Chris Willock: «Quero que Rui Vitória saiba que estou pronto»

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Em entrevista ao site da Federação Inglesa de Futebol (FA), Chris Willock falou sobre a sua mudança para o Benfica e fez um balanço da sua época, até ao momento.

 

«Queria jogar mais tempo e essa é uma das principais razões pelas quais saí do Arsenal. No verão passado, quando o Benfica me contactou, vim a Lisboa e convenceram-me de que este era o clube onde queria jogar nos próximos anos. A filosofia do clube é muito boa. Gostam do aspeto técnico do jogo e esse é uma das minhas virtudes e isso deu-me uma boa razão para vir», afirmou o extremo inglês.

 

O jovem de 20 anos também realçou a aposta nos jovens formados no Seixal e deu o exemplo de compatriotas que também se aventuraram no estrangeiro.

 

«Produzem vários jogadores jovens que têm oportunidades e são lançados na equipa principal. Espero fazer o mesmo, jogando e trabalhando muito. (…) Há alguns jogadores ingleses que foram para o estrangeiro, como Jadon Sancho, Reece Oxford e Ade Lookman. É uma boa opção, tens de ter uma mentalidade aberta e correr riscos», rematou o internacional Su-20 inglês que, em breve, espera nos planos de Rui Vitória.

 

«Joguei muito esta temporada, já treinei com o plantel principal, mas estive mais tempo na equipa B, que joga na segunda liga. É difícil jogar contra futebolistas mais velhos, mas é uma boa experiência. Quero que o treinador (Rui Vitória) saiba que, na próxima temporada, estou pronto e só quero trabalhar muito para aproveitar as oportunidades», confessou Willock.

 

Quanto à adaptação a Portugal, o extremo direito também tem estado a trabalhar para se integrar na cultura portuguesa o mais rápido possível.

 

«Tem sido uma experiência totalmente nova para mim, mas estou a adaptar-me e a gostar da cultura portuguesa. A minha mãe esteve comigo nos primeiros seis meses para me ajudar. Agora estou a começar a fazer amigos, tenho aulas de português duas vezes por semana e até tenho trabalhos de casa. Tento sempre usar o português com os meus colegas, apesar de a maioria falar inglês», referiu o Chris Willock, que soma três golos em 28 partidas pelo Benfica B.

 

 

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Cinco milhões para o Rio Ave, cinco para o Benfica, Pelé para Inglaterra

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zerozero.pt

É este o negócio falado esta terça-feira no jornal A Bola. O médio português é desejado pelo Wolverhampton e está na calha para poder rumar a Inglaterra.

 

A fazer uma época muito regular em Vila do Conde, o médio defensivo foi pensado para um regresso à Luz (o jornal O Jogo fala dessa possibilidade), mas o surgimento desta possibilidade fez inverter o cenário.

 

Apesar de já não pertencer ao Benfica, as águias mantiveram 50 por cento do passe e as negociações estão a apontar para valores a rondar os 10 milhões de euros.

 

Ou seja, contas simples de fazer: o Rio Ave recebe cinco milhões de euros, os encarnados outros cinco milhões.

 

 

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Jornal I denuncia rede montada pelo FC Porto para destruir a hegemonia do Benfica

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O FC Porto “montou uma rede com o intuito de destruir a hegemonia do Benfica” – a notícia, com chamada de primeira página, é difundida nesta terça-feira pelo jornal I. O artigo revela ainda a existência de uma “estrutura composta por dirigentes do FC Porto, elementos da Justiça, órgãos das forças policiais e meios de Comunicação Social” que visava descredibilizar a Marca Benfica junto de parceiros estratégicos.

O jornal I divulga o assunto com base numa denúncia anónima – para salvaguardar a integridade física dos autores e por medo de represálias – a que teve acesso, e que deu entrada no Ministério da Justiça, na Procuradoria-Geral da República, no DCIAP, na Polícia Judiciária, na Liga Portugal e na Federação Portuguesa de Futebol. A mesma revela “nomes de dirigentes portistas, magistrados, agentes da PJ e jornalistas”.

Segundo o difundido pelo jornal I, tudo começou há cerca de um ano, em abril de 2017, aquando da “compra da correspondência privada do SLB”. A partir daqui desencadeiam-se uma série de encontros entre elementos da estrutura do FC Porto e do Sporting, primeiro no Hotel Altis e depois no Hotel AC Porto Marriot (estes com periodicidade semanal) com o objetivo de “delinear a estratégia que visava descredibilizar o Benfica”. O mesmo artigo acrescenta que “as informações eram passadas a blogues afetos a portistas e sportinguistas” e reveladas em timings definidos pelas respetivas estruturas dos dois clubes rivais. O jornal I alega que na reunião realizada no Hotel Altis, em Lisboa, “ficou definido que fontes da estrutura dos dois clubes ficariam responsáveis por veicular informação dos e-mails para comentadores em programas de debate e para os jornais Expresso, O Jogo, Jornal de Notícias e Correio da Manhã, e ainda para a RTP e para a revista Sábado”.

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Sobre esta acusação feita à estrutura montada pelo clube portista, a Procuradoria-Geral da República admitiu ter recebido “recentemente algumas denúncias, designadamente anónimas, relacionadas com o fenómeno desportivo e envolvendo vários clubes”. “O Ministério Público, sempre que tem conhecimento de factos suscetíveis de integrarem a prática de crimes, procede em conformidade, encaminhando-os para investigação”, adianta fonte da PGR contactada pelo I.

A denúncia anónima a que o jornal I teve acesso revela que o “FC Porto domina decisões na Justiça” e enumera oito casos com claro benefício para os portistas. Processo Fénix, absolvição de Pinto da Costa e Antero Henrique pelo Tribunal de Guimarães; Rafa, jogador emprestado pelos portistas ao Rio Ave, foi afastado do processo de alegada viciação de resultados por parte dos vila-condenses; e fugas de informação de processos judiciais como foram os casos dos e-mails e dos vouchers: estes são alguns dos casos expostos na carta.

Na denúncia enviada às diversas entidades sublinha-se que estes factos “podem ser facilmente confirmados através do arquivamento do caso Fénix e do chumbo da providencia cautelar do Benfica sobre a divulgação dos e-mails”.

Na carta a que o I teve acesso pode ler-se que “toda a gente no Porto sabe quem são os representantes da Justiça que costumam frequentar os camarotes do Estádio do Dragão, pertencem aos seus órgãos sociais e têm um longo historial de decisões que ultrapassam qualquer lógica sempre que está em causa os interesses de Pinto da Costa e dos dirigentes do FCP”.