Samaris em Lisboa

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A imprensa grega avança que o médio do Olympiacos estará ainda hoje na capital portuguesa para concluir a transferência para o Benfica

Samaris deverá ser confirmado em breve como jogador do Benfica, devendo assinar um contrato válido por quatro temporadas.

A imprensa grega avança que o médio do Olympiacos estará ainda esta quinta-feira em Lisboa a fim de concluir a transferência para o Benfica.

A Enzo le toca apretar

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El Valencia anda a la expectativa. Está a la espera de que el Benfica dé un paso al frente y permita la salida de Enzo Pérez. Y lo mismo piensa Peter Lim. Se sentaron las bases hace ya meses para el traspaso que estaba estipulado en 25 millones y cinco más por objetivos, pero ahora mismo cuando ha llegado el momento de la verdad, el club lisboeta ha dado una vuelta de rosca más al pedir los 30 kilos fijos de su cláusula.

Meriton en este caso lo tiene todo dicho con el Benfica y según su intención no es la de entrar en una nueva negociación por considerar que se llegó en su día a un principio de acuerdo.

Por ese motivo ahora es el turno de Enzo Pérez y sus agentes. Son los que deben dar el paso firme y entrar en el juego para cerrar de ese modo la salida del centrocampista. Tiene de plazo 10 días para forzar la situación hasta que concluya el mercado veraniego de fichajes. Es la única pata de la silla que falta por moverse. Enzo Pérez debe dar ese paso al frente y sentarse con el presidente del Benfica, Luís Filipe Vieira, para intentar suavizar la situación. No le queda otra.

Ha cumplido con todo
De momento el futbolista argentino ha cumplido con todas sus obligaciones en el Benfica. El pasado mes de mayo renovó su contrato hasta junio de 2018 con la misma cláusula, llegó a tiempo de sus vacaciones tras el Mundial, se puso a las órdenes de Jorge Jesús, participó en la Supercopa de Portugal ganándola y empezó la Liga. Su nivel de compromiso e implicación ha sido alto y ahora espera que su actual club le haga un guiño. Son las razones que esgrime el futbolista.

El máximo dirigente del Benfica está muy presionado y ayer seguía insistiendo en privado que Enzo se marchará de la entidad lisboeta siempre y cuando le presenten una oferta de 30 millones, que es la penalización que tiene firmada.

Enzo es el jugador elegido para reforzar la plantilla. Si la situación no se desatasca y se llega al 31 de agosto sin que se haya podido cerrar la operación del quinto centrocampista que pretende Nuno, es posible que el Valencia pudiera reservarse dicha carta para más adelante.

 

Gostávamos que Sílvio continuasse no Benfica

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O presidente do Atlético Madrid aguarda contactos do Benfica para definir a situação de Sílvio, lateral português que na época passada jogou na Luz por empréstimo dos “colchoneros”.

«Gostávamos que Sílvio continuasse no Benfica, mas ainda não sei o que o Benfica pretende fazer em relação ao jogador. De qualquer forma vamos aguardar tranquilamente», disse Enrique Cerezo em declarações a A BOLA, sublinhando que o jogador «deve continuar a recuperar em Lisboa» apesar de nada ter assinado com o clube da Luz.

Samaris é a aposta para o meio-campo

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O jogador do Olympiacos deve chegar ainda esta semana e vai assinar por cinco temporadas. O médio grego deve custar 9 milhões de euros. O médio Andreas Samaris será em breve reforço do Benfica. O jogador do Olympiacos está pronto para assinar por cinco temporadas, ou seja, até 2019. A notícia é avançada pelo jornal "Record", que adianta que o Benfica deve pagar 9 milhões de euros pelo internacional grego de 25 anos. Samaris é um "duplo reforço" para o meio-campo, pois pode fazer as posições de Fejsa (médio-defensivo) e Enzo Pérez (médio-centro). Na última temporada, o grego fez 38 jogos (34 a titular), tendo marcado quatro golos, numa época em que se sagrou campeão helénico.

Jara quer vencer Boavista e pede apoio aos adeptos

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rr

Franco Jara, avançado argentino do Benfica, fez o lançamento do jogo com o Boavista e assumiu que é mais uma partida para a equipa vencer.

"Temos de respeitar sempre o adversário. Mas vamos jogar como temos sempre feito para garantir a vitória. A equipa está muito bem, está com muita confiança", afirmou, em declarações à Benfica TV.

O jogador de 26 anos revelou ainda a importância do apoio dos adeptos nos jogos fora de portas: "Sabemos que o Benfica é um clube de muitos adeptos e onde vamos temos sempre apoio. É muito importante fora de casa, porque parece que estamos no nosso estádio".

Jara confessou ainda que a época arrancou da melhor maneira: "Começar o campeonato com uma vitória é muito importante. É uma motivação para todo o plantel". "Estar aqui, no Estádio da Luz, é um privilégio. Felizmente, pude regressar", congratulou-se ainda o jogador pelo regresso do empréstimo.

«Nunca falámos com Luisão» - Marotta

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Giuseppe Marotta, diretor-geral da Juventus, veio garantir que o clube nunca entrou em contacto com Luisão, pelo que a alegada ameaça das águias de uma queixa à FIFA «não tem motivo de ser».

O responsável da Juventus acrescenta que as relações entre os dois clubes são boas e que a direção do emblema italiano não tem, para já, planos para contratar um novo defesa-central.

«Nunca falámos com Luisão: a posição do Benfica não tem motivo de ser. Temos uma excelente relação com esse clube, se quiséssemos um jogador deles teríamos falado diretamente com eles. No geral, estamos à espera das oportunidades que os últimos dias de mercado vão trazer, até porque Allegri está contente com Marrone, e Barzagli está a recuperar de uma lesão mais depressa do que o previsto», afirmou o dirigente da Juventus.

Juventus admite subir oferta por Luisão para dois milhões de euros

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Apesar de inicialmente não estar disposta a dar mais de um milhão de euros para garantir a contratação de Luisão, a Juventus já admite subir a oferta para o dobro. O valor é avançado, esta quarta-feira, pelo "Tuttosport".


O jornal italiano insiste na determinação do clube de Turim em garantir a aquisição do central do Benfica, que terá ficado agradado com a proposta que lhe foi feita (3 milhões de euros por época).


O Benfica exige 4 milhões de euros para libertar Luisão, verba considerada muito elevada pela Juventus.

Em defesa da memória de Jorge Brito

Em defesa da memória de Jorge Brito

A história do Benfica faz-se do presente, das vitórias, dos títulos, dos troféus e das medalhas, mas nos alicerces do presente está o testemunho, o esforço e o empenho dos que no passado serviram o Clube de forma dedicada e que sem o seu contributo o Clube seria, hoje, diferente, seguramente para pior. Vem isto a propósito de um artigo que a revista Sábado publicou na sua última edição e em que a memória de Jorge Brito, Águia de Ouro e Presidente do SL Benfica entre 1992 e 1994, foi denegrida de forma gratuita e grosseira. Seremos tanto maiores quanto melhor soubermos defender a memória e a honra daqueles que nos serviram, por isso o Clube associa-se à indignação da família de Jorge de Brito publicando o direito de resposta que o seu filho João de Brito enviou para publicação na próxima edição da revista Sábado.

"Sob o título “Descubra as Diferenças”, a revista Sábado dedicou 6 páginas ao que consta do subtítulo: “Escândalos: Como o caso do BES quase repete o que aconteceu há 40 anos com o Banco de Jorge de Brito”.

Este artigo é totalmente opinativo, tendo por único objetivo denegrir a imagem do Sr. Jorge de Brito, falecido há 8 anos. São acontecimentos de há 40 anos, em pleno PREC, no auge do designado Gonçalvismo, um dos momentos de maior anarquia que Portugal conheceu no século XX.

O Banco Intercontinental Português (BIP) era um banco de investimentos, que financiava investimentos que tinham um ciclo próprio de retorno. O BIP financiava-se, como qualquer outro banco, no mercado externo. O principal banco externo que financiava o BIP era um banco nórdico que, perante o radicalismo das alterações políticas, económicas e sociais verificadas em Portugal, exigiu ao BIP o reembolso imediato e antecipado do financiamento em curso. O BIP teve de reembolsar esse financiamento. É esta a operação de pagamento ao exterior que o BIP realiza e que é um facto público. É totalmente falso que o BIP ou o Sr. Jorge de Brito tenham, como é invocado no artigo, realizado exportação ilícita de capitais, acusação com base na qual o artigo constrói a ideia de que milhões foram roubados e ilicitamente desviados.

Este reembolso que o BIP se viu forçado a ter de realizar ao seu banco financiador, o banco nórdico, correspondia a um montante muito elevado, o que teve de ser feito de forma totalmente imprevisível e imediata, num contexto totalmente anárquico e revolucionário que impossibilitou o BIP de se refinanciar, pois, por razões óbvias, os mercados fecharam-se. É, pois, totalmente falso que a falta de liquidez do BPI se tenha ficado a dever a ação fraudulenta.

O artigo refere vagamente que o Sr. Jorge de Brito estaria a ganhar parte dos processos de falência decretados unilateralmente pelo Estado português a 23 sociedades por ele controladas. Ora, este facto é falso. O Sr. Jorge de Brito ganhou não parte mas todos os 23 processos de pedido de falência que foram requeridos pelo Estado. Os tribunais portugueses dessa época, insuspeitos de favorecer o capital, recusaram decretar as falências pedidas pelo Estado, tendo concluído que os ativos superavam em muito os respetivos passivos.

O artigo apresenta o BIP como um banco falido por causa dos “esquemas” do Sr. Jorge de Brito. Omite-se no artigo que o BIP foi, tardiamente, é certo, objeto de uma avaliação amplamente positiva para efeitos de indemnização a pagar no quadro da sua nacionalização, facto que confirma e evidencia que o BIP era um banco com valor.

Uma análise isenta, que não foi a apresentada no artigo, concluiria, pois, que o Estado português - após a derrota total nos processos judiciais que intentou, e encontrando-se em fase de conclusão a avaliação do BIP no quadro da nacionalização que também lhe era desfavorável - teve, naquela conjuntura, de negociar um acordo com o Sr. Jorge de Brito.

Em 1995 aquele acordo foi dado como totalmente executado e concluído, com a última partilha patrimonial entre a Finangeste, em representação do Estado, e o Sr. Jorge de Brito. Foram integralmente saldadas todas as dívidas pessoais e societárias. Facto que mais uma vez prova a razão do Sr. Jorge de Brito e que o artigo omite deliberadamente.

O Sr. Jorge de Brito ficou, desde o início da execução deste acordo, na posse dos seus bens pessoais. Após a total liquidação da integralidade dos passivos, o Sr. Jorge de Brito e as sociedades ainda mantiveram património próprio, tendo ainda recuperado outros ativos que tinham sido dados em garantia.

O Sr. Jorge de Brito foi indemnizado da carteira de títulos de empresas nacionalizadas com um juro anual de 2,5%, quando os passivos que amortizou venciam juros a taxas de 14% ou 15%.

É conhecido o trauma antigo que o Dr. Silva Lopes tem para com o Sr. Jorge de Brito, que lhe motiva uma incansável e repetitiva tarefa de denegrimento público, assim como são sabidas, por muitos, as verdadeiras causas que o motivam a isso, o que, face à gravidade do que consta do artigo, não deixará de ter tratamento na sede adequada. O que é inadmissível é publicar um artigo com este teor, em que se denigre e humilha um falecido, com base numa total falta de rigor e com uma grosseira descontextualização. De forma propositada, o artigo sustenta-se em episódios que nunca levaram, em qualquer foro, a qualquer tipo de condenação do Sr. Jorge de Brito, omitindo tudo isso para deturpar totalmente a realidade.

Os herdeiros do Sr. Jorge de Brito, que, como filho e cabeça de casal, aqui represento, reservam-se na faculdade de avançar com o procedimento judicial adequado para vos imputar a responsabilidade decorrente da publicação daquele artigo."

João de Brito