Comunicação Social

XHITA



Um olhar do Norte: Pensando em voz alta

Por Jorge Olímpio Bento

1-) Creio não estar enganado. O empresário que colocou Scolari no Chelsea é o mesmo que levou Mourinho para o Inter de Milão e depois transferiu para este clube o futebolista Ricardo Quaresma. As voltas que a vida dá e quão estranhas são as coincidências que ela encerra!

Obviamente, Quaresma não fazia parte do pacote da ida de Mourinho para Itália. Nem pensar nisso! Até porque nos negócios do futebol tudo é cristalino; os interesses e jogadas são do tipo «branco mais branco não há». Tal como no contexto global do mercado neoliberal! Digamos, pois, rápida e explicitamente: foi a superior e exaltada capacidade de visão e avaliação do mundialmente renomado treinador que viu no jogador indesmentíveis méritos, garantes de sucesso no calcio. E foram a sua insistência e pertinácia que obrigaram o FCP a vender por preço muito abaixo do seu real valor — assim sentenciaram na altura distintos, encartados, sabedores e fiáveis comentaristas. Contradizer isto é cair no ridículo!

O facto de Quaresma não ter comprovado no Inter as magias e demais sublimes e excelsos virtuosismos (uns ingénuos, outros encomendados), louvadores e quejandos não se cansavam nem cansam de descrever, gabar nos media, é uma mera contingência e uma imprevisível e pungente fatalidade e ocorrência. Felizmente havia o Chelsea de Scolari, técnico dotado de insuperável argúcia e sentido de oportunidade, para funcionar como instância de reabilitação. Decididamente, o forte do futebol reside nas triangulações!

2-) Infelizmente, Felipão não passou na prova dos nove. Ele que tinha sido campeão do mundo pelo Brasil, uma selecção mediana, com poucos craques e nada habituada a tais andanças! Logo foi vítima da mais tola incompreensão e vil desconsideração.

Então ele não é o treinador competentíssimo que tantas luminárias do nosso futebol trataram de erigir e venerar?! Não foi um marqueteiro astuto e sagaz, inexcedível a criar o espírito de coesão na Selecção e a onda de entusiasmo, empatia e adesão em torno dela? Se ele funcionava assim fora de campo certamente era ainda melhor a preparar, ver e dirigir o jogo! Ou será que falhava e falha redondamente neste capítulo e está muito aquém dos conhecimentos, competências e métodos exigidos pelo treino e competição? Ou será que, afinal, o nosso 2.º lugar no Euro-2004 foi obra disso, foi mais fracasso do que sucesso e não devia, portanto, ter sido posto na conta do mérito, mas na do demérito de Scolari? Sendo assim o que é que justificou os desmedidos elogios e as imerecidas condecorações? Também se aplica a ele a constatação de que o rei vai nu?

Não vou dar as respostas, por serem óbvias para quem está habituado a fazer uso da lucidez e razão. Muito menos vou rir, porque a cegueira da alienação e a manipulação da boa-fé e ingenuidade devem ser causa de preocupação e não de riso e desdém. Por isso vou alinhar com os saudosos e chorosos admiradores de Scolari. O Chelsea precipitou-se; o seu patrão tem dinheiro podre e a rodos, que lhe permite entregar-se às mais bizarras experiências e dar livre curso aos mais estapafúrdios caprichos — tanto nas escolhas e contratações como nos despedimentos e indemnizações. Viva a indústria do futebol!

3-) Parece que muitos analistas não gostam da verdade, quiçá porque ela lhes rouba espaço e oportunidade para impingir o produto que mais apreciam: a venda de gato por lebre. Porém, a dureza da realidade não aconselha escondê-la. Por mais que lhes entoem loas, há futebolistas que não vão além de promessas sempre adiadas. Assim, quem olhar de frente — com os olhos do rigor e saber — verá facilmente que a vaca da Selecção está seca e mirrada. É preciso alimentá-la para que assuma outra forma. Se isso não for feito, não iremos ao próximo Mundial nem aos que se lhe vão seguir. A estratégia deve ser partilhada e a unidade estabelecida em todos os níveis da Federação. E contagiar a opinião pública.

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Bolas da bancada: A mão pousada suavemente

Por Daniel Reis

À beira de se iniciar a semana de todas as decisões para os da minha cor, é preciso algum esforço para fintar a angústia da espera. E eu faço-o, recorrendo ao tema em voga: como quase sempre, a arbitragem. Descansem, porém, pois vou-me ficar pelo seu lado mais lúdico, que é o dos floreados de boca e caneta, a seguir aos jogos semanais a pontapé, na bola e nas canelas.

Para começar, sublinho a actuação de um dos chamados observadores dos árbitros (de seu nome José Gonçalves) e que ousou desconsiderar Pedro Proença (logo ele, o number one!), atribuindo-lhe a negativa nota de 2,4 por falhar um penalty a favor do FC Porto e deixar Sidnei impune, sem o competente cartão amarelo exibido à frente do seu nariz. Em princípio, nada a opor, atendendo ao que foi possível ver na televisão, em repetições até à náusea. O único porém do relatório é o abono ao FC Porto de um castigo indevido, que facilitou o empate. Aí, o dito observador não observou nada. Permito-me, por isso, perguntar: para que servem eles, se nada vêem de diferente do que veria qualquer outro espectador, tirado à sorte para produzir um relatório e receber o competente estipêndio? Seguramente, quem assistiu ao jogo, de camisola azul e branca vestida, assinaria de cruz e exultante o documento, que livrou Pedro Proença de uma nota mais rotundamente negativa.

Num registo ainda mais ligeiro e para descomprimir, anotem-se as interpretações sobre o que é um penalty a sério, por conta dos mais preclaros dos adeptos portistas. Isto, justamente, na semana em que, talvez por se sentirem beneficiados, já não sabem o que dizer, para disfarçar. Assim, um deles procurou fazer graça com a invenção do que chamou «penalties à Sporting», pelos dois que lhes marcaram na Taça da Liga. Só estaria ele longe de prever que a vitória seguinte, suadíssima sobre o último da classificação e em casa, começou a cair do céu graças a uma falta de duvidosa factura. Só que Farías não fabricou um penalty à Sporting. Foi à FC Porto. Ou seja: dos legítimos, por serem dos nossos.

Também Miguel Sousa Tavares, na sua mais recente crónica neste jornal, repõe com imensa graça a velha teoria da intensidade, patente registada de outro portista de eleição. No penalty cometido por Sapunaru, em Alvalade, o defesa portista teria «a mão suavemente pousada sobre a anca de Postiga», pelo que a punição não se justificaria. E, noutro mais antigo, um defesa azul teria, apenas, «a mão pousada no ombro de João Moutinho». Mas no lance que permitiu ao FC Porto eximir-se à derrota com o Benfica, já «se vê claramente a mão de Yebda, tentando travar Lisandro pela barriga».

Por tudo isto se vê, como tantas vezes tenho aqui sublinhado, que o meu penalty é sempre melhor que o teu. Obviamente, não vem daí nenhum mal ao mundo e, às vezes, é até muito engraçado. Nem é caso para jurar que desta água eu não bebi, ou não beberei. Mas é melhor não exagerar, para não aumentarmos todos os riscos já sérios de um imenso ridículo.

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Remate de letra: Erros de 'casting'

Por Hugo Vasconcelos

Há jogadores, como João Moutinho, que conseguem ter um rendimento de alto nível independentemente da posição no terreno que ocupem. E há outros que parecem talhados para jogar apenas num lugar, ou num sistema. Cada vez fica mais claro que Rochemback é um deles. Tem qualidade de passe acima da média, remate forte, poder de choque... e no entanto ainda procura o lugar certo no Sporting.

O regresso a Alvalade, aliás, causou-me estranheza. Paulo Bento nunca pareceu muito interessado em abdicar do losango e encaixar Rocha parecia um problema geométrico de complicada resolução.

Fábio Rochemback é um oito, não tem velocidade para ser o elemento mais recuado do losango, não tem drible para ser o mais adiantado, não rasga o jogo para ser um interior-direito eficaz, apesar de ser essa a intenção de Paulo Bento em Julho de 2008. Hoje, sete meses depois, insiste em utilizá-lo na posição de trinco, com resultados decepcionantes.

Há contratações assim, que se adivinham condenadas ao fracasso — Makukula num Benfica que já tinha Cardozo é outro exemplo. Rochemback encaixaria na perfeição no 4x3x3 do FC Porto ou no 4x4x2 do Benfica. Em Alvalade não consegue afastar a ideia de ser um tremendo erro de casting. E ao vê-lo ali, à frente da defesa, conseguindo pouco mais que acompanhar os contra-ataques adversários com os olhos, é impossível não sentir simpatia com o desagrado de Miguel Veloso por estar a jogar à esquerda...

Corrosivo

Leonor Pinhão é a maior!!!

unum

Citação de: Corrosivo em 19 de Fevereiro de 2009, 09:56
Leonor Pinhão é a maior!!!

Fazia falta mais como ela... A situação não tinha chegado a este ponto.

zedoscalotes

Só aquele primeiro paragrafo da Leonor Pinhão... :D


unum

Citação de: insatisfeito em 19 de Fevereiro de 2009, 14:53
Que grande, grande FDP este luis sobral....

http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?div_id=1498&id=1042653

Nem fui ver... Não entendo como ainda contribuímos com hits para um site que dá de comer a um tal frustrado.

DD

Citação de: XHITA em 19 de Fevereiro de 2009, 09:56

Bolas da bancada: A mão pousada suavemente

Por Daniel Reis

À beira de se iniciar a semana de todas as decisões para os da minha cor, é preciso algum esforço para fintar a angústia da espera. E eu faço-o, recorrendo ao tema em voga: como quase sempre, a arbitragem. Descansem, porém, pois vou-me ficar pelo seu lado mais lúdico, que é o dos floreados de boca e caneta, a seguir aos jogos semanais a pontapé, na bola e nas canelas.

Para começar, sublinho a actuação de um dos chamados observadores dos árbitros (de seu nome José Gonçalves) e que ousou desconsiderar Pedro Proença (logo ele, o number one!), atribuindo-lhe a negativa nota de 2,4 por falhar um penalty a favor do FC Porto e deixar Sidnei impune, sem o competente cartão amarelo exibido à frente do seu nariz. Em princípio, nada a opor, atendendo ao que foi possível ver na televisão, em repetições até à náusea. O único porém do relatório é o abono ao FC Porto de um castigo indevido, que facilitou o empate. Aí, o dito observador não observou nada. Permito-me, por isso, perguntar: para que servem eles, se nada vêem de diferente do que veria qualquer outro espectador, tirado à sorte para produzir um relatório e receber o competente estipêndio? Seguramente, quem assistiu ao jogo, de camisola azul e branca vestida, assinaria de cruz e exultante o documento, que livrou Pedro Proença de uma nota mais rotundamente negativa.

Num registo ainda mais ligeiro e para descomprimir, anotem-se as interpretações sobre o que é um penalty a sério, por conta dos mais preclaros dos adeptos portistas. Isto, justamente, na semana em que, talvez por se sentirem beneficiados, já não sabem o que dizer, para disfarçar. Assim, um deles procurou fazer graça com a invenção do que chamou «penalties à Sporting», pelos dois que lhes marcaram na Taça da Liga. Só estaria ele longe de prever que a vitória seguinte, suadíssima sobre o último da classificação e em casa, começou a cair do céu graças a uma falta de duvidosa factura. Só que Farías não fabricou um penalty à Sporting. Foi à FC Porto. Ou seja: dos legítimos, por serem dos nossos.

Também Miguel Sousa Tavares, na sua mais recente crónica neste jornal, repõe com imensa graça a velha teoria da intensidade, patente registada de outro portista de eleição. No penalty cometido por Sapunaru, em Alvalade, o defesa portista teria «a mão suavemente pousada sobre a anca de Postiga», pelo que a punição não se justificaria. E, noutro mais antigo, um defesa azul teria, apenas, «a mão pousada no ombro de João Moutinho». Mas no lance que permitiu ao FC Porto eximir-se à derrota com o Benfica, já «se vê claramente a mão de Yebda, tentando travar Lisandro pela barriga».

Por tudo isto se vê, como tantas vezes tenho aqui sublinhado, que o meu penalty é sempre melhor que o teu. Obviamente, não vem daí nenhum mal ao mundo e, às vezes, é até muito engraçado. Nem é caso para jurar que desta água eu não bebi, ou não beberei. Mas é melhor não exagerar, para não aumentarmos todos os riscos já sérios de um imenso ridículo.


Este Daniel Reis é lagarto, mas dá forte e feio nos porcos corruptos

polo norte

Citação de: unum em 19 de Fevereiro de 2009, 15:17
Citação de: insatisfeito em 19 de Fevereiro de 2009, 14:53
Que grande, grande FDP este luis sobral....

http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?div_id=1498&id=1042653

Nem fui ver... Não entendo como ainda contribuímos com hits para um site que dá de comer a um tal frustrado.

so se for por engano, tambem nao veem o meu clik.

bruno_

POSTEM AKI AS NOTICIAS DESSES SITES PK BASTA IR AO SITE DELES K ELES GANHAM LOGO DINHEIRO

XHITA

Jornal O Benfica, 20 Fev 2009.

http://www.slbenfica.pt/incslb/pdf/jornal/3382/jb03_20_cor.pdf

Crédito ao usuário PMCA!  :clap1:


Citação

Sagres sim! Super Bock não!

Por Alberto Miguéns

A criação da "Taça da Liga", uma competição patrocinada pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), revelou-se um enorme equívoco, porque nada acrescenta ao depauperado futebol português... nem competitividade, nem espectacularidade, nem financeiramente rentável, nem credibilidade. Se o modelo da 1.ª edição era retrógrado, revelando-se um empecilho – porque colidia com a preparação de jogos internacionais - para os clubes com equipas a competir nas provas organizadas pela UEFA, o modelo desta 2.ª edição é de uma inoperacionalidade atroz.

A inútil Taça inútil

Desde o início que se levantou uma questão. Para que serve uma "Taça da Liga" no actual modelo europeu das competições de futebol? O modelo desta competição surgiu nas Ilhas Britânicas, quando foi necessário aumentar o número de jogos – e entradas pagas – face ao crescimento do profissionalismo dos futebolistas. Não havendo competições europeias de clubes, ou quando foram criadas estarem limitadas a um número reduzido de jogos – por exemplo, a Taça dos Clubes Campeões Europeus estava circunscrita a um representante por país, com jogos a duas mãos a eliminar – e havendo poucos jogos internacionais entre selecções nacionais, havia "espaço" e necessidade para fazer receitas, em manter os clubes em actividade. Actualmente
tudo isto mudou, e no sentido de "fomentar" uma competição sem tradição, "colocada" num mês (Janeiro) de "defeso" das competições europeias. O público tem-lhe dito "Não!", ou seja, não interessa... a não ser para o presidente da Liga.

O FC Porto faz o que quer...

Uma competição ferida de credibilidade desde a 1.ª jornada (7 de Janeiro), quando a LPFP deu cobertura a um facto... ilegal. O FC Porto apenas utilizou um jogador (Pedro Emanuel) titular num dos dois últimos jogos oficiais, quando o artigo n.º 11 especifica que teria de utilizar pelo menos... cinco! Ou seja, o clube que fez um contrato publicitário com a Unicer (Carlsberg) - cervejeira de Leça do Bailio, dirigida pelo portista António Pires de Lima, que se está a mostrar ruinoso, pois em menos de dois anos perdeu dez por cento de quota de mercado para a Centralcer (Sagres) - nem sequer respeitou este patrocinador tão "especial" (ver gráfico). Recebem, "choram", ignoram e desrespeitam.
Nisto "esta taça" até é uma competição do "sistema". Com o beneplácito do SCP e à FCP!

Só faltava o Sporting...

Ainda a "poeira" não assentara quando surge uma notícia no jornal "Record" (ver imagem) dando conta da insatisfação dos dirigentes sportinguistas face ao patrocínio da Sagres, porque segundo eles o "Sporting sentiu-se discriminado e até enganado, porque não é aceitável que a Centralcer esteja disponível para o Benfica e não melhore
as verbas para novo contrato publicitário com o Sporting". Ao que parece o Sporting CP pretende seguir (mais uma vez...) o FC Porto, estabelecendo contrato com a Super Bock. Esta marca pertencente à Unicer e vai ser publicitada (será?) no FC Porto – equipamentos, bancadas e modalidades – no "tal contrato" ruinoso (cerca de três milhões de euros/ano) que tem contribuído para o insucesso comercial – para lá do financeiro – da marca de Leça do Bailio, administrada pelo Dr. Pires de Lima.

Que retorno?

Desde há muito que os sportinguistas pretendem junto do meio empresarial e publicitário conseguir contratos iguais aos do Benfica, e mesmo superiores, obtidos através de pressão, como foi o que conseguiram com o BES, onde tiraram vantagem dessa sua política! Olha se nós, os Benfiquistas, fizéssemos ao BES o que eles anunciam ir fazer à Centralcer (Sagres)? Porque pretendem eles – já com os contratos televisivos é "mais do mesmo" – igualar-se a nós se no mercado empresarial financeiro todos sabem que o retorno dado pelo Benfica é incomparavelmente maior? SE o BENFICA vale mais, recebe mais, terá obviamente de receber mais! É assim a lei da vida, não é?...

Caixa a "arder"

Esta "política" de pressão e choradinho – após a inauguração do nosso Caixa Futebol Campus - valeu-lhes um contrato com a CGD para patrocinar as modalidades, em particular o atletismo. Que visibilidade dá uma modalidade como o atletismo a uma empresa bancária como o CGD? Que mediatismo? Que interesse? Realmente estamos
em presença de um clube que tem um poderio na política portuguesa e nos media
nacionais muito acima da sua real importância social e desportiva! Agora surge mais um devaneio: descontentes com a Sagres pretendem encostar-se ao FC Porto para se unirem à Super Bock. Que sejam felizes!

E que os Benfiquistas se apercebam do que está em jogo com esta "dança" das cervejas. E como eles – portistas e sportinguistas – nos querem "encostar"... Cá por mim já fiz a opção certa. Cerveja só Sagres! Bancada junto da qual está a nossa baliza talismã!


Citação

Opinadores

Por Alberto Miguéns

Há cada vez mais adeptos do "Glorioso" revoltados com a passividade dos supostos
"representantes do Clube", em programas de painel televisivo. Todos sabemos que não é o Benfica que escolhe os seus "representantes" para os programas televisivos com painel de opinadores para três clubes, que semanalmente ocupam as noites de segunda-feira ("O Dia Seguinte" na SIC-Notícias) e de terça-feira ("Trio d'Ataque" na RTP-Notícias). Já o mesmo não se sabe em referência aos do Sporting CP e do FC Porto.

Há muito que nos apercebemos que as direcções desses programas escolhem quem melhor defende os interesses da sua programação, e menos quem defende – de facto – os valores do Benfica e do Benfiquismo. E há incompatibilidade entre uma defesa vigorosa, e real, do Benfica e os interesses em ter por lá "distraídos" Benfiquistas que, acomodados, pecam por serem escassos na veemência e abrangentes na passividade.

Seja como for, eles – os que se dizem "intrépidos" benfiquistas – estão nesses programas porque estão referenciados como pertencentes ao Clube. É a sua simpatia pelo Benfica que permite que ocupem esse lugar, é, evidentemente, o "Glorioso" que deveriam respeitar e defender na verdadeira acepção da palavra. Quem se predispõe a "defender o Benfica" deverá estar perfeitamente identificado com as estratégias do Clube, porque quem define a planificação, desenvolvimento e crescimento são os dirigentes que estão legitimados pelos associados que em assembleia geral elegem democraticamente os Órgãos Sociais. Quem escolhe – os responsáveis desses programas – deve ter em conta isto, a menos que queira estigmatizar os nossos dirigentes, o que seria deontologicamente muito grave. Quem é escolhido deve ser conhecedor da realidade em que está inserido e agrilhoado ao Clube, em todas as esferas – desportiva, política e social. O que se vai assistindo é a uma espécie de NIM – cumprem as "normas", mas pelo mínimo... Basta comparar a defesa corporativa - fazendo passar o que interessa aos seus clubes - que os opinadores dos outros dois
grémios promovem para percebermos a vacuidade das posições dos nossos  representantes", com a incongruência de poucos de nós se sentirem representados.

Em relação a Fernando Seara ("O Dia Seguinte"), e, por vezes, Pedro Vasconcelos ("Trio
d'Ataque"), os seus comportamentos passivos, as declarações dúbias, as posições inconsequentes e contrastantes com os outros "representantes", os comentários sem nexo e irrealistas fragilizam o nosso clube. O Benfica na sua globalidade, e em particular as nossas equipas, sofrem deste modo amorfo de (não) defender o "Glorioso". Funcionam mais como um "calcanhar de Aquiles" do que outra coisa qualquer...

O melhor que eles podiam fazer – para auxiliar em vez de (des)ajudar – os nossos atletas, era abdicarem das posições que ocupam nesses programas. Em prol do Benfica!


william

pessoal uma info pf.

o jornal do benfica sai em que dias?? e qual e o custo normalmente?

REDMYSTERY


pasa


BENFIC@1904

Citação de: william em 19 de Fevereiro de 2009, 16:58
pessoal uma info pf.

o jornal do benfica sai em que dias?? e qual e o custo normalmente?

Á sexta-feira, 80 centimos.

fffernas

Opinadores

Por Alberto Miguéns

Há cada vez mais adeptos do "Glorioso" revoltados com a passividade dos supostos
"representantes do Clube", em programas de painel televisivo. Todos sabemos que não é o Benfica que escolhe os seus "representantes" para os programas televisivos com painel de opinadores para três clubes, que semanalmente ocupam as noites de segunda-feira ("O Dia Seguinte" na SIC-Notícias) e de terça-feira ("Trio d'Ataque" na RTP-Notícias). Já o mesmo não se sabe em referência aos do Sporting CP e do FC Porto.

Há muito que nos apercebemos que as direcções desses programas escolhem quem melhor defende os interesses da sua programação, e menos quem defende – de facto – os valores do Benfica e do Benfiquismo. E há incompatibilidade entre uma defesa vigorosa, e real, do Benfica e os interesses em ter por lá "distraídos" Benfiquistas que, acomodados, pecam por serem escassos na veemência e abrangentes na passividade.

Seja como for, eles – os que se dizem "intrépidos" benfiquistas – estão nesses programas porque estão referenciados como pertencentes ao Clube. É a sua simpatia pelo Benfica que permite que ocupem esse lugar, é, evidentemente, o "Glorioso" que deveriam respeitar e defender na verdadeira acepção da palavra. Quem se predispõe a "defender o Benfica" deverá estar perfeitamente identificado com as estratégias do Clube, porque quem define a planificação, desenvolvimento e crescimento são os dirigentes que estão legitimados pelos associados que em assembleia geral elegem democraticamente os Órgãos Sociais. Quem escolhe – os responsáveis desses programas – deve ter em conta isto, a menos que queira estigmatizar os nossos dirigentes, o que seria deontologicamente muito grave. Quem é escolhido deve ser conhecedor da realidade em que está inserido e agrilhoado ao Clube, em todas as esferas – desportiva, política e social. O que se vai assistindo é a uma espécie de NIM – cumprem as "normas", mas pelo mínimo... Basta comparar a defesa corporativa - fazendo passar o que interessa aos seus clubes - que os opinadores dos outros dois
grémios promovem para percebermos a vacuidade das posições dos nossos  representantes", com a incongruência de poucos de nós se sentirem representados.

Em relação a Fernando Seara ("O Dia Seguinte"), e, por vezes, Pedro Vasconcelos ("Trio
d'Ataque"), os seus comportamentos passivos, as declarações dúbias, as posições inconsequentes e contrastantes com os outros "representantes", os comentários sem nexo e irrealistas fragilizam o nosso clube. O Benfica na sua globalidade, e em particular as nossas equipas, sofrem deste modo amorfo de (não) defender o "Glorioso". Funcionam mais como um "calcanhar de Aquiles" do que outra coisa qualquer...

O melhor que eles podiam fazer – para auxiliar em vez de (des)ajudar – os nossos atletas, era abdicarem das posições que ocupam nesses programas. Em prol do Benfica!

Tudo dito em relação aos pseudo-representantes do benfica e mais concretamente ao político seara.