Sevilha vs Benfica em 1957 - uma visita ao passado

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uefa

Quando Sevilla FC e SL Benfica entrarem em campo para disputar a final da UEFA Europa League em Turim, a 14 de Maio, estarão a medir forças apenas pela segunda vez nas competições europeias de clubes. Recordamos, agora, a primeira, que constituiu um momento histórico para ambos.

19/09/1957: Sevilha 3-1 Benfica (Pahuet 46, Iborra 59, Pepillo 79; Palmeiro 48)
O Sevilha deu aos seus adeptos motivos para festejarem naquele que foi o primeiro jogo de ambas as equipas na estreia nas competições europeias. Vicente Pahuet abriu o activo nesse encontro da primeira mão da ronda preliminar da Taça dos Clubes Campeões Europeus, mas Francisco Palmeiro fez o empate. Antonio Iborra recolocou os locais a vencer e Pepillo, perto do fim, ofereceu à turma espanhola uma vantagem de dois golos no Estadio de Nervión, casa do Sevilha até 1958.

"Naquela altura, quando os jogos terminavam, era comum as equipas comerem juntas", recordou Pahuet, elemento da formação do Sevilha que, na temporada anterior, havia terminado no segundo posto da Liga espanhola, atrás do Real Madrid CF, campeão europeu. "Esse dia foi óptimo. Não sou um homem bonito, mas os directores do clube vieram ter comigo e disseram, 'Pahuet, tu és lindo'."

Mário Coluna jogou as duas partidas

26/09/1957: Benfica 0-0 Sevilha (total: 1-3)
O guarda-redes do Sevilha, José Maria Busto, mostrou-se depois muito inspirado na segunda mão, em Lisboa, uma semana mais tarde, num encontro disputado a meio da tarde, dado que a iluminação artificial apenas chegou ao Estádio da Luz passados nove meses. Os visitantes ainda viram ser-lhes anulado um golo, assinado por Pahuet, mas seguiram mesmo em frente na prova, deixando pelo caminho os então campeões portugueses. "Talvez seja melhor assim", afirmou Otto Glória, treinador do Benfica na altura. "Agora podemos concentrar-nos apenas no campeonato."

A equipa andaluz, por seu lado, eliminou de seguida o AGF Aarhus, na primeira eliminatória, mas o treinador Satur Grech acabou demitido antes dos quartos-de-final, onde enfrentou o Real Madrid CF, que viria a conquistar o troféu. O Sevilha, que nessa época viria a terminar a Liga espanhola apenas dois pontos acima da zona de descida, foi eliminado com um resultado total de 10-2 frente a Alfredo Di Stéfano e companhia.

O Real Madrid acabaria mesmo por vencer as primeiras cinco edições da competição, antes de o Benfica terminar com o seu reinado, em 1960/61. Só três dos jogadores que integravam a equipa de 1957 foram titulares na final de 1961, frente ao FC Barcelona: Angelo Martins, Mário Coluna e Domiciano Cavém. Ao leme da equipa estava então o húngaro Béla Guttmann, depois de Otto Glória a ter deixado o comando da equipa em 1959.

 

Factos: Sevilha vs Benfica

Fonte
uefa

O Sevilla FC procura erguer o troféu pela terceira vez na final da UEFA Europa League de 2013/14, enquanto o SL Benfica tenta colocar fim à série de sete derrotas consecutivas em finais de provas da UEFA, entre as quais a averbada na edição anterior da prova.

Encontros anteriores
• O único embate entre as duas equipas nas competições europeias aconteceu na ronda preliminar da Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1957/58; naquele que foi o primeiro jogo europeu de ambas as equipas, o Sevilha, orientado por Satur Grech, começou por receber e vencer por 3-1 o Benfica, treinado por Otto Glória, antes de carimbar o apuramento com empate 0-0 em Lisboa.

• Em Sevilha, a 19 de Setembro de 1957, as equipas foram as seguintes:
Sevilha: Busto, Romero, Campanal, Valero, Ramoní, Herrera, Iborra, Arza, Pepillo, Pepin, Pahuet.
Benfica: Bastos, Ângelo, Calado, Pegado, Serra, Alfredo Abrantes, Palmeiro, Coluna, Águas, Caiado, Cavém.

• Vicente Pahuet, autor do golo inaugural da partida da primeira mão, recordou: "Naquela altura, quando os jogos terminavam era comum as equipas irem comer juntas. Foi um dia fantástico. Não sou um homem bonito, mas os directores do clube vieram ter comigo e disseram, 'Pahuet, tu és lindo'".

• Na segunda mão, a 26 de Setembro, numa partida em que o guarda-redes do Sevilha, José Maria Busto, brilhou a grande altura, José Martins (Zezinho), substituiu Caiado na formação do Benfica, ao passo que o Sevilha fez alinhar Manuel Ruiz Sosa, Arsenio Iglesias e Lorenzo Martínez nos lugares de Ramoní, Arza e Pepillo.

• O Sevilha derrotou depois o AGF Arhus na primeira eliminatória, mas viu-se afastado pelo Real Madrid CF nos quartos-de-final, ao perder por 8-0 na capital espanhola antes de empatar 2-2 na Andaluzia.

• Em alusão ao encontro de estreia do Sevilha nas competições europeias, frente ao Benfica, na fachada do Estádio Ramon Sánchez-Pizjuán encontra-se um azulejo com o emblema das "águias".

• O Sevilha disputou 16 jogos frente a equipas de Portugal nas competições da UEFA, quatro dos quais n presente temporada; venceu por 2-1 fora e empatou 1-1 em casa diante do Estoril Praia na fase de grupos e depois eliminou o FC Porto nos quartos-de-final: perdeu por 1-0 fora antes de triunfar por 4-1 em Espanha. No total, o seu registo nesses 16 encontros é de 8V 3E 5D.

• O Benfica realizou 22 encontros frente a equipas de Espanha na Europa e tem 5V 7E 10D. O conjunto de Lisboa não venceu nos últimos 14 jogos contra equipas espanholas (6E 8D), desde que bateu o Real Betis Balompié, por 2-1, em Sevilha, a 29 de Setembro de 1982. Contudo, as suas duas únicas vitórias em finais europeias aconteceram ante adversários daquele país.

• Este é o primeiro jogo oficial do Sevilha em Turim, mas o Benfica defrontou a Juventus em todos os três recintos já ocupados pela equipa italiana: venceu por 1-0 no Stadio Olimpico nas meias-finais da Taça dos Campeões de 1967/68, perdeu por 3-0 no Stadio Delle Alpi nos quartos-de-final da Taça UEFA de 1992/93 e afastou os anfitriões da final desta temporada com um empate 0-0, no Estádio da Juventus, nas meias-finais da presente edição da UEFA Europa League.

Presença em finais
• A nível de troféus europeus, ambas as equipas somam dois cada; porém, o Benfica sofreu sete derrotas em finais da UEFA desde que ergueu pela segunda vez a Taça dos Campeões, em 1962, enquanto o Sevilha ostenta registo 100 por cento vitorioso em finais europeias até à data.

• As anteriores finais europeias do Benfica terminaram com os seguintes resultados:
1-2 frente ao Chelsea FC, UEFA Europa League, 2012/13
0-1 frente ao AC Milan, Taça dos Campeões Europeus, 1989/90
0-0 após prolongamento (5-6 no desempate por grandes penalidades) frente ao PSV Eindhoven, Taça dos Campeões, 1987/88
1-2 (no conjunto das duas mãos) frente ao RSC Anderlecht, Taça UEFA, 1982/83
1-4 (após prolongamento) frente ao Manchester United FC, Taça dos Campeões, 1967/68
0-1 frente ao FC Internazionale Milano, Taça dos Campeões, 1964/65
1-2 frente ao AC Milan, Taça dos Campeões, 1962/63
5-3 frente ao Real Madrid CF, Taça dos Campeões, 1961/62
3-2 frente ao FC Barcelona, Taça dos Campeões, 1960/61

• As duas únicas anteriores finais da UEFA disputadas pelo Sevilha tiveram os seguintes desfechos:
2-2 após prolongamento (3-1 no desempate por grandes penalidades) frente ao RCD Espanyol, Taça UEFA, 2006/07
4-0 frente ao Middlesbrough FC, Taça UEFA, 2005/06

• O Benfica nunca conquistou a Taça UEFA ou a UEFA Europa League, mas foi finalista vencido em ambas as denominações da competição: diante do RSC Anderlecht, numa final a duas mãos, em 1982/83, e frente ao Chelsea FC, em Amesterdão, na época passada.

• As "águias" atingiram os quartos-de-final da UEFA Europa League em 2009/10, as meias-finais em 2010/11 e – após uma temporada de ausência da competição – a final em 2012/13 e em 2013/14.

• As duas vitórias do Benfica em finais da Taça dos Campeões constituem as únicas ocasiões em que, no passado, clubes portugueses e espanhóis mediram forças na decisão de provas da UEFA.

• O Benfica chegou igualmente ao jogo decisivo da edição inaugural da UEFA Youth League, na presente temporada, o qual perdeu contra o FC Barcelona, em Nyon.

Finais em Turim
• O novo Estádio da Juventus vai albergar uma final da UEFA pela primeira vez. Esta é a sexta ocasião em que uma final da UEFA – ou pelo menos parte dela – tem lugar em Turim, onde a Juventus e o vizinho Torino FC disputaram finais a duas mãos da Taça UEFA, enquanto a SuperTaça Europeia de 1984 foi decidida num só jogo na cidade.

• As anteriores finais jogadas em Turim foram:
1992/93, Taça UEFA (segunda mão): Juventus 3-0 Borussia Dortmund (total: 6-1)
1991/92, Taça UEFA (primeira mão): Torino FC 2-2 AFC Ajax (total: 2-2, vitória do Ajax devido aos golos fora)
1989/90, Taça UEFA (primeira mão): Juventus 3-1 ACF Fiorentina (total: 3-1)
1984, SuperTaça Europeia: Juventus 2-0 Liverpool FC
1976/77, Taça UEFA: (primeira mão): Juventus 1-0 Athletic Club (total: 2-2, vitória da Juventus devido aos golos fora)

Factos das equipas
• Lisboa situa-se a cerca de 310 quilómetros de Sevilha. A viagem do Sevilha para Turim andará pelos 1400 quilómetros, enquanto a do Benfica será um pouco mais longa: aproximadamente 1550 quilómetros.

• O Benfica é a primeira equipa a atingir uma final da UEFA Europa League sem perder qualquer jogo. Desde que chegou à prova, proveniente da fase de grupos da UEFA Champions League, a formação portuguesa somou seis vitórias e dois empates em oito jogos.

• O Sevilha entrou em cena na presente edição da prova na terceira pré-eliminatória e a final será o seu 19º jogo da época na competição. É a terceira equipa a seguir tal percurso, depois do Fulham FC, finalista vencido em 2009/10, e do Club Atlético de Madrid, vencedor em 2011/12.

• O Benfica tenta tornar-se no terceiro vencedor da UEFA Europa League em cinco edições após transitar a meio da temporada da UEFA Champions League, depois de Atlético (2009/10) e Chelsea FC (2012/13).

• O Sevilha procura erguer o troféu da Taça UEFA/UEFA Europa League pela terceira vez. Só outras três equipas conseguiram tal feito até à data: Juventus (1976/77, 1989/90, 1992/93), FC Internazionale Milano (1990/91, 1993/94, 1997/98) e Liverpool (1972/73, 1975/76, 2000/01).

• O Sevilha qualificou-se para a final precisamente nove meses depois de disputar o primeiro jogo na presente temporada da prova: num triunfo sobre o FK Mladost Podgorica na terceira pré-eliminatória.

• O Estádio do Sport Lisboa e Benfica poderá, durante breve período, vir a ter em simultâneo os troféus da UEFA Champions League e da UEFA Europa League, caso o Benfica leve a melhor em Turim, dado que a final da UEFA Champions League será disputada no seu recinto a 24 de Maio.

• O Benfica é a equipa com mais golos marcados na história da UEFA Europa League, com 68 apontados em 37 jogos.

• A excelente época do Benfica, campeão e com presenças também nas finais das duas principais competições a eliminar de Portugal, levará a que a equipa termine a temporada com 57 jogos oficiais disputados, novo recorde no clube.

• O Benfica é o quarto clube de Portugal na final da UEFA Europa League, ao passo que o Sevilha é igualmente o quarto espanhol. Só mais um país, a Inglaterra, esteve envolvido em finais da competição, quando o Fulham saiu derrotado do jogo decisivo de 2009/10 e o Chelsea ergueu o troféu em 2012/13 frente aos "encarnados".

Factos dos jogadores
• Com cinco golos, Kevin Gameiro é o melhor marcador do Sevilha na Europa nesta temporada; Lima é o principal goleador do Benfica na UEFA Europa League, com quatro remates certeiros, tendo ainda obtido mais um na fase de grupos da UEFA Champions League.

• Óscar Cardozo, do Benfica, marcou mais golos nas competições europeias do que qualquer outro dos jogadores que vão estar nesta final da UEFA Europa League: 34 em 75 jogos.

• Luisão e Lazar Marković – suspenso na final – são os únicos jogadores que estiveram nos oito encontros disputados pelo Benfica na presente edição da UEFA Europa League. Com 107 jogos nas competições de clubes da UEFA, o defesa-central brasileiro Luisão é o mais experiente de entre os presentes em Turim.

• Ivan Rakitić disputou mais encontros do que qualquer outro jogador do Sevilha desde o início da fase de grupos da UEFA Europa League, 13 no total, mais um do que Carlos Bacca e Vitolo.

• Nicolás Gaitán chegará aos 50 jogos nas competições europeias se alinhar na final.

• O médio chileno Bryan Rabello, do Sevilha, completa 20 anos de idade dois dias após a final.

• Lima fez parte da equipa do SC Braga que bateu o Sevilha no "play-off" de acesso à UEFA Champions League de 2010/11 e assinou mesmo um "hat-trick" na vitória fora, por 4-3, na segunda mão. Artur e Sílvio, actualmente no Benfica, também alinhavam pelo Braga nessa altura: o guarda-redes foi suplente em ambas as mãos, enquanto o versátil lateral esteve em campo em ambas as partidas. Federico Fazio jogou em ambos os encontros pelo Sevilha, ao passo que Javi Varas e Juan Cala foram suplentes não utilizados.

• O golo de Stéphane Mbia na segunda mão das meias-finais foi o seu quarto em seis jogos; o médio precisou de 120 jogos para apontar os anteriores quatro.

• No Sevilha por empréstimo desde o início da temporada, Marko Marin integrou a equipa do Chelsea FC que atingiu a final da UEFA Europa League na época passada, embora não tenha alinhado no triunfo sobre o Benfica, no jogo decisivo, em Amesterdão.

• Lima e Artur participaram em duas derrotas em finais da UEFA Europa League: ao serviço do Braga, em 2010/11, e com a camisola do Benfica, na temporada transacta.

• Eduardo Salvio, do Benfica, igualmente castigado na final, tem 40 jogos disputados na UEFA Europa League, número recorde. Foi suplente utilizado nos triunfos do Atlético nas finais de 2010 e 2012, antes de experimentar o sabor da derrota em 2012/13 pelo Benfica. Poderá tornar-se no primeiro jogador a vencer por três vezes a competição.

• Salvio marcou pelo Atlético frente ao Sevilha, pelo qual actuaram Rakitić, José Antonio Reyes e Fazio, no empate fora 1-1 em 2011/12 na Liga espanhola.

• Cinco jogadores do Benfica já actuaram na Liga espanhola: Salvio (Atlético 2010–12), Rodrigo (Real Madrid CF 2009/10), Ezequiel Garay (Real Racing Club 2005–08 e 2008/09, Real Madrid CF 2008–11), Guilherme Siqueira (Granada CF 2010–13) e o lesionado Sílvio (Atletico 2010–13 e Deportivo La Coruña 2013).

• Reyes, avançado do Sevilha, jogou no Benfica por empréstimo em 2008/09 e actuou ao lado de Salvio e Sílvio no Atlético.

• Garay marcou, de cabeça e na sequência de canto, o golo do Racing Club numa derrota por 4-1 frente ao Sevilha na Liga espanhola em 2007/08, antes de ser expulso por acumulação de amarelos.

• O Sevilha conta no plantel com três jogadores portugueses: o guarda-redes Beto (Sporting Clube de Portugal 2001–04, GD Chaves 2004/05, FC Marco 2005/06, Leixões SC 2006–09, FC Porto 2009–12 e SC Braga 2012/13, o lateral Diogo Figueiras (Pinhalnovense FC 2010/11, FC Paços de Ferreira 2011–13 e Moreirense FC 2012) e o também defesa-central Carriço (Sporting 2007–12 e SC Olhanense 2007).

• Figueiras jogou nas camadas jovens do Benfica, mas nunca chegou à equipa principal e rumou ao Pinhalnovense em 2010.

• Beto, do Sevilha, e Lima e Rúben Amorim, do Benfica, foram colegas de equipa no Braga em 2012/13, embora Lima tenha rumado ao clube de Lisboa pouco depois do arranque dessa temporada.

• Jan Oblak, guarda-redes do Benfica, poderá tornar-se no primeiro jogador da Eslovénia a marcar presença numa final da UEFA Europa League e no primeiro jogador do país a alinhar numa final da UEFA desde que Zlatko Zahovič saiu derrotado da final da UEFA Champions League 2000/01 pelo Valencia CF. Srečko Katanec foi o último jogador esloveno a conquistar uma competição da UEFA ao erguer a Taça dos Vencedores das Taças pela UC Sampdoria em 1990.

• Rodrigo, do Benfica, e Alberto Moreno, do Sevilha, conquistaram ao serviço de Espanha o Campeonato da Europa de Sub-21 de 2013.

Treinadores
• Técnico do Sevilha desde Janeiro de 2013, Unai Emery começou a jogar como médio na Real Sociedad de Fútbol, mas passou a maior parte da carreira na segunda divisão de Espanha, tendo dado os primeiros passos como treinador no Lorca Deportiva CF, após sofrer uma grave lesão num joelho. Conduziu o UD Almería ao escalão principal e treinou o Valencia CF de 2008 a 2012, com o qual participou habitualmente nas competições europeias. Mais recentemente teve uma breve passagem pelo comando do FC Spartak Moskva.

• Emery guiou o Valência a dois triunfos portugueses sobre outra equipa portuguesa, o CS Marítimo, nos seus dois primeiros jogos como treinador nas competições europeias, na Taça UEFA de 2008/09.

• Ao leme do Spartak defrontou o Benfica de Jorge Jesus na fase de grupos de 2012/13; o Spartak venceu por 2-1 em Moscovo, mas perdeu por 2-0 em Lisboa. Lima marcou pelo Benfica na primeira volta, com Óscar Cardozo a bisar no encontro da segunda volta. Nicolas Pareja – actualmente no Sevilha por empréstimo do Spartak – alinhou nesses dois encontros.

• Jesus, treinador do Benfica, seguiu as pisadas do seu pai, Virgolino Jesus, quando, ainda jovem, assinou contrato pelo Sporting Clube de Portugal, alinhando como médio em vários clubes antes de começar a carreira de treinador. Liderou diversas equipas antes de, em Junho de 2009, assumir o comando técnico do Benfica, depois de levar o SC Braga aos oitavos-de-final da Taça UEFA de 2008/09. Conduziu o Benfica a duas finais consecutivas da UEFA Europa League e venceu o seu segundo título português com o Benfica esta temporada, para além da quarta Taça da Liga em cincon tentativas.

. Repetiu a presença na final este ano, em que conquistou pela segunda vez o título e ganhou a quarta Taça da Liga em cinco anos no Benfica. Pode ainda juntar-lhes a sua primeira Taça de Portugal quatro dias após o jogo de Turim.

• A final de Turim será o 50º jogo de Jesus como treinador na Taça UEFA/UEFA Europa League.

• Jesus é o primeiro treinador do Benfica desde Béla Guttmann – que conduziu o clube aos triunfos na Taça dos Campeões de 1961 e 1962 – a guiar o Benfica a duas finais europeias consecutivas.

Prolongamentos e desempates por grandes penalidades
• O registo do Sevilha nesta situação em provas de clubes da UEFA é de 3V 1D:
4-3 (fora) frente ao Real Betis Balompié, oitavos-de-final da UEFA Europa League de 2013/14
2-3 (casa) frente ao Fenerbahçe SK, oitavos-de-final da UEFA Champions League de 2007/08
3-1 (campo neutro) frente ao RCD Espanyol, final da Taça UEFA de 2006/07
4-3 (fora) frente ao PAOK FC, primeira eliminatória da Taça UEFA de 1990/91

• O registo do Benfica é é de 1V 1D:
4-1 (casa) frente ao PAOK, segunda eliminatória da Taça UEFA da 1999/2000
5-6 (campo neutro) frente ao PSV Eindhoven, final da Taça dos Campeões de 1987/88

• Apenas numa ocasião se marcou mais do que um golo no prolongamento em nove finais da Taça UEFA/UEFA Europa League. Sevilha e Espanhol marcaram ambos no tempo extra na final de 2006/07.

• Cinco finais da Taça UEFA foram decididas no desempate por grandes penalidades, ainda que nenhuma delas desde o advento da UEFA Europa League:
1983/84: Tottenham Hotspur FC 2-2 RSC Anderlecht (total, vitória dos "spurs" por 4-3 em Londres)
1987/88: Bayer 04 Leverkusen 3-3 RCD Espanyol (total, vitória do Leverkusen por 3-2 em Leverkusen)
1996/97: FC Internazionale Milano 1-1 FC Schalke 04 (total, vitória do Schalke 4-1 em Milão)
1999/00: Galatasaray AŞ 0-0 Arsenal FC (vitória do Galatasaray por 4-1 em Copenhaga)
2006/07: RCD Espanyol 2-2 Sevilla FC (vitória por 3-1 do Sevilha em Glasgow)

• Quatro outras finais foram resolvidas no prolongamento:
2000/01: Liverpool FC 5-4 Deportivo Alavés (em Dortmund, "golo de ouro" após 4-4 no final dos 90 minutos)
2002/03: Celtic FC 2-3 FC Porto (em Sevilha, 2-2 no final dos 90 minutos)
2008/09: FC Shakhtar Donetsk 2-1 SV Werder Bremen (em Istambul, 1-1 no final dos 90 minutos)
2009/10: Club Atlético de Madrid 2-1 Fulham FC (em Hamburgo, 1-1 no final dos 90 minutos)

 

Perfil do finalista: Benfica

Fonte
uefa

Após a enorme desilusão da época passada frente ao Chelsea, Jorge Jesus conseguiu, de forma notável, galvanizar o Benfica rumo à segunda presença seguida na final da prova esta temporada. Mostrando garra, determinação e muita qualidade, os pupilos de Jesus deixaram pelo caminho todos os adversários que lhe surgiram pela frente desde a eliminação na fase de grupos da UEFA Champions League e tornaram-se na primeira equipa a chegar ao jogo decisivo da UEFA Europa League sem qualquer derrota.

 

História da época
O Benfica deixou bem vincadas as suas credenciais logo nos 16 avos-de-final, ao afastar de maneira confortável o PAOK FC, por 4-0, no conjunto das duas mãos. Esperava-se que o Tottenham Hotspur FC constituísse um teste mais duro nos oitavos-de-final, mas, com uma actuação de enorme categoria, os "encarnados" ganharam por 3-1 em White Hart Lane, antes de confirmarem o apuramento com um empate 2-2 em Lisboa.

Seguiu-se o tranquilo embate ante os holandeses do AZ Alkmaar nos quartos-de-final, despachados com um total de 3-0 na soma das duas mãos. A Juventus constituiu o derradeiro obstáculo entre o Benfica e a final. Golos de Ezequiel Garay e Lima, intercalados por Carlos Tévez a favor dos italianos, abriram caminho ao apuramento, confirmado pelo estóico empate sem golos em Turim.

Presenças em finais
2J 0V 2D
Última presença: 2012/13, frente ao Chelsea FC (Amsterdam ArenA)

Registo frente ao adversário na final
Benfica e Sevilla FC estrearam-se nas competições de clubes da UEFA quando se encontraram pela primeira e única vez em jogos oficiais até à data, na fase preliminar da Taça dos Clubes Campeões Europeus de 1957/58. Vicente Pahuet inaugurou o marcador na primeira mão, na Andaluzia, mas Francisco Palmeiro restabeleceu a igualdade para os "encarnados". Contudo, Antonio Iborra não tardou a recolocar os anfitriões na frente, antes de Pepillo fechar o resultado em 3-1 perto do fim.

Na segunda mão, em Lisboa, uma excelente actuação de José María Busto, guarda-redes do Sevilha, confirmou o apuramento dos espanhóis. O Benfica, porém, disputou já duas finais europeias ante equipas de Espanha e venceu ambas: frente ao FC Barcelona (Taça dos Campeões Europeus, 1960,61) e diante do Real Madrid CF (Taça dos Campeões Europeus, 1961/62).

Momento-chave
O estrondoso remate de Lima aos 84 minutos da partida da primeira mão das meias-finais, diante da Juventus, valeu ao Benfica uma vitória crucial por 2-1, mas não serviria de nada se Luisão não tivesse, de forma quase milagrosa, evitado que os "bianconeri" desfizessem o 0-0 em cima do intervalo do jogo da segunda mão, em Turim. O capitão "encarnado" mostrou todo o seu querer e vontade de ganhar quando, de cabeça, e com Jan Oblak batido, desviou pela linha-de-fundo sobre a linha de golo um remate de cabeça de Arturo Vidal prestes a entrar na baliza.

Frase
"Em cinco anos atingimos duas finais da Europa League e uma meia-final. É um registo que ninguém nos pode tirar. Estamos na final com muito mérito e merecemos tudo o que nos está a acontecer". Jorge Jesus, treinador do Benfica

Melhor marcador
Apesar de apenas ter sido titular em dois dos oito jogos disputados pelo Benfica nesta UEFA Europa League, o brasileiro Lima marcou por quatro vezes. Com uma média de um golo a cada 70 minutos na presente edição da competição, o avançado de 30 anos vai agora dar tudo para erguer, finalmente, o troféu que lhe escapou já por duas vezes, primeiro ao serviço do SC Braga e, na temporada passada, com a camisola do Benfica.

Herói anónimo
De regresso ao clube após dois anos de empréstimo ao Braga, Rúben Amorim foi ganhando espaço na equipa e afirmou-se em definitivo após a saída de Nemanja Matić para o Chelsea FC, em Janeiro. Presença fundamental no meio-campo "encarnado" em muitos dos jogos desta campanha europeia, esteve em destaque frente ao Tottenham, ao fazer um passe fantástico por entre a defesa adversária a isolar Rodrigo e que permitiu ao Benfica abrir o activo.

 

Perfil do finalista: Sevilha

Fonte
uefa

Na caminhada para a conquista sucessiva do troféu em 2006 e em 2007, o Sevilla FC desfrutou de momentos decisivos em ambas as competições, enquanto esta época o mesmo percurso até à final da UEFA Europa League revelou-se acidentado para o clube andaluz.

Um golo no prolongamento do herói falecido Antonio Puerta na meia-final contra o FC Schalke 04 assegurou o apuramento do Sevilha para a final de 2005/06, enquanto uma cabeçada do guarda-redes Andrés Palop, no quarto minuto dos descontos contra o FC Shakhtar Donetsk, foi crucial para a qualificação do detentor do troféu para os quartos-de-final na época seguinte. Desta vez, Stéphane Mbia será lembrado como o homem do momento mágico na chegada do Sevilha à final, quando o jogador de 27 anos cedido pelo Queens Park Rangers FC marcou, de cabeça, nos últimos segundos, o golo ao Valencia CF no Mestalla.

História da época
Passaram-se nove meses entre o primeiro jogo do Sevilha na época 2013/14 da UEFA Europa League e a noite em que logrou a qualificação para a final, em Valência. Tendo disputado 18 partidas – iniciadas na terceira pré-eliminatória contra o FK Mladost Podgorica – , o treinador Unai Emery vai procurar seguir o legado de Juande Ramos, que orientou a equipa nos dois sucessos anteriores.

Após eliminar o WKS Śląsk Wrocław no "play-off" em Agosto, o Sevilha terminou no topo e invicto a fase de grupos, na qual enfrentou o FC Slovan Liberec, o SC Freiburg e o Estoril Praia. O triunfo nos 16 avos-de-final contra o NK Maribor ditou que nos oitavos-de-final houvesse um duelo europeu inédito ante o rival da cidade, o Real Betis Balompié. Com os "verdiblancos" a imporem a primeira derrota na competição à equipa de Emery, era necessária uma resposta à altura na segunda mão, o que veio a acontecer, decidindo-se a eliminatória nas grandes penalidades. Seguiu-se o afastamento do FC Porto nos quartos-final, antes de um novo duelo suado da Liga contra o Valência. A vencer por 3-2 a eliminatória nos momentos finais da segunda mão, o Valência acabou por sucumbir ao golo heróico de Mbia nos descontos.

Presença em finais
J2 V2 D0
Última vez, 2006/07: RCD Espanyol 2-2 Sevilla FC (Sevilha venceu por 3-1 nos penalties, Hampden Park, Glasgow)

Registo contra o adversário na final
O Sevilha terminou a época 1956/57 no segundo lugar atrás do Real Madrid CF. Contudo, devido ao facto do vencedor da Liga espanhola ter também conquistado a Taça dos Campeões Europeus no ano anterior, a equipa do sul de Espanha foi convidada a participar na maior competição de clubes do continente ao lado do detentor do troféu. E foi na sua estreia na Taça dos Campeões Europeus que o Sevilha defrontou pela primeira vez – e até agora única –, o Benfica. O Sevilha venceu a primeira mão da pré-eliminatória por 3-1, antes de empatar sem golos em Lisboa, apurando-se para a fase seguinte. A sua participação viria a terminar nos quartos-de-final, frente ao Real Madrid.

Momento-chave
A perder por 3-0 contra um Valência que parecia a caminho de outra reviravolta memorável na presente edição da UEFA Europa League, o Sevilha aparentava ter o destino traçado após desperdiçar uma vantagem de 2-0 trazida da primeira mão. Com o relógio a caminhar para o minuto 94, um longo lançamento de linha lateral de Coke foi desviado por Federico Fazio para a emenda de cabeça do internacional camaronês Mbia, que assim mudou a destino da meia-final.

Frase
Quase não tenho palavras para descrever o que aconteceu esta noite, para explicar este jogo. Graças a Deus as coisas terminaram desta maneira, a nosso favor.
O capitão do Sevilha, Ivan Rakitić, depois da emocionante qualificação da sua equipa para a final desta época.  

Melhor marcador
O treinador Unai Emery conseguiu encontrar o equilíbrio perfeito entre o avançado colombiano Carlos Bacca – que fez quatro golos esta época na competição – e o seu colega no ataque, Kevin Gameiro. Contudo, é o internacional francês, com cinco golos – quatro na fase de grupos e um contra o FC Porto nos quartos-de-final -, que ostenta o título de melhor marcador do Sevilha.

Herói anónimo
Em desvantagem contra o rival Bétis nos oitavos-de-final, o Sevilha conseguiu uma vitória por 2-0 fora de casa, levando o jogo para o prolongamento. O lateral Alberto Moreno desempenhou um papel fundamental na segunda mão, no Beníto Villamarin, assinando as assistências para os golos de José Antonio Reyes e de Bacca, antes da equipa de Emery obter a qualificação através do desempate por grandes penalidades.

 

Benfica B vence Marítimo B - resumos e entrevistas

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ojogo

O Benfica B venceu o Marítimo B por 2-1 e despediu-se do campeonato com a conquista dos três pontos depois de quatro jogos sem vencer.

A partida, disputada no Centro de Estágio do Seixal, já com as duas equipas com a sua situação resolvida, começou a um ritmo baixo, com o primeiro lance de perigo a ocorrer aos 17 minutos, para os insulares.

O avançado Kukula, muito veloz, entrou pela direita e cruzou rasteiro, com Amar, solto na área, a falhar o desvio. Na resposta, no minuto seguinte, o Benfica B adiantou-se no marcador.

Grande jogada individual pela direita de Nelson Semedo, que passou por vários defesas contrários e colocou rasteiro no meio, para o desvio de Rui Fonte, que apontou o primeiro golo desde que regressou após grave lesão.

O Marítimo B, apostando na velocidade dos seus atacantes, esteve perto do empate aos 21 minutos. Novamente Kukula a entrar pela direita e a cruzar para o desvio acrobático de Edivandio, com Miguel Santos a parar o remate com dificuldade.

Aos 37 minutos, o Benfica B ampliou a vantagem, através de uma grande penalidade convertida por Ruben Pinto: Nelson Semedo entrou pela direita e caiu, após uma disputa de bola com Luís Miguel, com Vasco Santos a apontar para a marca de grande penalidade e a expulsar o defesa insular.

O Benfica B podia ter feito o terceiro por Hélder Costa, mas José Sá efetuou uma grande defesa e, já no período de descontos da primeira parte, o Marítimo B reduziu a desvantagem.

Jogada pela esquerda do ataque, com a bola a sobrar à entrada da área para Alex Soares, que, de pé direito, rematou em arco para um golo de belo efeito.

Na segunda parte, o jogou voltou a começar a um ritmo lento, com o primeiro lance de perigo a ocorrer aos 58 minutos, com Rui Fonte a surgir sozinho frente a José Sá, mas a permitir que o defesa Robson efetuasse o corte antes de rematar.

Aos 73 minutos, o Benfica B esteve perto de ampliar a vantagem, mas José Sá conseguiu deter o remate de Lolo, que entrou sozinho pela direita do ataque.

Mesmo em inferioridade numérica, o Marítimo B nunca deixou de tentar chegar ao empate, procurando explorar a velocidade dos seus avançados e alguma apatia da equipa de Hélder Cristóvão, mas teve sempre dificuldades em criar lances de real perigo.

Jogo no Centro de Estágio do Benfica, no Seixal.

Benfica B - Marítimo B, 2-1.

Ao intervalo: 2-1.

Marcadores:

1-0, Rui Fonte, 18 minutos.

2-0, Ruben Pinto, 38 (grande penalidade).

2-1, Alex Soares, 45+1.

Equipas:

Benfica B: Miguel Santos, Nelson Semedo, Rudinilson, Marcos Valente, Gianni Rodriguez, Ruben Pinto, João Teixeira, João Amorim (Lolo, 68), Urreta (Wei Huang, 90+2), Hélder Costa e Rui Fonte (Sancidino, 83).

(Suplentes: Bruno Varela, Lolo, Fábio Cardoso, Sancidino, Bruno Gaspar, Harramiaz e Wei Huang).

Treinador: Hélder Cristóvão.

Marítimo B: José Sá, Armando, Teng Lei, Luís Miguel, Filipe Oliveira, Pana (Tiago, 80), Alex Soares, Amar, Kukula, Jorge Chula (Robson, 40) e Edivandio (Fábio Abreu, 68).

(Suplentes: Rui Vieira, Robson, Kiko, Tiago, Jake, Fábio Abreu e Carlos Daniel).

Treinador: Ivo Vieira.

Árbitro: Vasco Santos (Porto)

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Alex Soares (10), Pana (25), Filipe Oliveira (32) e Urreta (90). Cartão vermelho direto para Luís Miguel (37).

Assistência: Cerca de 600 espetadores.

Basquetebol: Sampaense 69 - 100 Benfica

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A equipa de Basquetebol do Sport Lisboa e Benfica deslocou-se a Oliveira do Hospital para defrontar, fora, o Sampaense no 4.º jogo das meias-finais do Campeonato Nacional. O triunfo por 69–100 conduz a equipa das “águias” directamente para a final do play-off. Depois da derrota de sábado ter adiado tudo para o jogo de hoje [domingo], exigia-se à formação “encarnada” uma vitória “sem espinhas”. O Benfica realizou uma entrada demolidora na partida, terminando o 1.º período com o resultado de 19-36. Nos segundos dez minutos, a equipa “encarnada” não tirou o pé do acelarador e foi para o intervalo a vencer por 26 pontos (33-59). Destaque para a exibição de Jobey Thomas que até à altura, já contava com uns fantásticos 20 pontos marcados. No 3.º período, o Sport Lisboa e Benfica baixou o ritmo de jogo e permitiu que a Sampaense marcasse 20 pontos e reduzisse a vantagem conseguida na primeira parte do encontro. 53 -74 era o resultado no final do 3.ºperíodo. No último tempo da partida, os jogadores do Benfica voltaram a mostrar o seu valor e a intensidade de jogo da 1.º parte, garantindo a vitória no encontro por 69-100. Os Bicampeões Nacionais continuam a trilhar um caminho de glória que a continuar assim, só pode levar, a formação orientada por Carlos Lisboa, à conquista do Tricampeonato Nacional de Basquetebol. O Benfica irá defrontar na Final do play-off, o vencedor da outra meia-final, o V. de Guimarães ou o Lusitânia.

Futsal: Belenenses 3 - 4 Benfica

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A equipa liderada por João Freitas Pinto deslocou-se, este domingo, ao pavilhão Acácio Rosa, no arranque do play-off do Campeonato Nacional. O Benfica venceu por 3-4 e deu mais um importantíssimo passo rumo ao tão desejado título. Apesar de terem sido os “azuis” do Restelo a adiantar-se no marcador, logo aos 2’, os “encarnados” não baixaram os braços. Alan Brandi (7’), Paulinho (10’) e Joel Queirós (15’) não desperdiçaram as oportunidades e levaram a equipa da Luz para o intervalo com uma vantagem de dois golos (1-3). No segundo tempo, foi o Benfica quem chegou primeiro ao golo, através de Bruno Coelho, aos 26’. O Belenenses ainda conseguiu reduzir para 3-4 mas não foi suficiente para bater a turma da Luz. João Freitas Pinto fez alinhar o seguinte cinco inicial: Bebé, Ricardo Fernandes Rafael Henmi, Nené e Serginho. O segundo jogo do play-off – que se disputa à melhor de três – está agendado para as 19 horas do próximo sábado, dia 17 de Maio.

Andebol: SC Horta 25 - 41 Benfica

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A equipa de Andebol do Sport Lisboa e Benfica venceu, este sábado, o SC Horta, por 25-41 em jogo da 8.ª ronda da Fase Final do Andebol 1. Com um início avassalador, os comandados por Jorge Rito construíram, desde o primeiro minuto, uma vantagem que foram gerindo de forma confortável e adulta. Um misto de uma defesa consistente e disciplinada com um ataque eficaz ao nível das transições e do ataque organizado nas primeira e segunda linhas, o Benfica foi construindo um resultado avultado. Não estranhou, portanto, ninguém quando ao intervalo, o Andebol benfiquista já vencia por 14-22. Na segunda metade pouco mudou. O SC Horta continuou a ter dificuldade em penetrar na eficaz defesa das “águias” e o ataque benfiquista manteve uma alta bitola. Jorge Rito aproveitou, de novo, para chamar a jogo vários jovens da Formação do Clube comprovando que a mesma respira saúde e que o caminho da Secção poderá ir mesmo por aí. Os marcadores do Benfica no jogo foram: Dario Andrade (3), José Costa (7), António Areia (7), Tiago Pereira (4), Inácio Carmo (6), Carlos Carneiro (11), João Pais (2) e Ivo Santos (1).

Hóquei em Patins: Candelária 1 - 3 Benfica

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A equipa de Hóquei em Patins do Sport Lisboa e Benfica disputou, este sábado, nos Açores, diante do Candelária, a 27.ª jornada do Campeonato Nacional. Triunfo dos da Luz por 1-3. Numa pista tradicionalmente difícil, a equipa da casa não facilitou em nada o trabalho de um Benfica que não poderia ceder para não perder o comboio da liderança. Porém, foi o Candelária que começou melhor e marcou aos 12 minutos por Tiago Resende. Antes do intervalo, Miguel Rocha repôs a igualdade (22’) com que se chegou ao descanso. Empolgados pelo golo marcado no fecho do primeiro tempo, o Benfica recomeçou o jogo da mesma forma quando o livre directo apontado por João Rodrigues aos 29 minutos permitiu a reviravolta no marcador. Dez minutos volvidos, o Benfica logrou o golo da tranquilidade através do remate certeiro de Carlos López. Apesar da vantagem, o jogo continuava vivo com ambas as equipas a falharem livres directos. Até final nada mais alterou com o Hóquei em Patins a manter-se nos lugares cimeiros com 68 pontos.

Canal+ desmente Jorge Jesus no Mónaco

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sapo

O canal televisivo francês, Canal+, garantiu ontem que o sucessor de Claudio Ranieri no comando técnico do Mónaco já está contratado para a próxima época, mas que o mesmo não se trata de Jorge Jesus, treinador do Benfica apontado aos monegascos pelo diário L'Equipe.

Segundo o Canal+, Jorge Jesus não será o treinador do Mónaco na próxima época, apesar do jornal L'Equipe ter avançado que o técnico português teria chegado a acordo por duas épocas, mais uma de opção.

Ontem, após o final do jogo com o FC Porto, Jorge Jesus garantiu que está focado nas duas finais do Benfica e que ninguém do Mónaco o abordou para treinar na liga francesa. O técnico português lembrou ainda que tem mais um ano de contrato com os encarnados.