Voleibol: Vilacondense 0-3 Benfica

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A turma liderada por José Jardim venceu o Vilacondense, por 0-3, na 7.ª jornada do Campeonato Nacional de Voleibol.

 

No pavilhão de Desportos de Vila do Conde, a missão era só uma: ganhar e manter a invencibilidade na prova “rainha”. 

 

Apesar do primeiro set se ter pautado pelo equilíbrio entre os dois emblemas, o Benfica conseguiu superiorizar-se e o parcial terminou em 20-25.

 

No segundo set, os “encarnados” conseguiram manter a distância no marcador e, no final, a vantagem era de 11 pontos para a turma da Luz (14-25).

 

O terceiro set foi o confirmar da vitória benfiquista (13-25) que, somou, assim, mais um triunfo no Campeonato Nacional da temporada 2013/214.

 

José Jardim alinhou com o seguinte sete inicial: Miguel Tavares, Roberto Reis, João Oliveira, Ché, Honoré, Kibinho e João Coelho.

 

Na próxima jornada, os “encarnados” deslocam-se ao terreno da Fonte de Bastardo. O desafio está agendado para as 17h30 do próximo sábado, 9 de Novembro.

Juniores: Estoril 1-3 Benfica

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Os Juniores do Sport Lisboa e Benfica venceram, este sábado, o Estoril-Praia, por 1-3, num encontro a contar para a 13.ª jornada do Campeonato Nacional da categoria.

A perderem por uma bola a zero, os “encarnados” foram para o intervalo em desvantagem.

 

Depois do descanso, os Juniores do Benfica brilharam e fizeram a reviravolta, com três golos no espaço de 10 minutos. João Gomes, através de uma grande penalidade, Gonçalo Guedes e Romário Baldé foram os protagonistas dos tentos.

 

Com este triunfo, os Juniores somam, agora, 27 pontos na classificação, e na próxima jornada, recebem a União de Coimbra. O desafio está agendado para o dia 24 de Novembro.

Taça Continental: Benfica quer dar festa na Luz

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Faltam poucas horas para o Benfica se colocar em posição de fazer a festa no Estádio da Luz, caso confirme o anunciado favoritismo frente ao Vendrell, hoje, às 20 horas, em jogo da segunda mão da Taça Continental, para o qual parte com a vantagem do êxito em Espanha. «O Benfica assume-se como favorito mas quer confirmá-lo em pista», anunciou o técnico Pedro Nunes, na apresentação do segundo desafio a opor o campeão europeu ao vencedor da Taça Cers, ontem, no Estádio da Luz. Em 2011, o troféu acabou nas mãos dos jogadores do Benfica, então vencedores da Taça Cers, devido à falta de comparência do Liceo da Corunha. «Brindar os adeptos com uma vitória em casa, porque todos os títulos foram conquistados fora, é motivação extra para este jogo», reforçou o avançado Carlos López. Para os dois benfiquistas, a vitória na primeira mão, por 5-3, não é sinónimo de rival fraco. «Teremos de estar preparados. O Vendrell estará à espera do erro do Benfica», avisou Pedro Nunes, para quem «é importante saber jogar com o resultado» inaugural, controlando a ansiedade com «pragmatismo e paciência», sem contágio do «calor humano» das bancadas. «Estamos identificados com o adversário na forma como podemos marcar golos e não sofrer. O trabalho do Vendrell assenta na coesão defensiva e creio que estamos preparados para isso.» Apesar da «vantagem curta» da primeira mão, segundo o argentino, o Benfica está à beira do primeiro título da época e também sob as ordens de Pedro Nunes, a duas semanas da discussão da Taça Intercontinental. O Vendrell é ainda rival do clube na fase de grupos da Liga Europeia.

SAD pagou €6,25 milhões por metade do passe de Markovic

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A SAD pagou 6,25 milhões de euros ao Partizan de Belgrado, da Sérvia, por metade do passe de Lazar Markovic. Este é um dos dados importantes a retirar do relatório e contas da sociedade desportiva enviado à Comissão de Mercado de Valores Imobiliários, que apresenta um aumento do passivo consolidado: de €426 milhões de 2012 passou para €440 milhões. Apesar de ter sido o ano em que os encarnados apresentaram um recorde de receitas no que diz respeito à venda do passe de jogadores (Witsel e Javi García renderam €60 milhões), ainda assim a SAD teve um prejuízo de €10,4 milhões, num aumento de 14,4 por cento face ao período homólogo. Os ativos aumentaram para €416 milhões mas os capitais próprios mantêm-se negativos (€23,8 milhões), com a SAD a garantir que está a «estudar medidas» para «melhorar» esta situação, de modo a «cumprir o disposto no artigo 35.º do Código das Sociedades Comerciais», que prevê a insolvência de uma empresa. Os encarnados apresentam, no entanto, um resultado operacional consolidado positivo, no valor de 7,1 milhões de euros. Insuficiente, porém, para amortizar os juros da dívida contraída junto da banca. Parte dessa dívida não é a curto prazo. Exemplo: o estádio só ficará pago em 2024.
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Rui Fonte para a recuperação

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Rui Fonte continua a recuperar de grave lesão no joelho direito, mas, sabe Record, o jovem avançado da equipa B está a evoluir favoravelmente. Em fevereiro deste ano, Fonte, de 23 anos, estreou-se a titular numa partida da equipa B, na Luz, diante do União da Madeira, mas contraiu uma rotura no ligamento lateral do joelho direito. O atacante voltou, entretanto, a lesionar-se no mesmo joelho, sofrendo mazela idêntica à primeira e enfrentando nova longa paragem. Nesta travessia, o ex-jogador do Espanyol tem contado com a ajuda de Salvio, que também recupera de uma lesão nos ligamentos do joelho direito. Os dois futebolistas são presença assídua no centro de estágios do Seixal, onde decorre a recuperação, sob supervisão do fisioterapeuta Telmo Firmino. Fonte foi contratado pelo Benfica ao Espanyol durante o mercado de inverno de 2012/13. Pela equipa B dos encarnados, o atacante realizou apenas 45 minutos, na receção ao União da Madeira.

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Benfica vence Académica - Resumo, fotos, relatos, crónica

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SB

Em actualização constante.

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Resumo:

 

O Benfica venceu esta sexta-feira a Académica por 3-0, em jogo que abriu a nona jornada e a vitória coloca os encarnados provisoriamente no segundo lugar da Liga de forma isolada.

Como tem acontecido nos últimos jogos, Cardozo continua a ser o ‘salvador’ de Jesus. Foi dele o primeiro golo do encontro e acabou por estar no segundo, de forma indirecta. Tacuara colocou-se no meio dos dois centrais no momento do cruzamento , saltou, mas não chegou à bola, que foi direitinha à cabeça de Marcelo Goiano, que ‘cortou’ para golo. O terceiro veio já perto do final, com Markovic a marcar um belo chapéu a Ricardo.

O resultado é enganador. Bastante até. Não porque a Académica, mais parca em recursos do que o Benfica, tenha feito muito para chegar ao golo, mas porque deste Benfica se espera sempre mais. Só que o mais, que se viu durante a época passada, teima em não aparecer. Jesus já explicou que é preciso tempo para voltar às grandes exibições, mas chegados quase ao final do primeiro terço do campeonato não se vislumbra uma luz ao fundo do túnel.

O jogo fraco, e a presença de Cardozo, foram suficientes para bater os estudantes, que até tentaram jogar ‘olhos nos olhos’ com o Benfica, principalmente depois dos primeiros 15 minutos de jogo e até à meia hora. A ‘avenida’ que foi aberta para a passagem de Djavan, aos 17 minutos, podia ter dado muito mau resultado e colocar a equipa lisboeta em apuros. O médio correu desde o seu meio-campo, qual Bolt, e só foi travado à entrada da grande área por um corte de Garay, numa grande atrapalhação.

O meio-campo que em outras alturas foi decisivo neste Benfica, continua sem se encontrar. Gáitan tem alguns ‘rasgos’, a espaços, mas é intermitente. Tal como Matic e Enzo. As laterais hoje também não funcionaram. Maxi e Cortez, a substituir o lesionado Siqueira, não imprimiram a profundidade necessária no ataque.

O jogo não melhorou na segunda parte. O Benfica foi gerindo o resultado confortável, numa poupança de forças para o jogo de terça-feira na Grécia, e a Académica não foi capaz de construir jogadas de ataque, com a partida a ser disputada a meio campo.

Jesus trocou Ivan Cavaleiro por Markovic e mais tarde Lima por Ruben Amorim. A entrada do sérvio foi aposta ganha. Imprimiu ritmo, frescura e foi coroado, aos 85’, com um grande golo, de chapéu a Ricardo, no melhor momento da noite.

Curiosamente, nas duas últimas épocas, em que o futebol tinha «nota artística», os encarnados não conseguiram levar de Coimbra os três pontos. No ano em que a exibição é fraca, os encarnados amealham três pontos e ficam isolados, provisoriamente, ao segundo lugar da Liga. O Sporting só joga amanhã, com o Marítimo.

 

texto sapo.pt

 

Benfica prepara caminho para a glória

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A equipa de hóquei em patins do Sport Lisboa e Benfica pode conquistar, este sábado, dia 2 de Novembro, a Taça Continental da modalidade. Os encarnados jogam a mão decisiva no seu pavilhão e sabem que o apoio do público não vai faltar. Vamos por partes. 
 Os encarnados conquistaram uma margem interessante na primeira-mão em Espanha quando venceram por 3-5. Sendo assim não se trata de um resultado absolutamente tranquilador mas permite gerir e com o apoio do público no jogo chave pode ser importante ter esta vantagem. Durante a semana muitas foram as declarações de jogadores e responsáveis benfiquistas a propósito da possibilidade de a equipa portuguesa vencer novamente um troféu europeu. Os encarnados, campeões europeus em título, podem ganhar a Taça Continental pela segunda vez na sua história desta vez jogando, efectivamente. Fica para a história a primeira conquista deste troféu pelo Benfica, quando não precisou de entrar em campo para vencer: o Liceo Corunha decidiu não jogar a final e por isso, segundo as regras, saiu derrotado por 10-0. Mas desta vez, os encarnados vão ter mesmo que se aplicar. O Vendrell vem tentar a "remontada" e, João Rodrigues, jogador do Benfica, sabe que a sua equipa tem que entrar ao mais alto nível. Em declarações à Benfica TV, João Rodrigues não tem dúvidas de que para assegurar mais uma conquista europeia, o Benfica tem que ser sério neste jogo. "Foi uma primiera mão em que conseguimos uma vantagem muito importante, no entanto temos consciência do que aquilo que fizemos em Espanha, o Vendrell pode vir fazer aqui à Luz. Temos que entrar ao mais alto nível, temos que estar muito fortes desde início, não deixar que o Vendrell assuma o jogo", refere João Rodrigues.  Carlos López, uma das estrelas do plantel benfiquista, sabe que a motivação de poder ganhar um título em casa pode ser decisiva mas assinala que, na Luz, o Benfica tem que ser competente. "Temos de estar concentrados para que o Vendrell não acredite que pode ganhar", diz López.  Se nos jogadores a motivação é palavra de ordem, nos dirigentes encarnados ela não deixa de estar presente. José Trindade, presidente da secção de hóquei em patins benfiquista, refere que os jogadores estão motivados para arrecadarem novo troféu europeu.  "Desta vez podemos vencer a Taºa Continental, a jogar e dizer que foi por mérito próprio frente a um adversário muito competitivo", atira. O jogo entre portugueses e espanhóis é este sábado às 20h e pode ser visto em directo na Benfica TV. O hóquei em patins nacional espera que mais uma equipa portuguesa seja feliz numa competição internacional. Caso vença, o Benfica torna-se o clube português mais bem classificado nesta prova. O FCPorto já venceu uma Taça Continental, perdendo três vezes, o Sporting perdeu todas as finais que disputou, o OC Barcelos conquistou uma Taça Continental eo Paço de Arcos perdeu a sua única final nesta competição europeia. O Vendrell nunca atingiu sequer uma final, até este ano. Têm a palavra agora os jogadores do Benfica. Sejam enormes e no fim alguém vai sorrir.  Que seja o Benfica. Que seja Portugal.