PSG – Benfica, 1-4: Juniores goleiam e lideram na Youth League

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A equipa de Juniores do Sport Lisboa e Benfica deslocou-se a Versailles, em França, para defrontar o Paris Saint-Germain, em jogo da 2.ª jornada da Fase de Grupos da UEFA Youth League, onde triunfou de forma inequívoca por 1-4.
 
O jogo começou de forma equilibrada, a ser muito disputado a meio-campo e com poucas oportunidades de parte a parte. A primeira digna de registo foi aos 17 minutos quando Farade obrigou André Ferreira a aplicar-se.
 
O Benfica percebeu o sinal e dois minutos volvidos, Raphael Guzzo esteve perto de marcar, mas Deschamps não o permitiu. Numa partida animada, os Juniores franceses voltaram a estar perto do golo aos 28’, através de um forte remate de Coman que passou perto do alvo.
 
Os Juniores lusos reactivos voltaram a aparecer dois minutos depois por Diogo Rocha que obrigou Deschamps a nova intervenção.
Adivinhava-se o golo e o mesmo surgiu para o Benfica à passagem do minuto 41. Romário Baldé assistiu Diogo Rocha e o camisola 10 atirou a contar (41’). A um minuto do intervalo, Farade tentou empatar a partida, mas André Ferreira defendeu.
 
Depois do 0-1 ao intervalo, o Benfica voltou a entrar melhor e após um pontapé de canto marcado por Diogo Rocha, João Nunes fez o 0-2 de pé esquerdo (48’). Os comandados por João Tralhão estavam inspirados, nomeadamente Diogo Rocha que assistiu Romário Baldé para o 0-3 aos 52 minutos.  
 
A perder em casa, o técnico dos Juniores do PSG decidiu mexer na equipa e aos 56 minutos colocou Augustin em campo. A alteração surtiu efeito um minuto depois, pois o camisola 18 reduziu com um remate cruzado. O golo animou a formação da casa que, durante vários minutos, mostrou maior assertividade ofensiva e rondou a baliza benfiquista.
 
A turma da Luz teve elevada maturidade no relvado de Versailles, suportou a pressão exercida e ainda foi a tempo de fazer o 1-4, por Hildeberto Pereira, aos 89 minutos. Três minutos volvidos, aos 90’+2, o mesmo jogador atirou ao poste quando se encontrava isolado.
Excelente exibição dos Juniores do Benfica que, desta forma, lideram o seu Grupo.

«Talvez desta vez o Benfica não perde com o Chelsea»

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O treinador do Benfica falou das últimas prestações dos encarnados nas competições, derrotados pelo Chelsea na final da Liga Europa, na época passada, e nos quartos de final da Liga dos Campeões, há dois anos. «Vamos tentar ultrapassar a fase de grupos. Depois precisamos de um pouco de sorte nos sorteios e tudo pode acontecer. Talvez desta vez o Benfica não perde com o Chelsea», disse, questionado sobre se a final da Liga dos Campeões marcada para o Estádio da Luz representa pressão acrescida. Jesus falou em entrevista ao L’Equipe no âmbito do jogo da Liga dos Campeões com o Paris Saint Germain, no Parque dos Príncipes: «Se o PSG quiser que o seu trabalho seja reconhecido, tem de estar nas finais. No futebol, as equipas que contam são aquelas que vão às finais. » Sobre os pontos perdidos pelo Benfica neste arranque de campeonato: «No Benfica, a obrigação é ganhar sempre todos os jogos. Mais pressão que isso, é impossível.» Sempre Cardozo O jornal francês quis ainda ouvir o treinador sobre o “caso” Óscar Cardozo: «Os treinadores têm de compreender que o importante é o que interessa ao clube. Cardozo marcou muitos golos pelo Benfica, é um jogador muito importante. O clube não o vendeu, portanto, ele ficou e temos que seguir em frente. Falámos como duas pessoas responsáveis.»

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«Diferença entre o Benfica e o Real Madrid ou AC Milan é o dinheiro»

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Em entrevista exclusiva ao jornal L’Equipe, o treinador do Benfica lembrou o peso do clube na Europa. Rivalizar com os melhores do Mundo... só dentro das quatro linhas. «A única diferença entre Real Madrid ou AC Milan é o dinheiro. Em Portugal, treinador tem dois objetivos: ganhar títulos e contribuir para o equilíbrio financeiro do clube, trabalhando na progressão dos jogadores. Nesse aspeto, rivalizamos com as melhores equipas do Mundo no terreno. Mas apenas no terreno, não financeiramente. Talvez, por isso, o Benfica, no final da época, tenha sido sexto no ranking da UEFA», disse.

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«Época brilhante não foi suficiente para conquistar título» - JJ

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O treinador do Benfica recordou a época 2012/13 e explicou, em entrevista exclusiva ao jornal L’Equipe porque decidiu renovar pelo Benfica. «Se analisarmos, o Benfica na época passada perdeu seis jogos, quatro na Europa e dois em Portugal. A verdade é que fomos brilhantes na época passada. Simplesmente isso não foi suficiente para conquistar os títulos que merecíamos», disse, dando como exemplo a final da Liga Europa, perdida para o Chelsea, onde o Benfica «deixou uma boa imagem» da equipa e do clube. Sobre a final da Taça de Portugal: «Era um jogo que pensávamos ganhar, tínhamos vencido 4-0 e 3-0 no campeonato mas, moralmente, os jogadores estavam em baixo. Para viver momentos marcantes é preciso estar nas finais. É isso que conta. Para serem reconhecidas e importantes, as equipas têm de marcar presença nas finais.» Sobre o golo de Kelvin, no Dragão, que tirou o título ao Benfica: «O que senti? Vinte segundos antes e após 30 jornadas de campeonato, nós éramos os campeões, os adeptos do Porto já estavam a sair do estádio, os jogadores baixavam a cabeça, o treinador e o seu banco choravam. E depois, numa situação de jogo normal, tudo mudou.» «Para vocês, jornalistas, o meu nome (Jesus) é uma bênção. Se a minha equipa ganha, foi um milagre, se perde, Jesus é crucificado e ao terceiro dia ele pode ressuscitar», atirou.
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"Época brilhante não foi suficiente para conquistar título"JJ

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O treinador do Benfica recordou a época 2012/13 e explicou, em entrevista exclusiva ao jornal L’Equipe porque decidiu renovar pelo Benfica.

«Se analisarmos, o Benfica na época passada perdeu seis jogos, quatro na Europa e dois em Portugal. A verdade é que fomos brilhantes na época passada. Simplesmente isso não foi suficiente para conquistar os títulos que merecíamos», disse, dando como exemplo a final da Liga Europa, perdida para o Chelsea, onde o Benfica «deixou uma boa imagem» da equipa e do clube.

Sobre a final da Taça de Portugal: «Era um jogo que pensávamos ganhar, tínhamos vencido 4-0 e 3-0 no campeonato mas, moralmente, os jogadores estavam em baixo. Para viver momentos marcantes é preciso estar nas finais. É isso que conta. Para serem reconhecidas e importantes, as equipas têm de marcar presença nas finais.»

Sobre o golo de Kelvin, no Dragão, que tirou o título ao Benfica: «O que senti? Vinte segundos antes e após 30 jornadas de campeonato, nós éramos os campeões, os adeptos do Porto já estavam a sair do estádio, os jogadores baixavam a cabeça, o treinador e o seu banco choravam. E depois, numa situação de jogo normal, tudo mudou.»

«Para vocês, jornalistas, o meu nome (Jesus) é uma bênção. Se a minha equipa ganha, foi um milagre, se perde, Jesus é crucificado e ao terceiro dia ele pode ressuscitar», atirou.

«Jesus escolhe Fejsa para tapar Cavani» - CM

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«Jesus acredita ser possível pontuar frente ao PSG se Cavani e Ibrahimovic forem anulados no jogo de hoje. Fejsa vai funcionar, na prática, como terceiro central, na tentativa de anular Cavani e Ibrahimovic, os jogadores mais perigosos do Paris Saint-Germain. O Correio da Manhã sabe que, na análise ao adversário, Jorge Jesus e os jogadores não ficaram particularmente impressionados com o coletivo da formação francesa, mas sim com o perigo que o avançado uruguaio e o seu companheiro da frente, de nacionalidade sueca, representam».
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Amorim apto para o Estoril

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Amorim treinou-se ontem de manhã sem limitações com o plantel, mas não foi convocado para o duelo de Paris. Debelada que está a lesão muscular (deixou de constar no boletim clínico), já deverá fazer parte dos planos de Jesus para a visita ao Estoril, agendada para a noite de domingo. Sílvio também se preparou com o grupo de trabalho e, horas depois, o staff clínico informou que o lateral se encontra ainda “sob vigilância médica”. O regresso ao ativo estará para breve, embora a longa paragem a que foi obrigado, devido à artroscopia, coloque ainda em dúvida a sua utilização na Amoreira. A falta de ritmo é um obstáculo importante. Gaitán esteve a cem por cento na última sessão (já com a bola da Champions) antes da viagem para a Cidade Luz, onde deve ser titular. Oúnico ausente no relvado foi Salvio, que continua a recuperar da cirurgia ao joelho direito, tendo efetuado tratamento e ginásio. Funes Mori marcou presença (de sapatilhas) e só cumpriu um exercício de corrida, pois debate-se com uma lesão muscular na coxa direita, realizando tratamento e treino condicionado.
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