O Benfica sobre carris

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Ir ao futebol de comboio tornou-se moda para milhares benfiquistas, desde que o clube e a CP se entenderam para montar uma oferta de “comboios especiais” que trazem os adeptos de vários pontos do país directamente para a estação de Benfica. O PÚBLICO acompanhou neste domingo, entre Braga e Benfica, um destes comboios fretados, cujos passageiros descobriram na própria viagem uma antecipação e um prolongamento da própria festa do estádio.

“É mais confortável, é mais barato e não é tão cansativo. Isto de comboio é muito melhor. Olhe eu autocarro nunca mais. E na quarta-feira venho outra vez”. Helder Matos, 34 anos, embarcou em Vila Nova Gaia e bebe umas cervejas com dois amigos que vieram também de Gaia e outro de Espinho. Os três alinham no mesmo discurso: “isto é muito melhor porque a malta pode andar e conviver, sempre vai ao bar e à casa de banho. E chegada aquela hora de partir, é certinho. Se fosse de autocarro anda tínhamos que estar à espera dos que faltam”.

São 11h45 e o comboio do Benfica, que saiu de Braga às 9h04, acaba de arrancar da estação de Pombal, onde deixou passageiros em terra porque já vai lotado. Nada de grave. Atrás desta composição, formada por uma locomotiva e seis carruagens, segue um comboio de desdobramento que vai recolhendo quem já não cabe neste.

Atravessa-se a composição de ponta a ponta e, se é certo que há grupos ruidosos que vão antecipando a festa de logo à noite, há carruagens onde a única coisa que as distingue das de um vulgar Intercidades são os passageiros vestidos de vermelho. Grupos de amigos, casais de todas as idades, famílias inteiras, vão sentadas a conversar calmamente, a dormitar, a ler jornais, a brincar com tablets, telemóveis ou portáteis.

O revisor do comboio vai controlando os bilhetes com a ajuda de um colega, também revisor, mas que hoje viaja como passageiro, “com bilhete pago à Casa do Benfica”, como faz questão de explicar. Rui Moreira, que já várias vezes fez esta viagem com a farda vestida, em serviço, diz que nunca houve problemas e que as viagens de comboio estão a recuperar o velho hábito de as famílias virem à bola como o faziam antigamente. Uma opinião corroborada por vários passageiros com quem o PÚBLICO falou e que sublinham que “isto não é um comboio das claques”.

José Rocha, 38 anos, vem de Campanhã. Viaja sozinho, mas leva crianças ao colo, brinca, bebe umas cervejas e anima um pequeno grupo de amigos, habitués desta viagem. “Isto é mais confortável e é melhor do que as camionetas. Já é a quinta vez que venho. Isto é como uma família!”.

A viagem do Porto a Benfica ida e volta, com direito a transfer em autocarro para o Estádio da Luz, custa-lhe 15 euros. Um Intercidades normal entre Campanhã e Santa Apolónia custa 35,90 euros. Os bilhetes são exclusivamente vendidos pelas Casas do Benfica e têm preços distintos para o público geral, para os sócios da Casa do Benfica ou os do próprio clube e – os mais baratos – para os sócios de ambos.

Miguel Nunes, 40 anos, vem de Ermesinde e pagou 17,50 euros. É a primeira vez que vem à bola de comboio e deixou-se seduzir pelo preço. “O preço é o factor aliciante e tem a vantagem de ter o autocarro para o estádio da Luz”, diz. Mas tem uma queixa: “É um bocado cedo de mais porque chegamos à uma e tal e o jogo é só às seis. É como as excursões [de autocarro] em que eu deixei de ir porque demoravam o dia inteiro”.

Mas também há quem se queixe da hora de regresso porque às 22h00 a festa vai estar no auge e vão ter que apanhar o comboio. “Devia ser lá para as 2h00 ou 3h00 da manhã”, diz Rui Lopes, de Vila Nova de Gaia.

Jorge Jacinto, director das Casas do Benfica e o principal interlocutor destes comboios especiais junto da CP, diz que este horário está bem “porque assim ainda chegam a tempo de festejar nas rotundas das suas terras”. Além de que amanhã é dia de trabalho e há quem queira chegar cedo a casa.

O bar deste Intercidades vai animado. Abrem-se farnéis, comem-se rissóis, croquetes, frango assado, abrem-se geleiras com cerveja e vinho. Rosa Vieira, a funcionária do bar, diz que neste tipo de comboios não parece mal que os clientes se refastelem com a sua própria comida nas mesas da carruagem-bar. De resto, não faltam pedidos de sandes e cervejas, sendo que o bar chega sempre esgotado ao destino. “Aqui só não sobra a água”, grita um adepto mais excitado.

Rosa Vieira mostra um vídeo no seu telemóvel onde se vê um grupo a cantar e a saltar numa viagem anterior. “Isto é sempre assim, mas há um grupo muito animado que costuma entrar na Curia e hoje veio no comboio que vem atrás deste”.

No Entroncamento a paragem é breve. Agora o comboio especial número 21520 já vai lançado pela lezíria e avista-se ao longe os contrafortes de Santarém em cuja estação passa, mas não pára.

Gonçalo Amorim, 25 anos, veio no seu carro de Viana do Castelo para Nine, onde apanhou o comboio às 9h15. “É uma excelente forma de viajar porque sente-se mais este espírito de camaradagem. O Benfica é muito isto, o convívio entre os adeptos e o comboio tem as condições ideais para isso”.

De certa forma, a composição cumpre um percurso unificador: parte de Braga, mas vai recolhendo gente de cachecóis e camisolas vermelhas que vêm de Viana, Guimarães, Ermesinde, Porto, Aveiro, Coimbra. Da Beira Baixa partiu também um comboio especial da Covilhã para Lisboa, vendido pela CP às Casas do Benfica. E do Algarve, o Intercidades de Faro veio reforçado com quatro carruagens da mesma maré vermelha, sendo que estes descem em Sete Rios onde têm transbordo em autocarro para o estádio da Luz. Ao todo, e só em comboios fretados, viajaram hoje mais de 1500 adeptos.

Jorge Jacinto diz que esta é uma aposta ganha, que é para continuar. Desde o ano passado já foram realizados 28 comboios, a maioria deles neste primeiros meses do ano e, ultimamente, a uma média de um comboio em cada quatro dias. Tudo somado já terão sido mais de 15 mil passageiros a deslocarem-se sobre carris para assistir aos jogos. E o dirigente só lamenta que algumas zonas do país não estejam bem servidas pela ferrovia porque até daí fariam marchas especiais. É o caso do Douro e da Beira Alta (a estação mais próxima de Viseu é Mangualde). E lamenta que a Refer não termine as obras de renovação entre Covilhã e Guarda porque desta última poderiam organizar comboios directos para Lisboa. No Algarve acabam por ser só as Casas do Benfica de Faro e Loulé que têm o comboio à porta. E no eixo do Oeste (Leiria, Marinha Grande, Caldas da Rainha, Torres Vedras) a própria CP desaconselhou-o a usar o comboio porque demora muito.

Na composição que vem de Braga até o revisor e a funcionária do bar são do Benfica. E lá à frente, aos comandos da locomotiva, Coutinho dos Santos também é benfiquista e não é um maquinista qualquer - para este serviço a CP destacou um inspector dos maquinistas.

A composição dá solavancos ao passar em grande velocidade pelas estações de Azambuja, Carregado, Vila Franca de Xira, Alverca. O relógio marca as 13h00 e multiplicam-se os farnéis abertos. É hora de almoço e aproxima-se a chegada e a excitação do estádio. Na estação do Oriente uma breve paragem técnica para troca de tripulação. Agora o especial de Braga atravessa Lisboa e entra, sempre em bom andamento, na linha de Sintra para se deter, suavemente, na estação de Benfica. O que os 468 adeptos benfiquistas que nele viajam não sabem é que, neste último troço, o maquinista Barradas que os trouxe até aqui é... do Sporting.

Benfica vence Olhanense - Resumo, fotos, relatos, crónica

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SB

Em actualização constante.

[link] Relatos dos golos
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Resumo:

O Benfica é campeão português pela 33.ª ocasião na história. O emblema da Luz encerrou as contas do título à 28.ª jornada, com um triunfo por 2-0 sobre o Olhanense, último classificado da I Liga. Lima fez os dois golos que puseram um ponto final à ansiedade e soltaram as celebrações dos adeptos “encarnados”. Um mar vermelho transbordou das bancadas, inundou ruas e praças e fez ouvir em todo o lado o grito: “Campeões”.

 

Era uma palavra que estava presa na garganta dos benfiquistas há pelo menos um ano. Se há lições a retirar do final de época dantesco que o Benfica viveu em 2012-13 são as virtudes da paciência e da prudência. Evitar a soberba e avançar com passos seguros rumo às metas estabelecidas. Jorge Jesus mostrou que aprendeu e, na presente temporada, vincou desde o início a prioridade do campeonato sobre todas as outras competições. Na lista de tarefas dos “encarnados”, esse objectivo está cumprido. É hora de olhar para os restantes itens da lista — e na quinta-feira há já a primeira mão da meia-final da Liga Europa, frente à Juventus.

O jogo contra o Olhanense não era uma mera formalidade e a ansiedade da equipa e adeptos durou quase uma hora. Mas já lá vamos. A noite chegou com festa em pleno relvado da Luz e com o capitão Luisão a segurar o troféu de campeão nacional. Mas o internacional brasileiro só o ergueu contra o céu depois de ir ao túnel de acesso aos balneários buscar o presidente Luís Filipe Vieira e o treinador Jorge Jesus — ambos cumpriam castigo. Antes, os jogadores tinham sido chamados um a um para um palco montado no centro do estádio, incluindo o lesionado Sílvio, de muletas, e Salvio, de braço esquerdo ao peito, após o ter partido no jogo e acabado a sua temporada prematuramente. Uma das maiores ovações foi para Lima, claro. Mas o nome de Cardozo também esteve entre os recebidos com muito entusiasmo pelas bancadas, em sinal de reconciliação: o paraguaio desentendeu-se com Jorge Jesus na final da Taça de Portugal da época passada, esteve afastado da equipa, mas voltou a fazer parte da “família”.

O 33.º título de campeão do Benfica ficou fechado num domingo de Páscoa. Um sucesso que permitiu ao treinador Jorge Jesus uma espécie de ressurreição. Ficamo-nos por aqui nas imagens de tema religioso para descrever a conquista do campeonato pelos “encarnados”. Mas vale a pena notar que o Olhanense recusou o papel de cordeiro pascal: com perspectivas muito complicadas no campeonato, os algarvios foram à Luz com o objectivo de fazer pela vida. O treinador Giuseppe Galderisi tinha dito que o Olhanense não ia só para aplaudir o campeão e tinha deixado no ar que podia ser uma Páscoa “inesquecível”. Só que não há milagres: os rubro-negros, segunda pior defesa da I Liga, sofreram a 17.ª derrota em 28 jornadas e continuam na cauda da classificação.

Durante quase uma hora, os algarvios resistiram estoicamente às investidas do Benfica. A equipa de Jorge Jesus entrou com um ritmo aceleradíssimo, criando — e desperdiçando — oportunidades umas a seguir às outras. O remate de Gaitán foi interceptado, Rodrigo atrapalhou-se na altura de rematar e Lima atirou duas vezes por cima. Tudo isto nos primeiros dez minutos. O assédio à baliza de Belec era intenso, mas faltava eficácia. A ansiedade, traiçoeira, ia crescendo.

A Luz só se libertou da pressão aos 57’. Lima foi o homem que colocou um ponto final nesse estado de espírito, afastou os fantasmas da temporada passada e desencadeou os festejos. Na recarga a um remate de Gaitán, após uma primeira defesa de Belec, o brasileiro inaugurou o marcador. Passados três minutos, voltou à carga: lançado em velocidade, foi galgando metros até entrar na área e rematou por entre as pernas de Belec. 2-0 e assunto arrumado.

A equipa respirava melhor e as bancadas também, numa enorme festa e, no final, o Benfica segurou o título com as duas mãos, um ano depois de tê-lo deixado fugir por entre os dedos.

  

Benfica e Adidas renovam acordo até 2021

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O Benfica e a marca de equipamentos desportivos Adidas renovaram o contrato de patrocínio até 2021, anunciaram, em comunicado, as duas entidades.

De acordo com o documento, o Benfica e a marca alemã têm um histórico comum desde a década de 70, sendo que desde a época 1997/98 que a Adidas tem sido o patrocinador contínuo e oficial do clube.

Nigel Griffiths, diretor geral da marca para a Península Ibérica, disse estar "muito orgulhoso por anunciar a extensão da parceria" e que "a renovação do contrato até 2021 foi um processo natural".


 

Oblak: “Consigo imaginar-me a jogar pelo Benfica durante muitos anos”

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Com apenas três golos sofridos na presente edição da Liga Portuguesa, Jan Oblak, 21 anos, guardião da baliza do Sport Lisboa e Benfica, não conhece até hoje o sabor da derrota. No programa “Alta Fidelidade” da Benfica TV, o esloveno revelou que o segredo por detrás de uma época imaculada está na determinação com que abraça cada desafio.

Esta entrevista pode ser lida, na íntegra, na edição desta sexta-feira do Jornal “O Benfica”… aqui desvendamos um pouco o véu à mesma!

- Sente-se acarinhado pelos portugueses?

- Sinto que gostam muito de mim, mas também de todos os outros jogadores do plantel. Temos uma boa equipa, é normal que gostem de nós.

- Sente que é um sortudo por ter conquistado um lugar no plantel principal do Benfica?
- Claro. Sem dúvida que sou um privilegiado por ter conseguido conquistar um lugar na equipa.

- Em criança já sonhava um dia vir a ser jogador de futebol?

- Desde criança que sonhava ser jogador profissional. Estou muito feliz por ter conseguido realizar o meu sonho e puder dizer que faço o que mais gosto.

- Qual é a principal qualidade que um guarda-redes deve ter?

- Para mim, é essencial que um guarda-redes tenha autoconfiança e não fique nervoso, independentemente das circunstâncias do jogo.

- É um orgulho, mas também uma imensa responsabilidade jogar no Estádio da Luz…

- É um grande orgulho e, ao mesmo tempo, uma enorme responsabilidade jogar neste Estádio. Mas a vida é mesmo assim, cheia de desafios. Temos que aprender a enfrentar as dificuldades que possam surgir.

- Sente que pode fazer uma grande carreira ao serviço do Benfica?

- Sim, consigo imaginar-me a jogar pelo Benfica durante muitos anos e espero, sinceramente, que isso venha a acontecer.

- Houve um adepto que chegou a invadir o campo só para o abraçar. É verdade?

- Penso que sim, que chegou a acontecer. Lembro-me de, num jogo, sentir alguém perto de mim, na baliza. É gratificante sentir esse apoio dos adeptos.

- O que pensa quando está a defender a baliza do Benfica?

- Não penso em nada em particular. Estou sempre concentrado na bola e na posição dos meus colegas em campo. A concentração é o segredo.

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André Gomes: a obra de arte no regresso à terra dos sonhos

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No lançamento do Benfica-FC Porto, o  Maisfutebol apresentou o clássico como uma ponte para o Mundial, a derradeira oportunidade para vários jogadores reclamarem um lugar nas comitivas que viajarão para o Brasil. Caiu o pano na Luz e destacou-se um nome: André Gomes.

Num encontro com tamanho impacto mediático e grau de exigência, os jogadores em foco teriam direito a sonhar com a atenção dos respetivos selecionadores. André Gomes desafiou as probabilidades e carimbou um triunfo histórico do Benfica com um golo de antologia (3-1).

A obra de arte foi apresentada em cima da hora mas ainda em tempo útil. O FC Porto sucumbiu no Estádio da Luz e o jovem médio de Vila Nova de Gaia brilhou perante figuras como Michael Platini ou - mais interessante - David Moyes, treinador do Manchester United.

Com 20 anos, André Gomes volta à terra dos sonhos. Chamado por Paulo Bento em fevereiro de 2013, o jogador viu o selecionador elogiar a sua maturidade. Nessa altura, não saiu do banco de suplentes no trágico encontro particular frente ao Equador (2-3).

Na fase decisiva da temporada, Jorge Jesus reforçou a aposta no médio e este agigantou-se no clássico. Um bom momento de forma, a comprovar nos próximos jogos, pode alterar o rumo da sua história. A porta foi arrombada com aquele chapéu sobre Fernando antes do remate decisivo.

Quinze milhões de euros em ano e meio

André Gomes fez a sua estreia pela formação principal do Benfica a 18 de outubro de 2012. Ou seja, há precisamente ano e meio. Dois golos nos primeiros dois jogos aumentaram a cotação do jogador mas nada que se assemelhe aos 15 milhões de euros investidos no seu passe.

A 28 de junho de 2013, no final da época anterior, a SAD encarnada informou ter cedido 20 por cento dos direitos do médio ao fundo Benfica Stars por 800 mil euros. Ou seja, André Gomes valeria quatro milhões.

O jovem não arrancou a temporada da melhor forma e concluiu o ano de 2013 com menos de cem minutos de utilização entre o campeonato, a Taça de Portugal e a Liga dos Campeões.

Encarado como um jogador com grande potencial, André Gomes despertou ainda assim o interesse de agentes ligados ao meio e, no último dia do mercado de transferências de janeiro, viu os seus direitos económicos serem transferidos por 15 milhões de euros para a Meriton Capital Limited. A SAD encarnada lucrou 10,5 milhões com essa operação. Resta descontar os 50 mil euros pagos ao Boavista há três anos.

A Meriton Capital Limited, controlada por Peter Lim, manteve o jogador no Estádio da Luz até final da presente época. Lim, empresário de Singapura com ligações a Jorge Mendes, alimenta o desejo de investir no futebol através da compra de um clube (o Valência estava na linha do horizonte) mas ainda não concretizou esse objetivo. Também por isso, o destino do médio é incerto.

Desde o final de janeiro, André Gomes passou a ser utilizado com maior regularidade e a Liga Europa tem sido a principal montra para o médio garantir o futuro de sonho. Nesta quarta-feira, porém, usou a Taça para gritar bem alto.

O maior festejo de um coração que nasceu azul e branco

Uma ponta de ironia na reta final de um clássico emotivo. Aos 20 anos, o jogador marca o golo mais importante da sua curta carreira e festeja com exuberância, uma manifestação pouco habitual numa personalidade normalmente fechada e tranquila.

O Benfica, reduzido a dez elementos, operou a reviravolta na eliminatória da Taça de Portugal e chegou ao 3-1 para afastar o FC Porto na final do Jamor. Para André Gomes, foi um momento especial.

Não é uma grande novidade mas voltará a ser falada por estes dias. O médio nasceu no seio de uma família portista, em Vila Nova de Gaia, e o seu coração era assumidamente azul e branco. Aliás, representou os dragões até 2008 e não esquecerá o cenário de dispensa.

Rumou ao Boavista, passando o primeiro ano no Pasteleira, até chegar ao Benfica em 2011. «A dispensa do FC Porto custou-nos, mas sobretudo a ele, que estava lá há mais anos e até era capitão», recordou o amigo e ex-colega de equipa Adérito Pedrosa, em conversa com o Maisfutebol.

Fábio Martins, outro antigo jogador do FC Porto, admitiu mais recentemente a sua estranheza. «Sinceramente, foi estranho para nós, nunca percebi aquilo bem. Na altura pensámos que tinha sido decisão do clube, embora fosse estranho porque ele jogava regularmente nos sub-15. Mas não faço ideia do que aconteceu ao certo.»

O passado ficou para trás das costas e André Gomes olha em frente, após a obra de arte que permitiu o seu regresso à terra dos sonhos. Aquela celebração eufórica adapta-se às palavras do amigo de longa data. «Antigamente ele era portista, mas à medida que se foi adaptando ao Benfica começou a gostar do clube», disse Adérito Pedrosa.

Que futuro para o jovem médio? Paulo Bento e Peter Lim têm a palavra.

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Benfica-Olhanense com lotação esgotada

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Já não há bilhetes para o Benfica-Olhanense, da 28ª jornada da Liga, que pode consagrar os encarnados como campeões nacionais.

A informação foi confirmada ao início da noite pelo canal de televisão do clube da Luz.

Os poucos ingressos que ainda havia nas bilheteiras foram vendidos na sua totalidade, pelo que estarão 65 mil adeptos no estádio no próximo domingo.

Luisão pode voltar para jogo com Olhanense

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Impedido de dar o seu contributo à equipa do Benfica nos dois últimos jogos – com Arouca e FC Porto -, Luisão poderá voltar às opções de Jorge Jesus na receção ao Olhanense, marcada para domingo (18 horas). O capitão tem registado melhorias do forte traumatismo na perna direita que sofreu no choque com Sílvio, durante o encontro com o AZ Alkmaar, e tudo aponta para que esteja à disposição para o denominado “jogo do título”. Face à proximidade da partida com a Juventus, na próxima quinta-feira, na Luz, e tendo em conta a boa resposta de Jardel no eixo da defesa, é também de admitir que Jorge Jesus resguarde o brasileiro para a receção à equipa italiana. Em dúvida permanecem Fejsa e Rúben Amorim.
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Benfica-Olhanense com lotação esgotada

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A lotação do Estádio da Luz está esgotada para o jogo com o Olhanense. Os últimos bilhetes foram vendidos esta quinta-feira, dia em que a venda foi alargada ao público em geral. Na primeira fase, a venda de ingressos foi exclusiva a sócios, só estando disponível ao público em geral desde esta quinta-feira. Ao final do dia surgiu a confirmação: já não há bilhetes. O Estádio da Luz terá assim casa literalmente cheia para aquele que está catalogado como o jogo de consagração do Benfica no campeonato nacional, visto faltar-lhe dois pontos para garantir o título, com três jornadas para disputar.
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