (eu também quero que isso aconteça, porém a história até diz que nestes jogos quem está em pior estado, agiganta-se), até mesmo no dia-a-dia com amigos Benfiquistas ouve-se isso, acho que estão a menosprezar em demasia o sporting, é um derby, os jogadores vão dão tudo o que têm e não têm, vão querer mostrar-se ao treinador e não deve existir melhor ocasião, do que esta, para fazer as pazes com os adeptos. Vamos lá ver se não apanhamos com as canas em cima como contra o Braga.

Humildade, acima de tudo  :)

:amigo: :slb2: :flagglorioso:

Ja li esta frase varias vezes por aqui e não concordo,
não sei os critérios que leva certos Benfiquistas a dizer isso, visto que se colsultarmos o historico de confrontos entre os dois, o Benfica leva G. vantagem!!!

Ou então o Benfica estava sempre pior quando os defrontava.

http://www.zerozero.pt/confronto_equipas.php?op=ver_confronto&equipa_1=16&equipa_2=4

XHITA



Nortada: Mais um milagre, precisa-se

Por Miguel Sousa Tavares

Sim, precisamos ainda de mais um milagre para chegarmos enfim à África do Sul. Um milagre como o das traves e postes do Estádio da Luz, substituindo, com brilho, a inércia de Eduardo entre os postes, vendo o jogo aéreo passar-lhe em frente do nariz sem se mexer, um milagre como a cabeça salvadora do Bruno Alves já nos descontos, em Tirana, permitindo arrecadar três pontos decisivos, ou a outra cabeça salvadora, sábado passado, na Luz, substituindo, em local que não era seu, a inépcia atacante da Selecção.

Pois, jogador por jogador, nós somos francamente melhores que a Bósnia ou a Dinamarca. Mas, ninguém entende porquê, aquele conjunto de estrelas internacionais, uma vez reunido, não funciona. Certas coisas, nós vemos que resultam de deficiente trabalho de casa: livres e cantos que não foram ensaiados de forma alguma, nenhuma «jogada de laboratório» estudada. Outras coisas, que se esperariam espontâneas, como a inspiração individual ao serviço do colectivo, nunca acontecem: Deco, Cristiano Ronaldo, Simão ou Nani são apenas estrelas desmaiadas, invariavelmente menores na Selecção do que o são nos respectivos clubes. Acontece.

Estava a ver o Portugal-Bósnia junto com uns amigos estrangeiros quando Portugal chegou ao 1-0 e eles comentaram: «Bom, agora é aproveitar e cair em cima deles, para resolver isto já aqui». Expliquei-lhes que não, que não é assim que as coisas funcionam aqui: quando a Selecção consegue chegar ao 1-0, toca a reunir, missão cumprida e trata-se depois e apenas de «gerir a vantagem», como dizem os entendidos. Eles não acreditaram, mas depois viram. Tirando uns doze minutos na segunda parte, culminados com aquela grande oportunidade criada por Liedson a partir do nada (e que Carlos Queiroz comparou ao azar da Bósnia, com três remates na madeira!), nada mais fez a Selecção que justificasse o 2-0. Foi curto, muito curto, para quem quer estar no Mundial do Verão que vem. A verdade, passada já quase uma dúzia de jogos no caminho para África, é que apenas uma vez — e logo no primeiro jogo, frente à Dinamarca — é que a Selecção de Portugal mostrou, sem margem para dúvidas, que merecia estar no Mundial. O resto tem sido uma eterna gestão de «tem-te, não caias», que, tudo indica, vai durar até ao último minuto do último jogo, amanhã, próximo de Sarajevo. E, de todas as vezes, em cada um dos jogos a história repete-se: acreditamos sempre que desta é que é, desta é que a Selecção das tão louvadas vedetas vai finalmente arrancar um jogo que nos faça sentir que temos equipa para chegar ao Mundial e fazer alguma figura. E, depois, mesmo quando tudo começa bem, mesmo quando os deuses estão do nosso lado, parece que se instala ali um cansaço de bem jogar, um indisfarçável tédio de ter que provar, com trabalho e esforço, uma superioridade que todas as estatísticas nos conferem. Enfim, mas isto vai acabar: acaba amanhã. Amanhã, sim, vamos finalmente mostrar ao mundo porque merecemos estar na África do Sul.

Suponho que, não havendo lesionados, Queiroz irá repetir, tal e qual, a equipa da Luz. Assim, e à maneira dos jornais desportivos, vou deixar aqui a minha apreciação individual dos doze da Luz (Tiago e Hugo Almeida não jogaram os minutos necessários para poderem ser avaliados). Esclareço que a minha classificação vai de zero a cinco valores e que sou muito mais exigente que a generalidade dos críticos desportivos, porque adoro bom futebol mas não tenho paciência para mau futebol. Aqui vai, então:

EDUARDO (1) - Quem leu as últimas apreciações que fiz aos seus desempenhos na baliza do Braga, sabe que eu não tenho confiança nele no jogo aéreo, em que é um digno sucessor de Ricardo. Contra a Bósnia e a terminar a primeira parte, ofereceu literalmente o empate, ao permitir um cabeceamento na pequena área a um metro de distância do local onde estava e se deixou ficar, estático. Repetiu o mesmo ao findar o jogo, permitindo novo cabeceamento, embora mais distante, e nova bola na trave. Desculpem-me, mas eu permaneço fiel à «escola Vítor Baía», onde, antes das traves, estavam lá as mãos de Baía. Era bem mais tranquilo. Que o digam os portistas, que também lá têm o Helton...

PAULO FERREIRA (0,5) - Há muito que deixou para trás a forma que permitiu ao FC Porto vendê-lo ao Chelsea por 20 milhões. Mal a defender, inexistente a atacar. Alturas houve em que me cheguei a esquecer que estava em campo.

DUDA (1) - Tentou atacar uma ou duas vezes, mas sem rasgo e inspiração. Periclitante a defender, às vezes até despachando a bola para onde estava virado.

RICARDO CARVALHO (3) - Um dos melhores, apesar da diferença de altura para os bósnios e apesar de ter de dobrar frequentemente Paulo Ferreira.

BRUNO ALVES (3) - Leva nota semelhante pelo golo, que pode valer ouro e diamantes (magnífica a crença com que acreditou e acompanhou o ataque, colocando-se na posição sobejante que lhe permitiu marcar), e pelo empenho de sempre. Mas não esteve tão inultrapassável como habitualmente.

PEPE (3) - Primeira parte à deriva, sem atinar com o lugar e a função no jogo, e segunda parte «à Pepe» — decisivo no apoio atrás, na impulsão do jogo para a frente e na motivação extra que deu a toda a equipa que o quis acompanhar.

DECO (0) - Já nos tempos áureos do FC Porto, eu achava que ele não devia ter lugar cativo na equipa, de tal maneira o seu futebol é intermitente, capaz do melhor e do desesperantemente mau. Foi o caso, mais uma vez, sábado passado. Estragou jogo sem cessar e ainda insistiu numa coisa que só em Portugal lhe é consentido pelos treinadores: cobrar cantos e livres próximos da área, para o que lhe falta em absoluto qualquer talento.

RAUL MEIRELES (3) - Uma vez mais, e ao contrário de Deco, esteve melhor na Selecção, bem melhor, do que tem estado no FC Porto. Teve um fantástico passe longo a isolar Nani, que o desperdiçou por má recepção, e teve um magnífico trabalho na esquerda a oferecer o golo frontal a Deco, que chutou... como de costume.

SIMÃO SABROSA (1) - Depois do bom desempenho na última chamada à Selecção, voltou à normalidade das más exibições. Nada fez digno de registo positivo.

NANI (0,5) - A começar, parecia que ia justificar a sua reivindicação de lugar cativo, mas rapidamente se deixou de veleidades. Fez tudo ou quase tudo mal e, no final, na flash interview, ainda se permitiu responder em tom sobranceiro, de quem nada ficou a dever a ninguém. Mas ficou, sim, ficou a dever uma boa exibição a todos os adeptos.

LIEDSON (2) - Este, sim, não sabe o que é poupar-se, mesmo e sobretudo se as coisas não lhe correm bem ou se o jogo não lhe chega. Ao contrário do que disse Queiroz, ele não desperdiçou uma oportunidade de golo: ele criou uma oportunidade saída exclusivamente do seu génio e que, se tem entrado, seria um golo para recordar por muito tempo.

FÁBIO COENTRÃO (0) - Li aqui n'A Bola, que «esteve bem tanto à direita como à esquerda». Pois, eu (cada cabeça, sua sentença) acho que esteve tão mal e tão inexistente à esquerda como à direita. Longe, muito longe de confirmar as boas exibições pelo Benfica e de justificar a sua estreia como internacional A. Desde que Queiroz o lançou, o ataque de Portugal morreu, sem remissão. Mas, ao contrário de Nani, teve a humildade de reconhecer que esteve mal — o que é meio caminho andado para que, da próxima, esteja melhor. E tem valor para isso.


Bola7

perfeita a análise do MST á selecção...quando não fala do fcp ou do Benfica até diz algumas coisas de jeito...

XHITA

Citação de: Bola7 em 17 de Novembro de 2009, 10:40
perfeita a análise do MST á selecção...quando não fala do fcp ou do Benfica até diz algumas coisas de jeito...

Tantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia tem que quebrar...

XHITA




Vamos conversar: Carvalhal quer dizer futuro

Por Fernando Guerra

Pode ter sido a segunda, a quinta ou a décima escolha, como se fosse possível na procura de um treinador ou de um ministro, endereçar vários convites em simultâneo a fim de evitar melindres entre os destinatários — imagine-se o que seria se respondessem ao mesmo tempo e dissessem todos que sim —, mas foi uma boa escolha a que o Sporting fez para encerrar o processo da sucessão de Paulo Bento. E foi boa porquê? Entendo que o futebol português precisa de se rejuvenescer, de abrir as portas a jovens sérios, ambiciosos e com novas ideias. É importante revolucionar as mentalidades e investir em mais cultura e em mais qualidade sem ser necessário ir buscar catedráticos às universidades. Não é disso que se trata. O que verdadeiramente faz falta é gente que tenha de tão aliciante fenómeno visão tolerante mas determinada, sem medo dos desafios, nem das mudanças que ornamentam os caminhos do desconhecido. Por muito que os exércitos da estagnação remem contra a corrente, parece-me irreversível a vitória do progresso. Por isso, é um acto de inteligência recorrer a quem, sem fantasmas do passado, deseje abraçar a modernidade.

Considero Carlos Carvalhal referência da uma geração de treinadores que pode obrigar à rendição da frivolidade de ontem, à destruição dos grilhões feitos de truques e de manhas que tanto gozo deram e continuam a dar entre os sectários da ala mais obtusa da classe, porventura ainda a mais numerosa, para mal dos pecados de quem não perde a esperança de ter por cá um futebol como ele dever ser, belo, verdadeiro, aglutinador.

Quando se faz um brinde reparamos na parte do copo meio cheia se estamos de corpo e alma com o projecto ou na parte meio vazia se levantamos o braço com segundas intenções, como fazem os medíocres que, mentes ocas, engordam à custa dos erros dos outros.

Da mesma maneira, quando se quer analisar a contratação de Carvalhal à luz da sua carreira desportiva, pode reparar-se nos períodos maus ou nos bons, conforme as conveniências de cada qual. Pode sublinhar-se a passagem discreta pelo Marítimo, por exemplo, o disparate que foi ter aceite trabalhar no Beira-Mar imediatamente após abandono apressado de Braga, ou... relevar-se o sucesso no Leixões, que promoveu, e no V. Setúbal, que recolocou na primeira Divisão; e ainda a Taça da Liga que venceu, precisamente numa final com o Sporting. Enfim, assim, a brincar, o homem tem qualquer coisa para apresentar...

Aindanão estou convencido de que o presidente do Sporting tenha feito tudo quanto estava ao seu alcance para impedir a saída de Paulo Bento. Para mim, a separação comparo-a a grosseiro erro de avaliação, mas está tomada. Ponto final. Já não faz parte desta história. O que está em cima da mesa, neste momento, é o nome de quem lhe sucede: Carlos Carvalhal, em minha opinião um dos arautos da mudança e exemplo eloquente de quem defende o futebol por que devemos pugnar no futuro.

O que hoje penso acerca do novo treinador do Sporting é rigorosamente o mesmo que pensava quando ele trabalhava em Setúbal, motivo pelo qual quanto aqui fica registado mais não é do que versão adaptada do que, neste espaço semanal, escrevi em Fevereiro de 2008. Já ninguém se lembra, mas devo a explicação aos leitores, até pelo facto de ter optado pelo mesmo título.

P.S.: Vai este treinador ter sucesso no Sporting? Não possuo a capacidade de adivinhar. Reconheço-lhe saber e experiência suficientes, mas não depende apenas dele, como ontem muito bem referiu Carlos Costa, anterior presidente do Vitória de Setúbal, na Rádio Renascença: Carvalhal precisa de uma retaguarda forte, de se sentir protegido nas posições que tiver de assumir, disse. Palavras sábias.

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Vivò árbitro: 'Penalty' pode dar livre

O dinamarquês Claus Bo Larsen (Rússia-Eslovénia), o francês Laurent Duhamel (Grécia-Ucrânia), o alemão Félix Brych (Rep. Irlanda-França) e o inglês Martin Atkinson (Portugal-Bósnia) foram os árbitros que, no sábado, dirigiram os quatro jogos da primeira mão do play-off de apuramento europeu para a fase final do Mundial do próximo ano. Nenhum teve dificuldades de vulto, houve colaboração dos jogadores, todos os quatro puderam e souberam estar muito bem — desejemos e esperemos que, amanhã, também assim suceda com Olegário Benquerença, distinguido pela FIFA com nomeação para o Ucrânia-Grécia, que se inicia com 0-0.

Durante larguíssimos anos, foram lineares as regras na grande penalidade: havendo infracção da equipa punida, era golo se a bola entrasse na baliza e repetia-se o castigo se a bola não entrasse na baliza; havendo infracção da equipa que beneficiava do penalty sucedia o contrário e, claro está, com toda a lógica. Nada se alterou no primeiro caso, mas houve alteração (desde 1 de Julho de 2005) no segundo. E é assim: se a bola entra na baliza, repete-se o castigo; se a bola não entra na baliza, reata-se o jogo com livre indirecto contra a equipa que beneficiou do penalty. Discutível? Talvez. Mas já deu para dois curiosos casos (pelo menos) no futebol português.

Houve notícia de repetição do jogo Perafita-Pedrouços (Divisão de Honra da AF Porto), devido a lapso da chefe da equipa de arbitragem (Ana Sofia Aguiar) na marcação de penalty favorável à equipa visitada. Bola dentro da baliza, mas com invasão da grande área por jogador da equipa que beneficiou do penalty, pelo que este devia ter sido repetido. Não foi. Reatou-se o jogo com livre indirecto, punição para quando a bola não entra. Logo, correcta a repetição do jogo. E, segundo tudo indica, lapso também esteve quase a acontecer no recente Nacional-At. Bilbao, da Taça Europa. Aquando do penalty favorável aos madeirenses, o árbitro (William Collum, escocês) deu a sensação de ir reatar o jogo com livre indirecto contra o Nacional, por considerar que alguns dos seus jogadores tinham invadido a grande área antes de a bola partir. E era verdade. Só que também houvera invasão por jogadores da equipa espanhola. E, assim sendo, com golo ou sem golo, há sempre repetição do penalty. E foi isso que fez o árbitro, por indicação (preciosa) de um dos seus auxiliares — talvez colocado (quem sabe?) junto da baliza, na tal novidade de que tanta gente discorda.

No próximo fim-de-semana (sábado e domingo), a APAF leva a efeito, nas Caldas da Rainha, um Congresso Internacional de Arbitragem, que colocará em debate diversas importantes matérias relativas ao sector. Tenho a vida programada para estar presente, espero poder corresponder à gentileza do convite.

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Com bola ou talvez não: Pacheco do Eça

Por António Simões

Na semana passada vi, amiúde, Pacheco escondido por primeiras páginas de jornais – o Pacheco que Eça de Queirós criou, numa carta de Fradique. Aquele Pacheco que se tornou soberbamente aclamado, sem precisar dar, do seu génio, grande manifestação. Bastou--lhe que certa manhã em Coimbra, numa aula de Direito Natural, desdenhasse a sebenta e assegurasse que «o século XIX era um século de progresso e luz» – para que, maravilhados, todos em seu redor, concluíssem: que imenso talento! E nunca mais precisou de falar, de fazer, de criar para que esse imenso talento se revelasse, perpétuo, silencioso, a borbulhar dentro da sua testa escanteada, larga e lustrosa. Quanto mais inacessível se conservava lá, mais respeito inspirava, despertava, permitindo-lhe ser tudo: deputado, ministro, governador, conselheiro, presidente do Conselho – e tudo ter: um país a seus pés, contemplando-lhe, em assombro, o imenso talento, presumido, invisível, calado...

É, foi esse Pacheco que me pareceu ver em Villas Boas. Sim, isso é indiscutível: começou, precoce, a fazer estudos e estatísticas que entusiasmaram Bobby Robson. Juntou-se, depois, a José Mourinho, espalhando brilhos por relatórios e estudos e astúcias por espionagens, dizem. Achou que lhe chegara a hora do grito de Ipiranga, a Académica puxou-o à sua ilusão. Ganhou um jogo, eliminaram-no da Taça da Liga – e o resto é o que se sabe... Duas certezas eu tenho. Uma é que Pinto da Costa tem mais com que se preocupar do que preocupar-se com André Villas Boas, guardá-lo, em truque de bastidor, como reserva estratégica, apólice de seguro de vida, o que seja. A outra é que José Eduardo Bettencourt, sem querer, se livrou do mais perigoso tiro no escuro da história do Sporting. Porque, até pode acontecer que Villas Boas seja (ou não) novo Mourinho (apesar de eu achar que Mourinho haverá sempre apenas um...) mas por enquanto ainda só é a testa do Pacheco do Eça – e Carlos Carvalhal não, fez muito mais. E mais fará, verão...


XHITA


VodkaBoy



maxifinus

é pena que só se debrucem sobre faltas verificadas na execução de grandes penalidades agora que não há "notícias" e não depois do jogo contra o Marítimo... ou então imediatamente após o referido jogo do Nacional..

Flirt4ever

  Estavam 3 Portistas e 3 Benfiquistas numa estação, à espera de comboio para irem a um jogo de futebol.
  Os três Portistas vão até à bilheteira e compram três bilhetes.

  A seguir, vão os três  Benfiquistas  até à bilheteira,
  mas só compram um bilhete. Os Portistas ficam espantados e perguntam:
- Como é que vocês são três e só compram um bilhete?
- Vocês não têm hipótese de fazer a viagem e passar o mesmo bilhete para os três!...
- Não se preocupem que vocês vão ver...

  Mal entram no comboio os três Benfiquistas dirigem-se à casa de banho e apertam-se lá dentro o melhor possível, de maneira a fechar a porta. Quando vem o Revisor, pica os bilhetes dos Portistas, vê a luz da casa de banho acesa, bate à porta e diz:
- BILHETE, por favor!!!
  A porta abre-se só com uma frinchinha, através da qual sai uma mão com o bilhete. O Revisor, agradece e segue. Os Portistas acham a ideia fantástica, e decidem fazer o mesmo, na viagem de regresso!
- Estes Benfiquistas são uns génios!...

  No regresso, os três Portistas compram só um bilhete, mas os Benfiquistas não compram nenhum.
- Como é que vocês vão viajar sem bilhete? É impossível!!!
- Vocês vão ver, está tudo sob controlo - objectam os Benfiquistas.
 Quando entram no comboio, os Portistas espremem-se todos para dentro de uma casa de banho, e fecham a porta.
  Os Benfiquistas  fazem o mesmo na casa de banho ao lado. Passado um minuto, sai um dos  Benfiquistas, bate à porta da casa de banho dos Portistas e diz:
- BILHETE, por favor!...



:2funny:

joxi

Citação de: Flirt4ever em 17 de Novembro de 2009, 12:19
  Estavam 3 Portistas e 3 Benfiquistas numa estação, à espera de comboio para irem a um jogo de futebol.
  Os três Portistas vão até à bilheteira e compram três bilhetes.

  A seguir, vão os três  Benfiquistas  até à bilheteira,
  mas só compram um bilhete. Os Portistas ficam espantados e perguntam:
- Como é que vocês são três e só compram um bilhete?
- Vocês não têm hipótese de fazer a viagem e passar o mesmo bilhete para os três!...
- Não se preocupem que vocês vão ver...

  Mal entram no comboio os três Benfiquistas dirigem-se à casa de banho e apertam-se lá dentro o melhor possível, de maneira a fechar a porta. Quando vem o Revisor, pica os bilhetes dos Portistas, vê a luz da casa de banho acesa, bate à porta e diz:
- BILHETE, por favor!!!
  A porta abre-se só com uma frinchinha, através da qual sai uma mão com o bilhete. O Revisor, agradece e segue. Os Portistas acham a ideia fantástica, e decidem fazer o mesmo, na viagem de regresso!
- Estes Benfiquistas são uns génios!...

  No regresso, os três Portistas compram só um bilhete, mas os Benfiquistas não compram nenhum.
- Como é que vocês vão viajar sem bilhete? É impossível!!!
- Vocês vão ver, está tudo sob controlo - objectam os Benfiquistas.
Quando entram no comboio, os Portistas espremem-se todos para dentro de uma casa de banho, e fecham a porta.
  Os Benfiquistas  fazem o mesmo na casa de banho ao lado. Passado um minuto, sai um dos  Benfiquistas, bate à porta da casa de banho dos Portistas e diz:
- BILHETE, por favor!...



:2funny:

Looooooooooooooooooooooooooooool ;D :2funny: ;D :2funny: