Rui Rangel: "Vitória ainda não provou ser piloto para este grande avião"

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Rui Rangel defende que o Benfica de Rui Vitória ainda tem muito trabalho pela frente, tendo em conta aquilo que mostrou na pré-temporada e na Supertaça.

"Não se deve atirar a toalha ao chão. Não gosto de ouvir o treinador dizer que o Benfica entrou no jogo com receio, quase a corroborar com o que disse o treinador do Sporting quando falou em entrar com medo. Não gosto de o ouvir dizer isso ou que não comente no momento, que diga que fala depois e perde assim a oportunidade. É preciso pôr ali alguma ordem para que ele possa pilotar o grande avião que tem em mãos. Ainda não se viu grande piloto", disse o antigo candidato à presidência do Benfica à Antena 1.

Sobre a chegada de Raúl Jiménez, Rangel demonstrou alguma cautela: "Há referências positivas [sobre Jiménez]. Não sei se é o que o Benfica precisa. É como os melões: só depois de abrir é que se vê como é. Falta um lateral-esquerdo, é preciso suprir a situação de Salvio e Gaitán não se sabe se sai ou não sai".

Rangel reforçou ainda a necessidade de entrar a vencer na Primeira Liga, diante do Estoril: "É preciso ganhar imediatamente: O Benfica de facto tem de ganhar, senão começam situações bem mais preocupantes".

Guerra entre Benfica TV e SportTV agita a nova época

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A luta pelos direitos de transmissão televisiva das principais ligas europeias está ao rubro entre a BTV e a SportTV e promete continuar a dar que falar nesta nova época.

De acordo com o jornal i, depois de o canal de televisão do Benfica ter assegurado a conquista das transmissões das ligas francesa e italiana, 'roubando' assim mais duas "jóias" à SportTV, o canal mais antigo de desporto em Portugal estará prestes a responder com a renovação dos direitos sobre a Liga espanhola por mais três anos.

Neste mercado, os produtos mais valiosos são a Premier League inglesa e o campeonato de Espanha. Após a perda da emissão dos jogos de Inglaterra em 2013 para o rival, a SportTV não arrisca sofrer novo golpe que pudesse ter impacto nos seus subscritores.

Ciente também da dificuldade que seria desviar igualmente Espanha da esfera da SportTV, o canal do clube da Luz decidiu avançar para os menos mediáticos campeonatos de França e Itália, salientando-se ainda a presença do UFC, que ganha cada vez mais adeptos em Portugal. No entanto, o verdadeiro combate será travado durante esta época, com a discussão sobre a renovação dos direitos da Premier League, cujo contrato com a BTV expira no final de 2015/16.

Coentrão faz força para rumar à Luz

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Lateral-esquerdo já transmitiu diretamente a sua vontade ao presidente do Real Madrid e aguarda por um desfecho positivo

O Benfica aponta ao regresso de Fábio Coentrão e o jogador, sabe O JOGO, também já transmitiu diretamente a sua vontade ao presidente do Real Madrid, no sentido deste poder facilitar o seu retorno à Luz, a título de empréstimo. Sabendo que Luís Filipe Vieira se ocupou pessoalmente do dossiê, o lateral-esquerdo já fez saber a Florentino Pérez que o seu desejo também é procurar relançar a carreira ao mais alto nível, de águia ao peito, numa tentativa de sensibilizar o responsável máximo dos merengues para encaminhar as negociações na direção do Benfica e não para qualquer um dos outros pretendentes, casos de Inter de Milão, Manchester United ou Paris Saint-Germain.

Tal como o nosso jornal adiantou na última edição, Filipe Vieira tem conversado diretamente com o seu homólogo espanhol, sendo o principal entrave nesta fase a divisão da percentagem dos elevados salários do jogador.

Coentrão aufere qualquer coisa como 2,5 milhões de euros líquidos por ano e a SAD benfiquista aponta, em cenário ideal, a que seja o Real Madrid a suportar a maior fatia deste bolo, cenário para o qual Florentino Pérez está pouco inclinado, até por ter em cima da mesa outras possibilidades potencialmente mais vantajosas para os cofres do clube.

No entanto, o dirigente máximo do emblema da Luz ainda não atirou a toalha ao chão e continua a tentar encontrar uma fórmula que possa viabilizar o retorno de Coentrão, que deixou saudades no Benfica, após a sua saída (no verão de 2011), a troco de 30 milhões de euros.

Certo é que em Espanha o adeus do internacional português do Real Madrid é dado como seguro e os merengues até já apontam baterias a Ricardo Rodríguez, do Wolfsburgo.

As decisões que Rui Vitória precisa tomar

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Primeiro precisa de decidir o que é, na realidade, um determinado jogador nuclear.

 

Não considero Jesus um especialista em mind games e até acredito que o treinador do Sporting tenha dito o que disse por achar que era verdade. Mentira não seria, mas mais do que o conteúdo o que estava em causa era a forma e o tom com que foi dito.

O Benfica tinha mostrado poucas mudanças, e as que existiam eram circunstanciais ao facto de não ter Salvio, Maxi e, depois, Lima. O técnico do Sporting acreditava que ia jogar contra si próprio e sublinhou a ideia. O pior das declarações é que davam a entender que Rui Vitória tinha feito pouco do seu trabalho. Ao dizer «cheguei ao Sporting e mudei tudo» ou mesmo o «o cérebro já não está lá», Jesus atirou com todos os olhares para cima do seu sucessor.

O treinador do Benfica optou (bem) por não responder, antes e depois do encontro. Se na sala de imprensa manteve-se impávido e sereno, na preparação do encontro poderá não ter sido bem assim e tomou mesmo algumas decisões discutíveis. Discutíveis são todas sim, mas umas mais do que outras.

Não sei se o líder dos encarnados mudou de ideias nas horas anteriores à partida, se este era ou não o plano A, se se deixou levar ou não por Jesus, se teve ou não medo do Sporting ou se o desaire com o Monterrey fez com que voltasse a torcer o nariz ao 4x4x2 ou a um 4x4x2 com dois avançados mais puros, mas a verdade é que algumas das suas opções saíram no sentido contrário à ideia de que nada tinha mudado.

Primeiro na direita, com o jovem Nélson Semedo – e aqui deve reconhecer-se a coragem do técnico, com o miúdo a corresponder na medida do possível. Depois, na esquerda, na manutenção da aposta em Sílvio, e Eliseu e Marçal de fora. À frente, com Fejsa e Samaris lado a lado e Talisca a aparecer um pouco mais à frente a ligar com Jonas, que já se tinha mostrado bem menos perigoso durante a digressão quando aí deixado sozinho. Ola John também foi aposta, uma vez que Carcela apresenta-se lesionado (tal como Salvio, há bastante tempo). Jesus, que parecia ter já desistido de Talisca pelo menos como grande aposta, viu assim renovada a fé no seu D’Artagnan  – uma corrupção da expressão original, eu sei, mas permitam-me este pequeno pecado  –, por parte do sucessor. Já Pizzi, outra das suas boas ideias, ficou no banco.

O Benfica falhou na pressão à saída de bola do rival – ao que parecia destinado se a ideia era fazê-lo com Talisca –, e que seria uma das suas supostas fragilidades, e no plano oposto teve inúmeras dificuldades para construir, também pela forma como o internacional olímpico brasileiro foi facilmente anulado, mas ainda pela falta de Pizzi, um jogador que Rui Vitória não vê ainda bem como médio centro. Atrás, Fejsa recuperou muitas bolas para entregá-las mal logo depois e Samaris não conseguiu criar espaço à sua volta. O ataque viveu muito (talvez em demasia) do que Ola John foi conseguindo criar, dos esforços de Jonas e de três arranques excelentes de Gaitán já quando a equipa perdia.

Falar depois é obviamente mais fácil. Não sabemos se com outro 11 o Benfica teria vencido ou não a Supertaça, mas analisando o plano de jogo dos encarnados parece evidente que falhou a vários níveis. Sobretudo, no meio-campo, onde talvez residisse a chave da partida do Algarve.

A derrota é justa, o Sporting foi melhor, apesar de os encarnados terem conseguido criar as suas chances. A boa notícia para Rui Vitória é que o Sporting não parece (nem poderia) estar assim tão distante. Mas já parte à frente e, aparentemente, com uma sede enorme e a encher o balão de confiança.

Os encarnados só agora parecem tomar as suas decisões de mercado, já com a época em andamento e depois da digressão americana. Rui Vitória terá rapidamente de tomar as suas (e talvez já devesse ter tomado algumas) e assentar as próprias ideias.

É obviamente defensável que o treinador oscile entre dois sistemas: o 4x4x2 e o 4x2x3x1, e eventualmente o 4x3x3. Neste momento, a julgar pelas contratações mais recentes (Mitroglou e Raúl Jiménez), porque existe Jonas – e não faz sentido desperdiçar o melhor jogador da última Liga ou adaptá-lo a uma posição contranatura – e porque, a nível interno, serão poucos os jogos a precisar de grande contenção, o primeiro esquema parece ser aquele a ser mais vezes usado, embora não o tenha sido de forma tão vincada na Supertaça.

Mas se é como parece, Rui Vitória precisa de tomar uma decisão nuclear: o que é mesmo Pizzi para si? Porque Fejsa e Samaris juntos de início podem até ser uma ideia nova, mas não parece brilhante. E se não confia no internacional português o clube terá de ir também ao mercado nessa posição, depois de ter atacado a frente de ataque e procurar ainda um lateral-esquerdo (um problema crónico, se Eliseu e Marçal não chegam, como aparenta) e um extremo. É muito para resolver ainda.

Manter o que está bem é, como disse e bem Jesus, sinal de inteligência. Sobretudo, acrescento eu, se na altura não for possível fazer algo melhor. Acredito que não o fosse no passado domingo.  Se o discurso para fora parece bem decorado e estabilizado, é para dentro agora que o treinador tem de se virar. E não pode esperar muito mais tempo.

P.S. A derrota na Supertaça fez sublinhar ainda mais a dependência que o Benfica tem da criatividade de Gaitán. Sem o argentino no plantel, o fosso aumentará (pelo menos) para o rival de domingo. Como ele, sabe-se, não há assim tantos disponíveis para comprar.

P.P.S. Mitroglou fez um par de treinos, foi convocado e entrou na segunda parte do encontro com o Sporting. Jonathan Rodríguez, que fez toda a pré-época, jogou uns quantos encontros na digressão e é visto como nome de futuro, não saltou do banco. O grego «não iria resolver os problemas da equipa com dois ou três dias» de trabalho, como reconheceu o treinador, mas será que o uruguaio com bem mais não teria algo a acrescentar? Que mensagem passa o técnico ao jovem e ao resto dos seus jogadores?

LUÍS MATEUS

O Zlatan mexicano procura a afirmação na Europa

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Avançado Raúl Jiménez deve ser hoje apresentado como reforço do Benfica.

 

Raúl Jiménez deve ser hoje apresentado como novo reforço do Benfica. O avançado mexicano, que chegou na segunda-feira a Lisboa, irá ainda cumprir mais alguns exames médicos antes da sua oficialização como jogador dos “encarnados”, naquela que será a sua segunda tentativa para se impor no futebol europeu, depois de uma passagem discreta pelo Atlético de Madrid. Será mais uma opção de ataque para Rui Vitória, que passa a ter quatro avançados no plantel, Jonas, Jonathan Rodríguez, Kostas Mitroglou e Jiménez, sendo que Nelson Oliveira não entra nas contas do treinador.

 

Será no Benfica que Jiménez irá tentar mostrar as qualidades que fizeram o Atlético de Madrid avançar para a sua contratação em 2014, pagando os “colchoneros” uma verba a rondar os dez milhões ao America do México. O retorno desportivo do avançado foi quase nulo, apenas um golo marcado, insuficiente para convencer o técnico Diego Simeone a mantê-lo no plantel – a equipa madrilena conta para a nova temporada com um lote de avançados que pouco espaço deixava para a afirmação do mexicano, Jackson Martínez, Antoine Griezmann, Fernando Torres e o jovem argentino Luciano Vietto.

 

Jiménez é um avançado alto (1,90m) e com boa mobilidade, muitas vezes comparado no seu país ao sueco Zlatan Ibrahimovic. Tem no jogo aéreo o seu ponto forte, mas também é capaz de lances plenos de técnica e a sua potência física também lhe permite ser eficaz nos remates de longe. No Atlético, teve poucas hipóteses, com a concorrência, principalmente, de Mandzukic e Griezmann, mas ainda foi titular em três das quatro primeiras jornadas da última liga espanhola. Depois, a sua utilização foi sendo cada vez mais residual, somando um total de 821 minutos de tempo de jogo em 28 partidas (22 a partir do banco de suplentes).

 

O West Ham United, da Premier League inglesa, também estava interessado, mas a intervenção de Jorge Mendes foi decisiva para a mudança de rota do avançado. O Benfica deverá pagar nove milhões de euros pela metade do passe do jogador que pertence ao Atlético de Madrid, mantendo Mendes uma participação de 50 por cento dos direitos do jogador. O contrato deverá ser de cinco temporadas.

 

Depois de Kikin Fonseca, que passou pela Luz sem deixar grandes memórias em 2006 (três golos marcados), Jiménez será o segundo jogador mexicano da história do Benfica. Tem como grande cartão-de-visita a medalha de ouro no torneio olímpico de futebol nos Jogos de Londres em 2012, numa equipa que tinha ainda os portistas Hector Herrera e Diego Reyes, este emprestado à Real Sociedad, e antigo colega de Jiménez no America – curiosamente, para além destes três, apenas mais um jogador da selecção campeã olímpica joga fora do México, Giovanni dos Santos, dos LA Galaxy.

 

Revelado no América do México, que também tem a alcunha de “águias”, Jiménez estreou pela primeira equipa em 2011-12, mas foi na época seguinte que começou a mostrar dotes de goleador, com 14 tiros certeiros. A temporada seguinte foi ainda mais produtiva, com 18 golos e a seguinte ia pelo mesmo caminho (quatro golos em quatro jogos), antes de ser negociado para o Atlético – o FC Porto também estava interessado. Na selecção principal do México, quase sempre sob as ordens de Miguel Herrera, Jiménez fez 36 jogos e oito golos, um dos quais decisivo (e espectacular, num pontapé de bicicleta) no triunfo mexicano sobre o Panamá num jogo de apuramento para o Mundial 2014.

Meli: novo Enzo a caminho da Luz

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Os encarnados continuam interessados na contratação do médio argentino Marcelo Meli, de 23 anos. O Boca Juniors pede cerca de 3,6 milhões de euros mas o atleta pode chegar à Luz por um valor a rondar os 2,7 milhões de euros.

«Sei que o Benfica o quer e espero que esta semana tudo se possa resolver. A ideia é que se possa fechar tudo nos próximos dias e depois não haverá mais saídas», afirmou José Requejo, vice-presidente do Boca Juniors, em declarações ao jornal Olé.

Na Argentina, Meli já foi comparado a Enzo Pérez, médio que passou pelo Benfica (clube ao qual chegou como um extremo).

Marcelo Meli chegou esta época ao Boca Juniors, proveniente do Colón, tendo metade do seu passe custado 650 mil euros. O Colón, aliás, possui 43 por cento dos seus direitos económicos e os restantes sete por certo são do empresário Jorge Griffa.

Jonathan Rodríguez pode ser emprestado

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O Benfica tem vindo a reforçar o seu setor mais avançado, nos últimos dias, dando companheiros de ataque a Jonas e... Jonathan Rodríguez. Depois de Mitroglou, chega agora à Luz Raúl Jiménez. No entanto, a SAD encarnado confia na evolução de El Cabecita.

De acordo com o Record, «os responsáveis encarnados continuam a ter total confiança no potencial de Jonathan Rodríguez e, a médio prazo, acreditam que esta aposta dará retorno no plano desportivo e financeiro.»

O uruguaio tem contrato com o Benfica até 2017 e, nesta altura, não está afastada a possibilidade de ser emprestado.

No entanto, «mesmo que acabe por ser cedido para poder começar a jogar com maior regularidade, o jovem sabe que regressará sempre ao Benfica e, no futuro, com mais experiência terá a possibilidade de disputar um lugar no onze e valorizar-se».

Inter tenta Cristante

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Contratado ao AC Milan há um ano, Cristante continua a ter muito mercado, sobretudo em Itália, mas o médio deverá permanecer na Luz, tal como o seu empresário garantiu recentemente ao nosso jornal.

Embora o Internazionale pondere apresentar uma proposta para a compra do passe do médio, a resposta deverá ser negativa por parte da SAD encarnada e do próprio jogador. Basta recordar as recentes palavras de Giuseppe Riso, empresário de Cristante, ao zerozero.pt: «Cristante não sai».

Quinze portugueses nos Mundiais de atletismo de Pequim

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Portugal vai competir com pelo menos 15 atletas, seis homens e nove mulheres, nos Mundiais de atletismo, competição que terá lugar de 22 a 30 de agosto em Pequim, depois de a federação confirmar todos os que conseguiram mínimos. A lista, esta terça-feira divulgada em comunicado pela Federação Portuguesa de Atletismo, deverá aumentar nas próximas horas, com o convite a Hélio Gomes e Marta Pen, pelo 'ranking' que tem esta época, em 1.500 metros.

 

Os 15 atletas hoje oficializados são todos os que estavam pré-selecionados ou que conseguiram mínimos no prazo regulamentar - alguns dos quais já iniciaram mesmo estágio final no Japão, como é o caso do triplo-saltador Nélson Évora. Nelson Évora, que já está em estágio em Fukuoka, no Japão, é a figura mais em destaque na comitiva, com um título olímpico e um mundial no currículo, apresentando-se agora como um claro candidato para o top-8 no triplo salto, eventualmente com medalha.

 

Face a Moscovo2013, a seleção cresce um pouco - de 12 para 15/17 - mas continua distante dos 24 que competiram na Coreia do Sul, em Daegu2011, no último ano em que a comitiva lusa esteve acima dos 20 elementos. Na Rússia, há dois anos, Portugal teve dois atletas entre os oito melhores, que agora repetem a presença na seleção: os marchadores João Vieira, quarto nos 20 km masculinos, e Ana Cabecinha, oitava nos 20 km femininos. Com 39 anos e com nove presenças em campeonatos do Mundo, João Vieira é o mais experiente, em plano oposto ao estreante Tsanko Arnaudov, o luso-búlgaro de 23 anos que é recordista nacional do peso.

Além de Tsanko, também são estreantes, em Campeonatos do Mundo, a maratonista Filomena Costa e a triplo-saltadora Susana Costa, além de Hélio Gomes e Marta Pen, quando receberem os convites da IAAF. Os restantes 12 têm pelo menos a experiência de um Mundial antes deste.