Terminou invencibilidade de 51 jogos na Luz

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ojogo

André Villas-Boas acentuou a sua superioridade nos confrontos com Jesus, somando agora cinco vitórias em oito jogos, tendo conseguido ontem interromper uma série de 51 jogos do Benfica sem perder em casa. A última derrota das águias, sob o comando de Jesus, tinha sido a 2 de outubro de 2012, também para a Champions, e por 2-0, ante o Barcelona, com o Benfica a encetar desde então um registo invicto e sempre a marcar, que chegou também ao fim. A perder por dois golos ao intervalo, as águias atingiram outro marco negativo, pois há 30 anos que não chegavam ao intervalo a perder por dois ou mais golos na prova milionária; desde o embate com o Liverpool, em 1984, perdendo por 4-1 no descanso.

A disputar a sua quinta edição da Liga dos Campeões, Jesus perdeu pela primeira vez na abertura, somando agora mais derrotas (12) do que triunfos (11) na competição, registando ainda cinco empates, num total de 28 partidas.

Época do título deu lucro de 14 milhões ao Benfica

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rr
A SAD do Benfica registou lucros de 14,1 milhões de euros na temporada de 2013/14, ano da conquista do título de campeão nacional de futebol, melhorando este registo em cerca de 24,6 milhões de euros face ao período homólogo de 2012/13, no qual tinha averbado um prejuízo de pouco mais de 10 milhões de euros. Em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a sociedade que gere o futebol encarnado assinala que, excluindo as vendas de jogadores - que verificou um aumento de 374% face a 2012/13, sobretudo devido à venda dos passes de Rodrigo, André Gomes ou Nemanja Matic -, os rendimentos operacionais ascendem a 105 milhões de euros. Em 2013, a SAD das águias tinha registado 85,9 milhões. No que diz respeito ao passivo, acabou por aumentar, na época passada, em cerca de nove milhões de euros, de 440,4 para 449 milhões. Quanto ao activo, também cresceu, passando de de 416,6 milhões para 440 milhões de euros. A SAD do Benfica anunciou esta quarta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) um resultado consolidado positivo de 14,1 milhões de euros, no exercício de 2013/2014, recuperando cerca de 24,6 milhões face ao ano anterior. "Este desempenho representa um importante contributo para o equilíbrio económico da Benfica SAD, baseado no crescimento das receitas operacionais, na presença assídua na Liga dos Campeões e na obtenção de ganhos com a alienação de atletas", pode ler-se ainda no referido comunicado.

 

Benfica perde com Zenit - Resumo, fotos, relatos, crónica

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SB

Em actualização constante.

[link] Relatos dos golos
[link] Fotos do jogo
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Resumo:

 

Um início de pesadelo. O Benfica não conseguiu impor o espírito mosqueteiro em campo e os primeiros minutos transformaram o “um por todos e todos por um” numa espécie de “nenhum por todos e cada um por si”. O primeiro sinal foi dado logo por Talisca aos 30 segundos. O brasileiro entrou cheio de confiança ainda com o hat-trick de Setúbal na bagagem e tentou bater Lodygin com um remate a 45 metros da baliza. Esse foi apenas o primeiro momento em que Jorge Jesus pareceu estar sem paciência para o que estava a ver.
E teria mais razões. O Benfica não perdia em casa nas competições europeias desde a recepção ao Barcelona a 2 de Outubro de 2012 mas o Zenit de André Villas-Boas soube montar uma estratégia que fez a diferença. A inspiração de Shatov, os desequilíbrios de Hulk, as desconcentrações de Jardel e a expulsão de Artur foram apenas ingredientes de uma receita que demorou 22 minutos a deixar marcas que seriam irrecuperáveis para o objectivo encarnado.
A perda de bola de Jardel aos cinco minutos foi o primeiro passo. Rondón recuperou, soltou em Shatov e o russo isolou Hulk de forma perfeita. O brasileiro, na cara de Artur, não teve dificuldade para picar a bola com classe e inaugurar o marcador, repetindo uma imagem que começa a ser de marca na Luz. Em 2010/2011, na única época em que foi orientado por Villas-Boas no FC Porto, o internacional brasileiro marcou nas duas vezes que jogou na Luz: no 1-2 que valeu o título e no 1-3 que deu a reviravolta na meia-final da Taça de Portugal.
A reacção encarnada não foi má. Ou pelo menos pareceu haver vontade. Mas foi curta. Aos 18 minutos, Jardel volta a perder uma bola que vai acabar aos pés de Shatov. O russo desta vez mudou de alvo e lançou Danny no corredor central, que tentou rodear Artur mas foi travado em falta, ainda fora da área. Svein Oddvar Moen não teve dúvidas e expulsou Artur. Jorge Jesus foi obrigado a mexer para lançar Paulo Lopes e sacrificou Talisca, o elemento mais dispensável e que facilitava a mudança de chip – Lima ficava sozinho na frente, Salvio e Gaitán assumiam mais responsabilidades nos desequilíbrios, enquanto Enzo Pérez e Samaris, ainda pouco rotinados, eram obrigados a tomar conta do meio-campo.
Era uma boa ideia mas o balde de água fria surgiu a seguir. Hulk não marcou no livre que provocou a expulsão mas ganhou um canto. Aí, à esquerda, Danny cruzou e Witsel desviou de cabeça para o 2-0. Apesar de Paulo Lopes ter feito os possíveis para defender, o assistente da linha de baliza confirmou o golo.

Unir os cacos O intervalo ajudou Jorge Jesus a unir a equipa. O técnico reconheceu no final do encontro que Samaris “andou um pouco perdido” e que isso fez com que as dificuldades no corredor central aumentassem. Mas no segundo tempo, mesmo a jogar com dez, o balanço final foi mais positivo. O Zenit baixou o ritmo e tentou chegar “de forma controlada”, explicou André Villas-Boas, ao terceiro golo numa altura em que as águias estudaram a melhor hipótese de criar desequilíbrios sem que isso significasse descurar a defesa.
O golo nunca chegou, nem de um lado nem do outro. O Zenit esteve muito perto, fosse através de Rondón ou de Hulk, mas não soube demonstrar a mesma eficácia da primeira parte. Do outro lado, o Benfica primou pelo mesmo pecado (ineficácia)e teve ainda o mau bónus de apanhar pela frente um inspirado Lodygin, decisivo num cabeceamento de Luisão e num lance em que Lima apareceu isolado dentro da área.
O Benfica perdeu pela primeira vez em casa nas competições europeias em dois anos e entrou da pior forma na fase de grupos mas Jorge Jesus, que agradeceu ao adepto o apoio intenso durante a segunda parte apesar das contrariedades, demonstrou confiança na capacidade para inverter a situação. “Temos todas as condições para ir à Rússia ganhar ao Zenit, ou noutro campo. Este grupo vai ficar muito equilibrado até à última jornada”, apontou. Samaris reiterou a ideia, garantindo que há tempo para recuperar. Para já, o primeiro passo implica conseguir um bom resultado em Leverkusen, a 1 de Outubro.

Análise Benfica - Zenit

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O Benfica perdeu 0-2 frente ao Zenit no arranque da fase de grupos da Liga dos Campeões 2014/2015.

Os encarnados jogaram com 10 mais de 70 minutos e os adeptos no final reconheceram o esforço dos jogadores.

http://goalpoint.pt/blog/httpgoalpoint-pt/benfica-0-zenit-2-czar-villas-boas-nao-esquece-receita_11238

Luís Filipe Vieira: “Obrigado a todos”

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“Há momentos que nos marcam por serem tão genuínos e tão intensos que ficaremos agarrados a essa memória por muitos anos que passem. A manifestação de benfiquismo que se viveu ontem no Estádio da Luz foi impressionante pela dimensão que assumiu.

 

Os que estiveram em campo honraram a camisola, os sócios e adeptos engrandeceram o Clube num momento único que não deixou ninguém indiferente, dentro ou fora do Estádio. Manifestações como as de ontem transformam tudo, dão-nos a dimensão de quem verdadeiramente somos.

 

A gratidão é um dever quando temos a felicidade de viver um momento como o de ontem.

 

Podemos falhar e de certeza que vamos falhar. Podemos perder e em alguns momentos vai acontecer, mas o que nunca nos pode faltar é entrega, empenho, determinação e isso nunca faltou aos nossos jogadores dentro de campo. Perdemos um jogo, ganhámos uma nova vida e uma nova alma.

 

Vivi cada um daqueles minutos finais como se de um título se tratasse. São momentos como este que me fazem sentir um tremendo orgulho por liderar este Clube.

 

Obrigado a todos e a cada um dos sócios e adeptos que ontem estiveram no Estádio e que mostraram ao mundo de que fibra é feita o Sport Lisboa e Benfica.”

 

Luís Filipe Vieira

Jesus e o apoio dos adeptos: «Julgava que não era possível em Portugal»

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Jesus e o apoio dos adeptos: «Julgava que não era possível em Portugal»

Técnico impressionado

 

Jorge Jesus, treinador do Benfica, em conferência de imprensa, agradece aos adeptos o apoio deixado à equipa no final do jogo com o Zenit, apesar da derrota (0-2):

[sobre o apoio dos adeptos no final do encontro] «Estou há seis anos no Benfica e já tivemos períodos e vitórias neste estádio que me encheram de emoção, mas hoje saio com muito mais emoção. Perceberam perfeitamente que o jogo não nos correu bem, que tentámos entrar no jogo com um jogador a menos. Não conseguimos, mas tiveram um gesto de reconhecimento que agradeço enquanto treinador. Quando cheguei ao balneário, no final do jogo, o que disse à equipa foi que tínhamos perdido o jogo mas que os adeptos nos disseram que vamos ganhar muita coisa. Vamos para o jogo do Moreirense com ainda mais vontade de vencer, ainda mais moralizados. Para tal precisamos de apresentar a qualidade que temos apresentado nestes jogos, mas que hoje não conseguimos.»

«Julgava que isto não era possível em Portugal. Fizemos vários jogos lá fora e vimos os adeptos, após derrotas connosco, terem este comportamento. Eu dizia para mim mesmo como aquilo era bonito, e que em Portugal não era possível. Gostei muito deste comportamento dos adeptos.»

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Manifestação de benfiquismo chegou a ser comovente - LFV

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«Manifestação de benfiquismo chegou a ser comovente»

Luís Filipe Vieira fez questão de vir agradecer aos adeptos

Foi impressionante o apoio dos adeptos do Benfica nos últimos instantes da partida com o Zenit, mesmo com o resultado negativo de 2-0. Um fenómeno que é habitual na liga inglesa, em que os adeptos, mesmo diante de maus resultados, não deixam de apoiar a respetiva equipa, mas muito raro na liga portuguesa. Um fenómeno que até deixou Luís Filipe Vieira emocionado.

«Vim aqui agradecer a todos os benfiquistas por esta grande manifestação de benfiquismo que chegou até a ser comovente. Uma equipa que está a perder por 2-0 e terminar como terminámos, é a prova evidente de que é o caminho que nós traçámos. É a prova de que com união, querer e com bastante esforço, vamos conseguir os nossos objetivos. Foi assim hoje, mas da próxima vez vamos conseguir o resultado. Foi um grande manifestação de benfiquismo», destacou o presidente no final do jogo.

Ao "raio-X": Zenit de AVB - análise de "VivaoBenfica"

A um conjunto capaz composto por vários elementos que transitam da era Spaletti, André Villas-Boas procura acrescentar maior consistência a nível defensivo, não descurando no entanto um futebol vertical que potencia as características do leque de jogadores à disposição. O seu antecessor não resistiu à divisão do balneário provocada pela oposição a algumas políticas tomadas pelo clube no mercado, algo com reflexo nas prestações da equipa e que teve como principal manifestação a saída de um homem da casa: Igor Denisov. Agora, depois das experiências falhadas em terras de “sua Majestade”, o sucessor português ambiciona provar em território russo que o sucesso ao leme do FC Porto não foi uma mera casualidade.

Por: Afonso Canavilhas   Qualidade na saída, entrega com critério, postura confortável com bola e criatividade no momento ofensivo, dando azo tanto à explosão de Hulk pelo flanco, - ou procurando o típico desvio para uma zona mais central a fim de alvejar a baliza - sem esquecer a importância do criativo Danny na manobra. Assim se define, em traços gerais, o Zenit de André Villas-Boas, que lidera o campeonato russo somando todos os jogos por vitórias antes de visitar a Luz. Num ano em que a crítica assume que o campeonato russo está mais fraco, a equipa de São Petersburgo procura singrar na Europa. A qualidade na primeira fase de construção é garantida por jogadores fortes na saída e tecnicamente bons. Garay – curiosamente a jogar mais descaído sobre a direita – e Witsel, bem conhecidos do público português, são elementos essenciais na manobra. O argentino é um central de fino recorte técnico, preciso no passe, com grande taxa de sucesso que é já um elemento fulcral no sector. Conta com a companhia do duro Lombaerts no eixo, que tem jogado com mais regularidade que Neto. Antes de mais, importa também falar do guarda-redes Lodygin, que embora tenha os seus defeitos e falhas pontuais, se trata de um atleta em quem o ataque do Benfica encontrará uma grande barreira. Witsel é um jogador que pega bem no jogo a partir de trás, forte em progressão e exímio na proteção do esférico. Para as posições “6” e “8”, note-se a qualidade das soluções (Witsel, Tymoshchuk, Fayzulin, Javi Garcia) que Villas Boas tem à sua disposição, constituindo uma incógnita a forma como moldará o meio-campo na Liga dos Campeões. A dúvida andará entre o 4x3x3 e o 4x2x3x1.

  Hipótese 1: AVB pode apostar em Tymoshchuk como homem mais recuado do trio do meio-campo, fazendo com que o ucraniano se defina como um “6”, e dando maior liberdade aos dois interiores - 4x3x3. Com a chegada de Javi Garcia, o espanhol poderá também assumir esse papel. Hipótese 2: Para a nova época, Villas Boas tem vindo a apostar de forma intermitente num duplo pivot, recuperando uma estratégia que já havia sido utilizado por parte do seu antecessor. Com Javi Garcia e Witsel, ambos ex-Benfica, não será de estranhar que na prova milionária, em testes de maior exigência, o técnico português opte por reeditar esta dupla. Um homem mais preso, forte no desarme, e outro mais solto. Não seria novidade, visto que já realizou esta experiência com Witsel e Fayzulin na segunda mão do “play-off” de acesso à Liga dos Campeões, jogo em que curiosamente o atleta russo acabou expulso. Para  desempenhar função de armador de jogo, Villas Boas tem duas soluções: Uma é o português Danny, e a outra Shatov. Ambos podem jogar numa zona mais interior ou descaídos sobre uma das alas. Danny é um jogador tecnicamente superior, inteligente. Shatov é um também um bom jogador de equipa, bastante trabalhador, um operário dentro das quatro linhas. Elementos valorosos em transição.

 O Zenit possui dois laterais influentes na manobra ofensiva, destacando o envolvimento de Criscito, que ataca mais e com maior critério agora às ordens de Villas Boas. Smolnikov, embora jogue preferencialmente pela direita, pode também atuar do lado contrário, como aconteceu por exemplo diante do Amkar Perm, na 5ª jornada da liga russa. Essencialmente ofensivo, deixa muito espaço nas costas e daí AVB ter desviado Garay para a direita. A opção tem recaído sobre Smolnikov, mas no banco existe uma alternativa totalmente credível: Anyukov, experiente lateral  que embora não tenha o fulgor de outrora, é superior defensivamente e poderá ser aposta. O internacional russo é uma das opções mais viáveis no banco de AVB, que peca por ser algo “curto” para as exigências de uma desgastante temporada. Hulk é um dos indiscutíveis no onze inicial, jogador que dispensa apresentações. Na banda contrária, a opção varia consoante o desafio. Shatov ou Danny, como já foi referenciado atrás, são as principais soluções, andando nesta dança entre o miolo e o flanco. Não sendo extremos com a natural tendência de irem à linha para cruzar, mesmo quando jogam mais sobre a ala, existe esse ímpeto natural de fletir para o meio, apoiando o ponta-de-lança a partir de zonas interiores. O Zenit não é, por isso, uma equipa que explore muito em profundidade. O mediático Arshavin, em fase descendente na carreira, aparece na sombra dos dois jogadores. Relegando Kherzhakov para o banco, Rondón está diferente, ganhou nova vida em campo. O venezuelano está mais jogador. Movimenta-se de forma mais inteligente, melhorou a noção dos espaços que tem que ocupar em campo, e isso traduz-se evidentemente nos números que apresenta.O Zenit é uma equipa que privilegia a posse, André Villas Boas gosta que as suas equipas procurem dominar o jogo tendo por base a gestão da posse, embora muitas vezes haja alguma precipitação no último terço do campo. Sem ela, a equipa organiza-se num 4x5x1. Os extremos recuam para dar consistência ao sector intermediário, aproximando linhas e deixando Rondón isolado na frente. O Zenit procura desta forma controlar a largura. Não obstante, apresenta algumas debilidades, como por exemplo a reação à perda de bola. Os laterais – sobretudo Smolnikov – tendem a deixar algum espaço nas costas, e talvez por aí Villas Boas tenha (tal como já foi referido) desviado Garay para a direita, protegendo-lhe com maior rigor as costas. O Zenit é algo lento em transição defensiva, e os adversários procuram muitas vezes jogar pelos flancos, em profundidade.


De resto, embora seja praticamente consensual que a equipa de São Petersburgo tem o melhor onze do campeonato, o plantel, no cômputo geral, poderá não estar à altura daquilo que se exige a uma equipa inserida na realidade competitiva do Zenit. AVB tem um banco algo envelhecido, que não responderá a todas as necessidades de uma época que se afigura desgastante, embora tenha a pausa que se conhece. Passou num teste de elevada exigência no último fim-de-semana, com vitória sobre o Dínamo em cima da hora. Agora, na Luz, terá aquele que é muito provavelmente o desafio de maior dificuldade até à data na presente temporada.

18 convocados para a noite europeia na Luz

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O Sport Lisboa e Benfica recebe amanhã, terça-feira, pelas 19h45, a formação russa do Zenit, em partida relativa à 1.ª jornada da Liga dos Campeões. Entretanto, Jorge Jesus já revelou a lista de 18 convocados para o primeiro desafio europeu 2014/15.

 

Lista de convocados:

 

Guarda-redes – Artur Moraes e Paulo Lopes;

 

Defesas – Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Eliseu e Lisandro Lopez;

 

 

Médios – André Almeida, Gaitán, Salvio, Talisca, Enzo Perez, Samaris, Ola John e Cristante;

 

Avançados – Derley, Lima e Nelson Oliveira.