Leonardo Jardim: "Jogo importante para nós e decisivo para o Benfica"

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Leonardo Jardim, treinador do Mónaco, regressa a Portugal para defrontar o Benfica. Na antevisão da partida do grupo C marcada para esta terça-feira entre "encarnados" e monegascos, o técnico mostrou-se feliz por poder rever alguns amigos. Jardim relativizou o encontro e disse que será apenas mais um jogo.

 

“Regressar a Portugal é sempre positivo, porque neste pequeno espaço de dia e meio conseguimos rever algumas caras amigas. Mas em relação ao futebol, será mais um jogo. Neste momento a classificação não reflete a qualidade do Benfica. É um jogo muito importante para nós e decisivo para o Benfica”, começou por dizer em conferência de imprensa

 

Quando ao facto do Mónaco ser uma das equipas com menos golos marcados na prova, o treinador lembra que o equilíbrio entre defesa e ataque é o mais importante.


“Em termos de futebol o equilíbrio é sempre importante. Também somos uma das equipas com menos golos sofridos e gostaríamos de ser uma das equipas com mais golos marcados. O equilíbrio entre estes dois fatores é importante, mas gostaríamos de ter mais golos marcados”, acrescentou.

 

O técnico não se cansou de elogiar a qualidade do Benfica, lembrando que o último lugar do grupo C não reflete a qualidade do grupo "encarnado". Jardim disse que este é um jogo decisivo para a formação lisboeta.

 

“Acho que o Benfica na Europa teve um jogo contra o Zenit que foi decisivo, saiu derrotado e isso condicionou a sua classificação. Foi a única equipa que perdeu em casa, mas volto a dizer que a classificação não reflete a qualidade do Benfica. Eu acredito que o jogo com o Benfica é um jogo decisivo, em relação ao objetivo de passar à fase seguinte ou a ida à liga Europa. Mas acredito que o Benfica joga sempre para ganhar e não vai fugir a esse objetivo”, declarou.

 

O Grupo C é liderado pelo Bayer Leverkusen com seis pontos, seguido do Mónaco com cinco e Zenit com quatro. O Benfica tem apenas um ponto.

Já há convocados para a recepção de terça-feira à noite ao Mónaco

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O treinador, Jorge Jesus, acaba de divulgar a lista de 18 convocados para amanhã, terça-feira, relativa à partida da 4.ª ronda do Grupo C que colocará frente a frente Sport Lisboa e Benfica e o Mónaco de Leonardo Jardim.

 

Lista de convocados:

Guarda-redes – Artur Moraes e Júlio César;

Defesas – César, Luisão, Jardel, Maxi Pereira, Benito e André Almeida;

Médios – Talisca, Samaris, Cristante, Nico Gaitán, Salvio, Enzo Perez, Pizzi e Tiago;

Avançados – Derley e Lima.

O SL Benfica – Mónaco tem apito inicial agendado para as 19h45, no Estádio da Luz.

Futebol declarado de interesse para TV em 2015/16

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Todos os anos o governo estabelece quais são os acontecimentos de interesse generalizado do público que devem, como tal, ser transmitidos em canal aberto na televisão. Uma das novidades destes ano inscritas no Despacho n.º 13279-B/2014 é que jogos do principal campeonato de futebol da primeira divisão. O futebol do campeonato qualificado de interesse generalizado em 2015 e devem ser transmitidos jogos, à razão de um por jornada, “por via hertziana terrestre com cobertura nacional e acesso não condicionado”.

Eis a lista completa para 2015:

a) Jogos oficiais da Seleção Nacional A de futebol;
b) Final da Taça de Portugal de futebol;
c) Um jogo por jornada ao longo de trinta e duas jornadas do campeonato nacional de futebol da I Liga 2015-2016 envolvendo necessariamente uma das quatro equipas mais bem classificadas nos campeonatos das cinco épocas anteriores, considerando para o efeito o cômputo acumulado das respetivas classificações no conjunto dessas épocas;
d) Um jogo por jornada ou por mão de uma eliminatória da Liga dos Campeões em que participem equipas portuguesas;
e) Um jogo por eliminatória da Liga Europa a partir dos quartos de final em que participem equipas portuguesas;
f) Finais das competições de clubes organizadas pela UEFA, incluindo a Supertaça Europeia;
g) Volta a Portugal em Bicicleta;
h) Participações de praticantes portugueses e das seleções nacionais A na fase final dos campeonatos do mundo e da Europa das diversas modalidades desportivas;
i) Finais das competições oficiais internacionais entre clubes em que participem equipas portuguesas nas modalidades de andebol, atletismo, basquetebol, hóquei em patins e voleibol; e
j) Concertos de abertura e de encerramento do evento «Dias da Música em Belém», no Centro Cultural de Belém.

Mais detalhes aqui => Despacho n.º 13279-B/2014 – Diário da República n.º 211/2014, 2º Suplemento, Série II de 2014-10-31 que “Torna pública a lista dos acontecimentos que devem ser qualificados de interesse generalizado do público, devendo o seu acesso ser facultado pelos adquirentes dos respetivos direitos exclusivos que emitam em regime de acesso condicionado ou sem cobertura nacional aos operadores interessados na sua transmissão televisiva que emitam por via hertziana terrestre com cobertura nacional e acesso não condicionado”.  http://a.pomf.se/hkjsms.png

 

Benfica, Sporting e FC Porto: o endividamento e mais problemas

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Benfica, Sporting e FC Porto: o endividamento e mais problemas

 Análise às contas dos três grandes

Por Berta Rodrigues       ontem às 23:54

Benfica, Sporting e FC Porto apresentaram as contas da última época e, se os resultados finais dos três grandes são muito diferentes, eles apresentam sinais comuns. E não são positivos. Continuam a gastar mais dinheiro do que aquele que conseguem gerar no dia a dia, excluindo as receitas com vendas de jogadores, e aumentaram o endividamento.


António Samagaio, professor do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) de Lisboa, analisa no Maisfutebol os principais dados das contas dos grandes, depois de todos terem divulgado os relatórios e contas, publicados no site da CMVM. Com 14,2 milhões de lucro para o Benfica, 368 mil euros de lucro para o Sporting e 40 milhões de prejuízo para o FC Porto.


«A primeira ideia forte tem a ver com o aumento do endividamento. A dívida financeira aumentou mais de 100 milhões, juntando as três entidades. No atual contexto em que se vive, atendendo à capacidade dos clubes de gerar receitas, é preocupante», observa: «Basta ver que o negócio em si não consegue gerar receitas suficientes, os clubes continuam a gastar mais do que conseguem receber no dia a dia.»


«Para além disso», prossegue, «este resultado foi conseguido com a manutenção, sobretudo no caso do Benfica, da política de investimento em novos jogadores, o que aumenta a necessidade de contrair mais dívidas», observa ainda: «O Benfica ganhou 75,6 milhões com jogadores e mesmo assim só conseguiu lucrar 14 milhões. Numa época em que ganhou tudo em termos desportivos, só 14 milhões não são sinais animadores. Basta a época não correr tão bem, e esta época foi extraordinária, para estar novamente na zona de prejuízo.»



Benfica: 14,2 milhões de lucro

O Benfica, o último a divulgar o Relatório e Contas, revela que no total o saldo com transferências de jogadores é positivo em 37,6 milhões de euros, o que, subtraído aos ganhos de 75,6 milhões em transferências, dá gastos de 38 milhões com aquisição e outras despesas relacionadas com atletas. Os encarnados gastaram mais do que na época passada com pessoal, o que atribuem ao investimento no plantel e pagamento de prémios. E, se revelam valores recordes de receitas televisivas, através da Benfica TV, não deixam claro quais os ganhos líquidos nesse item, embora as contas do Maisfutebol apontem para custos de 11 milhões de euros.

«Mesmo o Sporting teve um aumento de endividamento», observa, numa análise a um exercício dos leões que envolve o processo de reestruturação financeira do clube levada a cabo pela direção de Bruno de Carvalho: «A reestruturação financeira tem reflexos nos resultados que o Sporting apresenta. O relatório diz a certa altura que a reestruturação financeira teve consequências na redução da taxa média de juros. Se estivesse igual às de Benfica e FC Porto, estaria em situação de prejuízo. Tem determinadas condições que os outros não têm.»



Sporting: 368 mil euros positivos 

O Sporting atribuiu precisamente a melhoria nos resultados, depois dos mais de 40 milhões de prejuízo no exercício passado, à «forte política de redução de custos na Sporting SAD, decorrente do programa da reestruturação financeira e operacional», referindo poupanças na ordem dos 36 milhões de euros.


A segunda ideia forte que António Samagaio destaca é a dependência da venda de jogadores. «Claramente, sobretudo o Benfica e o FC Porto, dependem muito de conseguir no fim da época vender», nota.


«O FC Porto também depende bastante das vendas de jogadores, a níveis que para mim são um bocado preocupantes. Basta ver o orçamento para a nova época, que tem previstos 60 milhões só em vendas de jogadores. Só atingiu esse valor uma vez, quando coincidiram as vendas de James, Moutinho e Hulk numa só época», reforça: «São realidades que não são fáceis de reproduzir. Os clubes continuam num caminho de bastante risco. Maior contenção talvez pudesse ser útil, sobretudo se olharmos para um histórico de prejuízos.»


FC Porto: 40 milhões de prejuízo 

O FC Porto assume que os avultados prejuízos resultam essencialmente do valor muito menor nos ganhos com transferências de atletas, em relação a uma época que gerou 76,4 milhões de euros de receitas nesse campo, contra 23.907 neste ano. Há outros fatores, como a não entrada direta na Liga dos Campeões. 


«Os três clubes têm prejuízos acumulados, desde a constituição das SAD, superiores a 100 milhões de euros cada um», observa António Samagaio: «O Sporting é o recordista, com mais de 200 milhões, são números que não se coadunam com a realidade dos clubes.»

Exposição ao BES «aumentou»


Estes números acontecem numa conjuntura de várias situações que podem ter repercussões nas finanças dos clubes. A começar pela implosão do BES, agora Novo Banco.


No primeiro caso, a principal questão é a do financiamento. Em julho, António Samagaio estimava, em declarações ao Diário Económico, que a exposição dos três grandes ao BES fosse de mais de 215 milhões de euros. E, diz agora ao Maisfutebol, os relatórios e contas da época passada demonstram que ela aumentou no último exercício, antes da intervenção do Banco de Portugal sobre o banco, que aconteceu em agosto.


«Tanto o Benfica como o FC Porto aumentaram a exposição ao BES. A 30 de junho ela tinha aumentado. Com a intervenção sobre o banco há toda uma reorganização. Já foi dito que se pretende rever essa ligação ao mundo do futebol», nota.


«Se quisessem reaver totalmente o dinheiro agora, seria difícil os clubes conseguirem pagar», admite, notando no entanto que o negócio com o futebol também foi benéfico para as instituições bancárias: «Com tempo, os clubes vão ter de procurar alternativas, sabendo que antemão que o FC Porto e o Benfica têm empréstimos obrigacionistas e pagam taxas atrativas para as instituições financeiras, não tem sido um mau negócio nesse domínio.»


António Samagaio diz que não é possível pôr um número na exposição atual dos clubes ao agora Novo Banco, nomeadamente pelo facto de o Sporting não ter apresentado as contas consolidadas, mas apenas as que dizem respeito à SAD: «No Sporting parte da dívida está relacionada com a construção do estádio e não aparece nas contas da SAD. No caso quer do FC Porto quer do Benfica aumentou.»


Parte das dívidas bancárias dos clubes prende-se ainda com a construção dos novos estádios, mas ela é mais pesada para Benfica e Sporting do que para o FC Porto, diz: «O estádio do FC Porto está praticamente pago. Como foi inserido no projeto Euroantes, o clube não teve que se endividar tanto como Benfica e Sporting.»


A maior dívida bancária de todas está na Luz: «O Benfica tem uma dívida bancária de 317 milhões, entre banca e empréstimos obrigacionistas.»


Os clubes vão, de resto, «ter que procurar alternativas de financiamento», constata António Samagaio: «O FC Porto já começou a ter financiamento do BIC. Também tem de entidades europeias.»


«Depois têm sempre a vertente dos empréstimos obrigacionistas, que têm tido níveis de procura bastante superiores ao que o clube está a oferecer. Embora seja uma forma de financiamento que tradicionalmente tende a ser mais cara do que aquilo que estava a ganhar», nota ainda.


António Samagaio enfatiza esta questão e a sua importância, numa analogia com a situação do país: «O que se tem passado é que os adeptos querem é saber de resultados desportivos. A questão é que um dia a fatura chega. Como aconteceu com o país, estávamos contentes por termos hospitais e auto-estradas, mas o país estava-se a endividar.»

A PT e patrocinadores alternativos

Outra questão com impacto no futebol é a situação da PT, um dos grandes investidores no futebol nos últimos anos. O FC Porto, por exemplo, já assumiu o final do patrocínio da empresa, falando na procura de alternativas, eventualmente no mercado externo.

Aqui é uma questão de procura de receitas comerciais, e não é fácil, defende António Samagaio: «É um desafio encontrar patrocinadores que sejam capazes de pagar 5,6 milhões de euros por ano. A PT entrava com um nível de patrocínios significativo.»


Em termos comerciais o nosso é um mercado que não tem grande expressão. Na Alemanha, por exemplo, mais de 50 por cento das receitas dos clubes vêm de sponsorização, de publicidade. Cá não temos esse tecido económico», observa, notando como os principais novos investidores no futebol têm sido das economias emergentes, da Arábia, Ásia ou países do Leste.


«Não sei se Portugal tem poder para atrair esses mercados. O campeonato português joga-se à hora de outros campeonatos. Conseguirá ser atrativo na Ásia?», questiona, defendendo que este era um assunto que os dirigentes do futebol português deviam trabalhar em conjunto: «É um trabalho de fundo que devia ser feito, tentar promover o futebol português lá fora. Eu já sugeri uma ideia, fazer a fase final da Taça da Liga num país do Médio Oriente, onde as pessoas possam ter contacto direto com o futebol português. Mas para isso é necessário que as pessoas dos clubes se entendam.»

E ainda a questão dos fundos

Depois há outro dado na equação, a intenção da FIFA e da UEFA de limitar a intervenção no futebol dos fundos de investimento e nomeadamente dos passes divididos com essas entidades.


António Samagaio admite que esse movimento obrigue os clubes a mudar a forma como fazem os negócios, ao mesmo tempo que lembra como os riscos de envolvimento dos fundos são essencialmente de verdade desportiva


«Estes fundos eram sempre vistos como formas de conseguir alavancar os clubes para chegar a determinados jogadores. Para mim a questão central por trás da intenção da FIFA e da UEFA, tem a ver com quem é verdadeiramente a entidade por trás do fundo. É relevante, porque pode criar muitas dúvidas do ponto de vista desportivo, e o futebol precisa de uma imagem de credibilidade», observa: «Quando há um jogador de quem o clube tem 90 por cento e o investidor 10, é claro que quem manda é o clube. Mas quando é detido em 75 por cento pelo investidor, este não quer ver o seu ativo parado. Podem criar-se problemas ao nível da gestão de um plantel. Pode haver alguma pressão do fundo no sentido de que os seus próprios jogadores têm de jogar.»


Na opinião de António Samagaio, a proibição da propriedade por terceiras partes (Third Party Ownership, em inglês), «vai originar que efetivamente os clubes tenham que iniciar um processo de adquirir os passes de forma faseada, vai obrigar os clubes a investir». «O Benfica já comprou os direitos do Benfica Stars Fund», nota, constatando ainda que «quem está com maior exposição» a esta situação «é o Sporting».


António Samagaio nota ainda que deverá haver um período de transição que permita mitigar os efeitos da decisão: «Se a UEFA der um período de 4, 5 anos há maior margem, se for apenas de seis meses é mais complicado.»


Principais indicadores das contas dos três grandes


Resultados consolidados


Benfica: 14,2 milhões de euros (prejuízo de 10,4 ME em 2012/13)
Sporting: 368 mil euros (prejuízo de 43.816 ME em 12/13)
FC Porto: 40.701 milhões de euros negativos (20.356 ME positivos em 2012/13)




Rendimentos operacionais (excluindo transações atletas)


Benfica: 105 ME (85.941 em 12/13)
FC Porto: 72.613 ME (78.441)
Sporting: 35.3 milhões ME (32 milhões)


Gastos operacionais


Benfica: 109.156 ME (92.573 em 12/13)
Sporting: 41.9 ME (66)
FC Porto: 95.175 ME (96.585)


Ativo consolidado


Benfica: 440.7 ME (mais 5.8%)
Sporting: 146.8 ME (139.5 em 12/13)
FC Porto: 200.4 ME (227.853)


Passivo consolidado


Benfica: 449,1 milhões ME (440.480)
Sporting: 264.7 ME (258.873)
FC Porto: 233.463 ME (220.225)


Receitas correntes:




UEFA


Benfica: 22.407 ME (21.708 em 12/13)
Sporting: Não teve (1.908 em 2012/13)
FC Porto: 9.552 ME (20.390)


Direitos TV


Benfica: 28.176 ME (8.175 em 2012/13)
Sporting: 15 ME (11,5 em 2012/13)
FC Porto: 15.928 ME (13.185)


Bilheteira


Benfica: 6.523 ME (8.462 em 12/13)
Sporting: 6.4 milhões ME (5 milhões em 2012/13)
FC Porto: 6.228 ME (6.521)


Patrocínios:

Benfica: 19.066 ME (16.920)
Sporting: 7 ME (8.9 em 2012/13) Item junta patrocínios, publicidade, merchandising e licenciamento
FC Porto: 13.594 ME (13.067) Item junta publicidade e sponsorização



Custos com pessoal


Benfica: 61.181 ME (50.431)
Sporting: 25.000 ME (42.000)
FC Porto: 48.885 ME (54.065)


Demonstrações financeiras:

Benfica



Sporting



FC Porto

 

SL Benfica sagra-se Campeão Nacional de Triatlo

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Realizou-se, este domingo, na Figueira da Foz, a 4.ª e última etapa do Nacional de Triatlo de Clubes, no modelo de estafetas, por equipas que consagrou o Sport Lisboa e Benfica como Campeão Nacional. 

Depois de ter conquistado duas vitórias nas 1.ª e 2.ª etapas e um 2.º lugar na 3.ª etapa, os “encarnados” sabiam que só a vitória interessava para não permitir veleidades aos seus adversários.

Com a principal formação constituída por Gil Maia, Miguel Arraiolos e João Pereira, assistiu-se a uma intenção luta entre o SL Benfica e os "Águias" de Alpiarça, que lutaram ombro a ombro até à última estafeta. O Benfica passou o testemunho sempre na 1.ª posição, na última estafeta, João Pereira faria valer a sua categoria superiorizando-se aos seus adversários.

Realce, ainda, para a estafeta de Sub-23 que se sagrou vice-campeã nacional, numa equipa constituída por Pedro Mendes, Bruno Pereira e Rafael Domingos.

Com este título o Sport Lisboa e Benfica faz o pleno ao conquistar todos os títulos colectivos, em masculinos, ao sagrar-se Campeão Nacional de Aquatlo, Aquabike, Duatlo e Triatlo.

Luisão com contrato até 2017

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Luisão tem contrato com o Benfica válido até ao final de 2016/17. O internacional brasileiro renovou o vínculo durante a última temporada, acrescentando um ano à ligação com as águias. O anterior contrato, assinado em setembro de 2011, terminava no final da próxima época, mas, face à importância do central nas contas de Jorge Jesus - tendência que já se tinha verificado com todos os treinadores desde que o defesa chegou à Luz, em 2003/04 -, os responsáveis encarnados optaram por estender o contrato do jogador, informação revelada pela SAD do Benfica no Relatório e Contas Consolidado e Individual, de 2013/14.

Desejado pela Juventus, que pretende reforçar o plantel orientado por Massimiliano Allegri com o camisola 4 benfiquista já em janeiro, Luisão, que anunciou recentemente que o seu projeto é "continuar a carreira no Benfica", pode completar assim 14 anos nas águias, tendo 36 anos no final de 2016/17.

Além da situação contratual de Luisão, o relatório indica ainda que Victor Andrade, contratado ao Santos, assinou até 2020, ou seja, por seis anos, ao contrário das cinco temporadas adiantadas pelo próprio clube.

Lindegaard apontado às águias

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ojogo

Anders Lindegaard, guarda-redes dinamarquês do Manchester United, é apontado este domingo como possível solução para reforçar a baliza do Benfica.

Escreve o "Daily Star" que Lindegaard tem carta branca para encontrar um novo clube, uma vez que não entra nos planos de Van Gaal, treinador dos red devils. Aliás, esta época ainda não somou qualquer minuto e mesmo na temporada passada realizou somente uma partida da Premier League.

Lindegaard, 30 anos, é internacional dinamarquês e chegou a Old Trafford na época 2010/11, oriundo do Aalesund, da Noruega. Antes, representou o Odense, da Dinamarca.

Luís Filipe Vieira: "Há muita gente preocupada com isto"

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Presidente do Benfica comentou este sábado um dos assuntos quentes do futebol português, à margem de um jogo de hóquei em patins.

No dia em que o Benfica emitiu um comunicado a propósito do apoio do Benfica a Luís Duque, o presidente das águias, Luís Filipe Vieira, abordou igualmente a questão.

"Era uma altura de bastante emergência na Liga de Clubes e era necessário haver um consenso geral com todos os clubes. Portanto, o Benfica não tem parceria nem com A nem com B, há é uma situação de encontrar consensos para o futebol português e o Benfica é um dos principais interessados nisto", disse o dirigente dos encarnados, em declarações à Benfica TV, à margem de um jogo de hóquei em patins entre o Benfica e o Bassano.

"Penso é que há muita gente já preocupada com o que está a passar-se. Porque, pela primeira vez em muitos anos, nunca houve tanto consenso. E o Benfica está de peito e alma a participar numa solução para o futebol português, não há mais do que isto. Todos os benfiquistas entendem que o Benfica é uma voz clara nesta questão", comentou ainda Luís Filipe Vieira.