As Finanças do Benfica

BossMil

Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Obrigado Malu15. Era este tipo de info. que estava à procura. E só foi preciso ler este teu post 4 vezes para perceber!  ::)

boladeneve

Citação de: golfdreamer em 21 de Setembro de 2018, 16:09
Citação de: boladeneve em 21 de Setembro de 2018, 15:49
Citação de: golfdreamer em 21 de Setembro de 2018, 15:16
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 16:59
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 16:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 16:18
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 15:27
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 14:42
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.
Ainda que a libertação de fundos esteja muito dependente das datas de pagamento acordadas nas vendas futuras, há que considerar que no Balanço actual temos cerca de 100ME de saldos clientes com predominância dos saldos correntes e que temos também cerca de 70ME de saldos em dívida perante fornecedores, podemos dizer que a situação ficará compensada e com folga.

Pensando agora nas entradas certas neste exercício, teremos garantidos no mínimo os cerca de 50ME da CL, cujo excesso em relação ao ano de 2017/18 pode situar-se nos 30ME , o que só por si compensará o menor encaixe da operação da NOS, por ter sido antecipada em grande parte. Restam depois os encaixes certos dos outros rendimentos operacionais, os quais serão suficientes para assegurar a totalidade dos pagamentos referentes aos gastos e perdas operacionais (excluindo os cerca de 11ME de amortizações), e que rondarão os cerca de 105/110ME.

Nesta realidade assim projectada ficarão disponíveis todos os encaixes de vendas que referiste, bem como outros que possam ocorrer com proveniência da nossa fábrica de talentos integrando ou não já o actual plantel. Certamente que o DSO ao elaborar os orçamentos previsionais para os próximos 2 anos não deixou de traçar alguns cenários deste tipo, de modo a melhorar a sustentabilidade financeira do Grupo Benfica.

Então, se as coisas correrem como planeado, podemos concluir que paulatinamente nos estamos (finalmente) a afastar do espectro da necessidade da venda de jogadores e de dizimar plantéis vencedores?

É que com o talento que sai do CFC e com uma gestão desportiva sustentada, diria que será possível, num horizonte de médio prazo, tentar fechar o gap que existe entre o Benfica e as melhores equipas europeias, mesmo que sem os mesmos argumentos no mercado.

Olho para os jogos da Champions de ontem e vejo Cancelo, Lindelöf, Renato, Bernardo e Guedes de início em equipas de topo e só posso ter fé que num horizonte de 10 anos uma fornada desse tipo se junte toda a jogar no Benfica.
É realmente assim como dizes, mas não esquecer que cada vez é mais importante vencer a Liga e fazer campanhas razoáveis na CL para não baixarmos no ranking o qual é determinante para se conseguirem  valores de partida da ordem dos 43M.

Em relação às vendas dos talentos que referiste, tb temos de reconhecer que o momento em que  os encaixes ocorreram, e por mais que não gostemos, foi crucial para nos encontrarmos agora nesta posição de vantagem em relação aos nossos principais concorrentes.

A ver se percebi bem:

Com o encaixe da Champions, que compensa e possivelmente excede o não recebimento dos valores antecipados da NOS, acrescido dos valores que temos em clientes que superam em larga margem as saídas de dinheiro para pagamento de compromissos de curto prazo, estaremos em condições de cobrir os gastos com a actividade da SAD (operacionais), "sobrando" dessa maneira os encaixes com transferências para, eventualmente, liquidarmos o EO e fazermos o ajustamento necessário no plantel.

Grosso modo, é isto, certo?

Mais uma vez, o título desta época reveste-se de enorme importância, isto para que possamos manter as receitas da Champions em valores muito elevados. E já agora convinha ganhar uns jogos na Champions esta época também.

Não percebo muito bem como chegam a essas conclusões.

Passivo corrente: 60M a fornecedores, 53M outros passivos, 99M Empréstimos
Activo corrente: 77M clientes, 15M outros activos, 7.5M Caixa

Não sei quanto dos outros passivos e empréstimos vamos pagar se algum. Mas diria que a curto prazo temos mais a pagar do que a receber.

Quanto aos resultados op. não estou a ver os Operacionais s/atletas ser superior a 15M. Esperamos ganhar bem mais na Europa, mas vamos receber menos da NOS e este plantel vai ser pelo menos uns 10M mais caro a nível salarial, fora prémios desportivos aos atletas que esperamos vir a ter que pagar.

Fora isto são menos cerca 40M em perdas de imparidade, menos uns 15M em Juros, ou seja teríamos que ir buscar uns 40M a algum lado.
Duvido que as transferências não sejam apenas para reforço do plantel e abater divida.

Alguém me poderia explicar os resultados financeiros? Não seria expectável os nossos gastos e perdas financeiras já terem baixado significativamente?
De onde provêm o incremento mt significativo dos rendimentos financeiros?
Estas duas variáveis estarão directamente relacionadas? como?

Assim de repente, sem ter visto sequer o documento tornado público nos últimos dias, pelo que li aqui, comento os negritos por ordem:

- Vamos efectivamente receber menos da NOS, mas para o resultado operacional vais contar com a totalidade da receita, que tem de ser contabilizada tal e qual.
- Quais imparidades?
- Porventura será um valor mais próximo dos 10, que dos 15 milhões.
- Provavelmente um desconto financeiro bem negociado no abatimento total da divida bancária...

1 - Creio que o "resultado" é o mesmo. Se contabilizas esses X M nas receitas, tens que aumentar a tua despesa nos mesmo X M, já que esse dinheiro saiu para pagar dívida ou nao?
Em que rubrica apareceria este valor? depreciações/amortizações?
2 - "Amortizações e perdas de imparidade de direitos de atletas".
3 - Actualmente os nossos juros são 18.5M e meio, como não sei de onde vêm os 7M de rendimentos financeiros não estou a contar com um valor tão elevado nesta rubrica.
4 - Esse desconto, para mim, faría sentido aparecer nos Juros que pagamos e não um aumento naquilo que recebemos.
A redução que tivemos nos nossos custos financeiros é pouco significativo, cerca de 1M.

1 - Não será assim. O contrato da NOS gera um proveito. Já a amortização de passivo financeiro não é um custo.
2 - Creio que as amortizações tendem a baixar, reflexo do menor investimento em atletas.
3 e 4 - O desconto financeiro é um proveito financeiro, porque é um desconto efetivo sobre o capital devido. Neste caso seria um desconto por antecipação da liquidação total dos financiamentos. Nunca poderá ser um juro, tão pouco um custo, porque é efetivamente um proveito (por exemplo deves 100, liquidas a dívida por 93, tens um proveito de 7).

golfdreamer

Citação de: boladeneve em 21 de Setembro de 2018, 18:24
Citação de: golfdreamer em 21 de Setembro de 2018, 16:09
Citação de: boladeneve em 21 de Setembro de 2018, 15:49
Citação de: golfdreamer em 21 de Setembro de 2018, 15:16
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 16:59
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 16:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 16:18
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 15:27
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 14:42
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.
Ainda que a libertação de fundos esteja muito dependente das datas de pagamento acordadas nas vendas futuras, há que considerar que no Balanço actual temos cerca de 100ME de saldos clientes com predominância dos saldos correntes e que temos também cerca de 70ME de saldos em dívida perante fornecedores, podemos dizer que a situação ficará compensada e com folga.

Pensando agora nas entradas certas neste exercício, teremos garantidos no mínimo os cerca de 50ME da CL, cujo excesso em relação ao ano de 2017/18 pode situar-se nos 30ME , o que só por si compensará o menor encaixe da operação da NOS, por ter sido antecipada em grande parte. Restam depois os encaixes certos dos outros rendimentos operacionais, os quais serão suficientes para assegurar a totalidade dos pagamentos referentes aos gastos e perdas operacionais (excluindo os cerca de 11ME de amortizações), e que rondarão os cerca de 105/110ME.

Nesta realidade assim projectada ficarão disponíveis todos os encaixes de vendas que referiste, bem como outros que possam ocorrer com proveniência da nossa fábrica de talentos integrando ou não já o actual plantel. Certamente que o DSO ao elaborar os orçamentos previsionais para os próximos 2 anos não deixou de traçar alguns cenários deste tipo, de modo a melhorar a sustentabilidade financeira do Grupo Benfica.

Então, se as coisas correrem como planeado, podemos concluir que paulatinamente nos estamos (finalmente) a afastar do espectro da necessidade da venda de jogadores e de dizimar plantéis vencedores?

É que com o talento que sai do CFC e com uma gestão desportiva sustentada, diria que será possível, num horizonte de médio prazo, tentar fechar o gap que existe entre o Benfica e as melhores equipas europeias, mesmo que sem os mesmos argumentos no mercado.

Olho para os jogos da Champions de ontem e vejo Cancelo, Lindelöf, Renato, Bernardo e Guedes de início em equipas de topo e só posso ter fé que num horizonte de 10 anos uma fornada desse tipo se junte toda a jogar no Benfica.
É realmente assim como dizes, mas não esquecer que cada vez é mais importante vencer a Liga e fazer campanhas razoáveis na CL para não baixarmos no ranking o qual é determinante para se conseguirem  valores de partida da ordem dos 43M.

Em relação às vendas dos talentos que referiste, tb temos de reconhecer que o momento em que  os encaixes ocorreram, e por mais que não gostemos, foi crucial para nos encontrarmos agora nesta posição de vantagem em relação aos nossos principais concorrentes.

A ver se percebi bem:

Com o encaixe da Champions, que compensa e possivelmente excede o não recebimento dos valores antecipados da NOS, acrescido dos valores que temos em clientes que superam em larga margem as saídas de dinheiro para pagamento de compromissos de curto prazo, estaremos em condições de cobrir os gastos com a actividade da SAD (operacionais), "sobrando" dessa maneira os encaixes com transferências para, eventualmente, liquidarmos o EO e fazermos o ajustamento necessário no plantel.

Grosso modo, é isto, certo?

Mais uma vez, o título desta época reveste-se de enorme importância, isto para que possamos manter as receitas da Champions em valores muito elevados. E já agora convinha ganhar uns jogos na Champions esta época também.

Não percebo muito bem como chegam a essas conclusões.

Passivo corrente: 60M a fornecedores, 53M outros passivos, 99M Empréstimos
Activo corrente: 77M clientes, 15M outros activos, 7.5M Caixa

Não sei quanto dos outros passivos e empréstimos vamos pagar se algum. Mas diria que a curto prazo temos mais a pagar do que a receber.

Quanto aos resultados op. não estou a ver os Operacionais s/atletas ser superior a 15M. Esperamos ganhar bem mais na Europa, mas vamos receber menos da NOS e este plantel vai ser pelo menos uns 10M mais caro a nível salarial, fora prémios desportivos aos atletas que esperamos vir a ter que pagar.

Fora isto são menos cerca 40M em perdas de imparidade, menos uns 15M em Juros, ou seja teríamos que ir buscar uns 40M a algum lado.
Duvido que as transferências não sejam apenas para reforço do plantel e abater divida.

Alguém me poderia explicar os resultados financeiros? Não seria expectável os nossos gastos e perdas financeiras já terem baixado significativamente?
De onde provêm o incremento mt significativo dos rendimentos financeiros?
Estas duas variáveis estarão directamente relacionadas? como?

Assim de repente, sem ter visto sequer o documento tornado público nos últimos dias, pelo que li aqui, comento os negritos por ordem:

- Vamos efectivamente receber menos da NOS, mas para o resultado operacional vais contar com a totalidade da receita, que tem de ser contabilizada tal e qual.
- Quais imparidades?
- Porventura será um valor mais próximo dos 10, que dos 15 milhões.
- Provavelmente um desconto financeiro bem negociado no abatimento total da divida bancária...

1 - Creio que o "resultado" é o mesmo. Se contabilizas esses X M nas receitas, tens que aumentar a tua despesa nos mesmo X M, já que esse dinheiro saiu para pagar dívida ou nao?
Em que rubrica apareceria este valor? depreciações/amortizações?
2 - "Amortizações e perdas de imparidade de direitos de atletas".
3 - Actualmente os nossos juros são 18.5M e meio, como não sei de onde vêm os 7M de rendimentos financeiros não estou a contar com um valor tão elevado nesta rubrica.
4 - Esse desconto, para mim, faría sentido aparecer nos Juros que pagamos e não um aumento naquilo que recebemos.
A redução que tivemos nos nossos custos financeiros é pouco significativo, cerca de 1M.

1 - Não será assim. O contrato da NOS gera um proveito. Já a amortização de passivo financeiro não é um custo.
2 - Creio que as amortizações tendem a baixar, reflexo do menor investimento em atletas.
3 e 4 - O desconto financeiro é um proveito financeiro, porque é um desconto efetivo sobre o capital devido. Neste caso seria um desconto por antecipação da liquidação total dos financiamentos. Nunca poderá ser um juro, tão pouco um custo, porque é efetivamente um proveito (por exemplo deves 100, liquidas a dívida por 93, tens um proveito de 7).

1 - Pois sinceramente não sei muito bem como isso funciona, pensei que como era um gasto teria que aparecer nos gastos e perdas operacionais.
2 - Correcto mas com as renovações, contratações e por não se andar a vender jogadores com elevado valor contabilístico, não sei se vai baixar mais.
3 - Creio que estás a fazer confusão. Estás a que proveito financeiro é igual à redução de dívida. Os gastos e perdas financeiros não são a nossa dívida mas sim os custos que temos com a mesma (juros etc).
Se eu tiver uma dívida de 100M com um juro de 10%, todos os anos pago 10M ao banco. E estes 10M aparecem na rúbrica "Gastos e perdas financeiros". Se no outro ano abater 50M não vou ter 50M em "Rendimentos e ganhos financeiros" ou sequer este valor é afectado.
Vou é passar a ter 5M em  "Gastos e perdas financeiros" e não 10M como anteriormente.
No meu entender os 6.9M de relatório deve ter a ver com alguma aplicação feita pelo Benfica que lhe está a dar benefícios em forma de Juros.

boladeneve

Citação de: golfdreamer em 21 de Setembro de 2018, 19:37
Citação de: boladeneve em 21 de Setembro de 2018, 18:24
Citação de: golfdreamer em 21 de Setembro de 2018, 16:09
Citação de: boladeneve em 21 de Setembro de 2018, 15:49
Citação de: golfdreamer em 21 de Setembro de 2018, 15:16
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 16:59
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 16:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 16:18
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 15:27
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 14:42
Citação de: MALU15 em 20 de Setembro de 2018, 13:30
Citação de: Dr.Lecter em 20 de Setembro de 2018, 11:49
Resultado extremamente positivo tendo em conta que a única  venda de monta que fizemos até 30/6 foi a do João Carvalho.

A expectativa é que, com a venda do Talisca em Janeiro e a perspectiva de realização de uma excelente soma com o Raul, somadas à entrada das receitas da Champions (esperemos que acrescida de prémios de vitórias também), bem como à renovação do patrocínio com a Emirates, possamos ter um mais um exercício extraordinariamente positivo com o reflexo nas contas de 18/19.

Seria interessante, logo que possível, sem que isso prejudique a qualidade da equipa, liquidar um dos EO que temos sem a respectiva renovação.
Tendo por base os valores de balanço, e abatendo à dívida financeira de 170ME a parte do empréstimo da CGD que valerá hoje cerca de 3,8M e que tem um patrocínio como contrapartida, e uma parte referente a locações financeiras e acréscimo de juros vencidos mas não pagos dos 3 EO`s, podemos dizer que a dívida financeira a valores nominais se resumirá aos 3 EO`s no valor de 155ME (50+60+45) os quais se vencerão em Maio19, Abril20 e Agosto21 com uma taxa média de 4,08% (juros anuais de 6,4ME), são hoje o único veículo de financiamento da actividade de todo o Grupo Benfica.

Nesta conformidade, não se alterando de forma significativa as condições do mercado, é certo que os EO`s continuarão a ser a base de financiamento do Grupo, e se a actividade continuar a gerar meios libertos, como já estão garantidos neste exercício de 2018/19, só fará sentido que o Grupo  renove o(s) empréstimo(s) que se vão vencendo, evitando como é óbvio situações críticas de tesouraria, caso continue a efectuar os investimentos que considere necessários para melhorar a competitividade da equipa.

Será assim expectável que possa haver uma redução do endividamento, podendo a situação retomar-se quando e se necessário.

Malu, achas possível realizar esse abatimento de um EO já em Maio de 2019? Ou, pelo menos, não o renovar na sua totalidade? É que temos Talisca, Jimenez, Seferovic, Carrillo e Jovic, isto só em excedentários, para realizar muito dinheiro em transferências.

Sem contar com uma expectável venda de um ou dois jogadores habitualmente titulares.

Diria que, sendo campeões, poderemos ter condições para realizar esse abatimento ao passivo remunerado já em Maio, renovando depois o de 60M. Isto sem prejudicar a qualidade do plantel.
Ainda que a libertação de fundos esteja muito dependente das datas de pagamento acordadas nas vendas futuras, há que considerar que no Balanço actual temos cerca de 100ME de saldos clientes com predominância dos saldos correntes e que temos também cerca de 70ME de saldos em dívida perante fornecedores, podemos dizer que a situação ficará compensada e com folga.

Pensando agora nas entradas certas neste exercício, teremos garantidos no mínimo os cerca de 50ME da CL, cujo excesso em relação ao ano de 2017/18 pode situar-se nos 30ME , o que só por si compensará o menor encaixe da operação da NOS, por ter sido antecipada em grande parte. Restam depois os encaixes certos dos outros rendimentos operacionais, os quais serão suficientes para assegurar a totalidade dos pagamentos referentes aos gastos e perdas operacionais (excluindo os cerca de 11ME de amortizações), e que rondarão os cerca de 105/110ME.

Nesta realidade assim projectada ficarão disponíveis todos os encaixes de vendas que referiste, bem como outros que possam ocorrer com proveniência da nossa fábrica de talentos integrando ou não já o actual plantel. Certamente que o DSO ao elaborar os orçamentos previsionais para os próximos 2 anos não deixou de traçar alguns cenários deste tipo, de modo a melhorar a sustentabilidade financeira do Grupo Benfica.

Então, se as coisas correrem como planeado, podemos concluir que paulatinamente nos estamos (finalmente) a afastar do espectro da necessidade da venda de jogadores e de dizimar plantéis vencedores?

É que com o talento que sai do CFC e com uma gestão desportiva sustentada, diria que será possível, num horizonte de médio prazo, tentar fechar o gap que existe entre o Benfica e as melhores equipas europeias, mesmo que sem os mesmos argumentos no mercado.

Olho para os jogos da Champions de ontem e vejo Cancelo, Lindelöf, Renato, Bernardo e Guedes de início em equipas de topo e só posso ter fé que num horizonte de 10 anos uma fornada desse tipo se junte toda a jogar no Benfica.
É realmente assim como dizes, mas não esquecer que cada vez é mais importante vencer a Liga e fazer campanhas razoáveis na CL para não baixarmos no ranking o qual é determinante para se conseguirem  valores de partida da ordem dos 43M.

Em relação às vendas dos talentos que referiste, tb temos de reconhecer que o momento em que  os encaixes ocorreram, e por mais que não gostemos, foi crucial para nos encontrarmos agora nesta posição de vantagem em relação aos nossos principais concorrentes.

A ver se percebi bem:

Com o encaixe da Champions, que compensa e possivelmente excede o não recebimento dos valores antecipados da NOS, acrescido dos valores que temos em clientes que superam em larga margem as saídas de dinheiro para pagamento de compromissos de curto prazo, estaremos em condições de cobrir os gastos com a actividade da SAD (operacionais), "sobrando" dessa maneira os encaixes com transferências para, eventualmente, liquidarmos o EO e fazermos o ajustamento necessário no plantel.

Grosso modo, é isto, certo?

Mais uma vez, o título desta época reveste-se de enorme importância, isto para que possamos manter as receitas da Champions em valores muito elevados. E já agora convinha ganhar uns jogos na Champions esta época também.

Não percebo muito bem como chegam a essas conclusões.

Passivo corrente: 60M a fornecedores, 53M outros passivos, 99M Empréstimos
Activo corrente: 77M clientes, 15M outros activos, 7.5M Caixa

Não sei quanto dos outros passivos e empréstimos vamos pagar se algum. Mas diria que a curto prazo temos mais a pagar do que a receber.

Quanto aos resultados op. não estou a ver os Operacionais s/atletas ser superior a 15M. Esperamos ganhar bem mais na Europa, mas vamos receber menos da NOS e este plantel vai ser pelo menos uns 10M mais caro a nível salarial, fora prémios desportivos aos atletas que esperamos vir a ter que pagar.

Fora isto são menos cerca 40M em perdas de imparidade, menos uns 15M em Juros, ou seja teríamos que ir buscar uns 40M a algum lado.
Duvido que as transferências não sejam apenas para reforço do plantel e abater divida.

Alguém me poderia explicar os resultados financeiros? Não seria expectável os nossos gastos e perdas financeiras já terem baixado significativamente?
De onde provêm o incremento mt significativo dos rendimentos financeiros?
Estas duas variáveis estarão directamente relacionadas? como?

Assim de repente, sem ter visto sequer o documento tornado público nos últimos dias, pelo que li aqui, comento os negritos por ordem:

- Vamos efectivamente receber menos da NOS, mas para o resultado operacional vais contar com a totalidade da receita, que tem de ser contabilizada tal e qual.
- Quais imparidades?
- Porventura será um valor mais próximo dos 10, que dos 15 milhões.
- Provavelmente um desconto financeiro bem negociado no abatimento total da divida bancária...

1 - Creio que o "resultado" é o mesmo. Se contabilizas esses X M nas receitas, tens que aumentar a tua despesa nos mesmo X M, já que esse dinheiro saiu para pagar dívida ou nao?
Em que rubrica apareceria este valor? depreciações/amortizações?
2 - "Amortizações e perdas de imparidade de direitos de atletas".
3 - Actualmente os nossos juros são 18.5M e meio, como não sei de onde vêm os 7M de rendimentos financeiros não estou a contar com um valor tão elevado nesta rubrica.
4 - Esse desconto, para mim, faría sentido aparecer nos Juros que pagamos e não um aumento naquilo que recebemos.
A redução que tivemos nos nossos custos financeiros é pouco significativo, cerca de 1M.

1 - Não será assim. O contrato da NOS gera um proveito. Já a amortização de passivo financeiro não é um custo.
2 - Creio que as amortizações tendem a baixar, reflexo do menor investimento em atletas.
3 e 4 - O desconto financeiro é um proveito financeiro, porque é um desconto efetivo sobre o capital devido. Neste caso seria um desconto por antecipação da liquidação total dos financiamentos. Nunca poderá ser um juro, tão pouco um custo, porque é efetivamente um proveito (por exemplo deves 100, liquidas a dívida por 93, tens um proveito de 7).

1 - Pois sinceramente não sei muito bem como isso funciona, pensei que como era um gasto teria que aparecer nos gastos e perdas operacionais.
2 - Correcto mas com as renovações, contratações e por não se andar a vender jogadores com elevado valor contabilístico, não sei se vai baixar mais.
3 - Creio que estás a fazer confusão. Estás a que proveito financeiro é igual à redução de dívida. Os gastos e perdas financeiros não são a nossa dívida mas sim os custos que temos com a mesma (juros etc).
Se eu tiver uma dívida de 100M com um juro de 10%, todos os anos pago 10M ao banco. E estes 10M aparecem na rúbrica "Gastos e perdas financeiros". Se no outro ano abater 50M não vou ter 50M em "Rendimentos e ganhos financeiros" ou sequer este valor é afectado.
Vou é passar a ter 5M em  "Gastos e perdas financeiros" e não 10M como anteriormente.
No meu entender os 6.9M de relatório deve ter a ver com alguma aplicação feita pelo Benfica que lhe está a dar benefícios em forma de Juros.

Não estou a fazer essa confusão. Estou a falar em desconto financeiro por antecipação de reembolso em relação às maturidades negociadas...

MALU15

Como hoje não estive por aqui não tive oportunidade de intervir na discussão que foi travada nestes últimos posts. Eis algumas das respostas que posso encontrar para algumas questões que foram focadas por vários users.

Em relação ao nível de despesas financeiras não se verificou uma grande redução porque a operação da NOS só foi feita em Março (último trimestre do ano) daí que os custos reflectem ainda a situação dos outros 9 meses, pelo que a redução só será mais significativa em 2018/19.

Em relação ao valor dos rendimentos financeiros, a informação divulgada não possibilita que se possam extrair grandes conclusões, mas apenas mandar palpites, mas é muito natural que o rendimento tenha sido gerado por ter havido um desfasamento da operação de desconto em relação à data efectiva em que a liquidação dos empréstimos e project finance ocorreu.

Como podemos ver pelo balanço continua a manter-se a rubrica de derivados (cerca de 6M) a qual se refere aos custos (juros ) do Swap que tinha sido  contratado para cobertura do risco da subida da taxa de juro do Project Finance, quando era expectável que este processo tivesse sido arrumado com a liquidação dos empréstimos, se não o foi é porque esta questão ainda estará em negociação com os bancos.

Uma explicação cabal a muitas das questões em aberto, só poderá ser dada quando for publicado o R&C completo, com base nas notas explicativas do anexo, designadamente a composição da função financeira, o detalhe de rubricas saco como outro passivos que possam ajudar a compreender os valores apresentados, pois têm certamente diferimentos.

J Pinto

Desculpem se digo.alguma asneira.

Imaginemos que vendemos Talisca e Jimenez. Mais Jovic. 70-80 ME. Em janeiro.ou até final do exercício.

Dá para pegar nesse dinheiro já e pagar um ou dois EO? Temos alguma vantagem nisto?

Com receitas de Champions na casa dos 60 ME e as outras receitas similares as das últimas épocas seria expectável ter um lucro de rendimentos operacional na casa dos 20 ME?

Facturando. Perto de 30_40 ME em jogadores por. Ano e gastando 15-20 em reforços daria com os rendimentos operacionais para abater passivo até a casa dos 100 ME?

J Pinto

Citação de: MALU15 em 22 de Setembro de 2018, 00:06
Como hoje não estive por aqui não tive oportunidade de intervir na discussão que foi travada nestes últimos posts. Eis algumas das respostas que posso encontrar para algumas questões que foram focadas por vários users.

Em relação ao nível de despesas financeiras não se verificou uma grande redução porque a operação da NOS só foi feita em Março (último trimestre do ano) daí que os custos reflectem ainda a situação dos outros 9 meses, pelo que a redução só será mais significativa em 2018/19.

Em relação ao valor dos rendimentos financeiros, a informação divulgada não possibilita que se possam extrair grandes conclusões, mas apenas mandar palpites, mas é muito natural que o rendimento tenha sido gerado por ter havido um desfasamento da operação de desconto em relação à data efectiva em que a liquidação dos empréstimos e project finance ocorreu.

Como podemos ver pelo balanço continua a manter-se a rubrica de derivados (cerca de 6M) a qual se refere aos custos (juros ) do Swap que tinha sido  contratado para cobertura do risco da subida da taxa de juro do Project Finance, quando era expectável que este processo tivesse sido arrumado com a liquidação dos empréstimos, se não o foi é porque esta questão ainda estará em negociação com os bancos.

Uma explicação cabal a muitas das questões em aberto, só poderá ser dada quando for publicado o R&C completo, com base nas notas explicativas do anexo, designadamente a composição da função financeira, o detalhe de rubricas saco como outro passivos que possam ajudar a compreender os valores apresentados, pois têm certamente diferimentos.


Qual operação da NOS?

slb_always

Citação de: CitriC em 20 de Setembro de 2018, 21:56
Citação de: J Pinto em 20 de Setembro de 2018, 21:40
Eu gostava é de saber o passivo consolidado do grupo Sporting e porko.

O passivo consolidado do Porto era de 395M em 30 JUN 2017.

O Sporting épa não vale apena....

Lógico que vale. Eu quero saber. Ainda por cima já lhes perdoaram uns 100 milhões.. e ainda investiram (deram) outros 15..
O passivo deles é maior que o nosso ?
Segundo o presidente deles são os que têm o passivo mais baixo dos três grandes..

slb_always

Citação de: J Pinto em 22 de Setembro de 2018, 01:21
Desculpem se digo.alguma asneira.

Imaginemos que vendemos Talisca e Jimenez. Mais Jovic. 70-80 ME. Em janeiro.ou até final do exercício.

Dá para pegar nesse dinheiro já e pagar um ou dois EO? Temos alguma vantagem nisto?

Com receitas de Champions na casa dos 60 ME e as outras receitas similares as das últimas épocas seria expectável ter um lucro de rendimentos operacional na casa dos 20 ME?

Facturando. Perto de 30_40 ME em jogadores por. Ano e gastando 15-20 em reforços daria com os rendimentos operacionais para abater passivo até a casa dos 100 ME?

Concordo com quase tudo.

Só acho que temos deixar de vender jogadores por 30/40 milhões e passar a vender por 70/50/80... Não precisamos vender mais, precisamos ter melhores e vender melhor.

Mats_Ture

#65994
Citação de: slb_always em 22 de Setembro de 2018, 01:51
Citação de: CitriC em 20 de Setembro de 2018, 21:56
Citação de: J Pinto em 20 de Setembro de 2018, 21:40
Eu gostava é de saber o passivo consolidado do grupo Sporting e porko.

O passivo consolidado do Porto era de 395M em 30 JUN 2017.

O Sporting épa não vale apena....

Lógico que vale. Eu quero saber. Ainda por cima já lhes perdoaram uns 100 milhões.. e ainda investiram (deram) outros 15..
O passivo deles é maior que o nosso ?
Segundo o presidente deles são os que têm o passivo mais baixo dos três grandes..

Parte do passivo do sporting foi transformado em capitais próprios, através dos vmocs.

Neste momento, o passivo deles ronda os 280M€ (o do Benfica quase 400M€), mas apenas porque, à boleia dos vmocs, perto de 130M€ deixaram de ser dívida.

Refiro-me apenas às contas das SAD.

Em todo o caso, é preciso sempre sublinhar que o passivo sozinho diz pouco sobre a real situação das SAD.

Ao contrário do sporting ou do porto, o Benfica tem capitais próprios bem positivos. E é essa a melhor fotografia.


lonstrup

Esclareçam uma coisa. Os capitais próprios referidos no relatório de 80 e tal milhões, já contam com a aplicação dos resultados, ou são ainda antes da aplicação dos resultados?

MALU15

Citação de: lonstrup em 22 de Setembro de 2018, 02:48
Esclareçam uma coisa. Os capitais próprios referidos no relatório de 80 e tal milhões, já contam com a aplicação dos resultados, ou são ainda antes da aplicação dos resultados?
Ó Lonstrup essa não ! É só ver as parcelas do CP que originam o valor dos 86 823 e tens a resposta.
A fase seguinte da aplicação dos resultados do ano de 20 582 que irá ser feita para resultados transitados, só irá reduzir os Resultados acumulados negativos para -30 157, mas os CP vão manter-se no valor actual dos 86 823.

MALU15

Citação de: Mats_Ture em 22 de Setembro de 2018, 02:33
Citação de: slb_always em 22 de Setembro de 2018, 01:51
Citação de: CitriC em 20 de Setembro de 2018, 21:56
Citação de: J Pinto em 20 de Setembro de 2018, 21:40
Eu gostava é de saber o passivo consolidado do grupo Sporting e porko.

O passivo consolidado do Porto era de 395M em 30 JUN 2017.

O Sporting épa não vale apena....

Lógico que vale. Eu quero saber. Ainda por cima já lhes perdoaram uns 100 milhões.. e ainda investiram (deram) outros 15..
O passivo deles é maior que o nosso ?
Segundo o presidente deles são os que têm o passivo mais baixo dos três grandes..

Parte do passivo do sporting foi transformado em capitais próprios, através dos vmocs.

Neste momento, o passivo deles ronda os 280M€ (o do Benfica quase 400M€), mas apenas porque, à boleia dos vmocs, perto de 130M€ deixaram de ser dívida.

Refiro-me apenas às contas das SAD.

Em todo o caso, é preciso sempre sublinhar que o passivo sozinho diz pouco sobre a real situação das SAD.

Ao contrário do sporting ou do porto, o Benfica tem capitais próprios bem positivos. E é essa a melhor fotografia.



Este post pode ajudar:~

Citação de: Andreg86 em 11 de Setembro de 2018, 13:50
Apenas uma curiosidade, alguém sabe por quanto está avaliada a participação do sporting e da sgps na sporting SAD?

Havendo esta recompra por 0,3 não deveriam os valores ser revistos à conta da última transação conhecida?


Penso que a tua questão não está bem formulada, pois a SSAD é que é detida pelo Clube (26,65%) e pela SSGPS (63,96%) e não ao contrário. Assim, só nas contas consolidadas do Grupo Sporting se pode ver a situação real, mas desde já te digo que tanto a SSAD como a SSGPS  têm capitais próprios negativos, pelo que a avaliação contabilística do GRUPO (Clube)  em termos consolidados é largamente negativa. O último Balanço do Clube que conheço, e que se refere a 30JUN17, apresentava o valor negativo de 220.286 mE como Fundo de capital atribuível à empresa mãe (Clube).

E convém ter presente que o Grupo (Clube) Sporting só constitui provisões para empresas com capitais próprios negativos, até que o valor da sua participação seja nulo, pelo que há um montante significativo de capitais próprios negativos de empresas participadas, para o qual o Grupo (Clube) não assume as suas responsabilidades. Tomando como base o R&C do Clube de 30JUN17, isso levaria só por si a um aumento do passivo em 245.105mE, passando o mesmo dos 409.703 mE para 654.808 me, como se pode ver pela certificação das contas da Pwc (Pag. 89). Para o ano findo em 30JUN18, a situação piorou ainda mais, com os últimos resultados negativos da SSAD.

tecoteco

o que a malta quer saber é...

e as contas do porto deste ano, ainda andam a ser aldrabadas? ... tal como o hacker rui pinto admitiu na extorsão à doyen? :)

X-ray

Citação de: tecoteco em 22 de Setembro de 2018, 10:15
o que a malta quer saber é...

e as contas do porto deste ano, ainda andam a ser aldrabadas? ... tal como o hacker rui pinto admitiu na extorsão à doyen? :)
É as contas, data da fundação, campeonatos de supermercado, dirigentes mortos, putas enganadas, pais de árbitros mal aconselhados,  eheheh

ADN Corrupto olé