As Finanças do Benfica

pedrompcosta

Citação de: golfdreamer em 20 de Setembro de 2018, 14:00
Citação de: pedrompcosta em 20 de Setembro de 2018, 13:53
Citação de: golfdreamer em 20 de Setembro de 2018, 13:38
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.

Creio que neste exercício também estão incluídas as vendas do Mitroglou e do Nelson Semedo. 

Há outra coisa ter em consideração este ano os encargos com jogadores vão disparar.
Ferreyra, Castillo, Zivkovic, Taarabt, devem adicionar uns 10M à folha salarial.

para ser ter este plantel, claro que a folha salarial dispara... é preciso é rentabilizar o plantel para ele se "auto-pagar"... uma passagem na champions paga estes salários... os tais 10M

Este plantel também não é nada do outro mundo, apesar do investimento continua a apresentar inúmeras lacunas no plantel e uma cratera no banco.

mts das lacunas sao provocadas pelo próprio mister... esse é o problema... não as saber disfarçar e expo las demasiado!!!

lobotomizado

Citação de: vieirah1904 em 20 de Setembro de 2018, 10:38
Citação de: boladeneve em 20 de Setembro de 2018, 10:27
Citação de: vieirah1904 em 20 de Setembro de 2018, 10:22
Citação de: mMateus em 20 de Setembro de 2018, 10:17
"Exercício 2017-2018 da Benfica SAD:

- Lucro de 20,6M (quinto exercício consecutivo a apresentar lucro);
- Passivo diminuiu 40,1M ( abaixo dos 400M pela primeira vez em 8 anos);
- Capitais próprios atingem os 86,8M (valores mais altos de sempre);"

"Exercício 2017-2018 da Benfica SAD:

- Perda inacreditável de um penta histórico em casa e campanha vergonhosa nas taças;
- Pior campanha de sempre na Liga dos Campeões;
- Ano vergonhoso nas modalidades."

Bem vindo ao tópico das finanças do clube e da SAD.

Excelente contributo para o tema.

Vieste cá fazer essa resenha nos 4 exercícios antecedentes?

Mas o desempenho desportivo não está relacionado com o desempenho financeiro? Aliás, é um trade-off entre um e outro. Os benfiquistas têm de decidir o que querem. Ou títulos ou contas boas.
Está relacionado, mas não é nenhum trade-off ou decidir entre um e outro. Não são os grandes clubes os que têm mais dinheiro? Podes dizer-me que têm dinheiro por que eram grandes, mas não há nenhum que seja grande (em termos competitivos actuais) que não seja rico. Por isso, sim, melhorar as finanças é um bom caminho para melhorar no campo. E vice-versa.

lobotomizado

Não gosto de contar com o ovo no cu da galinha, mas vendendo Talisca e Jimenez este ano pelos valores que se falam pode ser um boost extra.
Se juntarmos a tradicional saída de um dos nossos melhores jogadores, contabilizaremos uns 100M.

Eterno Benfica

Citação de: lobotomizado em 20 de Setembro de 2018, 14:18
Não gosto de contar com o ovo no cu da galinha, mas vendendo Talisca e Jimenez este ano pelos valores que se falam pode ser um boost extra.
Se juntarmos a tradicional saída de um dos nossos melhores jogadores, contabilizaremos uns 100M.
Neste exercicio tambem tiveste 30M do Semedo, 15 do Mitro, 15 do João C. E mais uns milhões nos emprestimos de Talisca, Carrillo e Jovic.

Com a venda de Talisca, Jimenez e Carrillo daria contabilisticamente um resultado parecido ao deste exercício, nao fosse a diferença muito significativa dos valores recebidos da Uefa.

Para a proxima epoca é possível nao vendermos nenhum jogador crucial do plantel novamente, caso haja alguma competência.

Semprefiel49

Citação de: mMateus em 20 de Setembro de 2018, 10:22


... o grupo Cofina continua a brincar connosco.  :disgust:

Em contrapartida há clubes em que sobem...os prejuízos!!! :rir:

Semprefiel49

Citação de: vieirah1904 em 20 de Setembro de 2018, 10:38
Citação de: boladeneve em 20 de Setembro de 2018, 10:27
Citação de: vieirah1904 em 20 de Setembro de 2018, 10:22
Citação de: mMateus em 20 de Setembro de 2018, 10:17
"Exercício 2017-2018 da Benfica SAD:

- Lucro de 20,6M (quinto exercício consecutivo a apresentar lucro);
- Passivo diminuiu 40,1M ( abaixo dos 400M pela primeira vez em 8 anos);
- Capitais próprios atingem os 86,8M (valores mais altos de sempre);"

"Exercício 2017-2018 da Benfica SAD:

- Perda inacreditável de um penta histórico em casa e campanha vergonhosa nas taças;
- Pior campanha de sempre na Liga dos Campeões;
- Ano vergonhoso nas modalidades."

Bem vindo ao tópico das finanças do clube e da SAD.

Excelente contributo para o tema.

Vieste cá fazer essa resenha nos 4 exercícios antecedentes?

Mas o desempenho desportivo não está relacionado com o desempenho financeiro? Aliás, é um trade-off entre um e outro. Os benfiquistas têm de decidir o que querem. Ou títulos ou contas boas.

Etás mto enganado pode haver contas boas e resultados desportivos. Não sei por onde andas-te até agora.

Semprefiel49

Citação de: Tosta Mistica em 20 de Setembro de 2018, 13:55

Baixamos (e ainda bem) os passivos no balanço...

Mas aumentamos os passivos em campo (Luisão, Almeidinhos, Pizzi, etc)...

:disgust:

Pizzi??!! :clap1:

Dr.Lecter

Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.

lobotomizado

Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 14:42
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.
Penso que o problema será que não iremos receber logo esse dinheiro todo.

MALU15

Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 14:42
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.
Ainda que a libertação de fundos esteja muito dependente das datas de pagamento acordadas nas vendas futuras, há que considerar que no Balanço actual temos cerca de 100ME de saldos clientes com predominância dos saldos correntes e que temos também cerca de 70ME de saldos em dívida perante fornecedores, podemos dizer que a situação ficará compensada e com folga.

Pensando agora nas entradas certas neste exercício, teremos garantidos no mínimo os cerca de 50ME da CL, cujo excesso em relação ao ano de 2017/18 pode situar-se nos 30ME , o que só por si compensará o menor encaixe da operação da NOS, por ter sido antecipada em grande parte. Restam depois os encaixes certos dos outros rendimentos operacionais, os quais serão suficientes para assegurar a totalidade dos pagamentos referentes aos gastos e perdas operacionais (excluindo os cerca de 11ME de amortizações), e que rondarão os cerca de 105/110ME.

Nesta realidade assim projectada ficarão disponíveis todos os encaixes de vendas que referiste, bem como outros que possam ocorrer com proveniência da nossa fábrica de talentos integrando ou não já o actual plantel. Certamente que o DSO ao elaborar os orçamentos previsionais para os próximos 2 anos não deixou de traçar alguns cenários deste tipo, de modo a melhorar a sustentabilidade financeira do Grupo Benfica.

:Garrincha:

Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 15:27
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 14:42
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.
Ainda que a libertação de fundos esteja muito dependente das datas de pagamento acordadas nas vendas futuras, há que considerar que no Balanço actual temos cerca de 100ME de saldos clientes com predominância dos saldos correntes e que temos também cerca de 70ME de saldos em dívida perante fornecedores, podemos dizer que a situação ficará compensada e com folga.

Pensando agora nas entradas certas neste exercício, teremos garantidos no mínimo os cerca de 50ME da CL, cujo excesso em relação ao ano de 2017/18 pode situar-se nos 30ME , o que só por si compensará o menor encaixe da operação da NOS, por ter sido antecipada em grande parte. Restam depois os encaixes certos dos outros rendimentos operacionais, os quais serão suficientes para assegurar a totalidade dos pagamentos referentes aos gastos e perdas operacionais (excluindo os cerca de 11ME de amortizações), e que rondarão os cerca de 105/110ME.

Nesta realidade assim projectada ficarão disponíveis todos os encaixes de vendas que referiste, bem como outros que possam ocorrer com proveniência da nossa fábrica de talentos integrando ou não já o actual plantel. Certamente que o DSO ao elaborar os orçamentos previsionais para os próximos 2 anos não deixou de traçar alguns cenários deste tipo, de modo a melhorar a sustentabilidade financeira do Grupo Benfica.

Um gajo "vem-se" ao ler os teus posts sobre finanças, os teus e os do CitriC. Um abraço e um obrigado!

Dr.Lecter

Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 15:27
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 14:42
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.
Ainda que a libertação de fundos esteja muito dependente das datas de pagamento acordadas nas vendas futuras, há que considerar que no Balanço actual temos cerca de 100ME de saldos clientes com predominância dos saldos correntes e que temos também cerca de 70ME de saldos em dívida perante fornecedores, podemos dizer que a situação ficará compensada e com folga.

Pensando agora nas entradas certas neste exercício, teremos garantidos no mínimo os cerca de 50ME da CL, cujo excesso em relação ao ano de 2017/18 pode situar-se nos 30ME , o que só por si compensará o menor encaixe da operação da NOS, por ter sido antecipada em grande parte. Restam depois os encaixes certos dos outros rendimentos operacionais, os quais serão suficientes para assegurar a totalidade dos pagamentos referentes aos gastos e perdas operacionais (excluindo os cerca de 11ME de amortizações), e que rondarão os cerca de 105/110ME.

Nesta realidade assim projectada ficarão disponíveis todos os encaixes de vendas que referiste, bem como outros que possam ocorrer com proveniência da nossa fábrica de talentos integrando ou não já o actual plantel. Certamente que o DSO ao elaborar os orçamentos previsionais para os próximos 2 anos não deixou de traçar alguns cenários deste tipo, de modo a melhorar a sustentabilidade financeira do Grupo Benfica.

Então, se as coisas correrem como planeado, podemos concluir que paulatinamente nos estamos (finalmente) a afastar do espectro da necessidade da venda de jogadores e de dizimar plantéis vencedores?

É que com o talento que sai do CFC e com uma gestão desportiva sustentada, diria que será possível, num horizonte de médio prazo, tentar fechar o gap que existe entre o Benfica e as melhores equipas europeias, mesmo que sem os mesmos argumentos no mercado.

Olho para os jogos da Champions de ontem e vejo Cancelo, Lindelöf, Renato, Bernardo e Guedes de início em equipas de topo e só posso ter fé que num horizonte de 10 anos uma fornada desse tipo se junte toda a jogar no Benfica.

MALU15

Citação de: :Garrincha: em 20 de Setembro de 2018, 16:08
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 15:27
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 14:42
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.
Ainda que a libertação de fundos esteja muito dependente das datas de pagamento acordadas nas vendas futuras, há que considerar que no Balanço actual temos cerca de 100ME de saldos clientes com predominância dos saldos correntes e que temos também cerca de 70ME de saldos em dívida perante fornecedores, podemos dizer que a situação ficará compensada e com folga.

Pensando agora nas entradas certas neste exercício, teremos garantidos no mínimo os cerca de 50ME da CL, cujo excesso em relação ao ano de 2017/18 pode situar-se nos 30ME , o que só por si compensará o menor encaixe da operação da NOS, por ter sido antecipada em grande parte. Restam depois os encaixes certos dos outros rendimentos operacionais, os quais serão suficientes para assegurar a totalidade dos pagamentos referentes aos gastos e perdas operacionais (excluindo os cerca de 11ME de amortizações), e que rondarão os cerca de 105/110ME.

Nesta realidade assim projectada ficarão disponíveis todos os encaixes de vendas que referiste, bem como outros que possam ocorrer com proveniência da nossa fábrica de talentos integrando ou não já o actual plantel. Certamente que o DSO ao elaborar os orçamentos previsionais para os próximos 2 anos não deixou de traçar alguns cenários deste tipo, de modo a melhorar a sustentabilidade financeira do Grupo Benfica.

Um gajo "vem-se" ao ler os teus posts sobre finanças, os teus e os do CitriC. Um abraço e um obrigado!
Prometo que vou passar a ser mais comedido, para não ser acusado de contribuir para esses estados de êxtase  que podem contribuir para deteriorar relações.

MALU15

Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 16:18
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 15:27
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 14:42
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.
Ainda que a libertação de fundos esteja muito dependente das datas de pagamento acordadas nas vendas futuras, há que considerar que no Balanço actual temos cerca de 100ME de saldos clientes com predominância dos saldos correntes e que temos também cerca de 70ME de saldos em dívida perante fornecedores, podemos dizer que a situação ficará compensada e com folga.

Pensando agora nas entradas certas neste exercício, teremos garantidos no mínimo os cerca de 50ME da CL, cujo excesso em relação ao ano de 2017/18 pode situar-se nos 30ME , o que só por si compensará o menor encaixe da operação da NOS, por ter sido antecipada em grande parte. Restam depois os encaixes certos dos outros rendimentos operacionais, os quais serão suficientes para assegurar a totalidade dos pagamentos referentes aos gastos e perdas operacionais (excluindo os cerca de 11ME de amortizações), e que rondarão os cerca de 105/110ME.

Nesta realidade assim projectada ficarão disponíveis todos os encaixes de vendas que referiste, bem como outros que possam ocorrer com proveniência da nossa fábrica de talentos integrando ou não já o actual plantel. Certamente que o DSO ao elaborar os orçamentos previsionais para os próximos 2 anos não deixou de traçar alguns cenários deste tipo, de modo a melhorar a sustentabilidade financeira do Grupo Benfica.

Então, se as coisas correrem como planeado, podemos concluir que paulatinamente nos estamos (finalmente) a afastar do espectro da necessidade da venda de jogadores e de dizimar plantéis vencedores?

É que com o talento que sai do CFC e com uma gestão desportiva sustentada, diria que será possível, num horizonte de médio prazo, tentar fechar o gap que existe entre o Benfica e as melhores equipas europeias, mesmo que sem os mesmos argumentos no mercado.

Olho para os jogos da Champions de ontem e vejo Cancelo, Lindelöf, Renato, Bernardo e Guedes de início em equipas de topo e só posso ter fé que num horizonte de 10 anos uma fornada desse tipo se junte toda a jogar no Benfica.
É realmente assim como dizes, mas não esquecer que cada vez é mais importante vencer a Liga e fazer campanhas razoáveis na CL para não baixarmos no ranking o qual é determinante para se conseguirem  valores de partida da ordem dos 43M.

Em relação às vendas dos talentos que referiste, tb temos de reconhecer que o momento em que  os encaixes ocorreram, e por mais que não gostemos, foi crucial para nos encontrarmos agora nesta posição de vantagem em relação aos nossos principais concorrentes.