Comunicação Social

Miguelito22

Estava so a espera que o meu amigo rambo mete se aqui as capas para eu ir para a caminha ;D
Obrg grande Rambo :metal:

Far(away)

Bolatti, o heroi improvável de Maradona.

Quando se é um Deus acontecem destas coisas.

Miguelito22

Citação de: Far(away) em 15 de Outubro de 2009, 03:12
Bolatti, o heroi improvável de Maradona.

Quando se é um Deus acontecem destas coisas.
Maradona é deus mas tem anjos e deuses por todo o lado para o ajudar e nao me admira nada que chegue ao mundial e ganhe ::)

No20__

Nani nas 3 capas, Jorge Mendes a pagar bem ehehehe
Em Dezembro tão-lhe a meter no Grande.

Redady

http://www.goal.com/en-india/news/137/england/2009/10/15/1561877/adriano-offered-to-tottenham-hotspur-for-free-report


The 27-year-old's agent has been busy looking for potential suitors, with La Liga side Atletico Madrid and Portuguese club Benfica also strongly linked with a January deal.  :-X


SAL.

Adriano???

Isto há com cada notícia...

É como o "empresário" do Aimar a dizer q vai falar com o presidente da Lázio... e 2 dias depois fica-se a saber q ele já n é empresário do Aimar...

Telenovelas sul-americanas... o costume.

E o Bolate, ainda é dos corruptos? Estou mto surpreso por o jogo n fazer uma chamada à 1ª página com o seu golo...


Red_Fraction


kitnoce

Este jà foi bom.... mas o Aimar tambem jà tinha a carreira acabada...

XHITA



Contra a corrente: Pedro Mendes devia ter sido 'naturalizado' muito mais cedo

Por Leonor Pinhão

Liedson, o mais recente naturalizado do futebol português, foi ontem substituído a um quarto de hora do fim do jogo de Guimarães e o público que enchia a casa tributou-lhe uma afectuosa salva de palmas. Já tinha acontecido o mesmo no sábado no jogo com a Hungria, tendo Liedson experimentado, pela primeira vez em toda a sua carreira, a sensação de ter o Estádio da Luz a render-lhe homenagem. E parece que gostou.

A naturalização de Liedson, que tanto deu que falar, provou a sua utilidade nestes últimos quatro jogos da Selecção. O brasileiro-português marcou dois golos e, em momentos de aperto, todos os golos são importantes.

Para evitar tanto sofrimento e tantas contas, outro jogador houve que devia ter sido naturalizado mais cedo. Muito mais cedo. Trata-se de Pedro Mendes, um escocês nascido e criado em Guimarães e que joga no Glasgow Rangers, campeonato que não desperta grande atenção em Portugal, o que só por si explica a ignorância lusa no que diz respeito às capacidades deste escocês que tanto jeito nos deu nos dois únicos jogos que fez, precisamente os dois últimos.

Pedro Mendes foi naturalizado à pressa, em coisa de meia hora, quando foi preciso ir repescar um jogador para substituir Pepe, impedido de jogar contra a Hungria. Foi uma grande surpresa para a generalidade do público e da crítica o valioso nível de empenho e de talento sem arrebiques que o escocês emprestou à Selecção Nacional. Ontem, contra Malta, só conseguiu errar um primeiro passe aos 71 minutos do jogo.

A naturalização-relâmpago de Pedro Mendes foi uma decisão brilhante. Mérito para quem a tomou.

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De um modo peculiar e mal compreendido, provocando um efeito cuja visibilidade não é de imediata apreensão para os sofredores nacionais, o Real Madrid deu um muito precioso contributo para o bom nome da Selecção Nacional ao impedir que Cristiano Ronaldo se prestasse ao papel de Santa Mascote e que o sentassem, porventura, nalgum nicho de flores improvisado no estádio de Guimarães para que do seu lugar benzido por tanto fervor patriótico pudesse ele benzer, só com os olhos, as exibições dos companheiros que tinham de levar de vencida os pobres malteses.

O jogo era importante, era. Decisivo, sim. No intuito de mobilizar os adeptos em nome de uma supostamente indispensável belicosidade que há-de atemorizar a outra equipa, ao ponto de não a deixar dormir, é uma tradição do futebol-baixeza , inventar guerras extra-bola com os adversários nas vésperas de jogos importantes e decisivos. Mas ontem o adversário era Malta. Que espécie de guerra poderíamos ter com os malteses? Nenhuma.

Resolveu-se, então, que o melhor era declarar guerra ao Real Madrid.

Muito amavelmente, o Real Madrid consentiu que Cristiano Ronaldo, lesionado no tornozelo direito, se juntasse aos seus compatriotas na preparação para o jogo com a Hungria. E se foi com espanto e preocupação que os espanhóis viram o seu investimento de 94 milhões de euros entrar em campo, na Luz, foi com indescritível horror que o viram sair de campo, aos 27 minutos do jogo, a coxear.

O resto é óbvio. O Real Madrid quer Cristiano Ronaldo em Madrid entregue aos médicos sabendo-se já, em Chamartin, que o seu camisa n.º 9 vai falhar os dois jogos com AC Milan, para a Liga dos Campeões, mais outros quatro jogos na Liga espanhola e dois na Taça do Rei. Se o Real Madrid não deixou, felizmente, Cristiano Ronaldo estar em Guimarães é porque não brinca com coisas sérias.

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Na temporada passada, o Benfica de Quique Flores produziu um jogo de grande categoria contra o Nápoles, no Estádio da Luz. E fez também um belíssimo jogo contra o Sporting, no Estádio da Luz. Foram prometedores esses fogachos que, ainda que muito precocemente, alumiaram a esperança benfiquista.

Era, portanto, muito cedo.

Corria o mês de Setembro de 2008 quando Nápoles e Sporting se vergaram ao bonito e eficaz futebol benfiquista e, depois disso, o que se viu foi um Benfica igual ao Benfica dos últimos anos no campeonato nacional, perdendo em casa todos os pontos que não podia perder, um Benfica medíocre na Taça de Portugal, não sabendo nem podendo fazer melhor do que o Leixões no Estádio do Mar e, finalmente, um Benfica francamente lamentável na extinta Taça UEFA.

E tão lamentável foi esse percurso europeu de 2008/2009 que, fanatismos à parte, há quem, entre nós, considere que a própria Taça UEFA exigiu mudar de nome por causa do mau aspecto que lhe foi outorgado pela incrível série de exibições e de resultados da equipa de Quique Flores.

No entanto, o treinador espanhol não voltou ao seu país de mãos a abanar. Poderá sempre dizer e pôr no currículo que venceu uma competição interna, a Taça da Liga, o que não deixa de ser verdade.

Dirão os nossos adversários vencidos nessa final que quem ganhou a Taça da Liga não foi nada Quique Flores mas sim Lucílio Baptista, por ter assinalado uma grande penalidade de origem duvidosa e que permitiu ao Benfica disputar a decisão no desempate por grandes penalidades.

Ripostarão os pragmáticos, mais ou menos benfiquistas, garantindo que quem ganhou a Taça da Liga para o Benfica foi o seu guarda-redes, Quim, que defendeu quatro chutos de onze metros pelo que Quique Flores, o treinador, nada teve a ver com aquele brilhantíssimo sucesso.

Posto isto, nas últimas semanas da época passada foi sendo óbvio que Quique Flores não era mais o treinador pretendido pelos responsáveis da Luz e que os seus dias, em Lisboa, estavam contados. Não foi Quique o primeiro treinador a sair do Benfica antes de terminar o contrato mas, pelo menos, conseguiu cumprir até ao fim o seu primeiro e único ano, e, coisa rara de se ver, sempre com o apoio dos adeptos, que o estimavam, e que lhe proporcionaram uma emotiva despedida no último jogo em que se sentou no banco no Estádio da Luz.

Em Maio, Quique, sabendo já que era pela derradeira vez que ocupava o assento, primou em dar uma volta ao campo e em receber palmadinhas nas costas, abraços e outros cumprimentos afectuosos da afición que se mostrava contrária à sua partida. Conhecendo o grau de exigência — frequentemente absurda — da massa adepta do Benfica, a situação foi, no mínimo, misteriosa. Difícil de explicar.

Tivemos de esperar cinco meses pela explicação devida. E foi o próprio Quique Flores a dá-la. Esta semana, numa entrevista ao jornal desportivo espanhol Superdeporte, o treinador fez, em curtas palavras, o seu balanço pessoal da passagem pela Luz. «No Benfica, centrei-me no meu trabalho e em fazer com que os adeptos gostassem do treinador», disse. E conseguiu, sim senhor. À campeão.

****

Campeão, mas campeão a sério, de futebol, é Giovanni Trapattoni, como sabemos por experiência própria. Trapattoni é o treinador da selecção da República da Irlanda que poderá ser nossa adversária nos play-offs de qualificação para o Mundial. De um modo geral, convencionou-se que a Ucrânia seria o adversário mais difícil para Portugal. Há quem discorde. Eu, por exemplo. E já que Portugal tem a sorte de escapar à França e à Grécia, que tenha mais um bocadinho de sorte e que consiga fugir ao temível sortilégio de Trapattoni, sempre a velha raposa, com irlandeses e tudo...


XHITA



Lance livre: Podemos pedir a Eslovénia?

Por Santos Neves

E, de repente, dei por mim dinamarquês desde pequenino, por sinal numa metamorfose que me impôs intensíssimo sofrimento, ao ponto de nem ter visto os primeiros minutos do Portugal-Hungria. Horas depois, com algum atraso é verdade, apercebi-me de que também tenho óptimas costelas ucranianas...; puxa, vencer a Inglaterra significou lixar a Croácia, essa atrevida com a desfaçatez de exibir ranking superior ao lusitano para ser cabeça de série no play-off... se lá chegasse.

Caríssimos leitores, tenho de confessar sentir-me um bocadinho com má consciência: passei toda a 2.ª parte do despique escandinavo rogando pragas a tudo o que fosse sueco, estive pertinho de insultar o Ibrahimovic e o Larssen, dei vivas ao árbitro auxiliar que, com perfeitíssima visão, por duas vezes lhes disse que o golo não valia, irritei-me por os queridos dinamarqueses jogarem poucochinho (imaginem, ao ponto de lhes berrar «como é que uns pezudos destes podem vencer o grupo?», o que, cá para nós, é muito verdade...) e eis-me, doido varrido, quase entrando pelo ecrã, quando o Poulsen engatou um pontapé e, para a eternidade da gratidão, me fez seu novo compatriota.

Acontece não ficar por aí o meu pedacito de má consciência: é que os suecos, convém não esquecer, são uns amigalhaços cá da gente...; de cada vez que lhes suplicamos «espalhem-se!», eles cumprem, tudo direitinho. Já lá vão 24 anos, também era Outubro, estávamos mentalizadíssimos para ver por canudo o Mundial do México, mandávamos às malvas o bom gigante José Torres e a sua persistência num melancólico «deixem-me sonhar...». Coisa pouca derrotar a imperial Alemanha do kaiser Bekenbauer e em casa dela... Tomem lá monumental golaço do Carlos Manuel! Tão histórico que a história quase se esqueceu de outro imprescindível pormaior no mesmo dia: era também preciso que a Suécia não ganhasse na então Checoslováquia; suecos amigos, levaram 2-1... Digam lá que eles não nos fazem todas as vontades...; mesmo fixes!

Malta, mesmo a calhar nesta altura... Vinham com 2,5 golos sofridos por cada hora e meia, ao cabo de 9 jogos. Não quisemos estragar-lhes muito essa média, mas, mesmo no fechar do pano, o Simão inventou aquele passe para golo e o menino Edinho (muito desengonçado, não é?) lá teve de marcar o 4.º. Fregueses certinhos: também 4-0 tinha sido o desfecho em La Valetta, quando íamos ganhar este grupo quase com uma perna às costas... Ontem, poderíamos ter sido gentis — e o fantástico, fabuloso, público de Guimarães, até compreenderia —, deixando-os marcar o golinho que não conseguiram em 10 jogos (céus!, nem um... — tal e qual eu nos números do euromilhões).

Uf! E agora? Se, pelos vistos neste sprint, a boa estrelinha, enfim, se lembrou de nós, talvez seja só pedir por boca... Aí vai o que penso mais jeito nos dar no sorteio do play-off. Nada virado para a República da Irlanda do sr. Trapattoni que até conseguiu ser campeão num Benfica então com plantel sem estaleca... A Ucrânia... também não; pode ressuscitar o Schevchenko... e, sobretudo, corre-se o risco de estragar a bela amizade de há menos de uma semana. A Bósnia? Oh, não! Não sei bem porquê, mas não...; palpita-me que têm mau feitio, sei lá... Logo, bolinha, papelinho, o que quiserem, mas venha a Eslovénia (o Zahovic já se reformou). Estive lá há pouco tempo, são calminhos, simpáticos, dar-nos-emos bem.

Fica para outro dia o que penso sobre o deserto à vista nas alternativas para o ataque da nossa Selecção. Sem Ronaldo, vacinem, já!, Simão, Nani e Liedson (mais o Nuno Gomes) contra tudo e mais alguma coisa.

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Remate de letra: Acabou trauma dinamarquês?

Por Hugo Vasconcelos

Portugal está a dois jogos da fase final do Mundial-2010. A Selecção Nacional chega ao play-off como cabeça de série e com legítimas esperanças de seguir em frente, depois de uma qualificação sofrida, em campo e fora dele, com ouvidos nos jogos dos adversários.

Realmente não sei se o Portugal--Dinamarca terá sido o melhor jogo da era Queiroz. Confesso que gostei muito da exibição da equipa nacional na Suécia, apesar do empate, contra um adversário, para mim, mais forte que os dinamarqueses.

Mas tenha sido ou não o nosso melhor jogo da qualificação, o Portugal--Dinamarca de Alvalade marcou, indelevelmente, a campanha lusa.

Queiroz estreou-se como seleccionador num particular com as Ilhas Feroé. Goleou. Depois Portugal iniciou a qualificação em Malta. Goleou. Depois recebeu a Dinamarca. Jogou o suficiente para golear, mas perdeu. E a partir daí não se reencontrou com o futebol que deixara antever. Mesmo o jogo na Suécia, se bem que exemplar do ponto de vista táctico, esteve longe de ser entusiasmante...

Mas ontem, com o play-off a um pequeno passo, Portugal surgiu dinâmico, alegre, confiante. Como há muito tempo não se via. Talvez tenha sido a própria Dinamarca, com a vitória sobre a Suécia no sábado que deixou a Selecção lusa no caminho do Mundial, a acabar com o trauma que causara mais de um ano antes. Acredito que sim. Pelo menos, a vitória de ontem prova que vale a pena jogar ao ataque: o golo e o triunfo ficam mais perto...


leather


                                    Geral notícia                                                                     Notícia 6 de                            40                                              «                                                                                         »                                                                       da secção                                                         " Geral "                            2009-10-15 14:11h                         Rodriguez expulso com Argentina: «Não me queriam deixar vir»Esquerdino do F.C. Porto agrediu Heinze e faz revelaçãoPor Redacção ([email protected]) com LPF[/]                                         
                      O uruguaio Cristian Rodriguez, do F.C. Porto, foi expulso frente à Argentina, no jogo que decidiu o apuramento da equipa de Maradona para o Mundial-2010. Já depois de o paraguaio Carlos Amarilla apitar para o final do jogo, o extremo do F.C. Porto agrediu Gabriel Heinze. Ainda no Uruguai explicou o gesto e revelou que o clube não o queria deixar jogar a partida. A agressão a Heinze deixa o «Cebola» fora do Play-off com a Costa Rica. «Por isso peço desculpa aos adeptos, que sempre acreditaram em mim e na equipa, e peço também aos meus companheiros, porque seguramente vão-me castigar com mais do que um jogo, já que me mostraram o cartão vermelho directo», declarou ao «Ultimas Noticias».
O camisola dez do F.C. Porto contou depois o lance com Gabriel Heinze: «Foi uma discussão. Ele vinha para me agredir, mas eu antecipei-me. Foi ele a procurar-me e, se não lhe desse eu, era Heinze que me dava.»
Depois, a revelação de que o clube portista não facilitou a ida do «Cebola» ao Uruguai. Diga-se que o esquerdino                         do F.C. Porto viajou apenas no fim-de-semana para Montevideu, depois de o clube o ter dado como apto, como esperava o seleccionador Oscar Tabarez. «Nos últimos 15 dias, vivi momentos muito complicados porque não me queriam deixar vir defender a selecção», começou por dizer. «Tive de lutar muito em Portugal para vir e, depois, chegar cá e não ganhar, é um pouco difícil», disse. Cristian Rodriguez diz que a soma de todos estes factores influenciaram o seu estado de espírito. «Foi isso, junto à impotência de ter perdido e a ele ter-me vindo provocar», argumentou, para depois concluir as críticas a Heinze: «Ele gosta de provocar, e se eu não me antecipasse, ele agredia-me. Foi algo de pessoal. Ficámos cara a cara, ele procurou-me e eu defendi-me. Há sempre confusões nestes jogos, mas ali não tive tempo suficiente para acalmar-me. São erros que se cometem.»

http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/fc-porto-cristian-rodriguez-fc-porto-heinze-agressao-maisfutebol/1095926-4062.html

Bem sei que não devia ler este pasquim do maisfutebol, mas um amigo enviou-me esta notícia...

É bemf eito para o filho da puta. Quis ir para o Porto ganhar mais uns cobres (2milhões/ano), mas tudo tem um preço... Devem-lhe ter dito que recebia a receita do Adriano se fosse à selecção jogar os play-offs....


chacalbenfica

Citação de: leather em 15 de Outubro de 2009, 17:42

                                    Geral notícia                                                                     Notícia 6 de                            40                                              «                                                                                         »                                                                       da secção                                                         " Geral "                            2009-10-15 14:11h                         Rodriguez expulso com Argentina: «Não me queriam deixar vir»Esquerdino do F.C. Porto agrediu Heinze e faz revelaçãoPor Redacção ([email protected]) com LPF[/]                                         
                      O uruguaio Cristian Rodriguez, do F.C. Porto, foi expulso frente à Argentina, no jogo que decidiu o apuramento da equipa de Maradona para o Mundial-2010. Já depois de o paraguaio Carlos Amarilla apitar para o final do jogo, o extremo do F.C. Porto agrediu Gabriel Heinze. Ainda no Uruguai explicou o gesto e revelou que o clube não o queria deixar jogar a partida. A agressão a Heinze deixa o «Cebola» fora do Play-off com a Costa Rica. «Por isso peço desculpa aos adeptos, que sempre acreditaram em mim e na equipa, e peço também aos meus companheiros, porque seguramente vão-me castigar com mais do que um jogo, já que me mostraram o cartão vermelho directo», declarou ao «Ultimas Noticias».
O camisola dez do F.C. Porto contou depois o lance com Gabriel Heinze: «Foi uma discussão. Ele vinha para me agredir, mas eu antecipei-me. Foi ele a procurar-me e, se não lhe desse eu, era Heinze que me dava.»
Depois, a revelação de que o clube portista não facilitou a ida do «Cebola» ao Uruguai. Diga-se que o esquerdino                         do F.C. Porto viajou apenas no fim-de-semana para Montevideu, depois de o clube o ter dado como apto, como esperava o seleccionador Oscar Tabarez. «Nos últimos 15 dias, vivi momentos muito complicados porque não me queriam deixar vir defender a selecção», começou por dizer. «Tive de lutar muito em Portugal para vir e, depois, chegar cá e não ganhar, é um pouco difícil», disse. Cristian Rodriguez diz que a soma de todos estes factores influenciaram o seu estado de espírito. «Foi isso, junto à impotência de ter perdido e a ele ter-me vindo provocar», argumentou, para depois concluir as críticas a Heinze: «Ele gosta de provocar, e se eu não me antecipasse, ele agredia-me. Foi algo de pessoal. Ficámos cara a cara, ele procurou-me e eu defendi-me. Há sempre confusões nestes jogos, mas ali não tive tempo suficiente para acalmar-me. São erros que se cometem.»

http://www.maisfutebol.iol.pt/desporto/fc-porto-cristian-rodriguez-fc-porto-heinze-agressao-maisfutebol/1095926-4062.html

Bem sei que não devia ler este pasquim do maisfutebol, mas um amigo enviou-me esta notícia...

É bemf eito para o filho da puta. Quis ir para o Porto ganhar mais uns cobres (2milhões/ano), mas tudo tem um preço... Devem-lhe ter dito que recebia a receita do Adriano se fosse à selecção jogar os play-offs....

Ele fez a cama agora que se deite nela!!!