Relatório e Contas do Benfica aprovado com 87% de votos a favor

Fonte
sapo

Os sócios do Benfica aprovaram esta sexta-feira o Relatório e Contas do clube referente ao exercício 2014/15, com 87 por cento dos votos.

 

A Assembleia Geral decorreu no Pavilhão nº 2 da Luz e contou com 293 associados.

 

O Relatório e Contas teve 7.294 votos a favor (87,22%), 765 contra (9.14%) e 304 abstenções (3,64%).

Saviola: "Assim que chegar, Cervi vai sentir a grandeza do Benfica"

Fonte
sapo

O antigo avançado argentino do Benfica comentou a mais recente contratação dos 'encarnados', e mostrou-se satisfeito por continuar a ver jovens talentos do seu país a chegar à Luz. No caso de Franco Cervi, Javier Saviola não tem dúvidas: o extremo argentino ex-Rosario Central vai sentir rapidamente a grandeza do Benfica.

"Pois, é verdade. Todos os jogadores que saíram da Argentina para o Benfica sempre jogaram a um grande nível. É um jogador muito jovem, que pode progredir muito. Oxalá possa dar ao Benfica o que o clube necessita. É um clube grande e Cervi vai ter de estar preparado. Assim que chegar vai sentir o que todos nós sentimos, a grandeza do Benfica", afirmou Saviola ao diário Record.

About player

Rui Vitória faz testes no meio-campo para o Dragão

Fonte
sapo

O Benfica continua a preparar a difícil deslocação a norte, com o técnico Rui Vitória a ponderar apostar num meio-campo constituído por Fejsa ao lado de Samaris à imagem do que fez no jogo da Supertaça de Portugal contra o Sporting.

Segundo escreve este sábado o jornal A Bola, o Benfica poderá apresentar no 'Dragão' um meio-campo constituído pela dupla Fejsa-Samaris de forma a reforçar a segurança naquela área de jogo. O treinador do Benfica fez vários testes ao longo desta semana com esse esquema alternativo, mas ainda não tomou uma decisão definitiva.

Recorde-se que esta não é a primeira vez que Rui Vitória aposta num meio-campo mais 'musculado' com Fejsa e Samaris. No primeiro jogo oficial da época do Benfica de Rui Vitória frente ao Sporting de Jorge Jesus, o técnico dos 'encarnados' apostou neste esquema tático com o internacional grego e o internacional sérvio no meio-campo, com Talisca a organizar jogo para o 'solitário' Jonas na frente de ataque.

Ricky Álvarez é disputado por Porto e Benfica

Fonte
sapo

O médio ofensivo Ricky Álvarez está a ser disputado por FC Porto e Benfica, revelou o pai do jogador à imprensa argentina neste sábado.

Questionado sobre o próximo destino de Ricky Álvarez, o pai Carlos Álvarez revelou que FC Porto e Benfica estão na corrida ao jogador do Inter de Milão.

"Não descartamos o FC Porto, nem o Benfica, mas a melhor proposta é de um clube alemão", afirmou Carlos Álvarez sobre a situação do jogador de 27 anos, que se encontra numa situação complicada depois do diferendo entre Sunderland e Inter de Milão.

Já o jornal O Jogo, adianta, este sábado, que o clube alemão na corrida pela médio argentino trata-se do Bayer Leverkusen.

Recorde-se que Ricky Álvarez esteve emprestado ao Sunderland na época passada, mas o emblema inglês acabou por recusar pagar 11,5 milhões de euros ao Inter de Milão pelo jogador que tinha uma cláusula de opção de compra obrigatória, alegando que o médio argentino tinha problemas graves nos joelhos.

O caso está agora na FIFA e ainda não se sabe se o jogador pode vir a ser inscrito fora do prazo.

Franco Cervi: Sporting tentou desviar o jogador do Benfica - documentos oficiais

Fonte
expresso

história veio no Record de 10 de setembro: Guilherme Pinheiro, administrador da SAD do Sporting, foi afastado por Bruno de Carvalho por estar “impreparado”. Trocado por miúdos, isto foi o que aconteceu: Pinheiro falhou ao tentar trazer Franco Cervi para o Sporting e Bruno de Carvalho não gostou.

Não gostou porque a renovação de contrato com Carrillo não está fácil e é preciso acautelar o futuro. E não gostou porque Franco Cervi acabou contratado pelo Benfica por €4,1 milhões. E o enredo desta negociação ficaria por aqui e seria tudo linear: dois clubes rivais foram à luta e ganhou aquele que melhores condições apresentou ao contratado. Simples.

Não foi o que aconteceu.

 

 

O Benfica enviou Paulo Gonçalves, o assessor jurídico, à Argentina para fechar a contratação com o Rosario Central e Franco Cervi. E, enquanto as partes chegavam a acordo, o Sporting tentou refazer-se do falhanço e apresentou uma proposta acima da encarnada: €6 milhões, que podiam ser mais, com comissões não especificadas no documento que aqui reproduzimos, e assinado por Rui Caeiro, diretor financeiro de Alvalade.

Segundo o Expresso apurou, o Sporting ainda despachou uma delegação encabeçada por Sancho Freitas (agora assessor do conselho de Administração da SAD) a Rosario, na segunda-feira, para convencer o clube e o jogador argentinos.

Cervi receberia 1,4 milhões brutos por ano (Benfica paga 900 brutos) e 15% desse valor seria pago a uma empresa da Argentina, por direitos de imagem; e receberia €652 mil como prémio de assinatura em duas tranches, a primeira metade quando pusesse o preto no branco, a segunda, em janeiro.

O problema do Sporting foi ter falhado a primeira abordagem. O Benfica acelerou, chegou a um acordo verbal e teve um empurrãozinho de onde menos se esperava: Jose Luiz Fernàndez (lembram-se dele? era o 'novo' Di María da Luz) convenceu o colega de equipa Cervi de que o Benfica era lugar certo para ele crescer.

Contactado pelo Expresso, o Sporting não quis tecer comentários. “Este é um assunto que morreu e está encerrado”.

Manchester United face fight over young star Venancio da Silva Monteiro

Submetida por Marado em
Fonte

Manchester United face fight over young star Venancio da Silva Monteiro

Young Manchester United star Venancio da Silva Monteiro is interesting his former club Benfica, his father has told ESPN FC.

Monteiro joined United after leaving Benfica in December, with United beating Manchester rivals City to the highly-rated 16-year-old's signature.

The winger linked up with United for training in April 2014 after his parents moved to England and City tried to bring him to the Etihad Stadium.

However, United were able to keep him and he has since impressed for their youth sides.

Monteiro was rewarded for his progress with a call-up to the Portugal under-17 squad earlier this month, but United have yet to secure him on a scholarship deal.

That has alerted Benfica, who are keen to bring the player back to the Estadio da Luz.

His father, Antonio Monteiro, said he was waiting for United to offer a scholarship deal but said his son was in no rush to make a decision about his long-term future.

"Venancio is very happy at United, but they have yet to offer him a scholarship or pro deal," he told ESPN FC. "It is flattering that other clubs are interested.

"I believe Benfica are keen to bring him back to the club, but we will wait to see what happens at United.

"We all want the best for Venancio so that he can continue his development and hopefully become a star in the future."

 

Ainda há bilhetes para o clássico!

Submetida por original em
Fonte

5.ª jornada da Liga NOS

Bilhetes para o clássico estão à venda

Os ingressos para o FC Porto – SL Benfica, agendado para as 19h15 de dia 20 de setembro, estão disponíveis. Saiba aqui tudo o que precisa de saber para ir acompanhar o Bicampeão!

 

Os bilhetes para a Arquibancada Nascente Visitante, a 25 Euros, encontram-se esgotados. Ainda estão disponíveis bilhetes para a Bancada Central Moche (65 Euros).

 

 

5.ª Jornada da Liga NOS – FC Porto x SL Benfica

 

Viagem Gratuita de Comboio (Lisboa-Porto-Lisboa)

 

Lima - entrevista - Rui Vitória disse-me que tinha pena de me ver partir

Fonte
mais futebol

Está a chegar o jogo que promete parar o país. As duas equipas que têm repartido o domínio do futebol português nos últimos anos enfretam-se este domingo no Estádio do Dragão. O FC Porto-Benfica ameaça começar a desvendar um pouco da história do campeonato.

Ocasião perfeita, portanto, para falar com o homem que decidiu o jogo da temporada passada, dando ao Benfica uma vitória que escapava desde 2005. Lima, que agora está no Al-Ahly, do Dubai, decidiu o duelo do Dragão e antevê o deste ano, acreditando que o Benfica pode repetir a façanha.

O avançado faz, ainda, uma retrospetiva dos anos de águia ao peito, comenta a saída de Jorge Jesus para o Sporting («Nunca imaginei») e aborda temas como a possibilidade de jogar pela seleção portuguesa e a nova vida nas Arábias. 



Com que impressão ficou de Rui Vitória no tempo em que trabalhou com ele?

É um treinador super motivado pelo desafio que tinha pela frente. Ele sabe o que é o Benfica, já lá esteve, não é? Também me pareceu muito exigente e tem de ser assim, porque num clube como o Benfica já sabe que, quando não corre bem, a cobrança vai aparecer. Ele tem personalidade para gerir a cobrança dos adeptos. Acho que o seu maior trunfo é a mentalidade de benfiquista. Tem que ter para levar o Benfica ao sucesso. Estou a torcer por ele. No tempo que trabalhei com ele, foi impecável comigo. Educado, compreensivo. Quando soube que eu ia sair, veio falar comigo, disse-me que tinha pena de me ver partir.
 

 

Ficou surpreendido com a saída do Jorge Jesus do Benfica para o Sporting?

Um pouco. Imaginava que ele ia sair de Portugal. Quer dizer, primeiro imaginava que ele nunca ia sair do Benfica. Já estava lá há seis anos, controlava tudo. Era ele que resolvia tudo. Fazia tudo do jeito dele. Havia quem não gostasse, havia quem gostasse, mas, no fim de contas, o que interessa são os resultados. E depois, sem desprimor, mas muito menos pensava que ele ia para o Sporting. Não imaginava. Mas compreendo, o futebol é mesmo assim.
 

 

Acha que os adeptos do Benfica têm motivos para se sentirem traídos?

É complicado. Quando se fala de adeptos fala-se de emoções, sentimentos, de viver a aura benfiquista. Para um adepto, mudar para um rival não é normal, não é aceitável. É compreensível aquela raiva, aquela ira. Não critico os adeptos claro, mas têm que entender que faz parte do futebol. Mas, pronto, para mim não foi a melhor decisão que ele tomou, não é… (risos)
 

 

Na última época sentiu sempre Jorge Jesus focado até ao fim nos compromissos do Benfica?

Sempre. Sempre focado. É um profissional extremamente competente, extremamente focado. Ele não quer só ganhar, quer ganhar e quer ser quase perfeito. Quer jogar bem, marcar muitos golos e não sofrer nenhum. É super exigente e manteve isso sempre. Vi em poucos treinadores a paixão que ele tinha pelo futebol e a vontade de ganhar que ele tinha. Era super dedicado. Entre os jogadores até brincávamos que ele não sabia mais nada que não futebol…
 

 

Quais foram os melhores momentos que viveu com a camisola do Benfica?

(pausa) Os dois golos ao Olhanense, que deram o primeiro título nunca vou esquecer. Também os dois golos no Dragão, no ano passado, claro. Depois houve um golo contra o Sporting, após uma grande jogada do Nico [Gaitán]. Foi marcante, também foi num grande jogo e a jogada foi fantástica. Meteu também o Salvio, se não estou em erro. E a finalização foi perfeita.
 

 

E ficou-lhe alguma mágoa?

Mágoa? Não, nenhuma…
 

 

Nem aquelas finais da Liga Europa?

Ah. Pois. Não ter ganho uma competição europeia, se calhar. Estivemos em duas, com Chelsea e Sevilha. A mágoa foi essa, então. Mas fui muito feliz no Benfica e tenho momentos de grande alegria para recordar a vida toda. Se tivesse ganho a Liga Europa seria completo, mas estou satisfeito. Foram dois anos maravilhosos, junto de adeptos fervorosos, fieis que ajudam muito a equipa. Ver aqueles adeptos felizes faz-nos muito bem, também.
 

 

Jogou com Cardozo, Rodrigo, Jonas… Com quem se entendia melhor?

Sempre essa pergunta (risos). Não imagina as vezes que me perguntam isso… São jogadores completamente diferentes. Se fizermos uma análise, acho que o Jonas foi o que melhor encaixou comigo, o que mais se entendeu. Acho que até foi a dupla que rendeu mais golos. Era muito fácil jogar com ele. O Rodrigo era mais explosivo e finalizava bem. O Jonas tinha aquela movimentação que complicava muito a vida aos adversários. E merece o momento que está a viver. Chegou mais tarde no ano passado e fico feliz por tê-lo ajudado a chegar a este nível.

 

 

 

 

Vamos então ao motivo principal do telefonema: o Clássico do ano passado. Ainda o guarda na gaveta das boas memórias?

Claro! E de lá não sai… Foi um jogo muito especial por dois motivos. Pelos dois golos, claro, porque não é fácil marcar dois golos no Dragão. Se bem que eu, por todas as equipas em que joguei, consegui marcar lá…Faltou o Vizela porque não tive essa oportunidade. Vai daí e se tivesse calhado na Taça ou assim tinha marcado também (risos). Sempre fui feliz ali, mas sempre individualmente. Faltava marcar e vencer e esse é o segundo motivo por que o jogo do ano passado foi tão especial. E, além disso, foi um passo importante para o título.
 

 

Importante ou decisivo?

Decisivo não foi. Ainda faltavam muitos jogos. O Benfica tem sempre dificuldades em campos pequenos de algumas equipas. Jogos no inverno, relvados difíceis e as equipas quando jogam contra o Benfica querem mostrar sempre mais. Era nítido isso. Eu sei porque passava-se o mesmo comigo quando estava no Belenenses ou no Sp. Braga. Comentávamos logo: vem aí o Benfica, há que dar mais… Mas, resumindo, não foi decisivo mas foi, claro, um jogo super importante.
 

 

Então e esse hábito de marcar ao FC Porto vem de onde? Não gosta de azul?

(Risos) Não, nada disso. Acho que é só coincidência. Eu motivo-me da mesma forma para qualquer jogo. Seja contra o FC Porto seja, sem desmerecer, o Arouca, o Paços ou o Moreirense, por exemplo. Motivo-me sempre da mesma forma. Portanto talvez seja destino ou coincidência. Claro que depois os dois golos do ano passado repercutiram muito por ser um dérbi. O FC Porto é uma grande equipa e vai continuar a ser. Não é para qualquer jogador fazer dois golos assim.
 

 

O jogo do Dragão serviu também para acabar de vez com o «fantasma» do Kelvin?

Foi um jogo muito difícil. Foi uma machadada naquele grupo. As coisas estavam a correr-me muito bem, era a minha primeira época no Benfica, já tinha marcado quase 30 golos, se não estou em erro. Nesse jogo também marquei e não contava com aquilo. Nem eu nem ninguém, claro. Lembro-me que saí para entrar o Cardozo, penso eu, estava 1-1 e tínhamos a vantagem e o jogo seguro até o Kelvin acertar aquele chuto. Naquele momento…Bem, é uma tristeza tremenda.
 

 

Aquele golo perseguiu o grupo?

Não, ficou ali. Havia sempre aquele trauma, porque aquele final de época foi muito difícil, mas percebemos que tínhamos de seguir em frente. Tiramos lições para o futuro. Sabíamos, depois daquilo, que tínhamos de ser mais fortes, mais exigentes em todos os aspetos. Se mais não fosse, serviu para tirarmos lições para o futuro e, no assim, seguinte, foi tudo completo.
 

 

O Benfica pode fazer este ano o mesmo que no ano passado?

Acredito que sim e torço por isto. Continuo benfiquista (risos).
 

 

E é benfiquista deste quando? Só quando conheceu o clube por dentro?

(Risos) Há uma história muito boa. Eu quando cheguei a Portugal era super ambicioso. Era um sonhador e tinha um sonho bem definido: jogar num grande, estar em grandes jogos. Felizmente esse foi um sonho que consegui realizar. Já vivi muita coisa. Ganhei dois títulos portugueses, joguei a Liga dos Campeões, estive em finais da Liga Europa. Hoje estou super realizado. E recordo que um dia, estava num café a ver um jogo do Benfica no Jamor, final da Taça de Portugal. O treinador do FC Porto era o Mourinho e o Benfica ganhou. Bem, foi uma festa enorme em Vizela. Aliás foi em todo o país, o Benfica é enorme. Antes do jogo, veio um amigo, o Pedro, lá de Vizela, buscar-me a casa: você vai ver o que é o Benfica. Fiquei fascinado por aquela paixão. Ele tirou uma foto que o Cláudio [ex-Gil Vicente], outro grande amigo, guardou até hoje e enviou-me há dias. E dizia-me: um dia você vai jogar no Benfica. Naquela altura, eu mal jogava no Vizela…Até hoje recordo essa história.

 

Como antevê, então, o jogo deste domingo?

Os dérbis são sempre jogos muito difíceis. O que procurávamos fazer era ser sempre exigentes no campo. O FC Porto tem bons jogadores, mas vi estes últimos dois jogos do Benfica e senti que a equipa está mais entrosada. Está a formar uma grande equipa. Precisam de unir-se. E depois o Luisão, Jardel, Júlio César vão passar para os mais novos a importância do jogo. Já viveram muitos jogos grandes, sabem o que têm de fazer para ganhar.
 

 

O FC Porto-Benfica é um jogo à parte dos demais?

Sem dúvida. Porque ali não conta só o resultado. É a motivação que trás, o bem que faz ao ego ganhar um Clássico. Se o Benfica encarar o jogo de forma muito aguerrida, muito concentrada, com o talento que tem na frente pode repetir o que fez no ano passado. Há o Jonas, o Mitroglou, que tenho gostado muito, e o Gonçalo Guedes, que já sabia que tinha um grande talento, mas que me surpreendeu pela personalidade que coloca em campo. Sem falar no Nico…o craque. É um grande jogador e uma pessoa espetacular. É fundamental no Benfica.
 

 

Quem pode ser este ano o novo Lima no Dragão?

(Risos) Vou dar um palpite profissional e apostar no Jonas. E também um palpite pessoal. Gostava muito que fosse o Jardel a dar a vitória ao Benfica. Tive grandes companheiros no Benfica, mas o Jardel era aquele com quem tinha mais ligação. Estava com ele quase todos os dias, jantávamos juntos muitas vezes. Tínhamos uma ligação mais efetiva. Até lhe vou agora mandar agora uma mensagem a dizer que aposto nele para marcar no Dragão (risos). É um grande profissional, um grande jogador e tem evoluído bastante.
 

 

Curiosamente, durante muito tempo foi falada a possibilidade de o Lima estar...do outro lado do Clássico. É verdade que esteve perto de assinar pelo FC Porto quando representava o Sp. Braga?

Acho que isso foi só especulação. Pelo menos não houve nenhuma proposta que chegasse até mim. Mas é verdade que muita gente falava-me disso. Até no Belenenses. Diziam-me: olha que o FC Porto está de olho… Na altura fiquei contente, claro. Estava no Belenenses e o FC Porto é uma grande equipa. Mas pronto, tudo tem o seu momento certo e acabei por ir para outro grande clube. Hoje posso dizer que felizmente não fui (risos), porque nos três anos que estive no Benfica ficamos por cima do FC Porto em dois...
 

 

Qual era o jogo que mexia mais com os jogadores: Benfica-FC Porto ou Benfica-Sporting?
 
Nos três anos que estive no Benfica, não sei se foi por o Sporting não estar tão no topo e não brigar pelo título, eram os jogos com o FC Porto. Eram os mais fervilhantes, os mais tensos. Sentia que o país parava para ver aquilo. No tempo que lá estive, sem dúvida que o FC Porto foi o maior rival do Benfica.
 

About player

Liga justifica jogos em dia de eleições

Fonte
correio da manhã

O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Pedro Proença, justificou esta quinta-feira a marcação de jogos para o domingo das eleições legislativas, a 4 de outubro, com a necessidade de se fazer cumprir regulamentos e prazos.

 

Pedro Proença, questionado sobre as potenciais implicações que possam advir do facto de quatros jogos da sétima jornada da I Liga decorrerem no dia das eleições, referiu que a LPFP fez todos os possíveis para que não se realizassem jogos no domingo. "A Liga é uma organização que tem que fazer cumprir os regulamentos internacionais e nacionais e aquilo que nós fizemos foi, percebendo que esta era uma situação absolutamente extraordinária, tentar que não houvesse jogos no domingo", referiu.

Lopetegui nunca ganhou ao Benfica, Rui Vitória nunca triunfou ao Porto

Fonte
zerozero

Ou empatam, ou um deles conseguirá romper a estatística. No clássico do próximo domingo estarão frente a frente dois técnicos que nunca ganharam à equipa adversária.

Uma estatística simples e que muito pode dizer sobre as dificuldades que são esperadas de parte a parte para um duelo de alta tensão.

Lopetegui tem, no seu historial, duas partidas frente às águias. Na época passada, uma derrota no Dragão por 0x2 e um empate 0x0 na Luz foram os resultados obtidos.

Por seu turno, Rui Vitória tem um historial mais longo frente aos portistas, só que nunca ganhou nos 13 jogos disputados até agora - o máximo que conseguiu foram quatro empates.

Confronto direto favorável ao espanhol

Na época passada, os dois técnicos tiveram os dois únicos jogos em confronto direto. Primeiro, em Guimarães, viu-se um empate a um golo. Depois, na cidade do Porto, os azuis e brancos ganharam por 1x0.