André Gomes respeita as decisões de Jorge Jesus

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sapo

O internacional português do Benfica, André Gomes, esteve esta terça-feira em destaque na goleada dos sub-21 sobre a Polónia ao apontar um dos golos. Apesar de mostrar qualidade para jogar na equipa principal do Benfica, o médio português escusou-se a comentar a sua situação na formação B dos encarnados.

«São opções do treinador que tenho que respeitar. Cada um tem que respeitar o seu superior», afirmou André Gomes.

Depois de ter sido utilizado na época passada na equipa principal, André Gomes foi relegado para a equipa B tendo sido apenas suplente não utlizado na equipa principal na derrota frente ao Marítimo na jornada inaugural do campeonato.

"Benfica precisa de melhorar defensivamente"

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rr

oão Alves olha para o início de época da equipa de Jorge Jesus e considera que "o Benfica precisa de melhorar defensivamente".

A chegada de Siqueira pode ajudar a solucionar este problema, mas o Luvas Pretas acha que "ainda é cedo para falar do defesa brasileiro, porque é preciso perceber se já está integrado e adaptado ao plantel".

Lesões não beliscam profundidade do plantel
Em entrevista a Bola Branca, o antigo jogador do Benfica aborda a questão das lesões que dificultam as opções de Jorge Jesus. Há a contabilizar, nesta altura, as lesões de Salvio, Gaitán e Sulejmani.

João Alves desvaloriza por considerar "que o treinador do Benfica tem boas alternativas". "Tem um plantel em quantidade e qualidade para suprir as ausências de alguns jogadores", prossegue o técnico.

Regresso de Cardozo é "mais-valia"
As lesões de alguns jogadores e menor rendimento de outros nomes vão provocar mexidas na equipa. E Cardozo está de regresso.

O paraguaio, na opinião de João Alves, "é uma mais-valia para a equipa encarnada porque é um avançado de características especiais".

A importância do jogo com o Paços
Com três jornadas disputadas no campeonato, o Benfica tem uma desvantagem de cinco pontos para o FC Porto e, no sábado, os encarnados recebem o Paços de Ferreira.

João Alves realça a importância do jogo para a equipa pelo facto "de entrar em campo com já com atraso significativo para o FC Porto", e se essa desvantagem aumentar, "o Benfica ainda não perde o campeonato, mas começa a ficar mais dificil conquistá-lo".

Portugal goleia Polónia com golo de André Gomes

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abola

A seleção portuguesa de sub-21 goleou a Polónia por 6-1, em partida de preparação para a qualificação para o Euro 2015 da categoria.

Portugal chegou ao intervalo a vencer por 2-0, com golos de André Gomes (18) e Ricardo Pereira (27). Na segunda parte, uma enxurrada de golos da seleção de Rui Jorge permitiu a goleada. Marcaram Esgaio, de penalty, aos 47 minutos, Betinho (71), Rafa (74) e Lucas João (76).

O único golo da Polónia foi apontado aos 67 minutos, por Przybylko.

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Bruno Cortez com lesão muscular

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Lateral-esquerdo brasileiro acusa uma dor na face posterior da coxa esquerda e deve falhar jogo com o Paços de Ferreira

Bruno Cortez é o mais recente cliente do departamento clínico encarnado. O lateral-esquerdo acusa uma lesão na face posterior da coxa esquerda, encontrando-se em tratamento.Ficam assim abertas as portas para a estreia de Siqueira, último reforço dos encarnados, já na partida de sábado, diante do Paços de Ferreira.

Além do brasileiro, também Salvio, Silvio e Gaitán continuam em recuperação das respetivas lesões. O primeiro recupera de cirurgia ao joelho direito e ficará longe dos relvados durante seis meses, enquanto os dois últimos já fazem tratamento e trabalho de ginásio, como explica o boletim clínico das águias.

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Boletim clínico - 10/09/2013

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O Sport Lisboa e Benfica divulgou o boletim clínico da sua equipa principal de Futebol, onde constam quatro atletas.

O boletim clínico é o seguinte:

Sílvio – Status pós-artroscopia ao joelho esquerdo. O atleta efectua tratamento e trabalho de ginásio.

Salvio – Status pós-ligamentoplastia do ligamento cruzado anterior do joelho direito. O atleta realiza tratamento.

Gaitán – Lesão muscular da face posterior da coxa esquerda. O atleta efectua tratamento e trabalho de ginásio.

Bruno Cortez – Lesão muscular da fase posterior da coxa esquerda. O atleta realiza tratamento.

"Benfica mais forte do que na época passada"

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rr
André Leão considera que o Benfica apresentará no sábado, frente ao Paços de Ferreira, "um colectivo ainda mais forte" do que na época passada.  O médio pacense acredita que, apesar do início atribulado, o Benfica "continua uma equipa forte, com mais soluções do que na época passada e muitos jogadores novos que, a qualquer momento, podem fazer grandes jogos".  Quanto à prestação da própria equipa, o jogador entende que "há muita qualidade no plantel": "Estou certo de que vamos fazer um bom campeonato. O grupo está bem, é forte e toda a gente quer ajudar." O Paços de Ferreira vai à Luz enfrentar o Benfica, este sábado, às 18h15, no estádio da Luz.

 

«Vieira não deve deixar sair Funes Mori»

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Funes Mori chegou a Portugal apenas há um mês, mas poderá regressar à Argentina em breve segundo avança a imprensa argentina. O San Lorenzo estará interessado em contar com o dianteiro argentino, de 22 anos, que o Benfica deixou fora da lista de inscritos para a Liga dos Campeões, mas o representante do jogador garante que ainda não houve qualquer contacto nesse sentido.

"Ninguém falou connosco nesse sentido e, sinceramente, não acredito que Luís Filipe Vieira o deixe sair. Se eu fosse o presidente do Benfica, preparava-o para o futuro da equipa", afirmou Walter Redondo à Antena 1.

O tio e representante do jogador voltou a sublnhar que não ficou surpreendido pelo sobrinho ficar de fora da lista da Champions. "Estamos tranquilos. Pode ser inscrito na próxima fase da Champions. Funes Mori prepara-se para estar bem quando Jorge Jesus o chamar".

E concluiu: "Quando ele saiu do River Plate, houve vários clubes que nos contactaram como o San Lorenzo ou clubes brasileiros, mas dei preferência ao Benfica: já o conhecia o clube e Luís Filipe Vieira e continuo a dizer que foi a melhor opção".



 

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«Contra o FC Porto, o Benfica adulterou tudo e pagou caro»

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Record

O treinador que deu os dois últimos títulos aos azuis e brancos recusou renovar contrato e falou a Record sobre a experiência no Dragão, nomeadamente a forma como derrotou o rival nos jogos decisivos...

RECORD – Deixou o FC Porto com dois títulos de campeão e com apenas uma derrota na Liga. Saiu com o dever cumprido?

VÍTOR PEREIRA – Apesar de querer sempre mais, os grandes objetivos das épocas foram conquistados e ainda vencemos duas Supertaças. Queríamos ter ido mais longe na Liga dos Campeões, nomeadamente na última época. O trabalho que fiz deixa-me orgulhoso até por termos perdido apenas uma vez para o campeonato.


Não vejo o FC Porto ir à Luz como o Benfica veio ao Dragão com linhas fechadas e a sair em contra-ataque

 

 

R – Uma das expressões que mais utiliza é “posse”. Esse é um dos trunfos das suas equipas? Quais são os outros?

VP – A minha filosofia é simples: só existe uma bola e se nós a tivermos o adversário não a tem, se nós a tivermos o adversário corre atrás dela, se nós a tivermos temos o controlo e a iniciativa do jogo. Quando a perdemos temos de a recuperar o mais rápido possível para voltarmos a dominar. É com base nestes dois grandes princípios que eu trabalho. E gosto e não tenho medo nenhum dos jogos grandes. Tenho orgulho em ser atrevido, mas equilibrado. Não gosto de jogos abertos, com a bola perto das duas balizas. Gosto de equipas organizadas, que defendam e ataquem de forma compacta, uma equipa que esteja sempre posicionada para defender bem e que não permita oportunidades de golo.

R – E mantém essa postura independentemente do adversário ou do estádio onde está a jogar?

VP – Seria contranatura ir à Luz e procurar jogar fechados e contra-atacar porque os jogadores trabalham durante toda a época para dominar, ter bola e pressionar. Não fazia qualquer sentido mudar o nosso trabalho durante uma semana. Não vejo o FC Porto ir à Luz como o Benfica veio ao Dragão com as linhas fechadas e a tentar sair em contra-ataque. O Benfica não joga assim contra as outras equipas. Contra nós adultera tudo, foi isso que vi durante os anos em que estive no FC Porto. Isso pagou-se caro. Há um estigma quando defrontam o FC Porto, há um bloqueio e alteram o seu ADN e a sua forma de jogar.


Se não tivesse adaptado o Hulk nunca teria ganho o primeiro campeonato

R – A culpa é do treinador?

VP – Já disse, mais do que uma vez, que considero o Jorge Jesus um treinador competente. E tudo o que o Benfica fez nestes últimos campeonatos só valoriza o nosso trabalho.

R – Sentiu, em determinadas alturas da época, que tinha um plantel demasiado curto?

VP – Mais do que as minhas palavras, basta olhar para as opções que tive no jogo da Luz, com Castro, Kelvin, Tozé e Sebá no banco, todos muito jovens. Mas trabalhei sempre no FC Porto com jogadores que acreditavam, que queriam estar no clube. Se era importante ter mais soluções, claro que era.

R – Sentiu falta de que tipo de jogadores? Desequilibradores do meio-campo para a frente?

VP – Sim, sim, estivemos sempre muito curtos. Houve duas questões fundamentais: na primeira época, a perda do Falcão no final do fecho do mercado. Foi uma época terrível e se não tivesse adaptado o Hulk a ponta-de-lança nunca tinha ganho aquele campeonato. Não tínhamos qualquer hipótese. Nesta última época, perdemos o Hulk, um jogador com o peso que ele tinha na equipa, e não fomos buscar ninguém. É verdade que o coletivo respondeu à altura. Não sou pessoa de me queixar. Sempre defendi o clube, mesmo prejudicando a minha imagem, mas qualquer treinador quer ter soluções para rivalizar com plantéis como o do Benfica, superapetrechado do meio-campo para a frente. Eles trocavam quatro jogadores e a qualidade era a mesma. Nós tivemos de ir fazendo tudo com muito cuidado.

Basta olhar para as opções que tive na Luz, com Castro, Kelvin, Tozé e Sebá no banco, todos muito jovens

R – Em janeiro chegaram Izmailov e Liedson. Foram escolhas suas? Ficaram aquém do que esperava?

VP – Foram os reforços possíveis. Não sou eu que contrato com o meu dinheiro, nem teria para isso. Apresentei soluções ao clube. Uma, duas, três, quatro e o clube viu a sua disponibilidade. Não teve para a primeira, para a segunda, para a terceira... Não me vou imiscuir na capacidade financeira do FC Porto. O Izmailov é um jogador com muita qualidade, mas vinha de não sei quanto tempo sem jogar, precisava de confiança. O Liedson chegou com uma condição física débil. Foi tentando ajudar, não lhe tenho nada a apontar, mas não sou louco. Se eu entendesse que ele podia acrescentar algo à equipa não tenham dúvidas de que tinha jogado mais vezes.

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